Os 10 desafios da nutrição no Brasil

Nunca se falou tanto em alimentação saudável. Ainda assim, nossa população segue ganhando peso, apresentando déficit de micronutrientes e sofrendo com doenças crônicas. Para virar o jogo e colocar a dieta a nosso favor, é preciso investir nas medidas abaixo:

1. Aumentar o consumo de vegetais

Frutas, verduras e legumes são um poço de virtudes nutricionais. Reúnem vitaminas, minerais, fitoquímicos e fibras. Um combo que está em falta por aqui.

2. Elevar a ingestão de água

Tem uma porção de gente recorrendo a sucos, refris e afins para se hidratar. Mas esse papel é da água mineral. Sem ela, o corpo sofre. Adultos deveriam tomar de 1,5 a 2 litros por dia.

3. Incrementar a luta contra a obesidade

Segundo o Ministério da Saúde, o número de obesos em nosso país cresceu 60% nos últimos dez anos. E o peso extra está associado a um monte de doenças sérias.

4. Diminuir o uso de sal

Enquanto a indicação é consumir, no máximo, 5 gramas do tempero por dia, o brasileiro passa do dobro disso. Resultado: a pressão decola e, muitas vezes, nem dá sintoma.

5. Frear o exagero no açúcar

Esse é outro ingrediente que, desde a infância, aparece demais na dieta — até porque altas doses estão em itens industrializados. O perigo é que ele patrocina a obesidade.

6. Melhorar os rótulos dos produtos

Grande parte das pessoas não sabe que exagera em sal, açúcar e gorduras simplesmente porque não compreende direito as informações da embalagem.

7. Contestar radicalismos

A exclusão desnecessária de certas substâncias, como glúten e lactose, pode ser prejudicial. Sem falar que os efeitos das dietas da moda dificilmente se sustentam.

8. Dar destaque aos alimentos regionais

Eles deixam a dieta mais diversificada e nutritiva. Sem falar que os pratos típicos estimulam a memória afetiva. E comer com prazer é fundamental para comer direito.

9. Evitar o desperdício de comida

Cascas, talos, sementes e folhas costumam parar no lixo. Ocorre que essas partes são ricas e rendem receitas saborosas. É hora de aprender a usá-las.

10. Combater a desnutrição hospitalar

Eis um problema que atinge muita gente que está ou esteve no hospital. E cobra medidas urgentes, inclusive porque torna a recuperação mais rápida.

Conteúdo Saúde Abril

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O açúcar de coco

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Muitos adoçantes, principalmente os químicos, contêm substâncias extremamente prejudiciais à saúde, que podem até provocar câncer na bexiga. Uma ótima e natural alternativa para esse problema é o novato açúcar de coco. Ele promete adoçar tudo, com gosto semelhante ao açúcar mascavo, porém muito mais benéfico.

Reprodução Mais Equilíbrio

Proveniente da seiva de flores em botão do coqueiro, esse açúcar inovador tem índice glicêmico de 35%, segundo estudo realizado pelo Instituto Filipino de Pesquisas Nutricionais e Alimentares – para efeitos de comparação, considere que o mel possui esse índice em 55% e o açúcar refinado em 68%.

Esse número inferior significa que o açúcar de coco é absorvido pelo corpo de forma mais lenta, provocando menos picos de insulina e, por isso, é mais indicado para pessoas portadoras de diabetes. Além disso, como não excede a capacidade de processamento feito pela insulina, não fica armazenado nas gordurinhas, ao contrário da maioria dos alimentos refinados.

Além de ser ótimo substituto para os adoçantes sintéticos, o açúcar proveniente do coco possui vitaminas do complexo B, potássio, magnésio, ferro e zinco. Essas substâncias melhoram o funcionamento do fígado, circulação sanguínea e tecidos, além de prevenir envelhecimento e diabetes, aumentar a disposição, a imunidade e a cicatrização.

Qual a dosagem indicada?

Como utilizá-lo? Exatamente como o açúcar refinado comum! O açúcar de coco pode servir para adoçar alimentos e bebidas – como sucos, chás, iogurtes, etc. – na mesma medida que o açúcar branco. Ele também pode ser aquecido e utilizado em receitas assadas, como bolos, pudins e doces, da mesma forma que o tradicional.

Mas não acredite que todas essas vantagens podem encobrir os males do excesso. Assim como o açúcar refinado e os adoçantes, o consumo deve ser moderado e associado a uma alimentação balanceada.

