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Vitaminas e suplementos não podem substituir uma dieta balanceada, diz estudo

Por Anastasia Dulgier em Unsplash

Aproximadamente 90% dos adultos norte-americanos não comem frutas e vegetais suficientes , mas muitos estão tentando compensar isso tomando pílulas. De acordo com o Conselho para a Nutrição Responsável , 75% dos adultos americanos tomam algum tipo de suplemento dietético. Muitas pessoas acreditam que as multivitaminas são uma maneira de obter os nutrientes que necessitam.

Mas uma nova pesquisa publicada no Annals of Internal Medicine sugere que vitaminas e suplementos podem não ser suficientes para manter-nos saudáveis.

Nutrientes consumidos via suplementos não melhoram a saúde e a longevidade tão eficazmente quanto quando consumidos através dos alimentos, de acordo com o estudo. Embora a obtenção dos nutrientes corretos nas quantidades certas de alimentos estivesse associada a uma vida mais longa, o mesmo não era verdadeiro para os nutrientes dos suplementos, diz o co-autor Fang Fang Zhang, professor associado de epidemiologia na Escola Friedman, da Universidade Tufts.

Por NordWood Themes em Unsplash

“Para a população em geral, não há necessidade de tomar suplementos alimentares”, diz Zhang. “Mais e mais evidências sugerem que não há benefícios, por isso devemos seguir o que as recomendações dietéticas sugerem para obter uma nutrição adequada dos alimentos, em vez de depender de suplementos”.

Os pesquisadores usaram dados de cerca de 30.000 adultos norte-americanos que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição de 1999 a 2010. Cada pessoa forneceu informações sobre o uso de suplementos no último mês – mais da metade usou pelo menos um – bem como hábitos de dieta. Os pesquisadores então usaram essa informação para determinar os níveis de nutrientes dos participantes.

Por Lefteris Kallergis em Unsplash

Zhang diz que algumas populações podem se beneficiar de certos suplementos, incluindo os idosos – que muitas vezes lutam para absorver nutrientes dos alimentos – e aqueles com restrições alimentares que podem levar a deficiências. Mas, com uma abundância de incertezas e a falta de evidências para os suplementos, Zhang diz que a pessoa comum deve apenas comer uma dieta balanceada que contenha muitas frutas, verduras e cereais integrais, em vez de recorrer à soluções sem receita.

“Mais da metade dos americanos usa esses medicamentos e o motivo é melhorar ou manter a saúde”, diz Zhang. “Essa mentalidade precisa ser mudada, dadas as evidências.”

Dieta cetogênica e gripe: qual é a relação?!

Dieta cetogênica e gripe: qual é a relação?!

Você decidiu experimentar a dieta cetogênica. A dieta pobre em carboidratos e gorduras pode ser ótima para diminuir o peso corporal e pode dar-lhe um impulso no desempenho de resistência, mas o corpo muitas vezes precisa de um pouco de tempo para se adaptar ao uso da gordura como sua principal fonte de energia. Muitas vezes, há alguns sintomas envolvidos durante esse período de adaptação.

Esses sintomas são chamados de “gripe-cetogênica”, um conjunto comumente experimentado de efeitos colaterais associados à retirada de carboidratos. Os sintomas relatados incluem: alterações de humor, irritabilidade, fadiga e tontura. Isso pode soar como sintomas de abstinência do abuso de substâncias. Curiosamente, estudos recentes compararam o efeito dos carboidratos (particularmente açúcar) no cérebro com o efeito de drogas viciantes como a cocaína. Esses sintomas da cetogênica podem durar entre um dia a duas semanas.

O que causa o gripe cetogênica?

Os carboidratos normalmente contribuem muito para as necessidades de energia do corpo. Quando eles são restritos na dieta, o corpo responde através de uma série de mudanças para a transição do uso de glicose como fonte de energia para o uso de gordura como fonte de energia, bem como cetonas.

Essa troca de engrenagem pode ser entendida como uma resposta positiva do organismo; mas também é o motivo da gripe cetogênica. Primeiro, o açúcar no sangue cai e causa hipoglicemia, que é a baixa de açúcar no sangue. Depois, mudanças ocorrem em outros sistemas corporais que alteram os níveis de eletrólitos, água e hormônios – o que pode levar à desidratação durante a dieta cetogênica.

