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Desafio dos 30 dias de Gratidão

Desafio dos 30 dias de Gratidão

Recentemente a rede de presentes criativos Uatt? lançou uma campanha de inspiração super bacana que consideramos valer a pena ser compartilhada: é o desafio dos 30 dias de gratidão.

Segundo a própria definição da marca,

GRATIDÃO é um sentimento, na verdade uma atitude simples de reconhecimento. É um ato super positivo, que foca a sua atenção nas coisas boas que a vida te dá todos os dias. Ela não exige muito, só concentração e que VOCÊ pratique. Sim, sozinho.

A verdade é que todos somos gratos a alguma coisa, mesmo que seja mínima, ao longo do dia, não é?! Ter saúde e um corpo que funciona perfeitamente em suas funções é extraordinário! Imagine uma vida sem poder realizar aquilo que você mais gosta.

Muitos acreditam que a gratidão é uma espécie de canal, uma frequência, que quando em sintonia multiplica-se ainda mais no bem e na positividade. Já parou para pensar nisso?! Em agradecer o que lhe acontece durante a rotina ou mesmo àquelas pessoas que tornam a sua vida melhor?!

Se você tem vontade de inserir essa atitude na sua vida, não sabe bem por onde ou como começar, ou não é muito bom em se expressar, a planilha da gratidão pode ajudar (e muito!). Basta dedicar um minutinho do seu dia para preencher um quadradinho com o motivo pelo qual você é grato(a). Após dos 30 dias, além de poder visualizar quantas coisas agradáveis lhe aconteceram, você poderá seguir sozinho (a), agradecendo a sua maneira e mantendo-se um pouco mais em harmonia, sem reclamar tanto (às vezes até do que nem tem tanta importância assim).

Vamos embarcar nessa ideia?! Para baixar a planilha, clique AQUI. #GratidãoMudaTudo

*Não se trata de campanha paga, nem publipost, apenas a disseminação de uma ideia que o blog acredita.

Mentalize e repita!

Feliz Natal

Feliz Natal!

Que você possa celebrar com saúde, amor, prosperidade e união! Desejamos que nada lhe falte, seja material ou imaterial! Boas Festas!

 

#Boa Semana

Chegou a primavera

“Sejamos como a primavera que renasce cada dia mais bela… Exatamente porque nunca são as mesmas flores.”

Clarice Lispector

Todos os truques para baixar o colesterol

Conteúdo original de Minha Vida

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Ele é como uma faca de dois gumes: é essencial na produção hormonal, mas, em excesso, se transforma em risco à saúde. Certamente você já deve ter sido alertado sobre os perigos de não controlar as taxas de colesterol, esse, muitas vezes, incompreendido.

O cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração, Daniel Magnoni, explica que, quando os níveis estão acima do indicado, as frações da gordura ficam mais disponíveis na circulação. Entre estas frações, encontra-se o LDL, considerado como colesterol ruim. Ele se deposita na parede interna das artérias e inicia o processo de acúmulo de gorduras, levando ao entupimento das veias. Os excessos podem ser gerados por duas razões: fatores genéticos ou hábitos alimentares errados. O que acontece é que cerca de 70% do colesterol produzido vem do fígado.

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Ambos os casos podem ser revertidos com alguns acertos no menu diário. O especialista explica que, quando as calorias da dieta são ultrapassadas, o organismo passa a armazená-las para um eventual período de falta. Esse armazenamento é feito em forma de colesterol.

Se você detectou que suas taxas de colesterol estão acima do recomendado, ou ainda, se quer evitar o aumento perigoso à saúde do coração, alguns truques precisam ser colocados em ação.

Troque as versões integrais pelas desnatadas

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A recomendação está relacionada aos alimentos de origem animal, devido à grande quantidade de gordura saturada que apresentam. Na lista dos campeões neste tipo de gordura estão queijos amarelos, leite integral, carnes gordas e pele de aves como frango.

