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O que são e como atuam os fitosteróis

Foto: Pixabay

Você já ouviu falar em fitosteróis ou fitoesteróis?! Eles vem sendo apresentados no mercado como a mais nova solução para quem enfrenta problemas com altos índices do colesterol dito ruim.

O que são

São parte do grupo de esteróis (um tipo de lipídio, gordura, para o melhor entendimento), naturalmente presentes nas plantas. É uma substância encontrada em pequenas quantidades nos óleos vegetais, como azeites, óleo de milho e de soja.

Como funciona

Tem sido utilizado, e comercializado, como suplemento alimentar e age dificultando a absorção do colesterol e LDL pelo intestino, diminuindo o fluxo dessa gordura no sangue, o que consequentemente reduz, em torno de 10%, os níveis de colesterol total.

Apesar de já presente no mercado, não há provas científicas de que a ação dos fitosteróis na redução do colesterol implique em algum benefício contra doenças, como as cardiovasculares, por exemplo.

Você já fez uso?! Ou conhece alguém que faz?!
Conte-nos se possui conhecimento sobre os efeitos e o que você acha da implementação dos fitosteróis para a saúde.
E lembre-se de, primeiramente, consultar um médico antes de utilizar qualquer suplemento e/ou medicamento.

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Abril: Hortifruti do mês

 

Saiba quais são os produtos da estação e economize, mantendo maior variedade de nutrientes na sua alimentação:

Legumes e Verduras

  • Abóbora/ abóbora-moranga
  • Abobrinha
  • Alface
  • Alho-poró
  • Almeirão
  • Berinjela-japonesa
  • Beterraba
  • Cará
  • Chicória
  • Chuchu
  • Escarola
  • Inhame
  • Nabo
  • Pepino / pepino-japonês
  • Pimenta-vermelha
  • Repolho e
  • Tomate.

Frutas

  • Abacate
  • Banana-maçã
  • Caqui
  • Jaca
  • Kiwi
  • Maçã nacional/ gala
  • Mamão formosa
  • Tangerina-cravo e
  • Uva importada.
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Engorde suas saladas

Mary Poppins notoriamente aconselhou que “uma colherada de açúcar ajuda o remédio a descer”. Agora, parece que uma colherada de óleo ajuda os níveis de nutrientes a subir – se aplicarmos as gorduras ideais a certos vegetais. Em um estudo publicado recentemente no American Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores da Universidade Estadual de Iowa descobriram que, em comparação ao consumo sem gordura, indivíduos que ingeriram saladas com óleo de soja absorveram vários nutrientes essenciais e antioxidantes, como beta-caroteno, vitamina E, vitamina K e licopeno. Esses são nutrientes lipossolúveis e, portanto, tornam-se benéficos quando associados a uma fonte de gordura.

O maior impulso às taxas de absorção ocorreu com a adição de cerca de 2 colheres de sopa de óleo de soja, mas adicionar outras fontes de gordura como azeite, abacate e nozes à sua salada de folhas ou vegetais assados ​​também deve ajudar seu corpo a absorver mais nutrientes.

Fonte: Idea Fit

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Você sabe o que é PANC?

Repost do blog da nutricionista Carolina Damy

Você já ouviu falar sobre PANC? Já experimentou alguma? Gostou? Adicionou na sua lista de compras ou na sua horta?

Muita gente ainda não sabe, mas a sigla PANC significa Plantas Alimentícias Não Convencionais, e são todas as plantas que poderíamos consumir, mas que ainda não consumimos, ou nem conhecemos. Depois da redescoberta de algumas destas plantas, o consumo vem aumentando bastante, pois além de serem nutritivas, algumas também são medicinais.

Uma forma rica, sustentável e saudável para a alimentação de todos, é a utilização das Plantas Alimentícias Não Convencionais. Essas plantas, muitas vezes são vistas como pragas ou ervas daninhas, porém possuem importante valor nutricional. Podem ser desde sementes e frutas até gramíneas (sim, os famosos “matinhos”), e variam de região para região. Muitas vezes, o que é considerado PANC em um estado pode ser algo comum em outro.

A forma de preparo destas hortaliças não convencionais pode ser como as comuns, podemos colocar em sucos, em saladas cruas, refogar, utilizar como ingrediente em tortas, molhos, chás e etc.

Vejam alguns exemplos de Plantas Alimentícias Não Convencionais:

taioba, por exemplo, é rica em fibras e por isso nos dá saciedade e auxilia no funcionamento intestinal. O guaco, é um excelente fitoterápico contra doenças respiratórias, assim como a urtiga; a carqueja nos auxilia na digestão; o peixinho previne inflamações no trato-gastrointestinal; a capuchinha é ótima contra infecções urinárias e doenças de pele, etc. Cada uma com um sabor característico e um benefício importante à saúde.

