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Elas provam que você não deve invejar o corpo de outras mulheres

Conteúdo original Boa Forma

Você provavelmente já passou por isso: ao abrir seu Instagram, uma sequência de fotos de mulheres com um shape aparentemente perfeito passa por sua timeline: barriga chapada, bumbum sem celulite e pernas tonificadas. Se seu sentimento ao se deparar com imagens como essa é reclamar do seu corpo, é hora de rever sua atitude.

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A realidade da maioria desses cliques? Eles foram tirados em um ângulo favorável e com uma boa luz, criando a “imagem perfeita”. O que acontece e (quase) ninguém assumia até agora é que a imagem dessas mulheres se torna bem diferente segundos depois da foto, ao relaxarem o corpo.

Mas há algumas semanas uma fit girl mudou isso. A montagem de fotos em dois ângulos diferentes de Anna Victoria, criadora do programa de emagrecimento “Fit Body Guides”, mostrou como as gordurinhas do abdômen dela podem ficar mais aparentes, dependendo da sua postura ou posição.

Aproveitando a onda da atitude corajosa de Anna Victoria, selecionamos outras mulheres que também ilustram que o que é compartilhado nas redes sociais nem sempre é a realidade das pessoas na fotos:

1. @selfloveclubb

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“A mesma menina, no mesmo dia, ao mesmo tempo”, escreveu Milly Smith, que dedica a sua conta no Instagram para propagar o amor-próprio. Na legenda, ela mostra como peças de cintura alta podem mudar a aparência do corpo feminino na frente da câmera.

2. @emilyskyefit

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A modelo britânica Emily Skye compartilhou um clique do seu “filho de sobremesa”, como escreveu na legenda. Segundo ela, seu objetivo é mostrar aos seguidores que a perfeição não existe – o que é fácil de esquecer quando passamos tanto tempo em mídias sociais sendo bombardeadas por corpos que parecem perfeitos.

3. @fitlifelucy

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A fitgirl australiana Lucy Baker compartilhou um antes e depois curioso: sua barriga aumentou em vez de diminuir. Na legenda, ela conta que alguns alimentos a fazem inchar e sentir-se péssima sobre o seu corpo – mas que tem aprendido o que não deve comer e que para qualquer problema há solução!

4. @girlxfit

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A britânica Charlotte mostrou uma transformação corporal incrível em apenas 30 segundos: no clique da esquerda, ela flexionou os músculos do abdômen, dando a impressão de uma barriga mais definida.

5. @saggysara

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Sara Puhto compartilhou essas três fotos para mostrar como suas formas mudam em 24 horas – uma depois de um treino matinal, a segunda, após refeição natalina, e a terceira, após malhar de novo na manhã seguinte. “Eu só queria lembrar vocês de que é normal a sua barriga ficar maior após grandes refeições e que nossos corpos não permanecem os mesmos durante o dia todo”, escreveu na legenda.

6. @jenwiderstrom

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O clique da crossfiteira Jen Widerstrom mostra a clássica diferença do abdômen quando estamos de pé e sentamos. “Não se estresse com a forma do seu corpo em certas posições. Essas fotos foram tiradas com 2 minutos de diferença!”

Geração saúde ou geração tormento?

Não raro, vemos por aí muitos projetos para emagrecimento, dietas que prometem milagres e a continuidade da já antiga ditadura da beleza esculpindo outros moldes: a geração sarada.

Aqui, buscamos dicas, temas e conhecimento para tentar contribuir para que a sua vida seja mais leve, sadia e equilibrada. Não tem certo ou errado. O que existe é aquilo que você elege para si como saudável e adequado.

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Por isso, resolvemos compartilhar uma entrevista muito interessante com a nutricionista Paola Altheia, escrita pela colunista Juliana de Faria, do site M de Mulher. É curta e vale a pena ler e refletir. Confira:

“Lemos o tempo todo sobre corpos saudáveis, comidas saudáveis, exercícios saudáveis e, no entanto, muito pouco sabemos sobre o que é ter saúde de fato. Isso porque temas tão importantes e delicados como cuidado ao corpo e auto-estima passaram a ser tratados de forma bruta, desumana e nociva.