Evite estas atividades se você está experimentando a dieta cetogênica

Como com qualquer tipo de doença, seu corpo reagirá com algumas limitações físicas ou até mesmo mentais. Se você não está se sentindo 100%, não deve forçar o seu corpo. Embora esses sintomas parecidos com os da gripe possam ser temporários, o ideal é que você espere até que os sintomas desapareçam antes de fazer:

  • Atividade física extenuante;
  • Extrapolar o seu horário de dormir;
  • Contar calorias.

Recomendação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que a distribuição dos macronutrientes para indivíduos saudáveis seja de: 55 a 75% de carboidratos, 10 a 15% de proteínas e 15 a 30% de gorduras. A dieta cetogênica vai completamente contra a orientação da OMS e ainda pode causar uma série de problemas de saúde. Por isso, a grande maioria dos médicos nutrólogos e nutricionistas não recomendam que as pessoas façam a dieta cetogênica para a perda de peso.

Esta dieta só é orientada para crianças com crises de convulsão e mesmo assim deve ser realizada com acompanhamento médico. Diversas pesquisas mostraram que este tipo de dieta ajuda a reduzir a quantidade de crises de convulsão, mas mesmo neste caso a dieta deve ser realizada com supervisão médica.

Este artigo foi originalmente publicado pela HVMN.

O carpinteiro

“Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas para viver uma vida mais calma com sua família. Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria.

O dono da empresa sentiu em saber que perderia um dos seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma casa como um favor especial.

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.
Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro e disse:
– Esta é a sua casa, é meu presente para você!

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado.
Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.

Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como um carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente!

Mesmo que tenha somente mais um dia de vida, esse dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado das atitudes e escolhas que você fizer hoje.”

Mesmo no frio, excesso de sono pode ser sinal de alerta

Conteúdo original Revista Suplementação

Que o frio do inverno faz um convite irresistível para uma cama quentinha e um filme, todo mundo sabe. No entanto, a vontade permanente de querer dormir ou até mesmo de ficar deitado pode ser um alerta emitido por nosso organismo. Quem dá o aviso é o médico Theo Webert, que atua em nutrologia e qualidade de vida.

Segundo ele, é normal sentir vontade de se jogar na cama depois de um dia todo fora de casa, mas todo o excesso precisa ser bem observado. “Sentir aquela fadiga incompreensível por vários dias consecutivos é sinal de que algo não vai bem com sua saúde. Quando digo saúde, me refiro tanto a saúde física como mental”, afirma.

O especialista elenca que sedentarismo, desequilíbrio hormonal, má alimentação, estresse e sono acumulado são alguns dos problemas que contribuem para o cansaço. “Se não tratado, pode provocar baixa autoestima, enxaquecas e até outras doenças no organismo como psoríase e gastrite,”, revela.

A alimentação bem regulada é, para o médico, a melhor alternativa para despistar e evitar sintomas da fadiga. “O grande segredo de nosso corpo é respeitá-lo e isso começa com uma dieta saudável, que reequilibre nossas funções vitais, valorizando sempre a alimentação rica em frutas e verduras frescas”, lembra.

Além disso, continua, praticar exercícios físicos e relaxar pode não só ajudar como também prevenir o problema. “Em todo caso, sempre é bom procura uma avaliação médica, já que cada corpo é um universo”, ressalva.

Fonte: Theo Webert

Resiliência: você sabe para que serve?

Conteúdo original Minha Vida

Você já ouviu falar sobre resiliência? A resiliência é considerada um aspecto psicológico que pode ser entendido como sendo a capacidade que o indivíduo tem para:

  • Lidar com problemas
  • Superar obstáculos
  • Responder com equilíbrio a situações adversas
  • Manter-se sereno em momentos de estresse.

Toda ação deve ser feita sem que esses fatores externos negativos desequilibrem o bom andamento da vida. Para que isso aconteça é preciso que o indivíduo tome decisões adequadas sem ser afetado pela tensão externa ou interna. A força emocional individual se mantém. Quem é resiliente se sente capaz de enfrentar as adversidades sem perder o foco nos seus objetivos e bem-estar.

