Alimentos da safra

Fonte: Bem Estar e Saúde 

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Chocolate amargo: um pedaço todos os dias protege a memória

Conteúdo Boa Forma

Temos mais um bom motivo para comer chocolate: está provado que ele faz bem para a memória. Horas após comer o doce, o raciocínio também melhora mesmo se você estiver cansada, segundo pesquisadores italianos.

“Os flavonoides do cacau aumentam a circulação do sangue e, assim, o cérebro é mais bem irrigado. Além disso, as substâncias benéficas evitam a queda de desempenho dos neurônios quando envelhecemos”, afirma a nutricionista Renata Amorim, do Rio de Janeiro. Os próprios cientistas consomem cerca de 100 gramas de chocolate 70% todos os dias para proteger a mente, de acordo com o estudo publicado no jornal Frontiers in Nutrition.

Nova categoria de chocolate foi criada – e ela é rosa!

Conteúdo Boa Forma

Desde a chegada do sabor “branco”, há 80 anos, o chocolate é dividido em três categorias: ao leite, amargo e branco.

Com a intenção de introduzir um novo segmento do produto no mercado, a empresa suíça de chocolates, Barry Callebaut, apresentou o Ruby Chocolate. O doce tem o sabor frutado e a cor real oficial de 2017: o rosa millennial.

E não pense que a coloração-desejo vem de corantes artificiais ou mesmo de uma adição de morango à receita. O tom é original da semente do cacau utilizado no preparo. E o gosto? Bem, a empresa diz que é uma experiência totalmente nova: “Não é amargo, doce ou com muito sabor de leite. É algo que lembra frutas vermelhas, com uma suavidade gostosa.”

Peter Bone, chefe de inovação e qualidade da Barry Callebaut conta que “a pesquisa em mercados muito distintos confirma que o chocolate Ruby não só satisfaz uma nova necessidade do consumidor encontrada entre millennials – indulgência hedonística – como também apresenta uma alta intenção de compra em diferentes variações preço.” A novidade foi testada no Reino Unido, Estados Unidos, China e Japão.

Fotos: Reprodução Facebook/Barry Callebaut’s

Quer engravidar? Saiba qual vitamina deve incluir na alimentação

Conteúdo original Women’s Health

Se você está planejando engravidar, comece a comer como se já estivesse. Uma nova pesquisa na The U.S. Preventive Services Task Force recomenda que mulheres que estão planejando uma gravidez comam ao menos 0,4 mg de ácido fólico por dia, uma vitamina B que previne certas deformações no feto.

A ingestão será ainda mais benéfica se você consumir essa quantidade entre um mês antes da concepção e o fim do primeiro trimestre. Consiga a quantidade em:

  • 1 xíc. de espinafre no café da manhã (misture em um omelete)= 15%;
  • 1/2 xíc. de feijão no almoço= 35%;
  • 1 abacate para o lanche da tarde= 29%
  • 1/2 xíc. de aspargos no jantar= 22%.

Os benefícios das cores dos alimentos

Conteúdo original Minha Vida

Diz a sabedoria popular – e também os nutricionistas – que nosso prato deve estar sempre recheado de alimentos coloridos e, quanto mais cores, melhor. Será que isso é verdade? As nutricionistas Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, e Fabiana Costa, do Spa Fazenda Igaratá, ambas de São Paulo, contam que as substâncias responsáveis por dar cor a esses alimentos também são dotadas de nutrientes importantíssimos para a nossa saúde. Veja o que cada cor tem para de oferecer e diversifique o cardápio!

Vermelho

O principal nutriente de alimentos como tomate, pimentão e morango é o licopeno. “Essa substância é um antioxidante, que combate radicais livres que aceleram o envelhecimento e protege o coração”, explica a nutricionista Paula Castilho.

De acordo com a nutricionista Fabiana Costa, o consumo regular de licopeno também tem reduz o risco de câncer de próstata e pulmões. “É melhor consumir esses alimentos cozidos, pois esse processo quebra as paredes celulares, facilitando a absorção do licopeno”, conta.

Os alimentos de coloração vermelha também possuem vitaminas C, A e do complexo B e sais minerais, como ácido fólico, potássio e cálcio.

Laranja

A substância responsável pela cor laranja de algumas verduras e frutas é o betacaroteno, que também tem uma função antioxidante. O betacaroteno é quem dá origem à vitamina A em nosso organismo, que, segundo a nutricionista Paula Castilho, é o remédio prescrito para o bom funcionamento da visão, o vigor da pele, a força de cabelos e unhas e a prevenção de infecções.

