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Receita: Fudge de Chocolate Saudável

Foto Reprodução Instagram

Um docinho fácil de preparar e bem delícia de comer!

Receita da linda e competente Yamily Benigni, do Emagrecer Certo

 

  • 1/2 xícara de chá de pasta/manteiga de amendoim sem sal;
  • 1 xícara de chá de gotas de chocolate diet, light ou amargo (como preferir);
  • 2 colheres de sopa de castanhas

Hábitos naturais (e poderosos!) contra a queda de cabelo

Perdemos cabelo por vários motivos: stress, envelhecimento, falta de nutrientes, hormônios desequilibrados e até uma certa impaciência para cuidar dos fios como eles merecem. Alguns hábitos podem reverter o cenário.

1. Massagear o couro cabeludo

Além de viciante, a massagem terapêutica melhora a absorção de componentes nutritivos (como os presentes em tônicos). Se feita com regularidade, pode facilmente ser um antídoto para a queda de cabelo, já que promove aumento do fluxo sanguíneo. “Isso estimula a oxigenação e distribui os nutrientes no folículo capilar, mantendo-o ativo e saudável”, diz Renata Souza, do Spa Dios.

2. Pentear os fios do jeito certo

O segredo é pegar leve! Desembaraçar o cabelo ainda no banho, de forma delicada, com ajuda do condicionador ou da máscara, é a melhor forma de evitar a temível queda por tração. E não rola usar qualquer tipo de escova ou pente, ok? “Opte pela menos agressiva, preferencialmente com cerdas macias e naturais ou acessórios de madeira com dentes largos, que não atrapalham a passagem dos fios”, ensina Renata.

3. Suplementar corretamente

Proteína é a principal matéria-prima do cabelo. Quando o nutriente não é ingerido na quantidade correta — 0,8 gramas por quilograma de peso corporal —, os fios enfraquecem. Acontece com quem é vegano ou faz dietas muito restritivas. Nesse caso, a suplementação é obrigatória. “O BCAA é precursor da proteína e contribui bastante para quem sofre com queda; o whey protein dá um bom suporte para o couro cabeludo; já o trio biotina, cistina e cisteína pode prevenir o mal”, explica o dermatologista Alberto Cordeiro, de São Paulo. Antes de ir às compras, porém, consulte um médico.

4. Manter o corpo são e a mente sã

Há fortes indícios de que o stress seja uma possível causa de queda acentuada. Portanto, noites bem dormidas, exercícios regulares e meditação são algumas das formas (nada ruins, diga-se de passagem) de manter o bom nível hormonal, essencial para qualquer função do organismo. “Estas atividades promovem a produção satisfatória de GH e a manutenção do nível ideal de cortisol, o que faz com que o folículo capilar se mantenha ativo por mais tempo. Há ainda menos produção de radicais livres, ou seja, garantia de menor envelhecimento capilar”, conta Alberto Cordeiro.

5. Reeducar seus hábitos alimentares

Comer bem é regra número 1 para quem quer um look de sereia. Anote aí alguns dos nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento dos fios, segundo a nutricionista Mariéllen Emidio Figueroa, do Kurotel, de Gramado (RS):

  • vitamina A, presente no atum, no leite e na gema de ovo, que auxilia na produção de colágeno e protege o cabelo dos danos capilares oxidativos;

  • a vitamina C da acerola, kiwi, laranja e brócolis, que atua como excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

  • as vitaminas do complexo B (cereais integrais, castanhas e banana), que agem como antioxidante e contribuem para a formação e crescimento de células novas;

  • zinco (frutos do mar e carnes vermelhas);

  • fontes de biotina: frango, gema de ovo, soja, amendoim, germe de trigo e levedura de cerveja.

6. Apostar em chás e infusões

Abra mão do café e invista mais em chás! Especialmente o verde e o de urtiga, que contém ingredientes que inibem a conversão de testosterona em dihidrotestosterona (DHT), um composto ligado à calvície. Já a tanchagem é rica em aucubina, uma substância com efeito anti-inflamatório e anti-microbiano, e alantoína, que ajuda na regeneração capilar.

