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Probleminhas de beleza que podem ser tratados com acupuntura

Desde o final da década de 70, a acupuntura vem sendo aplicada para fins estéticos no Brasil, época em que os primeiros médicos começaram a estudar e a aplicar a acupuntura no país. A partir de então, a técnica tem sido aprimorada e oferece excelentes resultados no tratamento de diversas queixas estéticas, como problemas de pele. Em geral, a técnica com agulhas é indicada quando não há grande excesso de pele e gordura, nem rugas muito profundas. Veja o uso da acupuntura na estética em cada caso:

Celulite e flacidez

A acupuntura quando aplicada para tratamentos estéticos melhora a saúde do paciente de forma geral, pois atua no equilíbrio energético do paciente. No tratamento da celulite e flacidez, por exemplo, é muito importante contrabalançar a parte hormonal e circulatória do paciente.

Isso não só auxilia no tratamento dos famosos “furinhos” indesejados (pele casca de laranja), mas, também contribui para o fortalecimento de músculos das coxas e dos glúteos pela eletro-acupuntura em pontos motores do corpo.

Rugas

Para combater as rugas e linhas de expressão, além da atuação sobre as rugas propriamente ditas, se faz necessário tratar o desequilíbrio energético relacionado aos cinco órgãos na medicina tradicional chinesa. O tratamento com agulhas ajuda a prevenir o surgimento de novas rugas e flacidez, pois equilibra as forças musculares da face e estimula a produção de colágeno.

Emagrecimento e gordura localizada

Já os pacientes que sofrem com sobrepeso ou desejam emagrecer, a acupuntura ajuda a controlar a ansiedade, a compulsão alimentar, a retenção de líquidos. E a eletro-acupuntura pode agir diretamente sobre a gordura localizada e sobre músculos abdominais e dos membros inferiores, com ótimos resultados.

Acne e pele oleosa

Por fim, para tratar a tão temida acne que tanto aflige os adolescentes e, também alguns adultos, é muito importante obter um diagnóstico tanto da medicina ocidental, que avalia a alteração hormonal, como também do diagnóstico energético, pois o tratamento sistêmico com pontos de acupuntura de regulação geral acaba sendo muito importante. Localmente é realizado o tratamento com eletro-acupuntura de ação anti-inflamatória e regulatória do aspecto oleoso da pele.

Que especialista devo procurar?

Durante uma consulta com o médico acupunturista são levantadas questões relacionadas à problemas de saúde e emocionais que o paciente apresenta ou apresentou desde o nascimento, características de sono, hábitos intestinais, alimentares, menstruais, entre outros. Esse diagnóstico é feito sob o ponto de vista da medicina ocidental e da medicina tradicional chinesa. Tal avaliação torna o diagnóstico e o tratamento mais completos. Um tratamento que vai de dentro para fora e também de fora para dentro.

A acupuntura é uma terapia integrativa, ou seja, ela abrange o ser como um todo levando em consideração todos os aspectos dele, como a alimentação, práticas esportivas, cuidados mente e corpo, a espiritualidade, sendo que a Acupuntura entra no contexto integrativo do corpo como um todo, levando ao paciente saúde, longevidade e beleza. Em geral, os pacientes se tornam mais autoconfiantes, com auto-estima elevada, fazendo o pensar no seu autocuidado.

A prática existe há cinco mil anos na China e, desde 1995, é reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e, atualmente, é oferecida pela rede pública de saúde e, também, pelos planos de saúde suplementar.

É importante ressaltar que como se trata de uma especialidade médica, somente pode ser realizada por profissionais da medicina, da medicina veterinária e da odontologia – cada um dentro de seu campo de atuação, também definidos por lei. O exercício da Acupuntura, quando realizado por qualquer outro profissional, é ilegal e pode causar sérios danos à saúde do paciente.

Geração saúde ou geração tormento?

Não raro, vemos por aí muitos projetos para emagrecimento, dietas que prometem milagres e a continuidade da já antiga ditadura da beleza esculpindo outros moldes: a geração sarada.

Aqui, buscamos dicas, temas e conhecimento para tentar contribuir para que a sua vida seja mais leve, sadia e equilibrada. Não tem certo ou errado. O que existe é aquilo que você elege para si como saudável e adequado.

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Por isso, resolvemos compartilhar uma entrevista muito interessante com a nutricionista Paola Altheia, escrita pela colunista Juliana de Faria, do site M de Mulher. É curta e vale a pena ler e refletir. Confira:

“Lemos o tempo todo sobre corpos saudáveis, comidas saudáveis, exercícios saudáveis e, no entanto, muito pouco sabemos sobre o que é ter saúde de fato. Isso porque temas tão importantes e delicados como cuidado ao corpo e auto-estima passaram a ser tratados de forma bruta, desumana e nociva.