De acordo com a responsável pela equipe nutricional do MinhaVida, Roberta Stella, a melhor opção para controlar os níveis da gordura é trocar os queijos amarelos pelos brancos, o leite e seus derivados pelas versões desnatadas, e as carnes gordas pelas magras. Hoje em dia, já é possível encontrar nas prateleiras iogurtes com 0% de gordura , lembra.

O que isso tem a ver com as taxas de colesterol? Tais alimentos estão relacionados com o aumento das taxas de colesterol ruim, o LDL. E assim como a gordura saturada, o colesterol também está presente nos alimentos de origem animal. Seria como matar dois coelhos numa cajadada só. Além dos alimentos listados acima, é importante evitar o consumo de manteiga, gema de ovo e banha de porco , ressalta Roberta. Atente também às preparações que contam com tais ingredientes, como bolos e tortas.

Maneire nas carnes

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O alerta é redobrado aos bifes de carne vermelha porque eles são os que apresentam uma quantidade maior de colesterol, especialmente cortes que levam mais gordura. Porém, isso não significa que elas devem ser totalmente excluídas do menu.

Controlando a ingestão dos outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até três vezes por semana , tranqüiliza a especialista.

O fato de as carnes vermelhas oferecerem mais colesterol, no entanto, não faz com que os outros tipos de carnes possam ser consumidos à vontade. De acordo com Roberta, as carnes brancas e magras também possuem colesterol e, por isso, devem ser dosadas. Os alimentos que contêm colesterol devem ser monitorados de uma forma geral. Leve em conta que o total da gordura obtido em um dia deve ser menor que 300 mg , completa.

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Retirar a gordura visível das carnes é mais um conselho da nutricionista do MinhaVida para ficar de olho no colesterol colocado no prato. Isso faz com que a quantidade de colesterol se reduza. Cem gramas de contra-filé grelhado com gordura contêm 144 mg de colesterol. Sem a gordura, a quantidade diminui para 102 mg , exemplifica. Quando optar por carnes brancas como frango, retire a pele. Cem gramas de peito de frango com pele contêm 80 mg de colesterol. Sem a pele, o valor passa a ser 59 mg , compara a nutri.

Controle a ingestão de biscoitos recheados

Você deve ficar de olho não só nas bolachas doces, mas em todos os produtos que levam gordura trans em sua composição. A indústria alimentícia utiliza a gordura hidrogenada na preparação de alguns produtos. A gordura hidrogenada, por sua vez, apresenta gordura trans , diz a nutricionista. O perigo do ingrediente é o mesmo que o da gordura saturada. Ou seja, ela influencia no aumento das taxas de LDL.

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Na hora das compras, verifique a porcentagem de valor diário (%VD) no rótulo dos alimentos. Valores de %VD acima de 20 são considerados altos. Opte por aqueles que apresentam números inferiores de gorduras saturadas, trans e colesterol , dá a dica a especialista.

Lance mão dos óleos vegetais

Na luta para abaixar os níveis de colesterol, em vez de apenas restringir o consumo dos vilões, você pode recorrer à ajuda de alguns mocinhos. O óleo de canola e o azeite de oliva são bons exemplos de alimentos que você deve incluir na dieta. Segundo Roberta, as gorduras monoinsaturadas presentes nos dois tipos de óleos vegetais ajudam a reduzir as taxas de LDL, colesterol maléfico.

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Já os óleos vegetais ricos em gorduras poliinsaturadas, como o de soja, girassol e milho, aumentam os níveis de HDL, considerado como bom colesterol. A dica da especialista, portanto, é, além de ficar de olho na quantidade de gorduras saturadas e trans, dar preferência aos alimentos com maior quantidade de gorduras mono e poliinsaturadas. Outras opções de alimentos ricos nas gorduras que somam pontos positivos na luta contra as taxas de colesterol são os peixes.

Corte as frituras da sua rotina alimentar

Roberta explica que, apesar do que se pensa, os alimentos fritos não influenciam diretamente no aumento de colesterol, a não ser que tenham sido produzidos com gordura de origem animal, como banha de porco. Porém, quando superaquecidos, os óleos sofrem mudanças nas estruturas das moléculas. Assim, o efeito que eles possuem de aumentar o HDL fica neutralizado , esclarece a especialista do Minha Vida. Mesmo quando preparadas em óleos vegetais, as frituras não são aconselháveis para quem quer controlar os níveis de colesterol sanguíneo.

