Dill (endro): como usar esse tempero em nome da saúde

Conteúdo original Saúde Abril

Origem:

O dill, planta com aroma picante e fresco, começou a ser utilizado em receitas do Leste Europeu, principalmente nas culinárias russa e escandinava. De lá, o tempero, também chamado de endro, conquistou paladares no Oriente Médio e na Europa.

Forma de uso:

Pode-se optar pelas sementes secas, que devem ser adicionadas sempre no começo da cocção para liberar o aroma, ou pelas folhas frescas. Mas essas entram só no fim das receitas, ok?

Com o que combina:

A picância do dill cai bem para marinar pescados, aromatizar molhos e dar potência a conservas de peixes e legumes, picles, vinagres e maioneses. O condimento também é bem-vindo para acompanhar queijos e pães.

Com o que não combina:

Melhor descartá-lo para o preparo de doces.

Benefícios nutricionais:

Aposte no endro se quiser diminuir cólicas estomacais e intestinais. Segundo uma pesquisa publicada no jornal BMC Pharmacology and Toxicology, a erva também inibe a produção de secreção ácida pelo estômago, aliviando os sintomas de gastrite e refluxo.

Como plantar:

Em vasos, com terra fofa e adubada. E preste atenção onde vai colocá-lo: a planta não tolera temperaturas extremas ou excesso de sol. Regue com bastante frequência.

Que a sua semana seja incrível!

Experimentando a Fitoterapia

Quando entendemos o real significado de ser saudável, a vida toma uma proporção diferente. Passamos a ter consciência de tudo que nos cerca e pode afetar o funcionamento do nosso corpo e, consequentemente, da nossa saúde. Comigo foi assim. Sem neuras. Apenas um despertar.

E, é claro, a partir daí, o cuidado com a preservação do bem estar por completo tornou-se constante. Mantenho-me atenta ao consumo diário de água, a ter uma alimentação mais diversificada o possível, à prática regular de exercícios e também à rotina médica. Ao compreender que o corpo é o meu instrumento para a vida, busco deixar a ‘casa em ordem’.

É engraçado como nós nos acostumamos com o anormal. Já reparou?! De repente, um dia, começamos a ter uma tosse, que se torna nossa e vai ficando – sem porquê. Uma fungadinha, uma coceira, alguma coisinha que foge ao normal, mas que acaba se acomodando e fazendo parte da nossa rotina.

Toda a vida eu sofri com o trato respiratório. Tive bronquite quando criança (decorrente da amamentação – minha ama de leite era fumante), com crises fortíssimas, e  e, neste período, consigo contar nos dedos de duas mãos quantas vezes funguei e/ou espirrei. Poderia chamar de milagre, se não fosse medicina.

O que é fitoterapia?*

“O termo fitoterapia tem origem grega, no qual fito (phyto) significa “vegetal” e terapia (therapeia) quer dizer “tratamento”. A fitoterapia é a utilização das plantas para tratamento de doenças e recuperação da saúde.

Pode-se considerar medicamento fitoterápico toda preparação farmacêutica (extratos, pomadas e cápsulas) utilizando como matéria-prima partes de plantas (folhas, caules, raízes, flores e sementes) com reconhecido efeito farmacológico.

A fitoterapia é considerada uma especialidade médica, que é tratada na área da medicina alopática, ao contrário da homeopatia e da acupuntura, que são terapias alternativas. Diversas pesquisas científicas realizadas comprovam que o “tratamento vegetal” oferece soluções eficazes e mais baratas para o tratamento de doenças.”

A experiência

Essa terapia era desconhecida para mim. Soube por intermédio de uma amiga que conhecia o local que a oferece: uma casa religiosa de beneficência, que atua há mais de 30 anos (aqui na minha cidade e em mais outras da região) na oferta de serviços gratuitos nas diversas áreas, incluindo a cura.

O processo é totalmente sem qualquer custo, do atendimento à medicação. Meu tratamento resume-se a quatro frascos de preparado medicinal, ministrados de duas em duas horas, durante todo o dia, das 8h às 22h, diluídos em água, e uma pomada (a base de eucalipto) para aplicação tópica, nas narinas, duas vezes ao dia.

Além disso, passei pela auriculoacupuntura com a aplicação de sementes de mostarda. É uma espécie de reflexologia na orelha. Não é utilizado qualquer tipo de agulha ou procedimento invasivo: cada sementinha é direcionada por pinça esterilizada e fixada no ponto exato por fita microporosa. Não senti dor, apenas um leve incômodo e um pouco de coceira em alguns dos pontos, esporadicamente. 

A experiência me surpreendeu muito. O resultado tem sido super positivo. Jamais imaginaria, se ouvisse falar, que seria um tratamento tão eficaz, ainda mais em um problema crônico – com tendência a agravar com as temperaturas mais baixas. Eu estava em um nível no qual apenas uma dose de antialérgico já não me surtia efeito. Não podia passar perfume sem crise de espirro e qualquer odor diferente desencadeava em crise. Durmo muito melhor e acordo sem congestionamento nasal. Quem é do time da rinite sabe bem a magnitude disso! 😥

Não faço o tipo alternativa não, tá?! Porém, acredito em alternativas quando o tradicional já não funciona mais como deveria. E a vantagem é que a fitoterapia não me surtiu qualquer efeito colateral, ao contrário da medicação comum – que me deixa extremamente sonolenta. O conselho é: quem tiver a possibilidade, experimente! Procure saber onde é oferecido o serviço na sua cidade, converse com seu médico. A alopatia tem sido cada vez mais difundida e recomendada pela medicina, tanto como terapia de apoio quanto como tratamento principal, para pacientes com sensibilidade nos órgãos de drenagem (rins e fígado) e que não suportam alta quantidade e/ou concentração de medicação.