O chapéu-de-couro é rico em minerais e antioxidantes, e ainda exerce função adstringente, o que minimiza a oleosidade e contribui na prevenção da queda de cabelo. Por fim, a alfavaca tem ação anti-fúngica. Eis uma receita infalível criada por Marcieli Pereira Bandeira, nutricionista do Lapinha Spa, no Paraná:

Misture uma colher de sobremesa de cada uma das seguintes ervas desidratadas: alfavaca, tanchagem e chapéu-de-couro. Coloque um litro de água para ferver. Assim que levantar ebulição, adicione as ervas à água. Desligue o fogo, deixe em infusão, espere que fique frio, coe e tome de duas a três xícaras por dia.

Conteúdo Boa Forma

Vegetarianos: em quais nutrientes ficar de olho

Conteúdo original Saúde Abril

vegetarianismo está em alta no Brasil. O mercado de produtos desse segmento aumentou cerca de 40% nos últimos dois anos, de acordo com dados do setor. O número acompanha o crescimento de adeptos no país – estima-se que 8% da população brasileira seja vegetariana.

Existem muitos motivos para uma pessoa adotar esse estilo de vida, de compromissos éticos e espirituais ao bem-estar físico. Este último tópico, porém, levanta certa polêmica: afinal, carne não é essencial para a manutenção da saúde?

“Se feita corretamente, a dieta vegetariana oferece todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo. A única exceção é a vitamina B12, que deve ser avaliada caso a caso”, explica a nutricionista especializada em vegetarianismo Paula Gandin, de São Paulo.

O fato é que a ciência vem mostrando que a exclusão (ou ao menos redução) no consumo de alimentos de origem animal rende benefícios à saúde. Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que quem não come carne tem menor risco de desenvolver alguns tipos de câncer.

Outra pesquisa, da mesma instituição, concluiu que seguir um menu 100% vegetariano derruba em 32% a probabilidade de ter um entupimento nas artérias do coração, o que leva ao infarto. “Os vegetarianos tendem a ser mais magros e apresentam menores índices de hipertensão, diabete e doenças cardiovasculares“, nota o nutrólogo Renato Corrêa Baena, professor da Universidade de São Paulo.

Mas isso não quer dizer que se você adotar essa dieta vai estar automaticamente livre de todos os problemas. Um levantamento da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, revela que vegetarianos estritos podem ter carência de nutrientes essenciais, como cálcio, ferro e ômega-3.

Os pesquisadores acreditam que algumas dessas pessoas confiam em comidas industrializadas e deixam de ingerir uma boa variedade de frutas, verduras e grãos. A seguir, apontamos os principais desfalques que devem ser contornados para garantir todas as vantagens do estilo de vida vegetariano.

Vitamina B12

Eis uma das maiores preocupações dos vegetarianos – e de quem cuida da saúde deles. A vitamina só é encontrada em alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos. “Sua falta pode afetar a memória e a concentração, gerar formigamentos nas pernas e nas mãos e desencadear até anemia“, avisa a nutróloga Andrea Pereira, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Só que mesmo os onívoros (ou seja, que comem tanto vegetais como carnes e afins) podem ter carência de B12 – segundo um trabalho da Universidade da Califórnia, nos EUA, 40% dessa população na América possui a deficiência. Ocorre que o número sobe para 60% entre os vegetarianos, de acordo com uma investigação da Universidade de Saarland, na Alemanha. Caberá ao médico, portanto, avaliar a necessidade ou não de um suplemento da vitamina – o corpo consegue estocá-la por até cinco anos.

Fontes

Algumas algas possuem o nutriente, mas nosso corpo não o absorve bem. A melhor opção costuma ser o suplemento, disponível em cápsulas ou injeção.

Cálcio

O mineral essencial à saúde dos ossos costuma ser o maior problema na dieta vegetariana estrita, aquela que não inclui nenhum tipo de laticínio. Apesar de relacionarmos o leite a um maior aproveitamento do nutriente, o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo, afirma que essa concepção é errada: “A absorção de cálcio na bebida fica em torno de 32%. Já no brócolis, por exemplo, a taxa é de 60%”.

A questão é que a quantidade total do nutriente nos vegetais é menor, o que exige reforçar o consumo de suas fontes. Em 100 gramas de brócolis, absorvemos 51 miligramas de cálcio, menos do que os 74 miligramas que aproveitamos com um copo de leite.

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Couve, rúcula, quiabo e brócolis: invista nesses alimentos para assegurar a dose diária de cálcio. Mas evite consumi-los com espinafre, acelga e folhas de beterraba. Elas são ricas em ácido oxálico, que dificulta a assimilação do nutriente. As bebidas vegetais fortificadas com cálcio também são boas escolhas.