Informações falsas e equivocadas são divulgadas em mídias sociais de pessoas sem instruções ou conhecimento médico, confundindo as pessoas e as estimulando a fazer dietas e #projetos malucos. Humilhações disfarçadas de motivação são espalhadas aos quatro cantos do mundo fit – quem nunca se deparou com a conhecida frase “se está ruim para mim, imagina para quem jantou”.

Será que já não está na hora de repensarmos esta conversa? De sermos mais generosas com nós mesmas, com nossos corpos e os corpos alheios? Encontrar uma abordagem ao tema que seja mais humana, que coloque nosso bem-estar como prioridade?

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Essa é a luta de Paola Altheia, nutricionista, bailarina e criadora do Não Sou Exposição, blog onde ela, de maneira didática e bem-humorada, desconstrói os mitos do emagrecimento e padrões de beleza. Aqui, ela fala sobre os erros da tal “geração saúde” e como podemos vencer ansiedades geradas por esse mercado:

Juliana de Faria: Qual a sua visão sobre o momento atual com relação ao cuidado do corpo, alimentação e nutrição?
Paola Altheia: É um momento preocupante e paradoxal. Porque nunca se falou tanto em vida saudável e comidas especiais e nunca se observou um crescimento tão vertiginoso dos problemas de comportamento alimentar e de autoimagem. Fat Talk e Diet Talk, expressões que não têm (ainda) equivalentes em português, expressam o desconforto das mentes das pessoas completamente aterrorizadas, detestando seus corpos e sem saber o que comer.

Quantas vezes testemunhamos diálogos sobre a culpa de ter saído da dieta, ou sobre o quanto um determinado alimento é calórico ou uma dica para “secar barriga” (a barriga estava molhada?). E quantas vezes na semana um grupo de mulheres é capaz de se reunir para cantar uma ladainha de críticas ao próprio corpo (celulites, dobrinhas, estrias, gordurinhas, peso, número do manequim…).

A tal da “geração saúde” é, na verdade, a “geração tormento”. A comunidade médica e científica está tão desesperada para conter o avanço do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas ao redor do globo que o resultado disso é que atualmente vivemos um momento de franco terror dos alimentos e da gordura (no nosso corpo, no corpo dos outros e na comida).

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JF: O que é o terrorismo alimentar e como podemos estabelecer uma relação de paz com a comida?
PA: O terrorismo nutricional é a dicotomia pode/não pode, bom/ruim, certo/errado, saudável/não saudável. A alimentação humana, que é manifestação cultural e fator de socialização, está sendo discutida e definida de forma reducionista, alarmante e simplista. As pessoas estão desnorteadas, sem saber o que comer e acreditando que os alimentos podem ter propriedades mágicas de emagrecimento ou um potencial engordativo satânico (aliás, quando eu falo sobre culto ao corpo eu quero dizer “culto” no sentido pleno da palavra: nós adoramos corpos. Veneramos a massa magra. E acreditamos que a gordura é a fonte do Mal na Terra).

Para se desfazer deste pensamento perturbador, é importante entendermos que o que vai definir se um alimento engorda/emagrece ou faz bem/faz mal é a quantidade e a frequência do consumo. Ou seja: a questão não é o alimento em si, mas sim o uso que se faz dele. Eu sou nutricionista, no entanto, não acredito em dietas e não as prescrevo.

Cada pessoa precisa resgatar a consciência corporal necessária para identificar seus sinais de fome e saciedade sem que normas alimentares comandem seu corpo de fora para dentro. A alimentação saudável é um fenômeno que ocorre de dentro para fora. Muito se propaga que a pessoa emagrece e em seguida vai ficar em paz. E a realidade é o inverso disso: primeiro você fica em paz com os alimentos e com o seu corpo. E o emagrecimento vem por consequência.

