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Receita: Chocolate quente saudável

Receita: Chocolate quente saudável

Friozinho pede por alimentos que aquecem e o chocolate quente já é um clássico, não é?! E ele não precisa ser evitado do seu cardápio por ser calórico não! Essa versão da receita, formulada pelo Kurotel – Centro Médico e Spa de Longevidade de Gramado, é saudável e termogênica, auxiliando na queima de calorias: a união perfeita entre o útil e o agradável!

Foto divulgação

Ingredientes

  • 1 litro de leite de aveia caseiro (ou outro leite vegetal)
  • 2/3 de xícara (chá) de água
  • 3/4 xícara (chá) de açúcar mascavo
  • 2 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 100g de chocolate amargo derretido
  • 3 colheres (sopa) de biomassa de banana verde
  • Gotas de extrato de baunilha
  • 3 paus de canela
  • 3 cravos

Modo de preparo

Em uma panela pequena, coloque o açúcar mascavo para derreter e caramelizar em fogo baixo. Adicione o leite, a água, a canela e o cravo. Aos poucos, adicione e incorpore o cacau, mexendo com um batedor de arame. Adicione a biomassa de banana verde e continue mexendo até atingir a consistência desejada. Por fim, derreta o chocolate amargo em banho maria e incorpore ao chocolate quente.

Rendimento: 1 litro de chocolate quente

Fonte: Vogue

Receita: Bacon caseiro

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Quem gosta de bacon, levanta a mão! 😀 Confesso que não era muito fã. Porém, depois de aderir à low carb – falaremos mais sobre isso em breve – e precisar ingerir gorduras boas a fim de atingir meus objetivos, o bacon passou a ser parte do meu cardápio diário. E nada como fazer do nosso jeitinho, não é?! Minha solução para tentar curtir bacon, foi preparar o meu próprio bacon. É fácil, econômico e realmente fica diferente (melhor) do que os comprados prontos.

O passo a passo seguido foi do Receita Bruta, de onde também vêm as explicações a seguir:

“E o que é preciso para fazer bacon em casa? Um pedaço de porco, uns temperos, uma geladeira, um saco plástico com fecho ziplock e paciência para esperar sete dias até o treco ficar pronto. Não é demais, né?

Há uma ideia bastante difundida de que bacon é a mesma coisa que a pancetta, porém defumado. Não é bem assim. A diferença não vem da defumação: existem tanto o green bacon (ou unsmoked bacon) quanto apancetta affumicata. O que separa o bacon da pancetta é a vala cultural que divide a Europa Ocidental entre latinos e germânicos. Os produtos se desenvolveram paralelamente, o que resultou em métodos diferentes para preservar a carne.

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Se boa parte do mundo pensa que todo bacon é defumado, é porque os americanos pensam assim. Mas basta um giro num supermercado qualquer em Londres para descobrir o variado universo do bacon: defumado, curado, de barriga, de lombo, da copa, da bochecha do porco. Ampla, a definição britânica exige somente carne gorda de porco e um processo peculiar para curá-la.

Esse processo envolve a desidratação rápida da carne. Enquanto uma peça de pancetta pode demorar alguns meses para ficar pronta, uma semana costuma bastar para o bacon. Para acelerar a produção, é preciso usar uma dose indecente de agente desidratante. Essa substância costuma ser o sal (cloreto de sódio), mas muitas receitas apelam para uma proporção razoável de açúcar (sacarose), que também suga o líquido preso nas células do tecido muscular. O resultado é um bacon menos agressivamente salgado.”

Bacon Caseiro

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Para cada quilo de carne, respeite estas proporções:

  • 150 g (15%) de sal marinho
  • 75 g (7,5%) de açúcar – ou 2 colheres (sopa) de açúcar mais 2 colheres (sopa) de maple syrup
  • Bagas de zimbro, pimenta da jamaica e/ou pimenta do reino amassadas
  • 1 ou 2 folhas de louro
Modo de fazer
  1. Coloque a barriga de porco sobre uma tábua e seque-a com papel-toalha. Misture o sal, o açúcar e os temperos. Esfregue a mistura na peça, certificando-se de que não há fissuras (cortes profundos que podem comprometer o processo de salga). Transfira-a para um saco plástico com fecho hermético e despeje ali a mistura de sal que sobrou na tábua. Pressione o saco para extrair o máximo possível de ar do seu interior e feche bem.

  2. Coloque o saco em um prato não metálico, com o lado da pele virado para cima. Armazene-o na parte de baixo da geladeira por cinco dias, virando-o uma vez por dia.

  3. Depois desse período, tire o bacon do saco e lave-o bem em água fria. Seque-o com papel-toalha e coloque-o sobre uma grade para secar em um lugar frio e arejado, por dois dias. Corte em fatias finas antes de cozinhar.

Observações: A barriga de porco se encontra em açougue, por quilo, que custa entre R$9 e R$12. Comprei no açougue do supermercado. Para o meu bacon, coloquei algumas ervinhas desidratadas, como tomilho e alecrim. Não usei sal marinho, fui no comum de cozinha. Coloquei também um tiquinho de páprica picante. Temperei do jeito que eu quis e realmente ficou saboroso e aromatizado.