Proteína

Um dos receios de quem quer cortar (ou diminuir) o consumo de carne é perder esse nutriente em quantidade e qualidade, já que os alimentos de origem animal são tidos como fontes de proteínas mais completas. Mas a nutróloga Tatiana Reimão, de São Paulo, esclarece essa questão: “O que acontece é que as fontes animais têm todos os aminoácidos essenciais.

No caso das vegetais, é preciso ingerir maior variedade para assegurar um aporte adequado”. Se você acha que essa é uma tarefa difícil, está enganado: o clássico arroz com feijão, por exemplo, já garante proteínas de primeira. Além disso, privilegiar as proteínas vegetais estaria associado a uma menor taxa de mortalidade, como sugere uma pesquisa do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, que analisou dados de mais de 170 mil pessoas.

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Leguminosas em geral são excelentes fontes de proteína. Bons exemplos são feijão, grão-de-bico, lentilha e soja – esta última tem grande variedade de aminoácidos essenciais e também pode vir na forma de tofu. Gergelim e quinua são outras opções bacanas.

Ômega-3

A famosa gordura dos peixes também pode ser fornecida por fontes vegetais. Acontece que, ao contrário do ômega-3 dos pescados, essa versão não chega prontinha para uso dentro do nosso corpo. Ele tem de transformá-la em suas formas ativas, o EPA e o DHA. “Mas a conversão não é tão eficiente se a pessoa ingere muito ômega-6, gordura presente nos óleos vegetais”, adverte Slywitch.

Isso porque essas gorduras competem pelas mesmas enzimas do organismo que as deixam prontas para a ação. E adivinha quem leva a melhor? Sim, o ômega-6. Por isso, o nutrólogo recomenda em alguns casos maneirar no uso de óleos como os de soja e girassol.

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Linhaça e chia são algumas das melhores provedoras de ômega-3 entre os vegetais – duas colheres de sopa por dia já são suficientes. Dá até para incluir em sucos ou vitaminas. É importante que as sementes sejam batidas para que a liberação da gordura seja mais eficiente. Outra sugestão é acrescentar a versão em óleo nas receitas.

Ferro

A carne é a principal fonte de ferro heme, cujo índice de absorção pelo corpo fica entre 15 e 35%. Os vegetais também podem oferecer ferro, só que na versão não-heme, que tem taxa de assimilação de 2 a 20%. De acordo com a médica Tatiana Reimão, esse segundo tipo é mais sujeito a fatores que limitam seu aproveitamento pelo organismo.

E a principal consequência da escassez do mineral é a anemia ferropriva. Mas existem truques para aumentar a captação do bendito ferro não-heme em até quatro vezes. Tatiana recomenda deixar o feijão de molho por 12 horas e ingerir alguma fonte de vitamina C com as refeições ricas no mineral, por exemplo. Um estudo da Universidade Estadual de Campinas mostrou, ainda, que cozinhar com panelas de ferro fez a incidência de anemia cair de 32,1 para 5,3% em vegetarianos.

Fontes

Os principais redutos no reino vegetal são as leguminosas, os cereais (aveia, quinua…), as castanhas e as verduras verde-escuras (couve, agrião e espinafre).

Dicas para quem quer se tornar vegetariano

Comece devagar

Cortar todos os tipos de carne de um dia para o outro pode até funcionar para algumas pessoas, mas, se você sente que esse não é o seu caso, vá com calma. Se não tem costume de comer leguminosas, por exemplo, insira esses alimentos aos poucos também.

Não faça por conta própria 

O ideal é procurar um nutricionista para orientar o cardápio, já que cada pessoa tem particularidades. Só o profissional pode assegurar que aquela dieta é a mais adequada para você.

Alimentos que podem substituir o feijão

Conteúdo original Minha Vida

O feijão é um dos principais alimentos consumidos pelos brasileiros. Não é a toa, ele é rico em nutrientes essenciais, como vitaminas ( a maior parte de complexo B ), ferro, cálcio, zinco, magnésio, que estão presentes em quantidades que podem substituir os produtos animais, de acordo com a nutricionista Andréa Marim, especialista em nutrição clínica.