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JF: Você sofre com muita violência online. Fale um pouco sobre gordofobia e o motivo que leva as pessoas a agirem assim.
PA: Existem pessoas que me vêem como uma maluca que fica na internet glorificando a obesidade. Que sou uma nutricionista que escolheu o curso errado porque eu não passo dietas. Onde já se viu dizer que uma pessoa gorda tem o direito de ser feliz, se tudo o que a sociedade prega é o contrário? O meu trabalho é um vilipêndio contra crenças limitantes profundamente enraizadas na cabeça das pessoas: mulheres têm obrigação de fazer dieta, todo magro é saudável, todo gordo é doente, magreza é bonito , gordura é feio, magros têm disciplina e gordos não têm “força de vontade”.

Eu chacoalho este tonel de preconceitos, chacoalho duro e chacoalho forte! Algumas pessoas sobem pelas paredes porque eu digo que não é proibido comer bolo de chocolate e que ninguém tem a obrigação de ir para academia malhar todos os dias. Lembremos que o que eu proponho é o caminho do meio. A corda do instrumento quando muito tensionada, arrebenta e quando muito frouxa, não produz som algum.

Nós também precisamos encontrar o bom senso e o equilíbrio no nosso cuidado com a saúde. Gosto da Frase de Oscar Wilde que diz que “convém ser moderado em tudo, até na moderação”. Em tempos de No Pain, No Gain não há lugar para a moderação (e um pouquinho de preguiça). Essa é a razão de tanta animosidade. Haters e cyberbullying são realidades que todo blogueiro enfrenta. Eles podem te derrubar ou você pode usá-los como trampolim. Eu prefiro a segunda opção.”

Fonte: M de Mulher

É possível ser feliz sozinho?   

Uma reflexão para quem está às voltas se lamentando por estar sozinho(a) e deixando de aproveitar a melhor companhia, que é a sua própria. Ame-se, respeite-se e não tenha medo de ser feliz. Sozinho(a) ou acompanhado(a), a responsabilidade da felicidade não muda: continua sendo sua! #reflita

Texto de autoria da psicóloga Cláudia Morais

“Olhe à sua volta. Quem são as pessoas mais felizes que conhece? Como é que elas vivem? São casadas, solteiras, viúvas ou divorciadas? E como é que você sabe que essas pessoas são REALMENTE felizes?

Crescemos inundados de histórias de amor romântico que acabam por moldar a nossa percepção da felicidade. Ao ponto de muitos de nós se convencerem de que só é possível ser feliz a dois. Um dos problemas que decorrem deste pensamento irracional é a busca permanente de um parceiro, como se uma má companhia fosse melhor do que estar sozinho. Algumas pessoas sofrem deste mal – colecionam maus relacionamentos porque têm medo de estarem sozinhas.

Sem iludir ninguém: os estudos mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm um companheiro. Em rigor, as pessoas mais felizes são as casadas. Mas atenção: isso só é verdade para aquelas que se sentem satisfeitas no casamento. Na prática, o casamento não só não é garantia de felicidade como, se se tratar de um mau casamento, também é garantia de infelicidade.

Se as pessoas insatisfeitas com o seu casamento (ou relação amorosa) são mais INFELIZES do que os solteiros, os viúvos ou os divorciados, por que teimamos em fugir a sete pés da solidão? Por que é que há pessoas que se desesperam perante a ideia de estarem solteiras? Por que é que alguns olham de lado para quem assume que prefere estar só?

A verdade é que é o medo do desconhecido que, muitas vezes, nos impede de fazer as escolhas certas. Até um dia. Até ao dia em que uma ruptura amorosa nos empurra para uma situação nova. E depois da dor surge uma admirável tranquilidade que nos faz apreciar a vida e os outros laços afetivos de uma forma diferente.

Há pessoas que se sentem muito bem sozinhas. Há até quem se sinta incrivelmente feliz nessa condição, por mais que isso seja gerador de incredulidade.

A maior parte dessas pessoas está sozinha a título temporário. É uma questão de tempo até que voltem a amar, a comprometer-se. Mas, às vezes, passam-se anos – 2, 3, 4, 5 anos! – até que isso aconteça. E, nesse período, conseguem ser estupidamente felizes. Precisamente porque reaprenderam a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente.