Também não tinha o plástico de fechamento hermético: usei dois simples, de congelar mesmo, tirei todo o ar possível e dei um nó em cada, bem firme, para não correr o risco de vazar o líquido oriundo da desidratação da carne – deu tudo certo.

Para secar, deixei num escorredor, amparado por uma bacia de inox, na parte de baixo da geladeira. A textura muda, fica mais durinho, firme e “ressecado”. Depois é só fatiar fininho e fritar em frigideira antiaderente, para ficar crocante. Aí, é saborear e ser feliz! Quando fizer, vem contar como ficou! 😉

Receita: Iogurte Grego Caseiro

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Falta de dinheiro não pode mais ser desculpa para não comer de forma saudável ou para procurar alternativas que fazem bem à saúde, certo?! O único requisito que a vida saudável exige de você é dedicação, o que também envolve esforço, força de vontade e um pouquinho de tempo. Vai dizer que a sua saúde e bem estar não valem esse precinho?!

Não é difícil encontrar pela internet memes e comentários que atribuem à impossibilidade financeira os maus hábitos e a vida sedentária: “Não faço academia porque não tenho dinheiro”, “Não sigo dieta porque é caro” ou “Minha nutricionista me indicou uma mesa farta de frutas e cereais, mas meu dinheiro só paga um café com leite e pão”.

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Na teoria é até engraçado, mas na prática, cada um é que sabe o peso, e as cobranças, que carrega por não conseguir mudar os hábitos e atingir os objetivos. E que tal começar agora? Separe um tempinho da sua semana, ou final de semana (dá tempo de planejar), e comece recriando o queridinho da dieta equilibrada: o iogurte grego.

Sai bem mais barato do que comprar pronto, rende mais e você sabe exatamente o que está consumido, já que não tem aditivos ou substâncias industrializadas artificiais. Veja como é fácil:

Iogurte Grego Caseiro

  • 1 copo de iogurte natural (desnatado, integral, lacfree, qual você preferir)
  •  Leite tipo A, de pacotinho. A quantidade depende de quanto iogurte você quer fazer, geralmente uso 3 litros e rende um pirex inteiro.
  • Açúcar, mel ou adoçante o quanto achar suficiente.

Ele dura até 6 dias na geladeira.

E então?! Se animou?! Faça e depois vem contar para gente! 😉

Sorvete caseiro natural de frutas

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Sabemos que a temperatura está mais fria e coisa e tal. Mas tem gente que concorda que essa é a melhor época do ano para se esbaldar no sorvete. Nós somos desses! Por isso, ensinaremos uma receita super do bem de sorvete caseiro natural de frutas. Sem açúcar, sem conservantes, sem mimis, só fruta e muito sabor.

Essa é uma daquelas receitas que podem ser colocadas na lista das melhores de todos os tempos. Acabou a dependência pelo sorvete caro de potinho. O sabor não é idêntico aos produtos industrializados, mas quebra um galho maravilhosamente bem.

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É uma opção rápida e bem barata de sobremesa que pode ser consumida sozinha ou mesmo acompanhada de um doce mais elaborado, como um bolo ou torta. Vamos fazer? É mega fácil.

Pelas redes sociais sempre sobem receitas de sorvete usando esse mesmo princípio. No entanto, exige-se o uso de processador de alimentos. Testamos uma receita adaptada a nosso modo com liquidificador mesmo e deu certo. E olha que o liquidificador não é dos mais potentes, é daqueles simples com apenas duas velocidades (nas fotos dará para ter uma ideia do modelo e da marca). Então, pode ficar sossegado que é possível ter sorvete com o que tem em casa. Lembrando que você não precisa usar produtos desnatados, nem de origem animal, ok?! Escolha o leite e o iogurte que atenda às suas necessidades e/ou restrições. Anote aí:

Sorvete natural de fruta (sabor manga)

Rende aproximadamente meio litro.

 

  • 2 bananas em rodelas congeladas
  • 1 manga picada congelada
  • 1 pote de iogurte natural desnatado
  • 1 e ½ colher de sopa de leite em pó desnatado
  • 1 colher de sopa de creme de leite
  • 1 colher de chá de suco de limão
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Congele as frutas em sacos específicos, deste jeito.

Bata tudo no liquidificador. Vá usando a função pulsar para evitar que a massa “engasgue”. Bata por uns 5 minutos, até que a massa esteja homogênea.

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Para que todos os ingredientes se incorporem mais fácil, coloque o iogurte natural, o creme de leite e o suco de limão primeiro no liquidificador e depois acrescente os demais.

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Essa receita foi feita de manga, mas você pode fazer do sabor que preferir, inclusive usando polpa congelada. A base, que é o mais importante, é de banana em combinação com os outros ingredientes. Se a opção for por frutas vermelhas, por exemplo, a banana pode ser substituída pela mistura de morangos, amoras e framboesas congeladas (ao todo 2 xicaras de chá das três frutas ou três polpas congeladas, sendo uma de cada sabor).

