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Massagem para pisar corretamente

Você já parou para prestar atenção na maneira como pisa?! A sua pisada é certinha ou irregular, mais para dentro ou para fora?! Independentemente da resposta, existe uma técnica de automassagem que pode tanto auxiliar na reeducação da sua pisada, quanto a relaxar e aliviar dores.

A revista Bons Fluídos, em sua versão digital, compartilhou a orientação da professora de eutonia, Gabriela Bal, para a prática de toques e movimentos os quais, “feitos regularmente, dão mais equilíbrio e firmeza”. Veja só:

  1. Sente-se confortavelmente. Comece pelo pé direito: envolva-o com as mãos e massageie com óleo ou cremes hidratantes.

  2. Manipule cada um dos seus dedos, começando pelo dedão, movimentando as articulações e apertando suavemente cada um dos ossinhos.

  3. Agora é a vez dos ossos do peito do pé que fazem a ligação com os dedos. Desenhe trilhas imaginárias entre eles e percorra-as fazendo uma suave pressão.

  4. Coloque os dedos da mão esquerda entre os vãos dos dedos do pé direito. Gire o tornozelo lentamente, várias vezes.

  5. Toque o osso do calcanhar, o calcâneo. Gire o pé lentamente, prestando atenção no movimento.

  6. Segure o tornozelo e depois solte o pé, sacudindo-o no ar. Repita os movimentos no pé esquerdo, na mesma ordem. Para finalizar, massageie carinhosamente os pés.

20 minutos de caminhada rápida já reduzem inflamação no corpo

Conteúdo original Boa Forma

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A ciência já conhece os efeitos benéficos da atividade física sobre processos inflamatórios no organismo – que, em excesso, geram males como diabetes, obesidade, doença celíaca e fibromialgia. Mas um novo estudo, publicado recentemente na revista científica Brain, Behavior and Immunity, desvendou os mecanismos celulares por trás dessa ação. Mais: a pesquisa demonstra que 20 minutos de exercício são suficientes para reduzir a inflamação no corpo.

Para chegar a esses achados, o time de cientistas que conduziu o trabalho – todos da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos – investigou se seria possível ativar, com apenas 20 minutos de atividade física, o sistema nervoso simpático do cérebro, responsável por acelerar os batimentos cardíacos, elevar a pressão arterial e intensificar o ritmo respiratório. Os pesquisadores tinham a hipótese de que, ao acionar esse sistema, o organismo dispararia, a nível celular, uma resposta anti-inflamatória. E eles estavam certos.

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Os experts americanos testaram a teoria em um grupo de 47 homens e mulheres, que caminharam na esteira durante 20 minutos numa intensidade moderada. Antes e depois do exercício, os estudiosos coletaram amostras de sangue dos participantes. Os resultados apontaram uma redução de 5% no número de células imunológicas ligadas a processos inflamatórios.

Para os autores do trabalho, conhecer esses mecanismos é importante para o desenvolvimento de novos tratamentos anti-inflamatórios. Além disso, a descoberta mostra que não é preciso se matar na academia para colher os frutos de uma vida ativa. “20 a 30 minutos de exercício moderado, incluindo caminhada rápida, parece já ser suficiente. A ideia de que o treino precisa ser exaustivo e longo intimida aqueles que sofrem com doenças inflamatórias crônicas e poderiam se beneficiar da atividade física”, comenta Suzi Hong, líder do estudo.

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Portanto, se você sofre com algum desses problemas, nada de usar isso como desculpa para não se exercitar. Converse com o seu médico e procure um profissional de educação física para saber como incluir a atividade física na sua rotina para tirar apenas benefícios – e não colocar o seu bem-estar em risco.

Exercícios aeróbicos fáceis para quem tem pouco tempo

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Nos últimos sete anos o número de pessoas sedentárias praticamente dobrou. De acordo com a última Pesquisa Nacional da Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), saltou de 20% para 46% o número de brasileiros que praticam menos de 150 minutos/semana de exercícios. E acredite, boa parte da culpa é da falta de tempo! A boa notícia é que para quem tem a agenda apertada os exercícios aeróbicos são uma boa solução para sair da zona de conforto.

