Tag: bom humor

Sobre a vida….

Música para acordar

Seguindo no clima pós-Lollapalooza (quem foi?!), uma sugestão de música gostosinha para acordar. Aquela companheira para saltar da cama com bom humor, servindo de trilha ao escovar os dentes. 😉

Lembra um pouco o Michael Jackson, não?! Gosto! Que seja uma experiência gostosa para vocês também! Boa semana!

Receita: sucos para revitalizar o corpo e animar o seu dia

Nem todo mundo consegue começar a semana já engrenado na energia, animado e vendendo sorrisos. Mas não vai ser por isso que você vai sair por aí com cara de segunda-feira, benhê! Deixe que o tempo cumpra seu papel e mostre ao mundo a sua melhor versão! Quer um empurrãozinho?! Corre pra cozinha, checa a geladeira e venha se alimentar de ânimo, coragem e alegria para esbanjar uma semana maravilhosa!

Para ganhar Ânimo

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  • 125g de beterraba
  • 1 maçã
  • 5g de gengibre
  • 460g de cenoura

Corte a beterraba, a cenoura e a maçã (com casca e sem sementes) em pedaços e bata com gengibre na centrífuga. Rende 1 copo, é indicado para anemia e problemas digestivos, além de aumentar a disposição.

Para ganhar Coragem

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  • ½ pimentão vermelho
  • 1 maçã
  • 155g de beterraba
  • 350g de cenoura

Corte as cenouras em pedaços de 5 cm, pique também as beterrabas, as maçãs e o pimentão (sem sementes) e bata tudo na centrífuga. Rende 1 copo, é rico em ferro, bioflavonóides e vitamina C. Indicado para anemia e pessoas que não se alimentam bem.

Para a Alegria

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  • 1 abacaxi bem maduro
  • 5g de hortelã
  • 5g de gengibre

Descasque o abacaxi e corte em pedaços, retirando o miolo. Bata com os outros ingredientes. Rende 1 copo. Suco enzimático rico em potássio, é indicado para hipertensão, resfriados e problemas respiratórios. Dá bastante energia.

Seus problemas acabaram!

Porque quando se descobre algo desse nível, é obrigação compartilhar!

Bom final de semana, gente!
É sexta! 😉

Como manter o Equilíbrio em tempos difíceis

Por Rosane Queiroz e Kátia Stringueto em Bons Fluídos Digital

Osho (1931-1990), filósofo e mestre espiritual indiano, certa vez ouviu de um aprendiz: “Por que o senhor não diz algo sério?”. Porque ele vivia brincando e contando piadas, ao mesmo tempo em que passava seus ensinamentos. “Ele criava o discurso em torno da piada, e não poderia ser diferente. Rir é uma maneira de sair da mente”, atesta AnandGoloka, mestre de meditação no Osho Internacional MeditationResorte, em Puna (Índia), e no Brasil.

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 No Tarô Zen de Osho, a carta “Espírito Brincalhão” dá o recado sobre o valor do bom humor: “O zen excluiu-se do mundo sério, criou um mundo próprio muito divertido, cheio de risos, no qual até os grandes mestres se comportam como crianças”.

Mas é no texto “A Revolução: Conversas Sobre Kabir” que Osho passa a maior mensagem sobre a importância de cultivar o riso: “A vida inteira é uma grande piada cósmica. Não é um fenômeno sério — leve-a a sério e você continuará a perder o essencial. Ela só é compreendida por meio do riso. (…) A minha definição do homem é que ele é o animal que ri. Nenhum computador ri, nenhuma formiga ri, nenhuma abelha ri. (…) É só o homem que pode rir; é o pico mais alto do crescimento. (…) Se você puder rir, será capaz de amar. Se puder rir, será capaz de relaxar. O riso relaxa como nenhuma outra coisa. Assim, todas as piadas para mim são orações —é por isso que eu as conto. E você pergunta: ‘Por que você não ri de suas próprias piadas?’. Porque eu as ouvi antes”.