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Caso queira tentar sabores que não sejam de fruta, aconselhamos tentar. Talvez aumentar a quantidade de banana, acrescentar um pouco de leite e usar chocolate em pó, por exemplo, para um sabor de chocolate, pode dar certo.

O importante é não deixar de experimentar e aproveitar essa delícia, super saudável, sabendo exatamente como e do que é feito. E pode ser congelado, tá? Basta armazenar em um pote com tampa. Depois de congelado, ele fica com um aspecto de raspadinha, mas é só aquecer 30 segundos no micro-ondas, antes de servir, que a cremosidade é restaurada.

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Molho de tomate caseiro rápido e fácil

Amanhã é domingo, dia oficial do almoço caprichado (e Dia das Mães!), da massa e nada mais justo do que compartilhar uma receita fácil, rápida (6 min no fogo) e saudável de molho de tomate fresco caseiro para fazer a alegria da sua refeição. Afinal, o segredo de uma boa massa, é um bom molho!

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Essa receita chama atenção por ser muito prática. Até então nunca tive conhecimento de uma receita de molho que não ficasse horas apurando no fogão e ainda passasse por outros processos demoraaaados. Dava até desgosto pensar em ter tanto trabalho para um resultado caro e pouco rentável.

Porém, com esse molho é diferente. Sabor é seu nome e praticidade é o sobrenome. Aproveita que hoje é sábado, tem feira livre, sacolão e promoção no supermercado em várias cidades, e já faz a comprinha do tomate e dos temperos para preparar um molho bem gostoso para servir um almoço especial para sua mãe amanhã.

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Dica: Mesmo com as altas nos preços, as feiras livres e sacolões sempre ofertam produtos mais baratos. Geralmente, nesses lugares, há opções de bacias e pacotes pré-selecionados com tomates não tão bonitos, mais maduros e amassadinhos, que podem não servir para uma salada, mas são excelentes para um molho caseiro. Procure por eles e economize! O importante é estarem bons, não importa a aparência.

A receita original é da Rita Lobo, do programa Cozinha Prática, do canal GNT. A Rita propõe o uso de uma lata de tomate pelado em cubos, o que deixa o custo total mais alto, visto que esse tipo de produto é caro. Para tornar a receita mais em conta e acessível, a nossa proposta é fazer uma substituição por extrato de tomate, do mais baratinho, já que o seu papel na receita é encorpar e ajudar a dar cor. Ok?!

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As ervas e temperos também são substituíveis, de acordo com o gosto de cada um. A Rita fez um molho de paladar bem tradicional italiano, com manjericão, mas quem não é fã pode adaptar como preferir. Você vai precisar de:

  • 4 tomates italianos (ou débora ou o que tiver) maduros
  • 1 lata ou sachê de extrato de tomate
  • ¼ de xícara de água
  • 10 folhas de manjericão
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de manteiga (ou azeite)
  • ½ cebola descascada
  • 1 pitada generosa de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 pitada de pimenta-do-reino moída (opcional)

  1. Numa tábua, corte os tomates em pedaços e transfira para o copo do liquidificador (se quiser, retire e descarte as sementes). Junte o extrato de tomate e bata tudo até ficar liso.
  2. Corte ao meio e descasque uma metade da cebola. Guarde a outra metade, só vamos usar uma. Lave e seque as folhas de manjericão.
  3. Coloque três colheres (sopa) de azeite numa frigideira ou panela grande e leve para aquecer em fogo médio. Junte metade do manjericão e deixe fritar por apenas dois minutos.
  4. Acrescente o tomate batido, tempere com o sal, a pimenta-do-reino e o açúcar e misture. Junte a cebola (sem picar) e deixe cozinhar por seis minutos.
  5. Desligue o fogo, acrescente o restante do manjericão e a manteiga – ela deixa o molho ainda mais aveludado, mas também pode ser o azeite – e misture até derreter. Sirva a seguir.

Difícil?! Não, né?! Liquidificador, panela, não precisa picar, nada muito elaborado, porém com um resultado maravilhoso.

Para retirar a acidez, você pode acrescentar uma colher de chá de fermento em pó junto aos tomates, antes de bater.

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Esse molho dura até três dias na geladeira e pode ser congelado. A Rita deu uma super dica ensinando a congelar em sacos com fechamento ziplock (aquele abre e fecha): você enche até a metade do saquinho, fecha e leva ao congelador sobre uma forma ou algum apoio plano. Depois de congelado, fica como se fosse uma “folha”, o que facilita o armazenamento, ocupa pouco espaço, além de permitir o uso sem sacrifícios: basta quebrar lascas e usar conforme o desejado.

E se você ainda está em dúvida se vale a pena fazer ou não essa receita, veja AQUI quais são os benefícios do tomate e o que você está deixando de absorver consumindo molhos industrializados.