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Em Santos/SP: Workshop Gratuito sobre Alimentação Inclusiva

Em Santos/SP: Workshop Gratuito sobre Alimentação Inclusiva

Se você é de Santos, SP, ou estará pela cidade neste final de semana, poderá assistir a um workshop gratuito sobre alimentação inclusiva, voltado às restrições alimentares e a maneira saudável de se alimentar. Além de toda a informação do tema, os participantes também terão uma aula que ensinará uma receita de pizza.

A responsável pelo compartilhamento das informações é a chef Vanessa Mello, do Sabor e Saúde. Dentre os tópicos, será abordada a não inserção de ingredientes e substâncias como o colesterol, glúten, a soja, corantes, açúcar branco, lactose e leite na totalidade na rotina alimentar.

A atividades é aberta ao público que busca a alimentação saudável como estilo de vida e, em especial, àqueles com restrições: alérgicos, celíacos, diabéticos e hipertensos.

O evento será no próximo sábado, dia 16/9, é gratuito e os interessados devem chegar com meia hora de antecedência, pois há limitação de lugares. O endereço é Rua Doutor Suplicy, 83, Gonzaga, Santos. Para maiores informações, entre em contato com a loja Terra Madre, sede do workshop, no telefone (13) 3321-6377.

Dica de quinta: como empanar sem ovo

Dica de quinta: como empanar sem ovo

A dica é de quinta-feira, mas não é de quinta não! É muito valiosa! Principalmente para os veganos e alérgicos a ovos. Trata-se de uma misturinha deliciosa para empanar proteínas ou outros produtos que podem ser fritos ou assados.

Assisti recentemente a este método de empanar, no programa Receitas da Ina: De Volta ao Básico, e considerei que valia muito a pena compartilhar.

Para ter um alimento empanado crocante, você vai precisar de:

  • 4 dentes de alho
  • 1 colher de sopa de folhas de tomilho fresco, picadas em pedaços bem pequenos
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 2 xícaras de farinha panko (farinha de rosca japonesa)
  • 1 colher de sopa de raspas de limão siciliano ou tahiti
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal, derretida (ou substitui dobrando a quantidade de azeite)
  • 1/2 xícara de mostarda
  • 1/2 xícara de vinho branco seco

  1. Coloque o alho e o tomilho, na tigela de um processador de alimentos, e bata até que o alho fique bem picado, quase como uma pasta. Adicione a farinha panko, as raspas de limão, o azeite e a manteiga e bata algumas vezes para umedecer os flocos. Despeje a mistura em um prato grande.

  2. Em uma tigela rasa, misture a mostarda e o vinho.

  3. Pronto!
  4. Para empanar: mergulhe cada pedaço da preparação que deseja empanar na mistura de mostarda, passe em todos os lados e, em seguida, coloque na mistura com a farinha panko, pressionando suavemente todos os lados para as migalhas aderirem.

  5. Asse ou frite sua preparação.

Suor atrai mosquito? Tomar vitamina B o afasta? Veja mitos e verdades

Conteúdo original UOL

Com a chegada do verão parece que os mosquitos começam a atacar. Quase ninguém consegue escapar desses insetos e, consequentemente, das coceiras. O pior é esperar o ano todo para usar um short ou bermuda e revelar dezenas de pontos vermelhos espalhados pela perna.

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Segundo a dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Carolina Marçon, o mosquito gosta muito de umidade, então, a pele suada atrai mais os insetos, assim como o odor exalado.

“A atração pelo inseto é determinada, principalmente, por uma predisposição individual genética, pois vai depender do cheiro que o corpo do indivíduo exala e das sustâncias químicas presentes no suor, como o ácido láctico. Essa predisposição varia por uma combinação de fatores, como a composição da pele, das condições metabólicas etc.”, diz.

No verão, de fato, as picadas são mais frequentes por dois fatores. “No frio, o indivíduo se cobre e, consequentemente, se protege mais com as roupas. E na época do calor, existem mais mosquitos por conta da chuva, que é um fator de proliferação do inseto”, diz o alergista e presidente da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), José Carlos Perini.

Tratamento

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“Há um mito de que a vitamina B 12 ou o complexo B, como, por exemplo, a levedura de cerveja, eliminada pela pele modifica o odor do indivíduo e, com isso, o inseto não se aproxima. Mas, experiências já mostraram que mesmo que você passe a vitamina na pele, ainda assim os insetos picam”, afirma o alergista.

Se a picada for comum e o indivíduo não for alérgico, Perini indica colocar gelo em cima como forma de tratamento, para aliviar a coceira e não deixar irritar. Cremes e anti-histamínicos, que são os remédios antialérgicos, devem ser prescritos pelo médico, pois variam de acordo com a idade e o peso do paciente, enfatiza o alergista.

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A vacina também pode ser usada em caso de pessoas alérgicas, que dessensibilizam os efeitos das picadas.

No caso dos ambientes, o médico indica o uso de inseticidas à base de água, que não deixam odor, e diz para evitar o uso de repelentes que tem de ligar na tomada, pois estes acabam poluindo o local por um período muito longo.

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A dermatologista Carolina Marçon alerta para o uso de repelentes em crianças. “A pele da criança é mais fina e as substâncias acabam penetrando mais. Por isso, o uso de repelentes é indicado apenas para crianças acima de dois anos. E, mesmo assim, o produto deve ser próprio para criança, que é menos tóxico”, afirma.