Bebidas energéticas são reprovadas em teste nutricional

Conteúdo original Women’s Health Brasil

Uma bebida só pode ser considerada energética se tiver como ingrediente principal uma ou mais das seguintes substâncias: inositol, glucoronolactona, taurina e cafeína. Podem ainda ser adicionadas de vitaminas e/ou minerais até 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) na porção do produto. Segundo a legislação, na lista de ingredientes, devem constar as quantidades de cafeína, taurina, inositol e glucoronolactona, presentes na porção; além disso, é obrigatório que os rótulos contenham algumas informações como: data de validade, denominação de venda, lote, dados do fabricante, modo de conservação, informação nutricional e algumas advertências.

Em avaliação realizada pela PROTESTE Associação de Consumidores, os rótulos das bebidas energéticas mais consumidas pelos brasileiros estão incompletos e/ou apresentam divergências, além de conterem alto teor de açúcar em suas formulações. As 10 marcas líderes de vendas no Brasil testadas foram: Badboy, Burn, Extra Power, Flash Power, Flying Horse, Fusion, RedBull, Red Nose, TNT e V!be.

Dentre todos os parâmetros avaliados, o que apresentou pior resultado foi a veracidade das informações nutricionais. Apenas as contidas na tabela nutricional do produto Flash Power condiziam com a realidade. Os valores nutricionais podem variar e é previsto por lei que os dados tenham no máximo 20% de diferença, no entanto as marcas Red Nose, TNT e V!be apresentam mais de um ingrediente acima deste limite.

Apesar dos limites de taurina e cafeína estarem dentro dos parâmetros estabelecidos, os açúcares totais de todos os produtos apresentam quantidades acima das apresentadas.

Diferentemente de outros testes realizados pela PROTESTE, nenhuma empresa avaliada foi classificada como “Melhor do Teste”, nem “Escolha Certa”. A classificação final de todos os produtos foi considerada apenas satisfatória.

Sabe substituir ingredientes em bolos?!

A Pati do blog Fru-Fruta, explica:

“Para prepararmos  com mais segurança receitas que utilizam ingredientes diferentes da tradicional mistura de farinha de trigo, leite, açúcar, manteiga e ovos, temos que começar desconstruindo alguns conceitos.

Para isso, vamos entender qual o papel de cada ingrediente nas receitas tradicionais de bolo?

Farinha de trigo:

Graças à sua proteína, o glúten, essa é a opção perfeita para suportar a expansão causada pela fermentação e gerar a estrutura para o bolo. Diferentemente de um pão, a massa de bolo não deve ser sovada ou muito trabalhada. O glúten ajuda a dar estrutura, mas para a confecção de bolos não é necessária uma rede muito forte para suportar a expansão da massa. Por esse motivo que geralmente adiciona-se o trigo no fim do processo.

Açúcar:

Além do deixar doce (dã), o açúcar também contribui para a expansão da massa e ajuda a manter sua umidade por meio das ligações entre as moléculas de água e de sacarose, deixando o bolo mais… úmido, ué.  Sem açúcar, o bolo fica mais denso e seco.

Ovos:

Os ovos são tipo faz-tudo: eles têm diversas funções no bolo.
Ajudam a dar estrutura, aeração, ajuda a dar liga e são emulsificantes, contribuindo para que os ingredientes se misturem. Quando o bolo vai pro forno, a proteína do ovo coagula com o calor e dá firmeza e textura. Além disso, eles também conferem aeração à massa, deixando o bolo mais leve e fofo.

Leite:

Além de umedecer a massa, o leite também influencia na textura pois apresenta proteínas, podendo interferir na estrutura formada pela massa.

Manteiga:

Auxilia na maciez pois impede que a rede de glúten se forme. A gordura envolve as proteínas da farinha, impedindo que elas se liguem entre si. Além disso, dá sabor à massa.

Substituindo a farinha de trigo branca:

Para trocar por farinha integral, é interessante manter uma pequena porção da farinha refinada para que o resultado final seja de um bolo macio, como eu fiz no bolo de natal. Uma proporção de 60% farinha integral e 40% refinada é interessante, mas é possível reduzir ainda mais a quantidade da segunda.

Para substituir o glúten da farinha de trigo é necessário utilizar ingredientes que façam seus diversos papéis. Geralmente, utiliza-se uma mistura de farinha de arroz, fécula, polvilho e alguma farinha de liga. Também é comum adicionar Goma Xantana ou CMC, que servem para dar mais maciez e elasticidade. No fim do post tem algumas sugestões de mix de farinha. Teste em casa e eleja a sua favorita!