Benefícios de corpo e alma

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Além de trazer mais leveza para a vida, uma exuberante gargalhada também melhora a saúde.Pesquisas assinalam que brincar, rir e não se levar tão a sério é absolutamente desejável. “Ser bem-humorado significa perceber que a maior parte das situações que vivemos não é nem muito importante, nem muito séria, nem muito grave”, define Silvia Cardoso, neurocientista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que estuda o riso e seus efeitos.

Ela constatou que não importa se a risada é por algo engraçado ou um gesto de cumprimento. Para ser benéfica, ela tem é de ser sincera. “Só quando o sorriso passa pela emoção é que libera substâncias que reduzem a tensão, relaxam os músculos e aumentam a imunidade”, avisa.

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Rir oxigena o sangue e faz pensar melhor, minimiza o excesso de dor, de rigor consigo próprio e com as outras pessoas. E, ao contrário do que se pode imaginar, estar bem com a vida não significa ser super-herói e esconder sentimentos ruins. A palavra humor vem do latim humore, que significa “deixar fluir”. Isso inclui desculpar-se das próprias falhas e expandir-se internamente. Em outras palavras, significa saber rir de si mesmo.

Outras chaves para o equilíbrio são voltar a mente para o presente, nutrir-se de alimentos e relações saudáveis e, não importa a situação, ter consciência de que está dando o seu melhor.

Veja como cultivar seu senso de humor:

* Liste as coisas de que você mais gosta e considere seriamente a possibilidade de colocá-las em prática.

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* Lembre do que você fazia com prazer na infância. O que o fazia ficar horas absorto, ler, olhar as estrelas, assistir um jogo…

* Perceba as atividades divertidas que pratica durante o dia. Jantar fora com um amigo, fazer amor, brincar com o cachorro, cozinhar. Observe como a alegria custa pouco.

* Tudo tem sua parte divertida e outra nem tanto. Só não deixe o que é divertido ficar escondido.

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* Brincar é tão natural quanto respirar, sentir, pensar.

Autorize-se. Tente caminhar por um quarteirão observando quantos sorrisos encontra pela frente. Depois, faça o mesmo percurso sorrindo e comprove que rir é contagioso. 

“Ser bem-humorado significa perceber que a maior parte das situações que vivemos não é nem muito importante, nem muito séria, nem muito grave”, Silvia Cardoso, neurocientista.

Dieta pode reduzir o estresse?

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog

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Atualmente, muitas pessoas relatam viver com níveis moderados a elevados de estresse. Como nós sabemos muito bem, chegar ao conforto por doces ou outros alimentos é um mecanismo de enfrentamento típico. E, se isso já não fosse ruim o suficiente, uma nova pesquisa sugere que, quando estamos estressados, as calorias do “conforto” podem levar ao ganho de peso ainda mais rapidamente.

Não seria ótimo se houvesse alimentos ou nutrientes que desativassem a ansiedade e repelissem os efeitos negativos do estresse diário? E não é de admirar que vemos tantas revistas e artigos na web sobre “alimentos de combate ao estresse!” Infelizmente, muitos desses conteúdos são apenas peças soltas com pouca, ou nenhuma, base científica.

Às vezes, porém, os jornalistas entrevistam cientistas sobre suas pesquisas. O problema é que, às vezes, os pesquisadores usam a palavra “estresse” para explicar algo muito diferente do que a população em geral pensa como estresse – o que, muitas vezes, leva à confusão.

Estresse Fisiológico versus Estresse Psicológico

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Quando dizemos que estamos estressados, normalmente quer dizer que nos sentimos sobrecarregados ou ansiosos – muitas exigências, prazos e preocupações e sem tempo suficiente, dinheiro e energia para fazer tudo.

Os pesquisadores, por outro lado, muitas vezes, adequam as respostas aos sintomas fisiológicos do estresse, o que não necessariamente correspondem à nossa experiência psicológica. Então, quando eles relatam que um alimento ou nutriente tem um efeito sobre o “estresse”, não significa, basicamente, que você vai se sentir melhor ou pior quando comê-lo.

Carboidratos não refinados causam estresse?

