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O que é que tem em abril?!

Foto de Daniela Cunha

Dica: como montar sua marmita

Repost de Carolina Damy

“Eu sempre falo o quanto estou feliz pelas mudanças que vêm ocorrendo no mundo sobre alimentação e nutrição e a preocupação das pessoas em relação à saúde. Acredito que estamos em uma das melhores fases, onde vários documentários estão retratando como está o cenário mundial pós o “boom” dos “fast foods“, e também como muitos, mesmo na correria do dia a dia estão começando a tomar cuidado com o que se alimentam.

A junção dos dias super movimentados, com a economia (sim, fazer comida em casa é muito mais barato do que comer na rua) e uma alimentação saudável, resultou na volta das marmitas, que hoje não são mais motivos de vergonha e sim de orgulho (principalmente para as nutris né?!), por conseguir se organizar e fazer refeições que você sabe a procedência (o quanto adicionou de gordura, sal, por exemplo). As bolsas térmicas estão cada vez maiores, pois necessitam comportar o almoço, os lanches e por algumas vezes o café-da-manhã e o jantar também.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 – Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil (há 9 anos já era assim, imaginem hoje?! Deve ter aumentado muito. A próxima coleta de dados começou a ser feita na semana passada – 26/06/17 – e será publicada em 2019), a qual mais da metade dos entrevistados afirmaram que permanecem de 8 a 10 horas fora de casa, enquanto que o restante permanece 11 horas ou mais. Além disso, constataram que 34% do que os brasileiros gastam, é com alimentação fora de casa, seja com o food service, em padarias, lanchonetes ou mesmo com vendedores ambulantes e refeições prontas congeladas (isso não inclui restaurantes e eventos fora da rotina de trabalho).

Por isso, quanto mais dicas para aprimorar nossas amadas marmitas melhor, não é?! A maior vantagem de todas é com certeza que as quantidades dos alimentos contidas na sua marmita são ideais pra você, e com isso também não há chances de repetir. O Guia de Alimentos da Vigilância Sanitária nos mostra algumas bem importantes:

  • A melhor opção de recipiente é o pote de vidro, pois pode ir no microondas ou forno, não conserva o sabor dos alimentos e é fácil de higienizar.

  • As bolsas térmicas conseguem preservar a comida sem grandes riscos de contaminação por até 3 horas. O ideal é que a marmita seja mantida na geladeiraassim que chegar ao trabalho.

  • Marmita com divisórias ou recipientes separados são necessárias para saladas que serão consumidas frias.

  • Sobre o tempero da salada, muitos falam para levar separado e temperar no momento da refeição. Mas eu tenho experiência de que, se ele for adicionado em quantidades pequenas (como deve ser) pode-se deixar de um dia para o outro que não irá murchar.

  • Nunca deixe alimentos cozidos à temperatura ambiente por mais de duas horas.

  • Armazene adequadamente os alimentos na geladeira: prateleiras superiores para alimentos preparados e prontos para o consumo; prateleiras do meio para produtos semi preparados e prateleiras inferiores para alimentos crus.

  • Marque a data de preparação e de validade

  • Não descongele

    os alimentos à temperatura ambiente. Use o microondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento sob refrigeração o tempo suficiente para que descongele.

  • Não congele

    vegetais crus, ovos cozidos, batatas e macarrão.

  • O tamanho da porção de cada alimento varia de pessoa pra pessoa, mas numa marmita saudável é sempre importante conter: 1 porção de carboidrato (arroz, batata, macarrão, mandioca), 1 porção de leguminosa (feijão, lentilha, grão-de-bico), 1 porção de proteína (carne, peixe, frango, ovo – exceto os vegetarianos que terão que rearranjar as quantidades dos outros alimentos), 1 porção de hortaliças cozidas (berinjela, chuchu, brócolis) e 1 porção de hortaliças cruas (alface, rúcula, tomate, pepino).

O final de semana, principalmente o domingo (dia oficial de organizar a semana) é um ótimo momento para fazer compras, cozinhar e montar suas marmitas, além de testar novas receitas e chamar a família toda para ajudar.

Lembre-se: A garrafa de água faz parte da marmita diária e de uma alimentação saudável, por isso tenha a sua sempre em mãos, aonde estiver.”