Além disso, a mistura arroz com feijão traz uma combinação que une todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não produzimos em nosso organismo e precisamos obter na alimentação, como lembra a nutróloga Sandra Lúcia Fernandes, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Apesar de ser um alimento muito popular no Brasil e conter muitos nutrientes, é bem verdade que o preço do feijão não está dos mais convidativos. Por isso, selecionamos uma lista de alimentos com alto potencial nutricional para que você tenha outras opções para levar para a casa sem descuidar da saúde.

Alimentos parecidos com o feijão

As leguminosas estão entre as opções de alimentos que podem substituir o feijão. O grão-de-bico é um alimento rico em fibras, triptofano, substância que aumenta a produção de serotonina. Além disso, assim como o feijão o grão-de-bico é rico em ferro.

A lentilha também é uma boa escolha para substituir o feijão entre as leguminosas. ela é composta por carboidratos complexos, fibras, cálcio, ácido fólico, vitamina B6, magnésio, ferro, e triptofano.

No entanto, a nutróloga Sandra Fernandes lembra que misturar essas outras leguminosas com arroz não traz um casamento proteico tão completo como o feijão, mas a substituição ainda é válida.

Alimento com os nutrientes do feijão

Além das leguminosas, existem outras opções de alimentos que podem se assemelhar ao feijão em relação aos nutrientes.

Ferro

O ferro é um dos nutrientes carro-chefe do feijão, e pode ser encontrado em alguns alimentos estratégicos: “gema de ovo, cereais, lentilha, espinafre, carnes, peixes e vegetais verdes”, lista lembra a nutricionista funcional Regina Moraes Teixeira, especialista em reeducação alimentar.

O ferro é muito importante para a formação da hemoglobina, substância que dá a coloração avermelhada às hemácias e ajuda no transporte de células e oxigênio por todo o corpo, fazendo com que todo o organismo funcione corretamente. Sua ausência é a principal causa de anemia.

Proteínas vegetais

As proteínas vegetais não são encontradas apenas na mistura arroz com feijão. A soja e seus derivados, as oleaginosas (como amendoim, gergelim e castanhas), cereais integrais (como quinoa e aveia), vegetais (como brócolis, vegetais verde escuros, abacate, coco, batata), algas e cogumelos são alguns exemplos de alimentos que contém proteínas.

“Os cogumelos possuem quantidade de proteína e nutrientes que podem ser comparadas às da carne e do leite”, ressalta a nutricionista Andréa. Já algumas algas podem ter o dobro de proteínas do que alguns cortes de carne, como a alga nori.

Essas proteínas são importantes para a formação do organismo, já que servem como matéria prima para a construção de todas as estruturas do corpo.

Fibras

Alimentos de origem vegetal são ricos em fibras. “Frutas com bagaço, verduras, legumes, farinhas (como a de linhaça, banana verde, etc), chia, quinoa são os principais exemplos”, enumera Regina Teixeira.

As fibras ajudam a melhorar o trânsito intestinal e também desaceleram a digestão do açúcar e do colesterol nos alimentos, ajudando na prevenção de doenças como o diabetes e colesterol alto. Além disso, elas ajudam a ter mais saciedade.

Zinco

Existem diversos alimentos que contém tanto ou mais zinco do que o feijão: ostras, camarão, carne de vaca, frango e de peixe, fígado são alguns deles. Para quem prefere itens vegetais, o gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos também contém boas quantidades do mineral.

O zinco atua em diversas frentes no corpo humano: “ele colabora para produção dos cabelos e também na defesa do corpo, já que os leucócitos precisam deste mineral”, explica a nutróloga Sandra. 

Magnésio

O magnésio está presente em diversos alimentos, como castanhas, semente de linhaça, banana, abacate, figo seco, milho, grãos integrais, cacau, soja e alcachofra. Mas de acordo com a nutricionista Regina, os mais ricos nesse nutriente e que chegam a superar o feijão são as sementes de abóbora e girassol e as frutas secas.

O magnésio é um nutriente importante para a contração e relaxamento muscular, produção e transporte de energia e produção de proteínas.

Ácido fólico (vitamina B9)
O ácido fólico está presente em diversos alimentos de origem animal e vegetal. Os destaques são as verduras verde escuras, como o espinafre e o brócolis, nozes e a carne do fígado.

A vitamina B9 é muito importante na gravidez, já que previne malformações do tubo neural do feto, principalmente quando consumida no primeiro trimestre. “O ácido fólico também é extremamente importante para formação do DNA e RNA, formação genética que serve como produção de células novas e na formação dos glóbulos vermelhos”, considera Regina.