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Sobre a relação entre dieta e estresse, o pesquisador Robert Ludwig falou recentemente ao Morning Edition, da NPR, a respeito de uma experiência que fez em adolescentes obesos, na qual os rapazes que comiam cereais altamente processados no café da manhã tinham níveis mais elevados de adrenalina (hormônio do estresse) do que aqueles que comiam um pequeno desjejum de alta proteína. Os rapazes que comiam mais proteína também sentiram menos fome e consumiram menos calorias no almoço.

Infelizmente, ninguém perguntou aos meninos sobre o seu estado de espírito ou nível de estresse percebido, por isso, não se sabe se as diferentes refeições tiveram qualquer efeito sobre eles se sentirem mais ou menos estressado. No entanto, lendo por alto, você provavelmente concluiu (como fez o repórter) que comer lotes de carboidratos refinados e açúcar fará você se sentir mais estressado e ansioso.

Carboidratos refinados acalmam?

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Em seu livro The Serotonin Power Diet, a Dr. Judith Wurtman afirma que uma grande dose de carboidratos refinados é exatamente o que você deve comer para se sentir mais relaxado e feliz. Isso porque os carboidratos refinados promover a produção de serotonina, um neurotransmissor para “sentir-se bem”.

Então, como é? Devemos comer carboidratos ou evitá-los para vencer o estresse?

A razão pela qual estes dois cientistas parecem estar em contradição é que estão medindo coisas completamente diferentes. Ludwig olha para o efeito da dieta sobre os hormônios adrenais e Wurtman descreve o efeito da dieta sobre os neurotransmissores. Dos dois, os neurotransmissores provavelmente têm uma relação mais próxima com o nosso humor.

No entanto, as desvantagens da abordagem de Wurtman superam os benefícios. Comer carboidratos refinados pode aumentar temporariamente os níveis de serotonina (afinal de contas, é provavelmente por isso que nós damos vazão quando nos sentimos estressados!). Eles também enviam açúcar para o sangue, a insulina, que dá a energia e o apetite, como em um passeio de montanha russa. Lembrando que a montanha-russa em uma base regular é uma boa maneira de aumentar o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

Felizmente, em relação à conexão de alimentos e humor, comer carboidratos refinados não é a única maneira de aumentar esses neurotransmissores. Sem os efeitos negativos de uma farra de carboidratos, poucos minutos de exercício aeróbico, exposição à luz do sol, fazer um belo favor a alguém ou mesmo, simplesmente, sorrir, são formas comprovadas de reduzir seus níveis de estresse mental e emocional.

Será que o bom humor começa no intestino?

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E agora está se começando a descobrir uma nova conexão humor-comida surpreendente. Acredite ou não, as bactérias que se desenvolvem em nossas entranhas parecem afetar tanto os nossos hormônios do estresse adrenal quanto os nossos neurotransmissores. Ou seja: alimentos prebióticos e probióticos podem ajudar a reduzir a ansiedade e a depressão e melhorar o nosso estado de espírito.

O que isso significa para você, uma vez que ainda não é capaz de “prescrever” alimentos específicos ou suplementos probióticos para tratar ou prevenir desordens de humor específicos?

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A melhor estratégia é cultivar a diversidade. Quanto mais diferentes tipos de bactérias benéficas no seu intestino, melhor. Então, ao invés de colocar todos os seus ovos na cesta de probióticos com o iogurte, tente ramificar-se com outros tipos de alimentos fermentados e cultivados, tais como produtos de soja fermentados como tempeh, natto e miso; e vegetais lacto-fermentados (que é o novo nome fantasia para pickles à moda antiga). Queijo, cerveja e vinho tinto também são fontes de bactérias probióticas.

No lado prebiótico, você pode incentivar ainda mais a diversidade, fornecendo às suas bactérias intestinais lotes de diferentes tipos de fibra. Assim, em vez de depender de um único suplemento de fibra para cumprir sua cota, tente obter a fibra a partir de uma variedade de diferentes grãos, legumes, nozes, frutas e legumes. Como é frequentemente o caso, comer uma variedade de alimentos integrais oferece mais benefícios do que uma dieta composta de uma pequena lista de superalimentos.