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É possível melhorar significantemente sua saúde a partir da mudança de alguns hábitos simples, mas que fazem toda a diferença. Veja abaixo maneiras de se mexer sem precisar se matricular na academia:

Saia para dançar

Unir diversão com a perda de calorias é a maneira mais prazerosa de se exercitar! Seja em casa ou na balada o importante é manter a atividade por pelo menos uma hora. Dependendo do ritmo e da intensidade dos movimentos de dança até 2000 calorias podem ser eliminadas.

Faça a faxina de casa

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De acordo com a preparadora física Shirlaine Stelze, é possível queimar até mil calorias em uma hora e meia de faxina! Além de manter seu corpinho em dia a casa vai ficar limpinha e arrumada. Quem diria, hein?

Que tal trocar o elevador pela escada?

Xô preguiça! Subir e descer escadas ajuda a queimar gorduras, eliminar a celulite e melhora a saúde cardiovascular. A eficácia é tanta que uma pessoa de 65 quilos pode queimar cerca de 500 calorias ao descer e subir escadas no período de uma hora – dependendo da quantidade de degraus, claro.

Saia para andar de bicicleta

A bicicleta é um dos exercícios aeróbicos mais fáceis para iniciantes. Seja passeando nos fins de semana ou até mesmo se locomovendo ao trabalho ou aos estudos, ela é sempre uma boa opção. Vale lembrar que andar de bicicleta queima mais de 500 por hora a um ritmo moderado! Não esqueça desta amiga da boa forma e do meio ambiente!

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Use o telefone ao seu favor

Quem passa muito tempo ao telefone seja por lazer ou trabalho pode experimentar andar enquanto fala. Para quem é sedentário cada passo importa! Já pensou quanto tempo você perde mexendo ou falando ao telefone?

Veja televisão se exercitando

Que tal aproveitar aquele momento relaxante de ver a novela para mexer um pouco o esqueleto? Faça alongamentos e até abdominais enquanto se distrai vendo seu programa favorito. Você elimina dois objetivos ao mesmo tempo sem abrir mão da diversão. (Melhor dica! Faço muito isso! Assisto minhas séries e nem sinto o tempo passar. Nisso, vai uma hora de aeróbico pra conta!)

Você sabe se está pisando corretamente?

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Você sabia que ter o hábito de pisar errado pode levar a sérios problemas de saúde? Sim, apesar de parecer inofensiva, a pisada torta pode causar alterações no quadril, nos joelhos ou na estrutura musculoesquelética de toda a parte inferior do corpo, acredita?

O que nem todo mundo sabe, é que por meio da análise da pisada é possível identificar quadros de alterações na postura e na mecânica da marcha, movimento realizado durante a caminhada e a corrida.

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“A avaliação da pisada analisa duas características: o tipo de pisada e o tipo de aterrissagem dos pés no solo. O conhecimento do tipo de pisada permite elaborar estratégias para corrigir desvios no movimento dos pés e limitar a sobrecarga nas articulações do pé e tornozelo, enquanto que a análise do tipo de aterrissagem permite atuar no controle do impacto que o exercício provoca sobre o corpo”, explica o médico do esporte do Lavoisier Medicina Diagnóstica, Dr. Luiz Augusto Riani Costa.

Cada pisada tem um tipo. Qual é a sua?

Os principais tipos de pisadas são a pisada pronada (rotação excessiva para dentro forçando a porção medial do pé), a supinada (rotação insuficiente para dentro ou até rotação para fora forçando a porção lateral do pé) e a neutra (ligeira rotação para dentro – ação normal que promove distribuição equilibrada das forças pelo pé). Já em relação à aterrissagem, o retorno ao solo pode acontecer pela parte anterior ou posterior do pé.