O betacaroteno também é o nutriente responsável por manter o bronzeado mais bonito e duradouro. Suas principais fontes são: damasco, cenoura, abóbora, mamão e manga.

Amarelo

Maracujá, abacaxi, laranja… Essas e outras frutas de polpa amarela são importantes aliadas da imunidade. “As frutas mais ácidas e cítricas são fontes de vitamina C, nutriente que aumenta a resistência a doenças”, diz a nutricionista Fabiana Costa.

Além disso, os alimentos amarelos também possuem antioxidantes que ajudam na resistência de ossos, dentes, tendões e parede dos vasos sanguíneos. “Para pacientes com anemia por deficiência de ferro, é indicada a ingestão do mineral combinado com vitamina C, que garante uma melhor absorção do ferro proveniente de carnes”, conta a profissional.

A nutricionista Paula Castilho também afirma que esses alimentos amarelos possuem ácido málico e bromelina, que melhoram a digestão e combatem a prisão de ventre.

Verde

Alimentos como abobrinha, abacate e folhas verdes possuem uma alta carga nutritiva, com substâncias como ferro e fósforo. “O ferro que opções naturais verdes contêm é essencial para a boa estruturação sanguínea, combatendo a anemia e a desnutrição, eliminando o cansaço e fortalecendo o sangue”, explica a nutricionista Paula Castilho. O fósforo, por sua vez, ajuda no fortalecimento dos ossos e dentes.

A coloração verde desses alimentos é resultado da grande qualidade de clorofila presente, cujos efeitos no organismo são inibição dos radicais livres, combate a substâncias cancerígenas, proteção do cabelo e da pele e desintoxicação das células.

“Eles também são boas fontes de fibras, melhorando a função intestinal e diminuindo riscos para doenças decorrentes da constipação, como hemorroidas e câncer de colo do intestino e reto”, conta a nutricionista Fabiana Costa.

Roxo

 

Ameixa, beterraba, figo e uva são alguns exemplos de alimentos roxos, cujo principal nutriente é o ácido elágico. “Essa substância retarda o envelhecimento e neutraliza substâncias cancerígenas”, conta a nutricionista Fabiana Costa.

Branco

Cálcio e potássio são os nutrientes desses alimentos. Esses minerais são essenciais para saúde dos ossos, regulação da função cardíaca e funcionamento muscular e nervoso. Os maiores exemplos desse grupo são leite e derivados, batata, arroz, cogumelos, gergelim e couve-flor.

“Opções com a cor branca garantem um bom desempenho diário, evitando cansaço, dores musculares, dores nas articulações e aliviando o estresse”, explica a nutricionista Paula Castilho.

Marrom

Esse grupo inclui oleaginosas e cereais integrais no geral. Excelente fonte de carboidratos complexos, os cerais levam mais tempo para serem transformados em açúcar pelo nosso organismo, dando mais saciedade.

Os alimentos da cor marrom são ricos em fibras, vitamina E e vitaminas do complexo B. “O consumo sem exageros pode melhorar a função intestinal e prevenir doenças crônicas, como Alzheimer, doenças cardiovasculares e câncer”, conta a nutricionista Fabiana Costa.

Esse grupo também é uma ótima opção para as mulheres que sofrem com TPM, pois os alimentos têm funções antidepressivas e combatentes da ansiedade.

Quer ter uma alimentação vegana gastando pouco? Siga estas dicas

Conteúdo original Boa Forma

No início de agosto, o texto “Como é ser vegana e favelada” viralizou nas redes sociais – foram quase 400 compartilhamentos só no Facebook. Ele é de autoria da carioca Thallita Xavier, que publicou a reflexão em seu blog, Sim, sou vegana e feminista preta!. Na visão dela, a ideia de que o veganismo é caro se confunde com o fato de ele ser elitista.

A nutricionista Alessandra Luglio, diretora do Departamento de Saúde e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira, divulgou o post de Thallita em sua página no Facebook. Segundo ela, é possível, sim, seguir uma dieta livre de ingredientes de origem animal sem gastar muito. “São os alimentos mais simples e baratos que existem. Não precisa comprar produtos veganos que estão no mercado e que são mais caros”, comenta.

