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Couve para nutrir, colorir e se beneficiar

Já sabemos qual a importância dos legumes e vegetais, e da constituição de um prato colorido, para nossa saúde e alimentação, não é mesmo? Mas, ainda assim, insistimos em comer as mesmas coisas e evitar certos alimentos benéficos em troca daqueles mais atrativos. Deste modo, deixamos de ingerir vitaminas, minerais e outras substâncias nutritivas que só nos trazem benefícios.

A couve é um exemplo desses alimentos que ficam na lista dos negligenciados. Ela é um vegetal versátil e extremamente rico, que pode ser consumido de diversas formas e condições. Além de ter um ótimo custo-benefício e ser facilmente encontrada.

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Couve poderosa

Cada folhinha contém:

  • Vitamina A
  • Vitamina B1
  • Vitamina B2
  • Vitamina B3
  • Vitamina B5
  • Vitamina C
  • Vitamina K.
  • Cálcio
  • Cloro
  • Enxofre
  • Ferro
  • Fibras
  • Fósforo
  • Magnésio
  • Silício
  • (Baixo teor de) Sódio

Fora o poder nutricional, o seu consumo diário promove diversas manifestações positivas e de melhoria à saúde, como a cura de estados mais graves de intestino preso e até da anemia, pela concentração de ferro e de vitamina C (que auxilia na absorção do ferro pelo organismo).

Eu mesma resolvi de vez meu problema com a anemia consumindo couve todos os dias. Nunca fui fã e hoje não vivo sem, é o verdinho obrigatório no meu prato. E quando não está no prato, compõe o suco verde que, às vezes, tomo em jejum. Fora que não é nem um pouco sacrificante! É um vegetal saboroso e que acresce um paladar marcante a várias combinações, como as carnes de boi e de porco, peixes, feijões e demais grãos.

Benefícios:

  • É digestiva
  • Reduz o açúcar no sangue
  • Combate a proliferação de algumas bactérias no estômago
  • É antioxidante
  • É anti-inflamatória
  • Reduz o colesterol
  • Aumenta a imunidade
  • Auxilia no fortalecimento dos ossos
  • Ajuda na prevenção ao cálculo urinário
  • Reduz a pressão arterial

Como preparar

A couve é polivalente, e por isso, pode ser preparada de formas diversas. Eu adoro quando é refogada, puxadinha no alho dourado. Não tem segredo:

Para duas porções, corte 5 folhas de couve, sem o talo (não jogue fora, pode e deve ser reutilizado! Explico como fazer mais embaixo). Fatie 2 dentes de alho em lâminas finas. Aqueça uma frigideira ou panela antiaderente e pingue algumas gotinhas de azeite. Coloque o alho e vá mexendo até dourar. Acrescente a couve picada, e em fogo baixo, mexa até que ela amoleça e fique com a cor mais viva (deve demorar uns 2 minutos ou menos, é rápido!). E pronto!

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Mesmo nos dias mais corridos, quando estiver com pressa, é possível fazer uma couve rapidinha: corte a quantidade que for comer, sem o talo, acomode num prato e coloque no micro-ondas por 30 segundos. Pronto! O calor “amolece” as fibras e avivar o sabor, facilitando a mastigação e sem prejuízo nutricional.

Se preferir, ela também pode ser congelada. Faça assim: corte da maneira que preferir, mais fininha ou mais rústica. Ferva água numa panela, numa quantidade que cubra toda a couve que você pretende congelar. Coloque-a na água fervente e deixe até que fique num tom de verde vivo. Interrompa o cozimento, escorrendo-a. Depois é só condicionar num pote com tampa que possa ir ao freezer/ congelador.

O que fazer com os talos

Os talos, assim como as folhas, também contém nutrientes e propriedades que são importantes e, justamente por isso, não devem ser descartados.

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Eles podem turbinar uma sopa ou creme, em refogados e cozidos (carne de panela ou moída, por exemplo) e até serem servidos como falsos aspargos: basta dar pequenos talhos em todo o comprimento dos talos. Numa panela ou frigideira antiaderente, coloque um pouquinho de azeite e doure um ou dois dentes de alho amassados. Depois, junte os talos e espere que eles dourem. Está feito! Acerte o sal, se achar necessário.

É um componente diferente, porém saudável e gostoso, que pode surpreender e te ajudar a somar uns pontinhos extras na cozinha.

Então, se a sua cor preferida não é o verde, você está convidado a repensar seus conceitos sobre a couve e talvez considerá-la como uma opção vantajosa na sua alimentação e no seu dia-a-dia. Que tal?!
Equilibre-se!

Grão-de-bico: saiba quais são as vantagens de inseri-lo na sua alimentação

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Você é daquelas(es) que não abre mão do trivial arroz com feijão quase todos os dias nas refeições? Ou então não se arrisca a experimentar saladas muito diferentes das já conhecidas folhas verdes? Fique sabendo que o seu corpo perde muito em não desfrutar dos nutrientes de fontes variadas como, por exemplo, o grão de bico. Ele pode ser um excelente substituto para o feijãozinho e compor saladas e acompanhamentos deliciosos no dia-a-dia.

O grão-de-bico é uma leguminosa poderosa quando o assunto é nutrição e bem-estar. Ele atua no combate ao colesterol, na estabilização do açúcar no sangue, além de ser fonte de ferro, magnésio e uma importante fonte de proteína vegetal.

Assim como o feijão, o grão-de-bico é rico em fibras solúveis e insolúveis. Na prática, isso significa que suas propriedades impedem a elevação rápida dos níveis de açúcar após a refeição, sendo um aliado à quem faz controle de diabetes, sofre com resistência à insulina ou hipoglicemia. Essa característica também ajuda na prevenção contra a constipação intestinal, facilitando a digestão dos alimentos, e doenças como síndrome do intestino irritável e diverticulose.

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Seu aporte de ferro proporciona aumento de energia, repõe os índices deficientes combatendo a anemia, e mantém o estoque dessa substância naqueles que não consomem carne vermelha, praticam atividade física regularmente e durante a menstruação.

O grão-de-bico ainda é rico em proteína, fornecendo elevados compostos orgânicos que, quando aliado a cereais, como o arroz, pode ser comparado aos alimentos à base de leite devido a qualidade nutricional. Além de conter também magnésio (contribui com a ação antioxidante), vitaminas do complexo B, cálcio, triptofano (responsável pela produção de serotonina, que promove a sensação de bem-estar e satisfação), potássio (regula pressão arterial) e zinco (cicatrização e fortalecimento do sistema imunológico).