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Em casa, uma das formas de identificar qual é o tipo da sua pisada é observar a sola do calçado depois de bastante usado. Ela estará mais gasta no local onde o pé faz mais pressão ao pisar.

Tratamento para pisada torta

Para as pessoas que já apresentam queixas específicas em relação à movimentação dos pés, o acompanhamento por um especialista para tratar das lesões é fundamental. Caso não seja feito o tratamento adequado, pode ocorrer degeneração do aparelho muscular e esquelético, além de desgastes nas articulações, fraturas por estresse e tendinites. Vale lembrar que a análise da pisada deve fazer parte de uma avaliação mais ampla do comportamento musculoesquelético do organismo, e o trabalho para prevenção de lesões também envolve exercícios de fortalecimento, flexibilidade e equilíbrio.

Qual é o melhor calçado?

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Infelizmente, você só vai poder saber a resposta desta pergunta na prática. “Apenas o uso contínuo do calçado pode confirmar se a escolha foi correta. Além da discussão sobre o tipo de pisada, outras questões devem ser consideradas como as variações no sistema de amortecimento dos calçados e de estabilização da pisada, sendo que mais recentemente surgiu uma onda em direção ao uso de tênis minimalistas, mas essa indicação deve ser avaliada com muito cuidado”, alerta o especialista.

Se você desconfia da maneira em que você pisa o indicado é procurar um médico especializado e iniciar o tratamento. Saúde em primeiro lugar, sempre!

 

Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

Por Vivian Carrer Elias em Veja Saúde

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O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

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Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade – e voltem para o sofá.

Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Cinco passos para sair do sedentarismo

1. Avalie o seu físico

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Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física.

“Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

2. Estabeleça metas realistas

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Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

3. Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo.

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A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.” 

4. Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

5. Persista nos novos hábitos

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É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

Caminhada seca-barriga

por Christina Biltoveni em M de Mulher

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Estudos realizados em centros de pesquisa do mundo todo comprovam que a mais simples de todas as atividades físicas – andar – é uma forma eficaz, fácil e barata de emagrecer, ganhar fôlego e proteger o coração. A novidade é que especialistas americanos descobriram que caminhar é tiro e queda para acabar com a gordura abdominal. Eles analisaram a relação entre esse tipo de exercício e os excessos que insistem em se alojar na barriga e provaram que uma média de duas horas e meia de caminhada por semana pode exterminar as sobras nessa região e diminuir até 2,5 centímetros em quatro semanas.

Mas por que caminhar funciona tão bem para declarar guerra aos pneuzinhos? Segundo Tim Church, da Louisiana State University, nos Estados Unidos, esse tipo de atividade ajuda a reduzir a gordura abdominal profunda, chamada gordura visceral. Se você se exercitar o suficiente para perder 10% da sua gordura corporal, pode, na verdade, diminuir a gordura visceral em até 30%, diz Church. Porém, é preciso deixar claro que a caminhada só traz esse tipo de resultado se aliada a uma dieta saudável.

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Outro fator importante: quando a intensidade é variada durante o exercício, há uma maior metabolização da gordura como fonte de energia. Desse modo, andar se torna uma atividade mais eficiente e é possível conseguir resultados em menor tempo, defende Claudio Pavanelli, fisiologista da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Por isso, os professores Emerson Bisan, da assessoria esportiva Nova Equipe, e Mickey Ferrari, da academia Reebok, ambas em São Paulo, montaram um programa em que você vai caminhar menos de uma hora por dia, cinco vezes por semana, e intercalar a intensidade durante o treino. Quando se faz o mesmo exercício todos os dias, não demora a atingir o que a gente chama de zona de conforto. O organismo acostuma, não é mais desafiado, e os benefícios ficam comprometidos, explica Mickey. Vamos lá!

Escolha o plano que mais se ajusta ao seu estilo de vida: há um programa para fazer na esteira ou na rua e o outro para quem gosta de andar na praia. Aposte no seu preferido e tire o máximo proveito dessa malhação com cara de passeio. Afinal, depois de tudo isso que você leu, sua caminhada nunca mais será a mesma.