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A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar.”

Defesa pela diversidade do corpo: priorizar o bem-estar sobre a perda de peso

Uma nova avaliação dos profissionais de saúde, e da forma como eles enfatizam o peso para definir a saúde e o bem-estar, sugere que esse tipo de conduta possa ser prejudicial aos pacientes.

A autora do artigo de revisão, Dra. Rachel Calogero, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Kent, em conjunto com especialistas de outras instituições e organizações, recomenda que esta abordagem, conhecida como “peso-normativo”, seja substituída por profissionais de saúde, autoridades públicas e membros políticos pela condução de “peso-inclusivo”.

Conduções pelo peso-inclusivo, como a iniciativa Health At Every Size (Saudável em todos os tamanhos), enfatizam uma visão da saúde e bem-estar com esforços multifacetados e diretos para a melhoria do acesso a saúde e redução do estigma de peso.

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Baseados em seu estudo, os autores dizem que todos os responsáveis oficiais pela promoção da saúde devem erradicar o estigma de peso, a vergonha da gordura e as prescrições de mantas para perda de peso e defender políticas de facilitação da saúde e bem-estar para todos, independentemente da forma do corpo.

A revisão, publicada na atual edição do Journal of Obesity (Jornal da Obesidade), aponta para o fracasso das intervenções de emagrecimento em sustentar o baixo peso e promover a melhoria da saúde.

O conteúdo destaca os perigos da dieta iô-iô na saúde física e mental, a ligação entre as dietas e os transtornos alimentares e o estigma generalizado do peso como evidências dos custos físicos, mentais, emocionais e éticos de uma abordagem de peso-normativo.

Os autores dizem que a prática do peso-inclusivo abandona o foco na balança e destacar determinantes sociais da saúde, como o racismo e a pobreza. É uma abordagem que aceita e apoia a diversidade humana – incluindo a diversidade de tamanho.

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A revisão sugere ainda que o peso-inclusivo seja capaz de bloquear alguns problemas de saúde já marcados na sociedade, como os de peso, e oferece uma compreensão baseada em pesquisa mais acuradas sobre a saúde positiva e o bem-estar para todas as pessoas.

Fonte: ScienceDaily
Tradução fiel de autoria do blog.

A importância da mente sã para a conquista do corpo são

Hoje em dia é muito comum conhecer casos de pessoas que sabem que precisam cuidar mais do corpo e da saúde, perder peso, entrar em forma, mas não fazem nada para que esse plano mental vire realidade e se estabeleça na vida. Você conhece alguém assim? Você é assim? Esse comportamento vem se repetindo e multiplicando por causa de um fator essencial na conquista do equilíbrio: controle psicológico.

E não se trata de loucura ou disparate ocasional não. A saúde psicológica interfere diretamente na saúde física, passando intimamente pelo comportamento alimentar, auto-estima e auto-imagem.

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Uma pessoa que não é feliz com o seu corpo ou com a sua vida, de uma forma geral, tende a descontar suas perdas e insatisfações na comida. Pode ser que isso gere problemas maiores, como a obesidade ou problemas relacionados ao ganho excessivo de peso como colesterol ou diabetes, ou menos graves, mas ainda assim preocupantes, como isolamento social, tristeza profunda e introspecção emocional.

A nossa mente é um ambiente muito peculiar e propício a diversas situações. E essa capacidade enorme de funcionamento pode pesar ao lado positivo, negativo ou ao equilíbrio, que é o estado ideal.

Sempre falamos sobre isso aqui e por aí é o que mais se vê ou ouve: o sucesso do emagrecimento e da saúde física está em aliar uma alimentação saudável à prática de atividade física. No entanto, a peça chave que fica implícita nesse processo é o equilíbrio psicológico.

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A gente começa a emagrecer no cérebro. É a partir daquilo a que você se determina no íntimo que as peças do lado de fora, na vida, começam a se movimentar. Vem da nossa capacidade de planejamento e objetivação dos planos. Você primeiro estrutura suas ações no cérebro e depois as executa. Acontece todos os dias e a todo o momento.

