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O que é seletividade alimentar?

A seletividade alimentar é definida por uma rejeição alimentar, desinteresse pelo alimento e falta de apetite. É um comportamento característico da fase pré-escolar, mas, quando presente em ambientes familiares disfuncionais, pode se intensificar e prolongar até o período da adolescência.

Os fatores que contribuem para a seletividade alimentar infantil podem variar bastante, considerando a hipersensibilidade sobre as cores, texturas e cheiros dos alimentos, bem como a rotina da família, ambiente, tipos de alimentação, dificuldade para engolir e mastigar, entre outros aspectos que precisam ser analisados para a identificação da melhor intervenção a ser realizada em cada caso. E o mais importante NÃO é FRESCURA.

Busque ajuda de um profissional em nutrição! 😉

Texto de Izabella Costa

Aplicativos para treino e dieta

Balança inteligente

Mais do que informar o peso, a recém-lançada balança Fitbit Aria Wi-Fi Smart Scale ajuda na motivação para atingir a sua meta. Ela alimenta o seu perfil no site do Fitbit com dados sobre o seu peso, percentual de gordura no corpo e IMC (Índice de Massa Corpórea). Com isso, é possível acompanhar em gráficos a evolução da dieta.

Já para quem que evitar levar sustos ao pisar na balança, a Quantum pode ser uma boa opção. A balança só informa o que você ganhou ou perdeu desde a última vez que pesou, sem revelar o peso total. Isso deixa mais evidente as pequenas conquistas ao longo da dieta, já que a perda de peso saudável acontece de forma gradual.

Aplicativo do Dieta e Saúde

Com mais de 500 mil downloads em 2011, o aplicativo do Dieta e Saúde para iPhone é o mais baixado na app store brasileira na área de Saúde e Fitness. Ele é gratuito e disponibiliza as informações nutricionais de mais de quatro mil alimentos (calorias, carboidratos, proteínas e gorduras). Além disso, envia uma avaliação de peso atual, peso ideal e IMC e acompanha a evolução no processo de perda de peso. Caso você utilize o programa de emagrecimento do Dieta e Saúde, também poderá consultar a quantidade de pontos que cada alimento possui para montar o cardápio ideal. Há versões disponíveis também para iPad e Android.

Conteúdo de Minha Vida

Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

Por Vivian Carrer Elias em Veja Saúde

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O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

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Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade – e voltem para o sofá.

Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Cinco passos para sair do sedentarismo

1. Avalie o seu físico

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Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física.

“Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

2. Estabeleça metas realistas

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Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

3. Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo.

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A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.” 

4. Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

5. Persista nos novos hábitos

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É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.