A postura certa

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Enquanto você caminha, preste atenção em alguns itens importantes:

  • Cabeça: deve ficar alinhada com a coluna, mantendo o queixo paralelo ao chão, para evitar dores no pescoço.
  • Ombros: coloque-os para trás e não deixe com que tensionem a musculatura do pescoço.
  • Braços: eles acompanham o movimento, de preferência com os cotovelos flexionados a 90 graus, para evitar que as mãos inchem.
  • Barriga: contraia bem os músculos do abdômen enquanto caminha, como se levasse o umbigo em direção às costas. Além de trabalhar a região, você melhora a postura.
  • Pés: sempre que pisar, apóie primeiro o calcanhar no chão e então desenrole o pé. O tamanho da passada não deve ser nem muito curto nem muito longo. Dê passos macios, para não machucar os ossos da canela.

Pequenos cuidados para uma caminhada mais eficiente

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  • Use roupas leves e escolha um tênis confortável, com sistema de amortecimento. Prefira modelos indicados para caminhada, cuja sola não é tão alta como nos de corrida.
  • Evite caminhar sob sol forte. Use chapéu ou boné e passe filtro solar no corpo todo, mesmo em dias nublados.
  • Nunca caminhe em jejum: se andar logo cedo, tome um suco, coma uma fruta ou uma barra de cereais e deixe o café completo para a volta.
  • Beba água antes, durante e depois da caminhada. É recomendável tomar um copo a cada 20 minutos.
  • A respiração deve ser a mais natural possível, de preferência nasal. O nariz aquece, filtra e umedece o ar. Ao respirarmos pela boca, isso não acontece.
  • Quando estiver adaptada à caminhada, não se acomode: você pode intensificar o trabalho apertando um pouquinho o passo, crescendo a inclinação da esteira, incluindo mais ladeiras no trajeto ou aumentando a duração do exercício.

Para o exercício render mais

Areia fofa = exercício turbinado
Nesse tipo de terreno, tudo bem caminhar descalça, porque o impacto é reduzido. De acordo com a fisiologista americana Therese Ikonian, na areia fofa você consume o dobro de calorias do que numa superfície dura. Além disso, como exige muito mais dos músculos, é um ótimo exercício para modelar as pernas.

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Como calcular a frequência cardíaca máxima (FCM)

O que vai determinar a intensidade da caminhada é a sua frequência cardíaca. É importante monitorá-la e mantê-la dentro da faixa indicada no treino. Para isso, o primeiro passo é calcular a frequência cardíaca máxima (FCM), subtraindo a sua idade de 220.

Se tem 20 anos, FCM: 220 – 20 = 200. Para andar entre 60% e 70% da FCM, faça o cálculo: se a sua FCM for 200, a conta é 200 x 0,6 (120) e 200 x 0,7 (140). Isso significa que terá que manter o batimento cardíaco entre 120 e 140 vezes por minuto. Se tiver frequencímetro, melhor. Caso não tenha, pode utilizar também a tabela de percepção de esforço abaixo.

Entre no ritmo

Conseguir falar durante o exercício normalmente é um dos sinais que indica que você está mantendo a faixa ideal de batimentos cardíacos.

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Plano para caminhar na praia

Quem vai passar as férias no litoral ou mora em uma cidade praiana pode apostar no treino à beira-mar. Intercalar areia dura com areia fofa e andar na água são as variáveis que deixam esse programa mais forte. Você se exercitará por menos tempo, mas os terrenos exigem mais esforço.

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Não esqueça de realizar o aquecimento antes (ande 5 minutos em ritmo lento, como se estivesse passeando) e o alongamento depois, para prevenir lesões.

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Plano para caminhar na rua ou na esteira

Este programa dá para fazer ao ar livre ou usando o equipamento da academia ou de casa. As ladeiras nas ruas e a inclinação na esteira vão fazer a diferença e intensificar o treino.

