Receita: Coxinha de Abóbora

Autoria de Nathália Araujo, do Cozinha Fit e Fat
  • 500g abóbora cozida sem casca
  • 1 ovo
  • 1 xícara de farinha de aveia
  • Sal rosa e ervas finas a gosto
  • 1 xícara de frango cozido desfiado e temperado
  • Farinha de linhaça para empanar
Foto reprodução

 

  1. Amasse a abóbora cozida e misture-a com o ovo e a farinha de aveia.
  2. Transfira para uma panela, tempere com sal e ervas finas a gosto.
  3. Cozinhe em fogo baixo até que a massa desgrude da panela.
  4. Transfira para uma tigela e reserve na geladeira por 1 hora.
  5. Besunte as mãos com azeite de oliva, pegue uma porção de massa de abóbora e recheie com uma porção de frango desfiado. Feche e modele em formato de coxinha.
  6. Obs: o tamanho da coxinha e a quantidade do recheio é a gosto.
  7. Empane na farinha de linhaça e leve para assar em forno médio por 35 minutos.
  8. Conserve na geladeira por 5 dias.
Rendimento: 8 coxinhas
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Receita: Nhoque de Abóbora

Para quem curte a tradição – ou apenas está agarrando todas as oportunidades para dindin entrar e permanecer em nossas vidas – dia 29 é o dia oficial de realizar a simpatia do nhoque! Aos que ainda desconhecem, nós explicamos: trata-se de, no dia 29, de qualquer mês (ou em todos eles) consumir uma porção de nhoque, tendo uma nota ou moeda de qualquer valor embaixo do prato. Rege a lenda que esse ritual atrai boas energias e dinheiro para quem o realiza.

Na dúvida se funciona ou não, vamos combinar que não é nenhum sacrifício ter o nhoque como prato do dia, né nom?!🍴 Em todo caso, ficaremos saciados com a refeição. AQUI tem um texto curtinho que explica direitinho a origem dessa tradição, vale a pena dar uma olhada!

Se você se animou com a ideia e está desejando nhoque, nós temos uma sugestão de receita, testada e aprovada, que foge da versão convencional com batatas. Esta leva a abóbora como ingrediente principal! Fica supergostoso e levinho.

E não tem melhor momento para usar e abusar na abóbora, viu?! O trimestre de abril, maio e junho é de fartura dessa belezinha, pois está na época, como costumamos dizer, o que a torna fácil de ser encontrada e, o melhor, com preço acessível. Para saber mais sobre a melhor época de compra dos hortifrutis, clique aqui.

Nhoque de Abóbora

Receita de Aqui na Cozinha
Rendimento: 2 a 3 porções (como prato único)

  • 2 xícaras (de chá) de abóbora cozida/assada e amassada (mais ou menos 600 g)

  • 1 ovo
  • 1 e 1/2 xícara (de chá) de farinha de trigo ( e mais um tanto para a hora de enrolar)

  • 1 colher (de chá) de sal (rasa)
  1. Amasse bem a abóbora com um garfo.
  2. Coloque a abóbora, o ovo, o sal e a farinha de trigo em uma tigela ou na mesa.

  3. Faça uma massa. A massa não fica totalmente dura/seca. Ela fica uma massa mais mole então, não mexa muito com ela, pois vai grudar na mão. Mas, se ficar muito mole acrescente um pouco mais de farinha de trigo, isso vai depender do tamanho do ovo e do tipo de abóbora.

  4. Depois pegue pequenas porções da massa, coloque em uma superfície polvilhada com farinha de trigo e faça rolinhos como na foto.

  5. Corte pedacinhos do rolinho com mais ou menos 1,5 cm.

  6. Vá colocando os pedacinhos em uma forma polvilhada com farinha de trigo.

  7. Coloque uma panela com água no fogo para ferver.
  8. Assim que a água ferver, coloque sal e vá colocando os pedacinhos de nhoque na água fervente.
  9. Assim que os rolinhos começarem a subir para a superfície da água, vá retirando.

  10. Coloque uma frigideira grande no fogo com a manteiga e a cebola ralada e deixe murchar. Depois vá colocando os nhoques que forem ficando cozidos.

  11. Depois de todo nhoque cozinhar e estar na frigideira com a manteiga e a cebola, lique o fogo, tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Esquente.

  12. Sirva o nhoque quente com folhas de manjericão.
  13. Ou se preferir coloque o nhoque no molho de sua preferência.

Dicas

  • Não use a abóbora morna para fazer a massa, espere ela esfriar totalmente.
  • Esse nhoque combina bem com molho branco, molho de queijo, molho bolonhesa, molho de charque, etc…
  • Escolha uma abóbora bem saborosa, não use aquela mais clara e aguada, sem sabor.
  • Eu uso a xícara medida, nesses copos com medidas para sólidos e líquidos (veja a foto 03).
COMO COZINHAR ABÓBORA NO MICRO-ONDAS

  1. Lave a abóbora e ainda úmida coloque em um recipiente próprio para micro-ondas.

  2. Cubra com uma tampa para micro-ondas ou com uma folha de papel toalha (como eu fiz).

  3. Leve ao micro-ondas na potência alta por 12 a 14 minutos.
  4. Assim que estiver macia, retire do micro-ondas, espere esfriar.
  5. Tire as sementes e com uma colher retire a polpa cozida da abóbora.