Informações falsas e equivocadas são divulgadas em mídias sociais de pessoas sem instruções ou conhecimento médico, confundindo as pessoas e as estimulando a fazer dietas e #projetos malucos. Humilhações disfarçadas de motivação são espalhadas aos quatro cantos do mundo fit – quem nunca se deparou com a conhecida frase “se está ruim para mim, imagina para quem jantou”.

Será que já não está na hora de repensarmos esta conversa? De sermos mais generosas com nós mesmas, com nossos corpos e os corpos alheios? Encontrar uma abordagem ao tema que seja mais humana, que coloque nosso bem-estar como prioridade?

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Essa é a luta de Paola Altheia, nutricionista, bailarina e criadora do Não Sou Exposição, blog onde ela, de maneira didática e bem-humorada, desconstrói os mitos do emagrecimento e padrões de beleza. Aqui, ela fala sobre os erros da tal “geração saúde” e como podemos vencer ansiedades geradas por esse mercado:

Juliana de Faria: Qual a sua visão sobre o momento atual com relação ao cuidado do corpo, alimentação e nutrição?
Paola Altheia: É um momento preocupante e paradoxal. Porque nunca se falou tanto em vida saudável e comidas especiais e nunca se observou um crescimento tão vertiginoso dos problemas de comportamento alimentar e de autoimagem. Fat Talk e Diet Talk, expressões que não têm (ainda) equivalentes em português, expressam o desconforto das mentes das pessoas completamente aterrorizadas, detestando seus corpos e sem saber o que comer.

Quantas vezes testemunhamos diálogos sobre a culpa de ter saído da dieta, ou sobre o quanto um determinado alimento é calórico ou uma dica para “secar barriga” (a barriga estava molhada?). E quantas vezes na semana um grupo de mulheres é capaz de se reunir para cantar uma ladainha de críticas ao próprio corpo (celulites, dobrinhas, estrias, gordurinhas, peso, número do manequim…).

A tal da “geração saúde” é, na verdade, a “geração tormento”. A comunidade médica e científica está tão desesperada para conter o avanço do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas ao redor do globo que o resultado disso é que atualmente vivemos um momento de franco terror dos alimentos e da gordura (no nosso corpo, no corpo dos outros e na comida).

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JF: O que é o terrorismo alimentar e como podemos estabelecer uma relação de paz com a comida?
PA: O terrorismo nutricional é a dicotomia pode/não pode, bom/ruim, certo/errado, saudável/não saudável. A alimentação humana, que é manifestação cultural e fator de socialização, está sendo discutida e definida de forma reducionista, alarmante e simplista. As pessoas estão desnorteadas, sem saber o que comer e acreditando que os alimentos podem ter propriedades mágicas de emagrecimento ou um potencial engordativo satânico (aliás, quando eu falo sobre culto ao corpo eu quero dizer “culto” no sentido pleno da palavra: nós adoramos corpos. Veneramos a massa magra. E acreditamos que a gordura é a fonte do Mal na Terra).

Para se desfazer deste pensamento perturbador, é importante entendermos que o que vai definir se um alimento engorda/emagrece ou faz bem/faz mal é a quantidade e a frequência do consumo. Ou seja: a questão não é o alimento em si, mas sim o uso que se faz dele. Eu sou nutricionista, no entanto, não acredito em dietas e não as prescrevo.

Cada pessoa precisa resgatar a consciência corporal necessária para identificar seus sinais de fome e saciedade sem que normas alimentares comandem seu corpo de fora para dentro. A alimentação saudável é um fenômeno que ocorre de dentro para fora. Muito se propaga que a pessoa emagrece e em seguida vai ficar em paz. E a realidade é o inverso disso: primeiro você fica em paz com os alimentos e com o seu corpo. E o emagrecimento vem por consequência.

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JF: Você sofre com muita violência online. Fale um pouco sobre gordofobia e o motivo que leva as pessoas a agirem assim.
PA: Existem pessoas que me vêem como uma maluca que fica na internet glorificando a obesidade. Que sou uma nutricionista que escolheu o curso errado porque eu não passo dietas. Onde já se viu dizer que uma pessoa gorda tem o direito de ser feliz, se tudo o que a sociedade prega é o contrário? O meu trabalho é um vilipêndio contra crenças limitantes profundamente enraizadas na cabeça das pessoas: mulheres têm obrigação de fazer dieta, todo magro é saudável, todo gordo é doente, magreza é bonito , gordura é feio, magros têm disciplina e gordos não têm “força de vontade”.

Eu chacoalho este tonel de preconceitos, chacoalho duro e chacoalho forte! Algumas pessoas sobem pelas paredes porque eu digo que não é proibido comer bolo de chocolate e que ninguém tem a obrigação de ir para academia malhar todos os dias. Lembremos que o que eu proponho é o caminho do meio. A corda do instrumento quando muito tensionada, arrebenta e quando muito frouxa, não produz som algum.