Substituindo:

Os ovos:

Como eles são multi-função, o ideal é tentar entender quais papéis o ovo desempenha em cada receita. Em um bolo sem farinha, por exemplo, o ovo que dá estrutura, liga, umidade e expande…. é quase um omelete alto e doce, na verdade. Banana amassada, as farinhas de liga, vinagre, pasta de amendoim… vários ingredientes podem substituir os ovos em certos aspectos. Dá uma olhada nessa tabela que roda a internet:

A questão aqui é que esses ingredientes não substituem 100% o papel dos ovos em todas as receitas. Meus comentários sobre cada substituto citado acima (de acordo com minha experiência, pode ser que eu esteja errada!) são:

Gel de Linhaça: ajuda a dar liga e adiciona fibras ao bolo;

Gel de Chia: como o de linhaça, ajuda a dar liga e adiciona fibras.. mas deixa com a textura das sementinhas;

Proteína de soja e Ágar-ágar: nunca usei!

Banana Amassada: ajuda a dar liga e umidade, mas deixa sabor residual;

Purê de maçã: ajuda a dar umidade, deixa pouco sabor residual;

Pasta de Amendoim: ajuda com a liga e com a umidade, por ser bem oleosa. Pode reduzir a quantidade de gordura do resto da receita se utilizar essa opção. Ela deixa bastante sabor residual.

Aquafaba: não está nessa lista, mas a espuma feita com a água do cozimento do grão de bico pode ajudar a dar volume e arear. Mas ela não tem tanta estrutura quanto as claras em neve quando levada ao forno.

Substituindo o Açúcar:

Demerara, mascavo, adoçantes… Esse será o próximo assunto da nossa serie. Para o bolo, é bom lembrar que o açúcar ajuda a dar estrutura, leveza e umidade.

Substituindo o Leite:

Pode ser substituido pelos leites vegetais mais “ralos” como o de amêndoas ou soja. Para usar leite de coco industrializado ou de castanha de caju, é só diluir um pouco em água, deixando com uma consistência parecida com a de leite de vaca. Dependendo da receita, também é possível substituir por água, como nos meus bolinhos de caneca de chocolate e de fubá.

Substituindo a Manteiga:

Óleos de cozinha dão um bom resultado em bolos, deixando-os bem fofinhos, mas não são exatamente super saudáveis. O óleo de coco pode ser uma boa opção para substituir gorduras que solidificam em temperatura mais baixas, como a manteiga. Para quem não for vegano, também dá pra usar ghee. Dica extra: azeite de oliva fica uma delícia em bolos de chocolate!

Tamanho da forma:

A forma ou assadeira utilizada pode influenciar muito no sucesso final do seu bolo. Formas com furo no meio, por exemplo, ajudam a distribuir o calor para o centro do bolo, o que pode ser essencial para que um bolo sem glúten (como o de cenoura com chocolate) asse por completo. Como os bolos sem glúten não têm tanta estrutura, pode ser impossível multiplicar uma receita por 2 e usar uma forma maior. O bolo acabará não tendo estrutura, não assará por dentro e virará… uma nhaca! Se quiser fazer alguma receita sem glúten em grande quantidade, minha sugestão é utilizar formas de muffin (cupcake). Fica bem mais fácil pra massa conseguir estrutura em formatos menores.

Outros ingredientes não-convencionais:

Goma Xantana ou CMC:

Ajuda a dar elasticidade e maciez, mas fica com uma textura meio de goma, como o próprio nome diz. Fica gostoso se bem utilizado, e pode ajudar a reduzir a quantidade de gordura da receita.

Vinagre de maçã ou arroz:

Ajuda na fermentação, crescimento, maciez e durabilidade. Eu costumo utilizar esse ingrediente nas minhas receitas de bolo, como no muffin de duplo chocolate e o bolo guirlanda.

Outras farinhas:

Adicionar aveia, farinha de coco, de amêndoas, de quinoa ou outras farinhas nutrivas, mesmo que em pequena quantidade, pode diminuir o índice glicêmico e tornar seu bolo funcional.

Mix de Farinha Sem Glúten

Essas opções são um “garimpo” que fiz pela internet, além de algumas opções que eu já testei.”

