E o bambu…?

Não, não, não. Não vamos enfiar nada em lugar nenhum, nem em ninguém. O assunto aqui é outro: a colher de bambu. Ela vem ganhando espaço na culinária e substituindo a velha conhecida colher de pau. Vamos explicar o porquê e quais as vantagens dessa troca.

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Domingos atrás, assistindo ao Programa da Eliana, vi num quadro de organização doméstica uma orientação sobre o uso da colher de bambu ao invés da de pau. Achei bem interessante e fui pesquisar.

Sempre usei colher de pau e utensílios de nylon na cozinha e, por coincidência, ou ironia do destino, a minha colher rachou e foi a oportunidade de experimentar a de bambu.

Minha maior motivação para a compra foi a higiene. Segundo os especialistas, a colher de pau não é a opção mais segura para saúde. Isso porque as lavagens frequentes e a umidade constante, somadas à ação do tempo, criam um ambiente favorável à proliferação de fungos e bactérias, que podem contaminar os alimentos.

Já com a colher de bambu, e pela própria composição do material, acontece o oposto. Ela é mais leve, permite a evaporação da água rapidamente, não acumula resíduos, não facilita a multiplicação de bactérias, pois é antibacteriana, e possui a mesma resistência e durabilidade da de madeira.

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Além disso, a colher de bambu, como todos os demais utensílios do mesmo material, é considerada sustentável e ecologicamente correta, pois o bambu é autossustentável: após cortado, ele se renova com o crescimento de novos brotos e leva, no máximo, quatro anos para ser usado novamente.

O preço é bem acessível. Paguei R$ 3 reais na minha, quase o mesmo valor que pagaria na de pau. Escolhi essa de formato mais arredondado, como a tradicional de pau, mas existem colheres de outros acabamentos (base reta, estreita etc.). E então? Vale a troca?!

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