Nós também precisamos encontrar o bom senso e o equilíbrio no nosso cuidado com a saúde. Gosto da Frase de Oscar Wilde que diz que “convém ser moderado em tudo, até na moderação”. Em tempos de No Pain, No Gain não há lugar para a moderação (e um pouquinho de preguiça). Essa é a razão de tanta animosidade. Haters e cyberbullying são realidades que todo blogueiro enfrenta. Eles podem te derrubar ou você pode usá-los como trampolim. Eu prefiro a segunda opção.”

Fonte: M de Mulher

É possível ser feliz sozinho?   

Uma reflexão para quem está às voltas se lamentando por estar sozinho(a) e deixando de aproveitar a melhor companhia, que é a sua própria. Ame-se, respeite-se e não tenha medo de ser feliz. Sozinho(a) ou acompanhado(a), a responsabilidade da felicidade não muda: continua sendo sua! #reflita

Texto de autoria da psicóloga Cláudia Morais

“Olhe à sua volta. Quem são as pessoas mais felizes que conhece? Como é que elas vivem? São casadas, solteiras, viúvas ou divorciadas? E como é que você sabe que essas pessoas são REALMENTE felizes?

Crescemos inundados de histórias de amor romântico que acabam por moldar a nossa percepção da felicidade. Ao ponto de muitos de nós se convencerem de que só é possível ser feliz a dois. Um dos problemas que decorrem deste pensamento irracional é a busca permanente de um parceiro, como se uma má companhia fosse melhor do que estar sozinho. Algumas pessoas sofrem deste mal – colecionam maus relacionamentos porque têm medo de estarem sozinhas.

Sem iludir ninguém: os estudos mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm um companheiro. Em rigor, as pessoas mais felizes são as casadas. Mas atenção: isso só é verdade para aquelas que se sentem satisfeitas no casamento. Na prática, o casamento não só não é garantia de felicidade como, se se tratar de um mau casamento, também é garantia de infelicidade.

Se as pessoas insatisfeitas com o seu casamento (ou relação amorosa) são mais INFELIZES do que os solteiros, os viúvos ou os divorciados, por que teimamos em fugir a sete pés da solidão? Por que é que há pessoas que se desesperam perante a ideia de estarem solteiras? Por que é que alguns olham de lado para quem assume que prefere estar só?

A verdade é que é o medo do desconhecido que, muitas vezes, nos impede de fazer as escolhas certas. Até um dia. Até ao dia em que uma ruptura amorosa nos empurra para uma situação nova. E depois da dor surge uma admirável tranquilidade que nos faz apreciar a vida e os outros laços afetivos de uma forma diferente.

Há pessoas que se sentem muito bem sozinhas. Há até quem se sinta incrivelmente feliz nessa condição, por mais que isso seja gerador de incredulidade.

A maior parte dessas pessoas está sozinha a título temporário. É uma questão de tempo até que voltem a amar, a comprometer-se. Mas, às vezes, passam-se anos – 2, 3, 4, 5 anos! – até que isso aconteça. E, nesse período, conseguem ser estupidamente felizes. Precisamente porque reaprenderam a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente.

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A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar.”

A importância da mente sã para a conquista do corpo são

Hoje em dia é muito comum conhecer casos de pessoas que sabem que precisam cuidar mais do corpo e da saúde, perder peso, entrar em forma, mas não fazem nada para que esse plano mental vire realidade e se estabeleça na vida. Você conhece alguém assim? Você é assim? Esse comportamento vem se repetindo e multiplicando por causa de um fator essencial na conquista do equilíbrio: controle psicológico.

E não se trata de loucura ou disparate ocasional não. A saúde psicológica interfere diretamente na saúde física, passando intimamente pelo comportamento alimentar, auto-estima e auto-imagem.

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Uma pessoa que não é feliz com o seu corpo ou com a sua vida, de uma forma geral, tende a descontar suas perdas e insatisfações na comida. Pode ser que isso gere problemas maiores, como a obesidade ou problemas relacionados ao ganho excessivo de peso como colesterol ou diabetes, ou menos graves, mas ainda assim preocupantes, como isolamento social, tristeza profunda e introspecção emocional.

A nossa mente é um ambiente muito peculiar e propício a diversas situações. E essa capacidade enorme de funcionamento pode pesar ao lado positivo, negativo ou ao equilíbrio, que é o estado ideal.

Sempre falamos sobre isso aqui e por aí é o que mais se vê ou ouve: o sucesso do emagrecimento e da saúde física está em aliar uma alimentação saudável à prática de atividade física. No entanto, a peça chave que fica implícita nesse processo é o equilíbrio psicológico.