As características são muito positivas e as mais comuns de quem é resiliente são:

  • Rápida tomada de ação
  • Adaptação
  • Criatividade
  • Menor vulnerabilidade ao medo de errar e mais força na certeza que será capaz de lidar com as consequências de suas escolhas

  • Confiança em si próprio
  • Domínio das emoções e da própria vida.

É possível se tornar resiliente?

Algumas pessoas são consideradas naturalmente resilientes. Mas isso não tão simples assim. A grande verdade é que quem tem essa sábia habilidade, foi ao longo dos anos se desenvolvendo para isso, mesmo que de forma inconsciente. Vou dar um exemplo: se uma criança é criada por pais resilientes, aumenta sua chance de desenvolvimento nesse aspecto, por observação, repetição de padrão e aprendizado.

Mas não se preocupe, se seus pais não são resilientes, você ainda tem tempo não só de aprender a ter excelência nisso, como até mesmo, ensiná-los a serem pais resilientes, caso essa seja da vontade de todos envolvidos.

Quem é capaz de administrar as emoções mais facilmente, consegue superar as dificuldades de forma rápida e eficaz, a consequência disso é encontrar harmonia e equilíbrio na vida. Talvez você esteja se perguntando: será que alguém que não consegue administrar as emoções é capaz desenvolver resiliência? Sim, é perfeitamente possível. Segue algumas dicas e orientações:

1) Consiga desenvolver e treinar seu foco de atenção – para onde vai sua energia quando você precisa resolver algo na vida? Observe seus pensamentos. Você está enxergando o problema ou a solução? Habitualmente onde está sua atenção e pensamento? Como exatamente você faz o que faz?

2) Melhore sua capacidade de compreensão do outro – desenvolva empatia, sintonia, criação de aliança com as pessoas a sua volta – saber colocar-se no lugar do outro e com isso, estabelecer vínculos sociais. Você ouve o que as pessoas falam? Você se importa com o próximo? Sabe entender as necessidades alheias? Consegue se colocar no lugar de outra pessoa respeitando o mundo, valores e aprendizados diferentes dos seus? O que é capaz de perceber diferente quando faz essa mudança de perspectiva?

3) Coloque sua energia no controle emocional e no controle dos impulsos – perceba que você é capaz de autocontrole e disciplina. Se esse é um ponto importante para o seu aprendizado, invista em cursos, terapia, sessões de coaching, livros, vídeos, e assuntos que possam agregar diretamente sobre esse tema. Prosperar na vida requer dedicação, planejamento e tempo. Use seu tempo a seu favor.

4) Desenvolva criatividade para responder aos estímulos negativos – que suas escolhas sejam livres de repetições passadas e negativas. Você não precisa ficar eternamente preso no mesmo padrão de resposta que não te agrada.

5) Cultive a positividade – acredite que as coisas vão melhorar e aja nessa direção. Não espere o futuro trazer as respostas. Use o seu presente para construir aquilo que depende de você.

6) Ponha em prática o conceito de 1/3:

  • 1/3 depende de você
  • 1/3 depende do outro
  • 1/3 depende do acaso.

Faça seu 1/3 bem feito. Tenha certeza que sua parte foi executada da melhor forma possível. E que se tem algo que não depende de você, saiba encontrar ajuda e orientação necessária.

7) Explore e aumente sua capacidade de análise – seja da situação como um todo, de pontos específicos, tomada de decisão e ação – ser apto a entender os problemas, sua gravidade, impacto, consequência e possíveis estratégias de solução.

8) Supere-se – se você tem alguma “trava”, crença limitante de sucesso e bem-estar, medo, insegurança, ansiedade, etc, encontre caminhos para amenizar, suavizar e principalmente curar-se para viver em harmonia e bem estar.

Você pode seguir as dicas desse artigo para o seu crescimento pessoal e criar novas formas de superação e desenvolvimento das suas habilidades. Havendo interesse busque ajuda especializada. Você pode se beneficiar através de atendimento individual com sessões de coaching, EMDR, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL), técnica de terapia breve, etc.

Veja como identificar se a carne que você consome está estragada

Conteúdo original Minha Vida

Ficou difícil sentir segurança para comprar carne depois da nova operação da Polícia Federal. Denominada “Carne Fraca”, a ação trouxe à tona a venda e distribuição de carnes estragadas por parte de grandes frigoríficos e companhias.