Caldo de Cana para turbinar o treino

Conteúdo original Mais Equilíbrio

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O caldo de cana já foi considerado um vilão para os praticantes de atividade física e hoje, depois de uma série de pesquisas sobre o tema, se tornou um dos melhores alimentos para ser consumido antes ou depois do exercício. Isso se deve ao fato dele ser rico em glicogênio, por isso fornece bastante energia ao organismo e principalmente ao músculos, potencializando o treino.

Além disso, é fonte das vitaminas A, B e C, bem como dos minerais ferro, cálcio, potássio e magnésio. A garapa, nome popular da bebida é recomendada no pré-treino para dar energia, e no pós treino, para ajudar a recuperar os músculos, evitando a fadiga, além de hidratar o corpo rapidamente e repor as vitaminas e minerais perdidos durante a prática de atividade física.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acompanhou a rotina dos jogadores de um time de futebol, a fim de avaliar como o corpo deles reagia diante de tantos exercícios. O principal marcador mensurado foi a ureia, que ajuda a verificar se há ou não perda muscular.

Os suplementos energéticos industrializados comumente ingeridos ao final dos treinos foram substituídos pelo caldo de cana, que possibilitou a diminuição dos índices de ureia no sangue, significando menor queima de massa muscular durante o exercício. Além disso, melhoraram a performance dos treinos, conseguindo correr mais.

Natural e por isso bastante saudável, a bebida, ao contrário do que muitos pensam, possui poucas calorias. Um copo de 250 ml de caldo de cana possui apenas 124 kcal (a mesma medida de suco de laranja possui 173 kcal).

E quando comprada no famoso carrinho de rua, você pode adicionar outros ingredientes, como limão, gengibre e água de coco, aumentando a oferta de nutrientes, ajudando até a combater doenças renais.

Como tornar as preparações calóricas mais saudáveis

Conteúdo original Minha Vida

Você adora uma fritura? Não resiste a um doce? E a uma massa? Calma! É possível ingerir essas delícias de uma maneira mais saudável. Claro que algumas delas ainda vão continuar não sendo benéficas para a saúde, como as frituras, mas os malefícios podem ser muito reduzidos. Veja como:

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Frituras

O primeiro passo para fazer as frituras mais saudáveis é a escolha do óleo para fritar. “As melhores gorduras para esse fim são o óleo de coco extra virgem, o Ghee e o óleo de semente de uva. Dos óleos mais comumente encontrados, o óleo de soja e canola também são indicados. Eles toleram temperaturas elevadas por apresentarem um alto ponto de fumaça, demandando mais tempo para a gordura se tornar tóxica”, explica a nutricionista e culinarista funcional Anna Forcelini.

Também é importante prestar atenção à temperatura do óleo. “A 180 graus, esse óleo consegue cumprir a missão de fritar sem encharcar o alimento. O óleo não deve passar de 2010 grais, pois começa a entrar em saturação”, alerta a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

A melhor maneira de saber se a temperatura do óleo está bom para a fritura é com um termômetro. Contudo, um método caseiro também pode ajudar. Jogue um pedacinho de pão no óleo, se ele afundar e demorar para voltar significa que ainda está frio. A temperatura está em torno de 180 graus quando jogamos o pedacinho de pão e ele instantaneamente começa a fritar.

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Quando a temperatura fica muito elevada, o óleo passa a soltar fumaça. Caso isso ocorre, este óleo deve ser descartado, pois ele possui substâncias que elevam os riscos de câncer. Utilize uma frigideira anti-aderente e pouco óleo. “Nada de fritura em imersão. Se precisar cozinhar o alimento por dentro, frite até dourar e leve ao forno para finalizar o cozimento. Dessa forma diminui a exposição do alimento ao óleo aquecido”, orienta Anna Forcelini. Se houver sobra de óleo, não reutilize.

Também é possível empanar de uma maneira mais saudável. Substitua o ovo por 3 colheres de linhaça ou chia triturada e deixadas de molho em 6 colheres de água por 10 minutos. Essa mistura formará um gel que terá a mesma função do ovo. Em seguida passe em farinhas de maior teor de fibra: farinha de arroz integral para sem glúten ou farinha de aveia. Sementes de gergelim misturadas na farinha agregam mais qualidade e textura na preparação.

Também é possível fazer alimentos assados similares a frituras. Um deles é a batata. Ao fazê-la no forno, coloque duas colheres de sopa de óleo, sal e algumas ervas. Essa quantidade é para duas a três batatas e leve ao forno com temperatura de 200 graus por 20 a 30 minutos. Também é possível empanar com a milharina ou o farelo de aveia ou flocos de amaranto para proporcionar maior crocância.