Mistura Basicona

Finalidade: pão branco, cupcakes e bolos

  • 1 xícara de farinha de arroz branco
  • 1/4 xícara de polvilho doce
  • 1/4 xícara de fécula de batata
  • Misturas de farinha por Marcelo Fachini

#1

Finalidade: pão branco, cupcakes e bolos

  • 1 3⁄4 xicaras de chá de farinha de arroz branco
  • 2 xícaras de chá de fécula de batata
  • 1 1⁄2 xícaras de chá de polvilho doce
  • 2 colheres de sopa de goma xantana

#2

Finalidade: pão meio integral, cupcakes e bolos

  • 1 1⁄2 xícara de chá de farinha de arroz integral
  • 3⁄4 de xicara de chá de fécula de batata
  • 1 xícara de chá de polvilho doce
  • 1 1⁄2 colheres de sopa de goma guar (ou xantana)

#3

Finalidade: pães, tortas, focaccia, pizzas, etc.

  • 1 xícara de chá de farinha de sorgo
  • 1 xicara de chá de farinha de painço
  • 1 1⁄2 xícaras de chá de farinha de arroz branca
  • 1 1⁄2 xícaras de chá de fécula de batata
  • 2 colheres de sopa de goma xantana

#4

(lowcarb – baixo carboidrato)

Finalidade: pães, tortas, pizzas, etc.

  • 1 xícara de chá de farinha de sorgo
  • 1 xícara de chá de farinha de teff
  • 1 1⁄2 xícara de chá de farinha de painço
  • 1 1⁄2 xícaras de chá de polvilho doce
  • 1 colher de sopa de goma guar
  • 1 colher de sopa de goma xantana

Como encontrar o equilíbrio? Os caminhos para uma vida saudável

Conteúdo original Revista Suplementação

Não é de hoje que as pessoas procuram por soluções rápidas e fáceis para emagrecer. Seja excluindo algum alimento, comprando o produto do momento ou apostando em dietas milagrosas. Porém, é necessário entender que manter-se saudável depende de diversos fatores.

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“O segredo para obter resultado é permanecer na dieta por mais tempo, então a dica é encontrar maneiras que você goste, experimente novos temperos, novas maneiras de preparar os alimentos, ou então sobremesas que possam matar a sua vontade de comer doces, como essa que eu adoro, que está 100% dentro da dieta” – Carol Saraiva.

Segundo o endocrinologista e responsável pelo Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da USP, Dr. Marcio Mancini é fácil culpar determinados alimentos por problemas de saúde, como é o caso do açúcar e a obesidade.

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Outros mitos sobre o ingrediente e sobre alimentação saudável circulam em diversos canais, porém, é necessário ter em mente a importância do equilíbrio. “Muita gente perdeu o contato com o ato de comer, pois vigora um olhar ‘funcional’ que desumaniza a comida e enxerga os alimentos somente como fonte de nutrientes. A alimentação é muito mais que isso”, explica o médico.

De acordo com o especialista “sem os carboidratos, o corpo fica mais cansado, pois não está recebendo sua principal fonte de energia, a glicose, responsável também pela liberação do neurotransmissor serotonina que traz a sensação de bem-estar. Já a restrição da ingestão de gorduras pode interferir na reserva energética que protege o corpo das alterações de temperatura, na produção hormonal e das membranas celulares”.

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Para manter o corpo e a mente saudáveis o ideal, seja para emagrecer ou manter o peso é a reeducação e o equilíbrio alimentar, junto à prática de exercícios físicos e um sono adequado. Segundo o Dr. Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, é possível abarcar tudo dentro de uma dieta saudável, seja um doce, uma batata frita ou uma cerveja.

O importante é não sentir culpa e lembrar de manter o equilíbrio e se exercitar sempre. “As pessoas precisam resgatar o prazer de comer. Mais importante do que seguir dietas da moda é conhecer o próprio corpo e suas necessidades, suprindo-as de maneira adequada e equilibrando sempre as calorias ingeridas e as gastas”, indica o nutrólogo.

7 maneiras (fáceis!) de desinchar em apenas 1 dia

Conteúdo original M de Mulher

Sabe quando você acorda achando que engordou 2 quilos da noite para o dia? Sim, esse tipo de pânico é comum e você não está sozinha. A maior de nós já passou pela situação nada agradável. A boa notícia é que na maioria das vezes o problema não passa por um inchaço temporário e que você pode resolver com alguns ajustes simples na alimentação. Veja o que fazer:

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1. Troque todas as bebidas por água

Pode até parecer contraditório, mas ingerir muita água não vai te fazer inchar. O seu corpo muitas vezes armazena água de modo a não ficar desidratado, mas se você está constantemente ingerindo o líquido, o seu corpo expulsa um pouco do estoque. Resultado: corpo mais enxuto e sem retenção de líquidos, acredite.