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Além deste fator apontado por Roberta, ela lembra que o superaquecimento e reaproveitamento dos óleos formam substâncias que modificam o cheiro e a textura deles. A acroleína, por exemplo, é uma substância que irrita a mucosa intestinal , cita ela. Prefira sempre os assados e cozidos, mas não esqueça de dar atenção também ao tipo de alimento ingerido , completa.

Pratique exercícios físicos

Os exercícios também entram em ação na luta contra o colesterol elevado. O especialista do HCor esclarece que, ao suar a camisa, você utiliza suas reservas energéticas, ajudando na diminuição de gordura corporal e, conseqüentemente, na baixa do colesterol sanguíneo.

Entenda como sua alimentação pode favorecer a fadiga

Conteúdo original de Minha Vida
Por Dr. Roberto Navarro Sousa Nilo Nutrologia CRM 78392/SP

Uma das queixas mais frequentes que tenho escutado no consultório ultimamente é o cansaço, desânimo, indisposição, fadiga, ou como queiram falar.

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A questão é que muitas condições clínicas podem levar ao aparecimento destes desconfortáveis sintomas, cabendo ao médico neste primeiro degrau descartar as doenças mais graves que cursam com perda progressiva do vigor físico, perda de peso, falta de ar ao realizar um pequeno esforço, pois o tratamento deverá ser instituído o mais rápido possível para que haja a pronta recuperação do paciente. Estão neste grupo as doenças cardíacas, pulmonares, hormonais e o câncer.

Porém, muitas vezes, a fadiga se torna um companheiro quase diário e não há nenhuma doença específica já instalada que a justifique. Entra aí então um possível vilão silencioso: a má alimentação. Os desbalanços nutricionais podem ocorrer sempre que deixamos de lado a busca de uma alimentação balanceada, variada e suficiente em todos os nutrientes que nosso organismo necessita para funcionar e passamos a comer apenas os alimentos com baixo valor nutricional.

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Devemos ingerir quantidades adequadas de macronutrientes, como carboidratos, proteínas e lipídeos e de micronutrientes, como os minerais e as vitaminas. A oferta de todos estes nutrientes só está garantida quando nos alimentamos de todos os grupos alimentares, como os legumes e verduras, cereais, leguminosas, frutas, óleos e gorduras (as boas), carnes e ovos, leite e derivados.

Aliás, os alimentos foram divididos em grupos justamente por que cada um deles é rico em determinados nutrientes importantes para nossa saúde e se ingerirmos porções adequadas de todos eles no dia a dia provavelmente estamos suprindo nosso organismo em suas necessidades.

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Respeitando as alergias e intolerâncias alimentares, que nos obriga a excluir determinados alimentos do prato, não há justificativa para excluirmos grupos alimentares específicos, principalmente por modismos ou crendices sem fundamento. Não à toa a raça humana é classificada como “onívora”, ou seja, está adaptada a ingerir alimentos tanto de origem animal quanto vegetal.

Por isso os vegetarianos estritos ficam vulneráveis à deficiência de vitamina B12, que deve ser suplementada neste grupo de pessoas, que aliás, quando deficientes nesta vitamina, também se queixarão de fadiga, cansaço, dificuldade de concentração. Contudo, uma pessoa que só se alimenta de produtos animais e não ingere os vegetais, terá também problemas de saúde por isso. O que vale é o equilíbrio.

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Mas quais os nutrientes específicos, quando pobres na nossa alimentação, geram mais frequentemente o cansaço e a perda de vigor? Sem dúvida o mais frequente é a carência de ferro. Nossos glóbulos vermelhos (hemácias) carregam o oxigênio que respiramos até cada célula do nosso corpo, e o ferro é fundamental neste processo. O oxigênio gera a energia suficiente para que cada célula funcione adequadamente e quando este não consegue suprir todas elas, está instalada a anemia, que certamente causará sintomas como cansaço, desânimo, perda de vigor, dores de cabeça, dores nas pernas, unhas frágeis, queda de cabelo e baixa imunidade, com infecções frequentes.