Carne vermelha

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A carne vermelha não deve fazer pare da alimentação diária, seu consumo deve ser restrito a duas vezes por semana, intercalando com fontes vegetais de proteína, peixe, frango e ovos. “E sempre respeitando a porção que devemos consumir na refeição: 1 porção é igual a palma da mão. Os cortes com menos gordura são o patinho, o músculo e a maminha. Nos demais cortes é importante remover toda gordura aparente”, afirma Anna Forcelini.

A melhor maneira de consumir as carnes vermelhas é cozido em molho. “Isto porque sempre que tem o tostado há produção de algumas substâncias tóxicas para o corpo. Quando é feita com um molho, a carne termina o cozimento dentro de um líquido e não vai produzir substâncias tão agressivas para o organismo”, orienta Carina Boniatti. Opte pelo molho de tomate, que tem poucas calorias e é rico em licopeno, substância com forte ação antioxidante que contribui para a prevenção do câncer de próstata.

Também é importante consumir a carne acompanhado de legumes e verduras. “Os crucíferos (brócolis, couve flor, couve manteiga, repolho) são ótimos aliados em pratos carnívoros pois contêm sulforafanos, compostos bioativos com ação anticancerígena”, destaca Anna Forcelini.

Massas

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Você adora uma macarronada? Não resiste a uma lasanha? Nestes casos, é importante optar pelas massas deitas com farinhas integrais. “Elas são mais saudáveis por serem ricas em fibras e contaram com vitaminas e minerais que são perdidos durante o processo de refinamento. Outro substituto é o macarrão asiáticos a base de arroz por serem mais leves e de mais fácil digestão”, diz Anna Forcelini. A escolha dos molhos também é essencial para que o prato fique mais magro e saudável. Neste caso, o molho de tomate também é uma ótima alternativa.

Pão

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Os pães mais saudáveis são os menos industrializados, feitos de farinha integral e/ou centeio. “Melhor ainda quando adicionados de outros alimentos funcionais como chia, quinoa e aveia”, destaca Anna Forcelini. Sempre leia o rótulo, escolha aquele que traz farinha integral como o primeiro item da lista de ingredientes. Outra forma é encontrar uma padaria que faça o pão integral de forma mais natural, sem aditivos e conservantes.

Doces

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O principal problema dos doces é a grande quantidade de açúcar adicionada. “Primeiro, temos que reduzir a quantidade de açúcar, pois o paladar do brasileiro é muito doce. É interessante substituir o açúcar comum pelo de cocô”, afirma Carina Boniatti.

Outra alternativa saudável é o açúcar mascavo, que possui um pouco mais de nutrientes do que o açúcar comum. O adoçante de xilitol também é uma boa alternativa para o consumo.

Salgadinhos

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Alguns petiscos salgados saudáveis são as castanhas, a pipoca, palitos de cenoura acompanhados de pasta de grão de bico e palitos assados de batata doce. “As castanhas devem ser consumidas moderadamente devido ao teor calórico, mas por outro lado fornecem gordura de boa qualidade, zinco, selênio, aminoácidos e saciam a fome. A pipoca pode ser adicionada de especiarias para alterar o sabor e sair da monotonia”, orienta Anna Forcelini.

Existem alguns salgadinhos de pacote saudáveis. A melhor maneira de observar se o produto é bom para a saúde ou não é lendo os rótulos. “Verifique a proporção de cada ingrediente, se a farinha branca vem listada em primeiro, seguida da gordura e do açúcar já sabe que não é uma boa opção”, constata Anna Forcelini.

Refrigerantes

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Nenhum refrigerante é saudável. “O refrigerante é uma bebida rica em químicos, cada vez que a tomamos ingerimos uma bebida que vai atrapalhar nosso organismo e dificultar a perda de peso, mesmo sendo light”, diz Carina Boniatti.

Uma bebida saudável que pode ajudar a matar a vontade de refrigerante é a água com gás com limão espremido. “Esta fruta é rica em nutrientes que vão favorecer o seu metabolismo”, destaca Carina Boniatti.

Conheça opções de molhos saudáveis para o macarrão

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Como nenhuma massa está completa sem um bom molho, selecionamos 10 tipos saudáveis para você ingerir sem prejudicar a sua dieta. A ideia é incrementar o prato com opções menos calóricas, com quantidade de gordura saturada reduzida e muito mais ricas em nutrientes. Os benefícios desta turma podem ser os mais variados possíveis.