E agora, depois de conhecer sobre as PANC, você ficou com vontade de incluí-las na sua alimentação? Espero que sim, pois uma alimentação variada de fontes naturais, nos trás muitos nutrientes e deixa nossa vida mais saudável e sustentável também.

Fonte: Guia Prático sobre PANCs: Plantas Alimentícias Não Convencionais. Instituto Kairós, São Paulo, 2017/ Revista Pensar Gastronomia, v.3, n.1, abr. 2017.

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O ataque aos snacks

Nossas vidas cada vez mais acaloradas estão conduzindo a uma mudança que nos leva a comer mais alimentos de lanche em vez de refeições à mesa. Porém, uma pesquisa publicada no Appetite, em janeiro, mostra que apenas ver a palavra “lanche” em um rótulo de comida pode nos levar a comer mais.

No estudo, as pessoas foram convidadas a comer macarrão apresentado como um lanche (consumido em uma embalagem de plástico com um garfo de plástico) ou como uma refeição (consumido em um prato de cerâmica, usando um garfo de metal, sentado em uma mesa). Posteriormente, eles receberam snacks não saudáveis, incluindo M&Ms e crackers. O resultado: aqueles que comeram a massa de “lanchinho” consumiram mais calorias depois do que aqueles que comeram o macarrão “refeição”, sentado em uma mesa.

Pode ser que nos concentremos menos no que estamos ingerindo quando pensamos que estamos comendo lanches e, portanto, estamos menos conscientes do nosso consumo, o que nos leva a comer em excesso mais tarde. Para preservar o hábito de tomar lanche e manter a saúde, e a circunferência saudável da cintura, é uma boa ideia pensar no que você come como uma refeição e sentar-se para comer, mesmo que seja apenas um potinho de iogurte ou um punhado de nozes.

Fonte: Idea

Dica de quinta: como empanar sem ovo

A dica é de quinta-feira, mas não é de quinta não! É muito valiosa! Principalmente para os veganos e alérgicos a ovos. Trata-se de uma misturinha deliciosa para empanar proteínas ou outros produtos que podem ser fritos ou assados.

Assisti recentemente a este método de empanar, no programa Receitas da Ina: De Volta ao Básico, e considerei que valia muito a pena compartilhar.

Para ter um alimento empanado crocante, você vai precisar de:

  • 4 dentes de alho
  • 1 colher de sopa de folhas de tomilho fresco, picadas em pedaços bem pequenos
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 2 xícaras de farinha panko (farinha de rosca japonesa)
  • 1 colher de sopa de raspas de limão siciliano ou tahiti
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal, derretida (ou substitui dobrando a quantidade de azeite)
  • 1/2 xícara de mostarda
  • 1/2 xícara de vinho branco seco

  1. Coloque o alho e o tomilho, na tigela de um processador de alimentos, e bata até que o alho fique bem picado, quase como uma pasta. Adicione a farinha panko, as raspas de limão, o azeite e a manteiga e bata algumas vezes para umedecer os flocos. Despeje a mistura em um prato grande.

  2. Em uma tigela rasa, misture a mostarda e o vinho.

  3. Pronto!
  4. Para empanar: mergulhe cada pedaço da preparação que deseja empanar na mistura de mostarda, passe em todos os lados e, em seguida, coloque na mistura com a farinha panko, pressionando suavemente todos os lados para as migalhas aderirem.

  5. Asse ou frite sua preparação.

A percepção do volume de alimentos

O grande número de calorias em uma prato cheio de comida gordurosa pode não ser a única razão pela qual você sai da mesa sentindo-se cheio. Um estudo apresentado em uma reunião da Sociedade de Psicologia Britânica, em 2017, sugere que sensações de fome e saciedade podem estar ligadas à forma como percebemos uma refeição e não apenas em quantas calorias consumimos.

Em duas ocasiões, pesquisadores britânicos serviram aos participantes do estudo uma omelete de três ovos para o café da manhã, mas disseram aos voluntários que a primeira refeição tinha dois ovos e a segunda tinha quatro. As pessoas que achavam ter comido um desjejum menor relataram sentir fome mais cedo e também comeram mais durante o dia; ao contrário dos que pensaram ter consumido um café da manhã maior. O estudo não detectou alterações nos hormônios da fome, sugerindo que nossas percepções mentais de uma refeição podem influenciar significativamente a ingestão de alimentos mais tarde.

Assim, para ficar satisfeito, com menos calorias, tente adicionar volume de baixa caloria às refeições; por exemplo, preencha um prato de macarrão integral ou ovos mexidos com legumes. Colocar mais alimentos em um prato ou em uma tigela pode enganar o cérebro para pensar que você está consumindo muitas calorias e, por sua vez, você precisará de menos comida em refeições e lanches ao decorrer do dia.

Fonte: Idea