2. Evite alimentos com ‘álcoois de açúcar’

Os alimentos que são compostos de álcoois de açúcar, um tipo de adoçante de baixa caloria, podem contribuir para o seu inchaço. Eles causam alterações no seu trato gastrointestinal e podem levar a gases, cólicas, inchaço, e até mesmo a diarreia se você ingerir muito. Esses sintomas desagradáveis ​​são um indício de que é difícil para o seu corpo quebrar totalmente esses adoçantes durante o processo digestivo. Há também o fato de que eles tendem a estar presentes em alimentos altamente processados, o que só agrava o problema digestão.

3. Preste atenção à sua ingestão de fibra

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Ela mantém o seu sistema digestivo funcionando e ajuda você a se sentir saciado por mais tempo, o que é uma vantagem se você quer perder peso. Porém, se não estiver acostumada a consumir fibra e começar a ingerir altas quantidades em um curto período de tempo, isso pode te deixar inchada. O recomendável é entre 20 e 25 gramas por dia e tomar muita água junto com qualquer alimento fibroso para ajudar seu corpo digeri-lo mais facilmente,

4. Escolha suas frutas e vegetais com sabedoria

Frutas como cerejas, pêssegos, uvas e mangas podem inchar você mesmo tendo uma abundância de benefícios nutricionais impressionantes. Apesar de saudáveis, estas frutas contém grande quantidade de álcoois de açúcar ou açúcar. Se você está tentando desinchar, fique com amoras, morangos, melão e laranja, que têm menor teor de açúcar e grande quantidade de água.

Quanto aos vegetais, os crucíferos, como couve de bruxelas, brócolis e couve-flor são carregados de rafinose, o mesmo composto que produz gases quando você come feijão. Para acertar nas escolhas, aposte nos que possuem grande quantidade de água, como pepino e abobrinha.

5. Fique livre dos carboidratos

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O carboidrato refinado, presente em produtos elaborados com a farinha branca, como pães, bolos, pizzas, podem favorecer o inchaço. Algumas pessoas têm intolerância a esses alimentos e em alguns casos apresentam alergias associadas a seu consumo.

6. Mastigue, mastigue, mastigue

Às vezes, a culpa não é do que você come, mas como você come. Se você gosta de conversar  enquanto realiza suas refeições ou tem o hábito de mastigar muito rápido, o seu estômago está recebendo, juntamente com a comida, uma grande quantidade de ar. O resultado você já pode imaginar, né? Barriga inchadinha e digestão lenta. A gente também já falou por aqui que mastigar pode ser a chave para você controlar a gula e manter a balança sob controle, lembra

7. Corte os alimentos salgados

Se, de repente, o seu sutiã apertou e você está se sentindo como se estivesse com um espartilho, fique longe dos alimentos ricos em sódio. Quando você exagera no componente, seu corpo retém mais água para tentar manter o equilíbrio adequado em sua corrente sanguínea. Se possível, fique com uma inferior a 2.400 miligramas de sódio por dia e, novamente, a água todo o tempo é fundamental para diminuir o problema.

Receita: pipoca doce (com e sem açúcar)

Quem não gosta de uma pipoca para acompanhar aquela sessão de cinema em casa ou mesmo para uma maratona de séries? Na verdade, nem precisa ter motivo para comer pipoca não, é?! Ainda mais na versão doce, crocante e saborosa. Ela cai bem em qualquer momento do dia e até mesmo como um adicional para sobremesas.

E até quem tem restrições para açúcares pode consumir a pipoca doce em uma versão mais natural, a base de fruta, que vamos ensinar também. É de fácil execução e bem rápida. Não é preciso nenhum instrumento especial e é possível de ser feita mesmo por quem não tem nenhuma intimidade na cozinha.

Cada um tem um jeito de estourar a pipoca, mas prefiro a forma super light, sem óleo, feita direto no micro-ondas usando apenas um saco de pão. Você pode reaproveitar o saco de pão francês de papel (desde que esteja limpinho, sem furos ou rasgos e sem marcas de gordura) ou comprar em quantidade em lojas de embalagens (ou pegar a mais na padaria ou supermercado).