Os molhos com tomate ajudam a prevenir e combater o câncer de próstata, já o pesto é rico em gorduras boas e antioxidantes, aqueles que levam cogumelos melhoram o sistema imunológico. Os benefícios são percebidos até mesmo na produção de hormônios com os molhos de frutos do mar. Confira quais são as melhores opções e bom apetite!

Molho ao sugo

Este molho leva tomate, alho, cebola, azeite e manjericão. Ele é uma opção saudável especialmente devido ao primeiro ingrediente que irá tornar a mistura rica em licopeno. “Essa substância que possui ação antioxidante evitando o processo de degeneração celular, ajuda a prevenir e combater o câncer de próstata e a reduzir o colesterol ruim, o LDL”, aponta a nutricionista Camila Benassi, consultora da Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias e Pão & Bolo Industrializado (ABIMA). É saudável consumir o tomate aquecido, pois o licopeno é um composto solúvel em gordura, cuja absorção fica mais fácil após o alimento ser exposto ao calor.

Um estudo feito pela Universidade de Adelaide na Austrália concluiu que o consumo diário de cerca de 25 miligramas de licopeno reduz o colesterol ruim, LDL, em 10%. Por ter um efeito antioxidante, o licopeno também ajuda a prevenir o AVC. Outra pesquisa feita pela University of Eastern Finland, na Finlândia, concluiu, após estudo com 1031 homens, que aqueles com maior concentração de licopeno no sangue tinham 55% menos chances de sofrer um derrame cerebral do que os voluntários com menor quantidade da substância. Além disso, o molho ao sugo possui poucas calorias e leva o alho que também tem ação antioxidante.

Molho bolonhesa

O molho bolonhesa costuma ser preparado com tomate, carne moída, alho, cebola e vinho tinto seco. Como o macarrão é rico em carboidratos e a carne vermelha é fonte de proteínas, esta combinação torna a refeição mais completa. “Caso a pessoa consuma apenas a massa, a comida será digerida rapidamente e ela logo sentirá fome. Já digestão da proteína é mais lenta e por isso proporciona saciedade. Além disso, o nutriente oferece os aminoácidos necessários para o organismo funcionar”, explica a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

Ao escolher a carne moída, selecione os cortes menos gordurosos, como o patinho, a alcatra e o contra filé. Além disso, peça para que o alimento seja moído na hora e procure acompanhar o processo. “Ao comprar a carne já moída você não sabe há quanto tempo ela está lá e o risco de contaminação é maior. Além disso, a carne pode ter muita gordura”, alerta Boniatti. Por conter o tomate e o alho, o molho bolonhesa possui os mesmos benefícios do sugo, rico em antioxidantes e licopeno, mas é mais calórico e conta com a gordura saturada da carne.

Molho pesto

O molho pesto é feito com manjericão, alho, azeite de oliva e pinoli, como este último é difícil de ser encontrado no Brasil (e é mais caro também), ele pode ser substituído por castanhas ou nozes. O manjericão é interessante por ser rico em magnésio que auxilia o sistema cardiovascular e possui antioxidantes que melhoram a imunidade.

As oleaginosas como as castanhas e nozes também são saudáveis por serem fontes de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturas que protegem o sistema cardiovascular. A castanha do Pará é uma ótima ideia para incluir no molho por ser rica em selênio que também tem ação antioxidante e ajuda a produção de hormônios da tireoide.

Após bater todos os ingredientes apenas coloque o molho na massa recém-cozida que isto já irá aquecê-lo sem que o azeite perca suas propriedades. Assim, este óleo continua rico em gorduras monoinsaturadas e com efeito antioxidante. “Porém, não abuse da quantidade de azeite, pois ele tem muitas calorias. Ao invés disso coloque mais manjericão e inclua outras ervas como a salsinha”, orienta a nutróloga e chef Telma Sigolo Roberto, consultora do Oraculum – Inteligência em nutrição e saúde.

Alho e óleo

O alho é um poderoso alimento que possui vitaminas A, B1, B2 e C, além de minerais, cálcio, importante para a manutenção dos ossos, enxofre, iodo, que ajuda no funcionamento da tireoide, magnésio, importante para o trabalho muscular, selênio, sódio e o zinco. Ele também conta com a alicina, substância com efeito antioxidante que ajuda a proteger o sistema cardiovascular e a controlar a pressão arterial.