Segundo as investigações as carnes podres recebiam substâncias capazes de disfarçar a cor e a aparência do produto vencido, que depois era reembalado. Também estavam entre as irregularidades produtos contaminados por bactérias. Alguns produtos também apresentavam excesso de água para aumentar o peso – e consequentemente o preço.

De acordo com a nutricionista Andréa Marim, o momento pede atenção. “O cenário é preocupante e é necessário ficar em alerta, pois as carnes contaminadas podem causar infecções gastrointestinais sérias, como a salmonela, que em pessoas com um sistema imunológico mais delicado, como crianças, idosos e gestantes pode trazer sérios danos à saúde”, conta.

Fatores como embalagem, data de validade, aparência, cheiro, textura e até mesmo preço devem ser levados em consideração. “Se o valor do produto estiver muito barato, é sinal de que a carne pode não estar em boas condições”, afirma a nutricionista.

Veja a seguir como identificar se a carne está estragada:

Carne de boi e porco

No caso das carnes de boi e de porco, quando estão estragadas apresentam coloração cinza e manchas esverdeadas. Elas também podem exalar odores fortes e apresentar textura viscosa e rançosa.

Carne de frango

 

Já no caso da carne de frango, o diferencial é o odor azedo que remete ao amoníaco. No aspecto visual, apresenta-se descolorado e com textura viscosa. Em relação à cor, pode apresentar nuances amarelas e esverdeadas. “Muitas vezes a carne de frango está com uma aparência bonita e um gosto bom”, explica Andrea. Esse “disfarce” torna mais difícil a identificação da carne estragada, por isso é sempre importante se atentar ao cheiro e sempre consumir a carne bem passada.

Carne de peixe

O mesmo acontece com a carne do peixe, que quando estragada, remete ao cheiro de amônia. Além disso, ele normalmente apresenta alguma descoloração – amarronzado, amarelado ou acinzentado – ou mesmo cor opaca. Em relação ao aspecto, se o peixe não estiver duro e começar a descamar também é um sinal de que está estragado.

Poder do cheiro

Mesmo com a tentativa de algumas empresas de maquiar o aspecto da carne com conservantes, Andrea explica que essas substâncias não são capazes de disfarçar o cheiro. “Independente do conservante que tenha sido usado, o cheiro sempre denuncia, por isso é tão importante prestar atenção nesse aspecto”.

Armazenamento

As carnes de modo geral são altamente perecíveis, pois ficam suscetíveis à contaminação microbiológica. Portanto, no momento de escolher a carne certifique-se de que ela está armazenada em freezers e geladeiras em temperatura de 0º C a 2°C.

Caso você compre uma carne congelada e deseje mantê-la nessa temperatura, o ideal é colocá-la diretamente no freezer. De acordo com Andréa a carne pode ficar no freezer até seis meses, dependendo do tipo de carne. Bifes, independentemente de serem de carne ou frango, podem ficar congelados por até seis meses. Já a carne moída tem prazo de validade de até três meses.

Se a pessoa descongelou a carne, cozinhou e guardou o resto na geladeira, ela pode ser consumida por até três ou quatro dias.

Caso a carne tenha sido comprada fresca e o intuito é congelar, o ideal é temperar o alimento e depois guardar no freezer por até seis meses.

No entanto, no momento de preparo é sempre importante observar o estado da carne e jogar o produto fora se houver qualquer suspeita em relação à procedência. “Isso porque alguns fabricantes podem alterar a data de validade do produto e o consumidor só percebe que adquiriu uma carne com data de validade menor do que esperado no momento do preparo”, ressalta.

O que vem pela frente

Em declaração à imprensa, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pesca e Agropecuária, Eumar Novacki disse que os casos de irregularidades apontados na operação Carne Fraca são específicos e não apresentam risco à saúde pública. No entanto, é importante atenção na hora de comprar a carne e, especialmente no momento de consumir.

Até o momento, a Polícia Federal identificou que 40 empresas do setor de alimentos cometeram irregularidades. Segundo o Ministério da Agricultura, três unidades foram fechadas: duas do frigorífico Peccin, em Jaraguá do Sul (SC) e em Curitiba (PR), e uma da BRF, em Goiás. Outras 21 estão sob investigação.