Faz assim: coloque 1/2 xícara de milho no saco de pão limpo e dobre a boca na diagonal, de forma a impedir que os milhos escapem, mas ao mesmo tempo deixando um pequeno espaço para a saída de vapor. Finque bem, para segurar a dobra quando começar a estourar. Dobrando por completo também dá certo, você pode experimentar e ver de que forma funciona melhor nos eu micro-ondas – já que cada um tem uma potência e tamanho.

Programe por 2 minutos e 30 segundos em potência alta. Fique atento nas primeiras vezes para adequar o tempo exato ao seu aparelho. O sinal de que já está pronta é quando os intervalos dos estouros são maiores do que 3 segundos. Aí é só servir, salgada ou doce, de acordo com o gosto do freguês.

A primeira versão doce é a comum, que fica vitrificada, transparente e com a casquinha crocante:

Pipoca Doce sem caramelizar

  • 1/2 xícara de chá de milho de pipoca;
  • 4 colheres de sopa de açúcar;
  • 4 colheres de sopa de água.

Estoure a pipoca como preferir, pode ser conforme ensinamos acima e reserve. Numa panela de fundo fino, alta e larga (que lhe permita mexer a pipoca para misturar a calda sem derramar), coloque o açúcar e a água e misture. Leve ao fogo baixo/médio, sem mexer e deixe até formar uma caldinha mais espessa (deve demorar uns de 5 a 7 minutos). Quando atingir o ponto, abaixe o fogo e vá misturando as pipocas estouradas. Desligue o fogo e termine de incorporá-las à calda. Não demore muito para não esfriar e endurecer na panela. Feito o processo, transfira as pipocas para um prato de vidro ou alguma outra superfície que não grude. Espere de 2 a 3 minutos para esfriar e formar a casquinha crocante e pronto! É só se acabar nessa felicidade.

Pipoca Doce caramelizada

 

  • 1/2 xícara de chá de milho de pipoca
  • 4 colheres de sopa de açúcar
  • 3 colheres de sopa de água

A caramelizada segue o mesmo princípio da outra, o que muda é a proporção de água e o manuseio do açúcar. Estoure as pipocas e reserve. Numa panela, coloque o açúcar  em fogo baixo e mexa, de vez em quando, até que comece a formar um caramelo (ficar amarronzado e espesso). Aqueça as 3 colheres de sopa de água no micro-ondas, por 20 segundos e reserve. Quando o açúcar estiver derretido e mudado de cor por completo, adicione a água aos poucos e vá mexendo para incorporar ao caramelo. Espere alguns minutos para encorpar e quando estiver em ponto de calda, misture as pipocas estouradas. Desligue o fogo, misture bem até que todas estejam bem caramelizadas e deixe esfriar.

Pipoca Doce sem açúcar

Receita de Menu Vegano

  • ¼ de xícara de milho de pipoca;
  • 1 colher de sopa de óleo de girassol;
  • 1 receita de calda de maçã sem açúcar.

Em uma panela grande coloque o óleo de girassol e o milho de pipoca. Leve ao fogo baixo com a panela tampada até que os grãos estourem e a freqüência do barulho dos estouros diminua. Após apagar o fogo, deixe a panela fechada por mais alguns minutos, para que os últimos grãos estourem. (Essa é a indicação da receita original, mas você pode estourar no micro-ondas, de acordo com a nossa sugestão, dá certo do mesmo jeito, tá?!)

Em outra panela, prepare a CALDA DE MAÇÃ:

  • 2 xícaras de suco integral de maçã

Para preparar o SUCO INTEGRAL DE MAÇÃ, basta bater 2 maçãs com casca no liquididicador, ou mixer, com água, numa quantidade em que fique um suco grosso e atinja as 2 xícaras, não precisa coar, apenas bater bastante para ficar homogêneo.

para fazer a calda, leve o suco de maçã ao fogo alto e deixe ferver por cerca de 10 minutos, mexendo uma vez ou outra. Quando estiver um pouco escuro e com alguma espuma, abaixe o fogo e deixe continuar fervendo até alcançar o ponto desejado (como o da foto).

Depois, despeje a pipoca pronta dentro da panela com a calda de maçã ainda bem quente e mexa bem. Prontinho, pipoca doce supernatural sem açúcar e com um toque de maçã. Se você ainda quiser dar um toque gourmet, pode acrescentar canela na calda ou salpicar um tiquinho por cima da pipoca já pronta. Delícia!