Porém, para obter estes benefícios, o alho não pode ser cozido por muito tempo. “Cozinhe ele por pouco tempo, não o coma torrado, quanto mais escuro ele estiver menos nutrientes terá”, conta Boniatti.

O ideal é preferir o óleo de canola em vez do óleo de soja, pois contém menos gordura saturada e tem mais gorduras boas na composição. De qualquer forma, não abusar na quantidade de óleo vai reduzir as calorias do prato.

Alho e óleo com brócolis

Adicionar vegetais como o brócolis ao macarrão alho e óleo é interessante porque agrega nutrientes ao prato. O brócolis possui o sulforafano que é um antioxidante que auxilia na prevenção de câncer, elimina bactérias que afetam o pulmão e previne a gastrite e a artrite. O vegetal também conta com fibras que contribuem para o trânsito intestinal. Além disso, os benefícios do alho continuam nesta preparação.

Molho com frutos do mar

Este molho normalmente possui camarão, lula, mexilhão, vôngole, tomate e alho. Os frutos do mar são boas alternativas de proteínas com baixas calorias. Ao prepará-los não os frite em imersão, apenas coloque-os por pouco tempo na frigideira com um pouco de óleo ou azeite. Evite consumir muito camarão, pois o alimento é rico em colesterol.

Um ponto interessante dos frutos do mar é que eles possuem zinco, nutriente que auxilia na digestão e na produção de hormônios, principalmente os sexuais. A preparação ainda conta com os benefícios do alho e do tomate.

Molho branco light

A preparação original do molho branco é muito calórica e gordurosa, pois leva manteiga, leite integral, farinha e em alguns casos creme de leite. Porém, é possível fazer uma versão light que irá proporcionar ótimos benefícios. “Utilize leite desnatado e iogurte ou ricota na hora de cozinhar. Este molho é menos calórico e proporciona uma ótima refeição, com cálcio, que é responsável pela formação e manutenção dos ossos, proteínas e o carboidrato da massa”, explica Beassi.

Utilize o amido de milho para o espessamento do molho ao invés da farinha. Adicionar um vegetal no prato é uma opção para torná-lo ainda mais saudável. A versão light do molho branco é mais saudável, porém saiba que o gosto ficará distinto da receita tradicional.

Molho funghi

A versão original é feita com cogumelos secos e uma mistura que leva leite integral, manteiga e farinha, o molho branco. É devido a ele que o prato é muito calórico e gorduroso. Porém, é possível fazer uma versão mais leve utilizando leite desnatado, amido de milho para engrossar e iogurte ou ricota. Como o sabor mais característico deste prato é o cogumelo, as mudanças na receita não serão tão perceptíveis.

O cogumelo é um ótimo alimento para adicionar no seu prato. Isto porque ele é rico em betaglucanas, substância que ajuda a potencializar o nosso sistema imunológico. “Além disso, ela auxilia no funcionamento intestinal”, observa Boniatti.

Molho puttanesca

Esta receita é feita com azeite extravirgem, alho, peperoncino (pimenta picante seca), anchovas esmagadas, tomates, alcaparras e azeitonas. “Este molho é excelente, mas sugiro trocar a anchova pela sardinha, que possui ainda mais ômega 3”, diz Roberto. Este ácido graxo proporciona uma série de benefícios, ajuda a regular o colesterol, o triglicérides, a pressão arterial e melhora as funções cerebrais.

Já a azeitona, assim como o azeite, é rica em gorduras monoinsaturadas que tem como principal benefício proteger o sistema cardiovascular. A pimenta ainda é um alimento termogênico, capaz de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico. “É interessante apenas ficar atento para a quantidade de sódio desta preparação. Diminua alguns ingredientes e lave aqueles que estavam em conserva antes de utilizá-los”, orienta Boniatti.

Molho alla norma ou alla siciliana

Este molho é elaborado com tomate, berinjela, alho, manjericão e ricota. A preparação é muito saudável, pois além de conter os benefícios já mencionados do tomate, alho e manjericão, ela ainda conta com a poderosa berinjela fonte de vitaminas do complexo B, K e C. “O fruto ajuda a reduzir o colesterol, evitando a sua absorção e a agregação da gordura nas artérias”, conta Boniatti.

Nunca consuma a berinjela crua, pois dessa maneira ela possui uma substância tóxica para o nosso corpo. A ricota presente no molho é interessante, pois é uma fonte pouco calórica de cálcio e proteína