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Não esqueça de realizar o aquecimento antes (ande 5 minutos em ritmo lento, como se estivesse passeando) e o alongamento depois, para prevenir lesões.

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De olho no cardápio

Qualquer mudança no corpo requer atenção especial à alimentação. Ou seja: não adianta adotar um programa de caminhada para secar a barriga e continuar comendo de maneira errada. Os especialistas costumam dizer que mais de 50% do resultado de um plano de emagrecimento ou de definição muscular depende do que você coloca no prato. Portanto, antes de aderir à malhação, é necessário checar se você precisa mexer no cardápio.Nada de apostar em regimes radicais, basta optar por um menu balanceado e saudável.

10 dicas para uma vida com mais movimento no trabalho

Artigo original de Minha Vida

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Passamos a maior parte do nosso dia no trabalho, e muitas pessoas ficam durante horas seguidas sentadas. Isso, ao longo dos anos, traz malefícios para a saúde, como problemas posturais, ganho de peso, problemas circulatórios, surgimento de dislipidemias (doenças relacionadas a distúrbios no sangue, como colesterol, aterosclerose) e doenças hipocinéticas (doenças relacionadas ao homem moderno, todas as doenças que o sedentarismo provoca por falta de movimento).

Incluir mais movimento o fará mais saudável, feliz e disposto no seu dia a dia, sendo possível adequar o seu trabalho a um estilo de vida mais saudável.

1-Use a escada, inicie subindo um andar de escadas, e aumente um andar a cada semana, até ir ao seu departamento sempre de escadas.

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2-Visite mais seus colegas de trabalho na empresa, vá até eles em intervalos onde os compromissos diminuem para resolver algo que resolveria por email ou para desejar um simples bom dia, isso fará com que você ative a sua circulação, gaste calorias e melhore a sua comunicação com seus colegas.

3-Procure se levantar a cada hora, aproveite para ir ao banheiro, beba mais água, ir até a copiadora ou fique em pé ao falar no telefone.

4-Faça exercícios de alongamentos ou mesmo de fortalecimento sentado ou em pé, quando estiver ao telefone exercite suas panturrilhas elevando os pés simultaneamente, permaneça na ponta dos pés por três segundos e desça, você fortalecerá a musculatura e melhorará o seu retorno venoso.

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5-Desça alguns pontos, estações ou estacione mais distante do seu trabalho, assim aumentará o número de passos diários, lembre-se 10.000 passos é o ideal para sair do sedentarismo.

6-Aproveite as ciclovias, ir até o trabalho de bike é um excelente exercício para o coração, coxas, glúteos, abdome, para o corpo e mente.

7-Use o banheiro do andar superior ao seu departamento e vá de escadas.

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8-Almoce mais distante, assim fará uma caminhada até o restaurante.

9-Faça as aulas de ginástica laboral, se a sua empresa oferecer. Nas aulas você aprenderá muitos exercícios de alongamento, exercícios para a postura e poderá tirar as dúvidas sobre saúde, atividade física e como sair do sedentarismo com o profissional responsável pela atividade.

10-Você poderá mesmo sentado, fazer alongamentos, espreguiçar-se o que ajuda muito na circulação e na saúde da sua coluna, fazer exercícios de respiração para relaxar e trazer mais concentração.

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Importante ficar atento para as questões ergonômicas do seu ambiente de trabalho, a cadeira não pode ser nem alta nem baixa. O ideal é que os pés da pessoa fiquem acomodados no chão. O encosto precisa dar apoio para que o corpo do funcionário forme um ângulo de 90°. Para quem trabalha em frente ao computador, a tela precisa estar na linha dos olhos.

Tire suas dúvidas com o Profissional de ergonomia, o professor de Ginástica Laboral ou no departamento médico sobre a sua postura durante o trabalho. Incluir mais movimento trará muitos benefícios a sua vida, no trabalho, lazer e em sua casa.