Escolha a gordura certa para ativar o metabolismo

Conteúdo original Minha Vida

Demonizar as gorduras é praxe nas conversas sobre dieta. A birra encontra respaldo em, basicamente, duas explicações: as calorias que elas acrescentam à dieta e o suposto prejuízo causado na saúde. “O problema é que muita gente confunde gordura com fritura”, afirma a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria em Nutrição, em São Paulo. Existem várias fontes de gorduras e muitas delas são essenciais ao funcionamento do organismo e para absorção de vitaminas.

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O próprio óleo usado nas frituras é uma fonte importante de ômega-6, gordura importante para a saúde do coração, por exemplo. “O erro está em aquecer este óleo e transformá-lo em gordura saturada, forma que entope as artérias”, explica a especialista.

O segredo, portanto, está na escolha certa, como indica a Sociedade Brasileira de Cardiologia: até 30% das calorias totais da dieta devem ser gorduras, sendo que o consumo de a gordura saturada deve ser menor que 7%, da poliinsaturada (peixes e linhaça) de até 10%, e até 20% de gordura monoinsaturada (azeite de oliva). A seguir, veja nove áreas do seu corpo que saem ganhando quando você seleciona bem o tipo de gordura que vai para o seu prato.

Cérebro

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As gorduras compõem cerca de 60% do cérebro e não podem faltar numa dieta de quem deseja ter memória afiada e raciocínio rápido. A nutricionista Fabiana Honda, de São Paulo, explica que a maioria dessas gorduras são ácidos graxos poliinsaturados, como o ácido araquidônico e o ácido decosahexanóico (chamado de DHA, um tipo de ômega 3). “O equilíbrio entre ômega-3 e ômega-6 protege a estrutura responsável pela transmissão do estímulo de um neurônio para o outro”, afirma o nutrólogo Roberto Navarro, de São Paulo, lembrando que o ideal é igualar o consumo destes dois ômegas.

“O ômega-3 pode aumenta o número de sinapses (conexões entre os neurônios), uma vez que o DHA está presente na constituição da mielina, responsável pela transmissão de impulsos nervosos. Mais estudos estão sendo realizados para confirmar o potencial dessa gordura na prevenção e melhora do Alzheimer e da depressão”, diz Fabiana. O ômega-3 é encontrado peixes de águas frias e profundas como salmão, arenque, sardinha e atum. O ômega-6 aparece nos ovos, no leite, nas carnes vermelhas e no óleo de girassol, por exemplo.

Funcionamento das células

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Toda célula é recoberta por uma membrana de gordura. “A membrana celular define os limites da célula e atua como uma barreira, controlando o que entra e o que sai da célula. Essa seleção é importante para que o metabolismo funcione adequadamente”, explica a nutricionista Fabiana Honda. Os fosfolipídios, encontrados na soja e nos ovos, são os principais componentes das membranas celulares, junto às gorduras poliinsaturadas, também encontradas na linhaça.

Ossos

Embora não haja relação direta entre o consumo de gorduras e os ossos, elas são essenciais para a absorção de vitamina D, nutriente essencial para a absorção e fixação de cálcio nos ossos.

Circulação

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Segundo o nutrólogo Navarro, o vaso sanguíneo sofre influência direta do tipo de gordura que comemos. “Uma dieta rica em ômega-3 melhora a circulação sanguínea, porque esta gordura tem poder desinflamante e diminui a pressão nos vasos sanguíneos”. Protegendo a saúde dos vasos, a circulação é facilitada, o que beneficia tanto a saúde do coração quanto a do cérebro, pois há melhora da irrigação sanguínea.

Coração

Estudos comprovam que gorduras poliinsaturadas, como o ômega-3, diminuem a concentração de colesterol LDL (mau colesterol), além de possuírem efeito antiinflamatório, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares. Por isso a importância do consumo das gorduras presentes nos peixes como atum, arenque, sardinha e salmão e na linhaça. Óleos vegetais (girassol, canola, soja) também são ricos em Omega 6. Alguns deles suportam temperaturas mais altas, podendo ser usadas em frituras (como é o caso do óleo de soja), mas prefira utilizá-los crus, em saladas, por exemplo.

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A nutricionista também lembra a importância de consumir gorduras monoinsaturadas, como a do azeite de oliva. Segundo ela, o consumo desse tipo de gordura diminui as taxas de LDL e aumenta as de HDL, o bom colesterol. “Seu consumo inibe a formação de coágulos e a produção de óxido nítrico, importante agente regulador da pressão arterial”, afirma.