Se você está pensando em excluir do cardápio carnes, leite, queijos, ovos e mel, por exemplo, mas tem medo de aumentar seus gastos, não desista dessa ideia. O processo de se tornar vegana (pelo menos na alimentação) não é fácil – requer alterações profundas de mentalidade, organização e até de paladar. Mas, quando incorporadas, essas mudanças prometem fazer você economizar. Sério!

A seguir, confira dicas práticas de Alessandra Luglio e da chef Luna Passeri, professora de gastronomia do Namu Cursos, para adotar o veganismo sem ter que se preocupar com sua conta bancária:

1. Tenha certeza de que você quer ser vegana

 

Uma vez que você se propõe a seguir uma dieta diferente, precisa se informar muito sobre ela e estar aberta a modificar seus hábitos alimentares. “É importante entender que a estrela principal do prato serão os legumes, e não mais a proteína animal”, observa Luna.

2.  Aprenda a cozinhar

Se você é do time que diz não saber cozinhar, hora de virar a casaca. Exatamente porque as opções de restaurantes e produtos prontos ainda são poucas (e, por isso, custam muito), é fundamental adquirir habilidades culinárias. “O queijo vegano, por exemplo é supercaro. E, com pouco dinheiro, dá para comprar os ingredientes e fazer um monte em casa”, destaca a chef.

3. Aposte nos alimentos certos

Seu menu básico do dia a dia é o combo arroz, feijão, carne e salada? Saiba que, para dar certo no veganismo, é muito importante variar o cardápio. E, para isso, não é preciso gastar muito – só incluir no menu alimentos diferentes. Entre os ingredientes que não podem faltar estão as leguminosas, que vão muito além do feijão. “Tem que ter, todos os dias, uma quantidade razoável. Pode ser lentilha, ervilha, grão-de-bico…”, exemplifica Luna. Esse grupo alimentar é fonte de nutrientes como proteína, ferro e cálcio.

Verduras verde-escuras – caso de couve, escarola, espinafre – também precisam marcar mais presença no seu prato. “Elas têm um aporte significativo de cálcio e ferro”, diz a nutricionista Alessandra Luglio.

As sementes (de linhaça, girassol, gergelim…) são versáteis e fontes baratas de gorduras boas. “É muito mais acessível consumir ômega-3 pela linhaça do que pelo peixe”, pontua Alessandra.

Comer grande variedade de frutas e legumes também é fundamental. Para economizar, vale ficar de olho na época em que eles estão melhores para o consumo. Nesses períodos, a tendência é que os preços diminuam.

4. Conheça os locais com os melhores preços

Nem sempre a feira ou o supermercado ao lado da sua casa são ideais para comprar seus alimentos. Informe-se sobre os lugares que oferecem bons preços e até se há um dia na semana em que determinados alimentos estejam em promoção. Em São Paulo, por exemplo, a Zona Cerealista é ótima para adquirir castanhas e cereais por preços bem mais amigos.

5. Use a criatividade

“Ninguém consegue sustentar uma dieta vegana sem graça por muito tempo”, garante Luna Passeri. Daí porque é interessante pensar em preparações que não sejam só nutricionalmente completas mas apetitosas também. “Uma feijoada de legumes, por exemplo, é um prato legal e barato”, sugere a professora do Namu Cursos.

6. Planeje-se

Por haver menos opções de alimentos prontos e lugares onde comer, planejamento é tudo na vida de uma vegana. “Pegue um dia para fazer a marmita da semana toda”, propõe Luna. “Se vai comer na rua, pesquisa opções boas de restaurantes. Caso contrário, você fica muito solta e sempre vai acabar comendo arroz, feijão, alface e macarrão”, diz.

Festival Vegano de Inverno em São Paulo

Última chamada para quem não quer perder mais uma edição gratuita do Festival Vegano de Inverno, que está acontecendo hoje e termina amanhã (domingo) em São Paulo.

O evento é na Vila Mariana, no espaço Vegan Park, e está regado a comidinhas quentes e lanches, bebidas e música ao vivo. Conta também com espaço kids na faixa e os pets são aceitos com todo o amor e carinho.

Hoje (sábado), o festival vai até às 22h. No domingo começa às 12h e encerra às 21h.

O local tem acessibilidade, bicicletário próprio (dá para ir de bike) e estacionamentos próximos. O endereço do Vegan Park é Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83, na Vila Mariana, nas proximidades do Metrô Ana Rosa. A entrada, vale lembrar, é gratuita!