Aqui em Santos, o atendimento é mensal, na Zona Noroeste da cidade, sempre aos sábados, das 9h às 11h. Quem for da região e arredores e tiver interesse, sinta-se a vontade para me contatar e obter todos os dados. 😉

*Fonte: Bem de Saúde

Receita: Pizza de Couve-Flor

Reprodução Instagram
  • 1 couve-flor
  • 1 dente de alho
  • 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
  • 1 ovo batido
  • Muçarela à gosto (comum, light, de búfala, a que preferir)
  • 3 colheres de sopa de molho de tomate
  • Sal, orégano e manjericão à gosto

Preaqueça o forno à 180ºC. Em um processador, triture a couve-flor com o alho. Depois, transfira essa massa para um pano de prato para drenar o excesso de água. Transfira a massa para uma tigela. Junte o sal, orégano, manjericão, parmesão e o ovo e misture bem. Abra a massa em uma forma de pizza e leve ao forno por 20 minutos. Retire do forno, espalhe o molho de tomate, a muçarela e o manjericão. Volte ao forno para gratinar. Retire e sirva imediatamente.

Receita da Cozinha da Maria

Festa junina saudável? É verdade!

Conteúdo original Saúde Abril

Embora todas as comidas típicas das festas juninas encham os olhos, algumas se sobressaem quando se fala de benefícios nutricionais. Destaque para o milho, que, cozido ou em forma de pipoca ou pamonha, oferece carboidratos — nossa principal fonte de energia —, vitaminas do complexo B, minerais, fibras e antioxidantes.

Mas isso não significa que o exagero está liberado, como reforçou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo em um comunicado à imprensa. “É preciso ter moderação. Se houver possibilidade, vale preparar tais receitas em casa”, disse Etelma Maria Mendes Rosa, nutricionista da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro). Abaixo, o caminho da roça:

Milho verde

Consuma assado ou cozido e economize o sal e a manteiga para não pesar na balança e no coração.

Pipoca

Esqueça a versão industrializada, repleta de sódio e gordura pouco saudáveis — esses nutrientes fazem a pressão decolar e a barriga crescer. Além de utilizar pouco óleo e sal no preparo convencional, experimente colocar a mesma medida em colheres (sopa) de milho e água em um recipiente de vidro. Aí cubra-o com papel filme e, em seguida, faça mais ou menos 20 furinhos com um palito de dentes na superfície. Leve ao micro-ondas por 10 minutos.

Curau e pamonha

Evitar a manteiga, a gordura vegetal e o leite de coco ajuda a reduzir as calorias desses quitutes.

Bolo de milho

Reduza o açúcar da receita pela metade e dê preferência aos óleos vegetais. No fogo, esses extratos demoram mais tempo para gerar compostos nocivos ao organismo, caso do glicerol, em comparação com a manteiga, a margarina e a gordura vegetal.

Arroz doce e canjica

Assim como o milho, esse cereal oferta doses generosas de carboidrato. Tente não pesar a mão no açúcar e dispense o leite condensado dentro do possível. Outra boa dica para dar um sabor especial a essas receitas é adicionar raspas de laranja ou canela.

Cuscuz

Incremente a farinha de milho com legumes, ovos e atum ou sardinha para deixá-la mais nutritiva. Os peixes em questão, por exemplo, contém gorduras que ajudam a estabilizar o colesterol.

Pinhão

A semente da araucária esbanja minerais e fibras, mas é calórica. Cozinhe-a somente em água e tenha cuidado com os excessos – 100 gramas de pinhão representam cerca de 174 calorias.

Batata-doce

Outro bom fornecedor de carboidrato, esse tubérculo pode ser levado ao forno por aproximadamente 50 minutos como alternativa à fritura ou até mesmo ao cozimento na hora de variar o cardápio.

Vinho e quentão

Contêm álcool e, por vezes, adição de açúcar. Aprecie com moderação ou invista em uma versão caseira com suco de uva integral e outras frutas (abacaxi, maçã, maracujá…), gengibre, casca de laranja e especiarias, como canela e cravo-da-índia.

Receita: Creme de Chuchu

Receita da Fabi Linares:
  • 1 cebola
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • Alho a gosto
  • 3 chuchus picados
  • Água
  • Sal a gosto
  • Temperos a gosto (alho poró, páprica).

Refogue a cebola, o alho e o chuchu picado na manteiga. Tempere com sal e os temperos que gostar. Acrescente água até cobrir a metade dos chuchus picados na panela. Atenção: não coloque muito água para que se mantenha a consistência de creme e não vire uma sopa. Tampe a panela e deixe cozinhar.

Quando o chuchu estiver molinho, bata com um mixer ou no liquidificador. Pode servir com queijo no meio do creme e bacon torradinhos em cima. Vai bem com frango, carne moída, legumes, peixes… 😋

Chegou o Inverno!