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A gente começa a emagrecer no cérebro. É a partir daquilo a que você se determina no íntimo que as peças do lado de fora, na vida, começam a se movimentar. Vem da nossa capacidade de planejamento e objetivação dos planos. Você primeiro estrutura suas ações no cérebro e depois as executa. Acontece todos os dias e a todo o momento.

Mas porque quando se trata de emagrecimento, você não consegue levar adiante? Isso acontece pela falta de start. Pela ausência de uma consciência, que é difícil de explicar, mas que se configura no momento em que você realmente se determina a fazer acontecer.

Por isso é tão difícil que certas pessoas comecem e mantenham um plano de reeducação alimentar e de exercícios físicos. Cada um tem seu tempo e suas necessidades. E por isso também é tão surpreendente ver pessoas que conquistam o corpo dos sonhos, e reconquistam a saúde, batalhando diariamente dentro do máximo possível, mesmo sem dinheiro pra pagar academia.

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O seu estado psicológico determina os rumos da sua vida, sim! Pode ser os relacionamentos que não vão pra frente, os planos que não dão certo, o emprego que está ruim, o dinheiro que não rende, desentendimentos familiares etc… Enquanto seu sua mente está mergulhada em problemas e rolos que tomam o tempo e a sugam as energias, todo o resto, que também é importante, fica para depois, num segundo plano que acaba sendo negligenciado e nunca colocado em prática.

Para dar certo, você precisa manter-se bem, em estado de equilíbrio, valorizando suas conquistas, e derrotas (claro! por que não?), e consciente de que você é importante e também merece ocupar o primeiro lugar. Dê-se tempo, todos os dias. Um tempo para cuidar de si e lembrar do que realmente importa. Ninguém precisa perder por isso (nem marido, nem filhos), pois estar bem para si é estar bem para os outros.

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Devemos nos lembrar sempre: a vida começa de dentro para fora.

Começando bem a semana com Auto-Estima

Texto original de Ithia Farah

Cada pessoa pensa sente, fala e se movimenta da maneira que lhe é própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Essa auto-imagem sempre tem aspectos físicos, sociais ou intelectuais. Nem sempre, porém, ela reflete essa dimensão múltipla. Com freqüência, misturam-se todas as sensações num pacote único, perdendo-se a amplitude da personalidade, o que acaba por traduzir uma auto-estima sem muita estima.

Auto-estima significa gostar de si mesmo. O primeiro passo para isso, portanto, é se conhecer. Não posso amar nem dar valor ao que não conheço, pois corro o risco de fazer uma análise ruim da minha pessoa, se a base vem de valores que não são meus, mas dos outros: são do mundo e esse mundo adora pendurar os valores em lugares tão altos, que nunca são alcançados.

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E como é fácil para as pessoas caírem nas armadilhas do “eu não valho nada!” Se não possuo o corpo perfeito, se não sou tão inteligente como fulana, se não causo uma impressão em todos os homens da festa quando entro, então não devo ser grande coisa. Não vale a pena gostar de mim e nem investir na vida e nas relações.

Quando a auto-estima é negativa, baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos até de arriscar coisas novas, de sonhar. Por isso, diz-se que a auto-estima é um valor de sobrevivência.

Se nessa auto-consideração, ao contrário, se consegue ter sentimentos de aceitação e aprovação a respeito da própria aparência, pensamentos e capacidades, a predisposição para ser bem aceita e recebida será maior. Ao estabelecer contatos, esses sentimentos farão parte da nossa atitude. E a nossa crença sobre nós mesmos é o que passamos aos outros. Se eu sei que sei, começo a acreditar nisso e crio confiança para agir conforme a minha verdade e vou em frente! E da autoconfiança para o auto-respeito é um passo.

A pessoa com auto-estima elevada é comumente considerada egoísta. Parece que, infelizmente, na nossa língua, ter amor-próprio significa excesso de vaidade e arrogância, quando deveria ser o mesmo que gostar corretamente… Gosto de uma definição, do psicólogo Carl Rogers: pessoa significativa, que conhece o seu próprio significado e SABE que significa muito. 

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Saber se dar valor abre um mundo novo de relacionamentos com pessoas semelhantes, mais respeitosas, confiantes e hábeis, pois nos tornamos mais abertos e mais claros. Evita-se também assim aqueles com “baixa -estima”, que rodeiam a vida, e a intoxicam em vez de alimentar. Muita gente quer encontrar a “pessoa certa”. Só podemos encontrar a pessoa, a vida e a atitude certas quando acharmos que nós somos a pessoa certa!

Lembre-se: Ame-se primeiro e  muito! Se dê colo, força, apoio, faça mimos a você, se dê conforto e bem estar! Você merece! Tenha certeza que assim, será impossível alguém não lhe amar! Com mais amor ainda, vocês irão somar e não dividir!

Afinal, amor nunca é demais!!!”