Pulmões

O liquido surfactante pulmonar é 90% composto de gordura, principalmente saturada. Esse líquido é essencial para manter o funcionamento dos alvéolos, estruturas responsáveis pelas trocas gasosas da respiração. A gordura saturada é encontrada em alimentos protéicos de origem animal como carnes, frango, peixes, ovos e leite, além do óleo de coco.

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Rins

Estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná mostrou que a gordura ômega-3 é uma competente reguladora das funções renais. Segundo Fabiana, o ácido aracdônico – um tipo de gordura ômega-6 -, ao ser metabolizado, está relacionado a melhorias na função renal, proporcionando melhoras em quadros de dano glomerular (glomérulo é a região dos rins onde acontece a filtragem do sangue), em várias formas de insuficiência renal aguda e/ou crônica, nefrotoxicidade (efeito venenoso de algumas substâncias, tanto químicos tóxicos como medicamentos, sobre os rins) e nefropatia diabética (doença dos rins que ocorre em pacientes com diabetes).

Hormônios

Para que os hormônios sejam produzidos normalmente, o consumo de gorduras é essencial ? o organismo necessita de uma quantidade mínima para fazer a síntese hormonal. Por outro lado, o excesso de gordura saturada provoca desequilíbrios na secreção dos hormônios. Assim, as gorduras saturadas devem representar apenas 7% do total de calorias ingeridas diariamente.

Transporte de vitaminas

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As vitaminas A, D, E e K são chamadas de lipossolúveis. Isso quer dizer que elas apenas são absorvidas no sistema digestivo quando se ligam à gordura que ingerimos em nossa dieta. “Essas vitaminas só conseguirão entrar no sangue junto à gordura”, diz Navarro. Mas não precisa ser a gordura aparente da carne, fontes mais saudáveis, como azeite de oliva, óleo de coco e fontes de ômega-3, como linhaça e peixes de águas profundas, cumprem bem este papel.

Receita: Sopa creme de abóbora

Se você é adepto de refeições rápidas, práticas, nutritivas e gostosas, essa é a receita pra você! Essa sopa creme de abóbora leva pouquíssimos ingredientes (quatro!), entrega um sabor maravilhoso e a saciedade é garantida.

A abóbora é um legume super nutritivo e versátil. Pode ser consumida doce, salgada, em recheios e diversos pratos. É um alimento de baixa caloria, sem gordura, rica em carboidrato e fibras, o que aumenta a satisfação, segurando a fome por mais tempo.

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Além disso, é fonte das vitaminas A, B, C, E e K, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, manganês e zinco. Também auxilia na redução do colesterol, faz bem aos ossos, visão e coração. Não tem porque não gostar da abóbora!

Particularmente, eu não era fã de abóbora, não como o doce e nem nenhuma outra forma em que ela se apresente, mas sou apaixonada por essa sopa creme, que é total zero gordura, leve e deliciosa.

Vamos à receita?!

Não tem muita exatidão da quantidade dos ingredientes, vai do paladar de cada um e de quanta abóbora tem disponível para usar. A receita pode ser feita com uma abóbora inteira, a metade, um quarto, enfim… é só dosar a quantidade de tempero e incrementos respeitando uma proporção em que você não perca o sabor da abóbora, que é a protagonista da história.

  • Meia abóbora (pode ser qualquer uma, prefiro a japonesa (da foto acima), por ser menos doce e não exigir muito sal)
  • 1 dente de alho grande (se você gostar de alho, pode colocar 2)
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto (opcional)

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Cozinhe a abóbora com casca na panela de pressão por no máximo 8 minutos (depende da panela de cada um). O tempo necessário é só para amolecer a polpa. Depois de cozida, é super fácil “descolar” a polpa da casca, faça isso e reserve. Não jogue a água do cozimento fora, ela também tem nutrientes e vai ajudar a dar o ponto do creme.

Com a abóbora cozidinha, junte-a com o alho e um pouco da água do cozimento no liquidificador e bata. Vá acrescentando água até que o liquidificador consiga bater sem engasgar. Quando formar um creme uniforme (como na foto), pode parar de bater.

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Aí é só esse creminho batido numa panela em fogo baixo, acertar o sal e terminar com a salsinha a gosto. Está pronta a sua sopa creme de abóbora.

Essa é uma receita bem básica, que pode ser incrementada com outros ingredientes, como um franguinho ou carninha desfiada, brócolis, batata, cenoura e outras verduras e legumes. Só tenha cuidado com as escolhas para não tornar a receita leve numa bomba calórica.

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Eu fiz essa com um quarto pequeno de abóbora acrescentando uma batata média cozida, um punhado de macarrão e frango desfiado. Como tinha pouca abóbora e seria a janta para duas pessoas, turbinei com a batata e o macarrão (carboidratos, tal qual a abóbora) e bastante frango (proteína), para uma refeição completa.