Mas porque quando se trata de emagrecimento, você não consegue levar adiante? Isso acontece pela falta de start. Pela ausência de uma consciência, que é difícil de explicar, mas que se configura no momento em que você realmente se determina a fazer acontecer.

Por isso é tão difícil que certas pessoas comecem e mantenham um plano de reeducação alimentar e de exercícios físicos. Cada um tem seu tempo e suas necessidades. E por isso também é tão surpreendente ver pessoas que conquistam o corpo dos sonhos, e reconquistam a saúde, batalhando diariamente dentro do máximo possível, mesmo sem dinheiro pra pagar academia.

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O seu estado psicológico determina os rumos da sua vida, sim! Pode ser os relacionamentos que não vão pra frente, os planos que não dão certo, o emprego que está ruim, o dinheiro que não rende, desentendimentos familiares etc… Enquanto seu sua mente está mergulhada em problemas e rolos que tomam o tempo e a sugam as energias, todo o resto, que também é importante, fica para depois, num segundo plano que acaba sendo negligenciado e nunca colocado em prática.

Para dar certo, você precisa manter-se bem, em estado de equilíbrio, valorizando suas conquistas, e derrotas (claro! por que não?), e consciente de que você é importante e também merece ocupar o primeiro lugar. Dê-se tempo, todos os dias. Um tempo para cuidar de si e lembrar do que realmente importa. Ninguém precisa perder por isso (nem marido, nem filhos), pois estar bem para si é estar bem para os outros.

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Devemos nos lembrar sempre: a vida começa de dentro para fora.

Para refletir: Solidão

 Texto de Maria Rocha, psicóloga clínica, autora do blog Papo Gula:

“A solidão é muito mais do que um sentimento de precisar estar com alguém, ou ter uma companhia ou querer alguém para fazer certos programas.

A solidão é um sentimento que te isola completamente do mundo, você pode estar em uma festa ou rodeado de pessoas e mesmo assim se sentir sozinho, completamente perdido, sem base, sem você.

O estar sozinho em um espaço físico te desespera mais ainda por não saber estar em sua própria companhia, não suportar o seus próprios pensamentos e ideias. É ambíguo, pois te desespera estar em volta de várias pessoas que nunca vão preencher aquele vazio que você está sentindo, mas também te desespera pensar em ficar sozinho na sua própria companhia.

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Vivemos em uma sociedade que oprime muito dos nossos pensamentos, das nossas emoções e que não nos permite estar triste. Temos que seguir um padrão que, às vezes, não nos agrada, só agrada às pessoas ao nosso redor. Essa sensação de ter que viver de acordo com a sociedade nos isola mais ainda do que nós somos de fato, nos deixando cada vez mais sozinhos. Na minha opinião o maior antidoto para a solidão é aprender a ficar sozinho, assim você vai poder estar em qualquer que seja a companhia.

Amar a si mesmo, buscar o autoconhecimento, reconhecer suas conquistas e vitorias, seus erros, aprender com eles, se auto analisar vão fazer de você a sua melhor companhia.

Não tenha medo de ser feliz, de dizer que ama, de falar o que pensa, de rir de si mesmo, de falar besteira ou o que não deve, de cometer erros, de comer demais, de fazer o que gosta, pagar mico, falar bobagens, cantar no chuveiro, de dançar como se ninguém tivesse te olhando, de ser sincero, diferente, rir alto, de se achar bonito estando fora do padrão de beleza, de ser brega, bagunçar o cabelo, chorar, borrar a maquiagem e de ir à praia com umas gordurinhas a mais. Não se sinta mal por não estar acompanhado, não se sentir desejado, amado… Tenha medo de não ser feliz, de não demonstrar o que sente e de viver prisioneiro de uma sociedade que dita valores.

A hora de ser feliz é agora, a felicidade não bate na sua porta, quem a cria é você. A felicidade e a vida acontecem sempre no presente.”

Que todos tenhamos uma excelente semana a todos!