Setembro é o mês da conscientização da dor crônica, desconhecimento é o maior inimigo

Escrito por: Dr. Charles Amaral de Oliveira / Dr. Fabrício Dias Assis
Em Revista Suplementação

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Setembro é o mês da Conscientização da Dor Crônica, causada pelo aumento da longevidade, longas jornadas de trabalho e estresse da vida cotidiana. São chamadas de dores crônicas as de duração prolongada, que podem se estender de meses a anos. A dor crônica é considerada uma verdadeira epidemia no mundo, acarretando prejuízos não só físicos, como também sociais e psicológicos e tem sido combatida com a ajuda da tecnologia em procedimentos cada vez mais eficazes.

A chamada Medicina Intervencionista da Dor desenvolve técnicas para combater este mal da forma menos invasiva possível fazendo uso da mais avançada tecnologia agregada a um conhecimento médico altamente especializado. “O tratamento geralmente é feito com a utilização de agulhas.

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“Bloqueamos alvos específicos na coluna, no músculo, em nervos ou tendões, com o objetivo de fazer um diagnóstico mais preciso da dor e também tratar uma diversidade de condições dolorosas. Esses bloqueios podem ser realizados com radiofreqüência, bloqueios neurolíticos ou com anestésico local. Também fazemos com Botox, células-tronco e com fatores de crescimento, para regenerar os tecidos””, explica o Dr. Fabrício Dias Assis, pioneiro na área no Brasil e presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor.

Muitas vezes, o diagnóstico da dor é o maior desafio tanto para pacientes quanto para médicos, já que em busca de alívio, as pessoas costumam buscar todo e qualquer tipo de tratamento. Pesquisas indicam que os pacientes se consultam com oito médicos diferentes, em média, antes de chegarem a uma clínica especializada em dor.

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“As dores tiram a pessoa da rotina do dia a dia e isso tem uma série de consequências. Por isso, é importante descobrir as causas da dor crônica e estabelecer um tratamento que a alivie. “Geralmente conseguimos reduzir muito a dor, quando não bani-la. As pessoas não podem desistir nunca de procurar uma solução porque há um aumento enorme de oportunidades e novas tecnologias para combater a dor””, comenta Dr. Charles Amaral de Oliveira, anestesiologista e médico intervencionista da dor.

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