A anemia ferropriva (por deficiência de ferro) é hoje considerada a carência nutricional mais prevalente no mundo, inclusive no Brasil, e os grupos que correm mais risco em tê-la são as crianças, gestantes, idosos e mulheres com perda sanguínea exagerada na menstruação. O alimento mais rico em ferro de origem animal sem dúvida é a carne vermelha, mas os peixes, aves, ovos e leite (e seus derivados), também são boas fontes.

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Já as boas fontes de ferro de origem vegetal são as verduras verde-escuras como agrião, rúcula, espinafre, couve e os legumes como o brócolis. Também são boas fontes vegetais de ferro as leguminosas como feijão, ervilha, grão-de-bico, soja, lentilhas e o melaço da cana.

Outra carência nutricional que também gera cansaço, fadiga, dificuldade de concentração, formigamento nas mãos e pés e também desencadeia anemia (megaloblástica) é a deficiência de vitamina B12. Esta importante vitamina cujo nome técnico é cianocobalamina, possui em sua estrutura o cobalto, um elemento químico (metal de transição) que dá estabilidade à hemoglobina, proteína que está dentro dos glóbulos vermelhos e que é responsável pelo transporte do oxigênio até as células.

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As principais fontes de vitamina B12 são as mesmas dos alimentos que contêm ferro, de origem animal, citadas acima. A vitamina B12 encontrada em fontes vegetais como o trigo germinado e levedo de cerveja parece não trazer a mesma estabilidade à hemoglobina. Os grupos mais vulneráveis à deficiência de vitamina B12 são os alcoólatras, vegetarianos estritos, uso contínuo de medicamentos que diminuem a acidez estomacal, como os antiácidos e o grupo dos bloqueadores da bomba de prótons ( omeprazol e similares ).

As baixas taxas de vitamina D no sangue, o que vêm se mostrando mais frequente na população como se imaginava, também pode ser uma causa de fadiga frequente. Sabe-se atualmente que a vitamina D cumpre muitas funções no organismo muito além de atuar na absorção do cálcio e na saúde óssea, mas não se sabe exatamente qual mecanismo envolvido que desencadeia a sensação de cansaço quando em baixos níveis no sangue, talvez por também ser matéria prima para a produção interna dos hormônios esteróides como a testosterona, progesterona e estrogênio. Se os níveis sanguíneos então da vitamina D ficam baixos, poderá haver menor produção de hormônios esteróides, o que poderá levar a sensação de desânimo e perda de vigor.

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Por mais que ingerimos alimentos fontes de vitamina D, dependemos também de um mínimo de exposição à luz solar para transformá-la em sua forma ativa (colecalciferol), sendo recomendado pelo menos 20 minutos duas a três vezes por semana, pelo menos 20 a 30% do total do corpo exposto, por exemplo só as pernas ou só os braços. Boas fontes animais de vitamina D são os ovos, salmão, atum, sardinha, iogurte, fígado bovino e fontes vegetais incluem os cogumelos comestíveis. Ficam vulneráveis à deficiência de vitamina D quem raramente se expõe ao sol e não ingere adequadamente os alimentos fontes. Em alguns casos a suplementação desta vitamina se torna fundamental.

As dietas muito restritivas em valor calórico, como as abaixo de 1.000 calorias, geralmente não suprem a quantidade mínima de vitaminas do complexo B (B1,B2,B3,B5,B6) que têm funções importantes na produção de energia dentro de todas as nossas células. É frequente pessoas que querem perder peso e optam por dietas da moda com grande restrição calórica queixarem de fadiga, queda de cabelo, desânimo e que logo abandonam o método por perda de qualidade de vida.

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Do exposto acima fica claro que ainda uma alimentação equilibrada é o melhor caminho para termos qualidade de vida e longevidade com saúde. Continuo insistindo que a melhor dieta é a do bom senso e que saúde não se compra, se conquista. Abraço à todos!