Leites vegetais: veja os prós e contras de cada um

Conteúdo original Minha Vida

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Os leites vegetais são opções saudáveis para uma dieta balanceada. Contudo, saiba que eles não substituem o de vaca. “Porque o tipo e a quantidade de proteínas são diferentes. Os leites vegetais são indicados para enriquecer o plano alimentar e para quem tem alergia à proteína do leite de vaca Para quem se preocupa com a obtenção de cálcio, abundante no leite animal, é essencial a suplementação no plano alimentar caso a bebida seja preparada de forma caseira”, explica a nutricionista Rita de Cassia Leite Novais.

As bebidas vegetais também possuem uma série de nutrientes que o leite de vaca não tem. Por isso, confira a seguir quais os principais nutrientes, benefícios, pontos negativos e cuidados ao consumir cada um dos leites vegetais.

Leite de amêndoas

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O leite de amêndoas conta com boas quantidades de cálcio, vitamina E, potássio, magnésio, zinco, cobre, fósforo, fibras e vitaminas do complexo B. As vantagens deste tipo de leite em relação ao de vaca está no fato de ele ser rico em gorduras insaturadas, as famosas gorduras boas, e contar com fibras. “Assim, este leite auxilia no controle do colesterol e dos níveis de açúcar no sangue. Além disso, possui grande quantidade de potássio sendo benéfico para pessoas com pressão alta e problemas musculares”, explica a nutricionista Hannah Médici, membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

Porém, ele também possui algumas desvantagens em relação ao leite de vaca, pois conta com uma quantidade menor de proteínas por porção.

Apesar de ser saudável, é importante não consumir grandes quantidades do leite de amêndoas, já que ele é rico em gorduras. “Quanto ao armazenamento, lembrar-se de deixá-lo em refrigeração, conforme recomendações do fabricante ou se organizar para congelar, pois o período de validade é curto”, destaca Hannah Médici. Evite esquentar o leite de amêndoas, a melhor maneira de consumi-lo é frio.

Leite de aveia

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O leite de aveia é rico em carboidratos, beta-glucanas, um tipo de fibra solúvel, ácidos graxos essenciais, principalmente o linoleico, e antioxidantes, como a vitamina E. As fibras presentes neste leite proporcionam uma série de benefícios. “Melhora o sistema digestivo e ajuda a controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue”, explica a nutricionista Rita de Cassia Novais.

Porém, quando comparado com o leite de vaca, o leite de aveia conta com uma menor quantidade de proteínas. Ele também possui menos gorduras do que os leites de oleaginosas. Por ter menos gorduras e proteínas e mais carboidratos, este leite não proporciona tanta saciedade quanto os outros leites, apesar de conter fibras.

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Para obter todos os benefícios do leite de aveia é importante não exagerar no consumo, especialmente para quem está acima do peso. “Devido ao excesso de carboidratos presentes no alimento. Mas se combinado a uma fruta trata-se de uma excelente opção para iniciar o dia”, conta Hannah Médici.

Também é melhor consumir este leite frio. O alimento possui glúten, portanto, pessoas com intolerância à substância devem evitá-lo.

Leite de arroz

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O leite de arroz conta com triptofano, aminoácido essencial e necessário para formarmos uma substância chamada serotonina, responsável pela sensação de bem-estar e que pode até contribuir para a diminuição da compulsão alimentar. Este alimento também conta com boas quantidades de vitaminas do complexo B e é rico em carboidratos.

Ele também possui mais micronutrientes do que o leite de vaca e não conta com gorduras saturadas, que em excesso podem causar problemas cardiovasculares, entre outros. Porém, conta com uma quantidade menor de proteínas. “Por isso, proporciona menos saciedade em relação ao leite de vaca”, diz Rita de Cassia.

Pessoas com níveis de açúcar no sangue elevados devem evitar consumir grandes quantidades deste leite, já que ele conta com grandes quantidades de carboidratos. Para preservar todos os nutrientes, consuma este leite frio.

Leite de soja

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O leite de soja é rico em cálcio, proteínas, potássio e magnésio. Um dos principais benefícios do leite de soja está no fato de conter isoflavanas. Trata-se de um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas da menopausa por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal.

Há uma polêmica sobre se o excesso de leite de soja pode causar problemas para a saúde ou não. Alguns especialistas defendem que como a soja é rica em isoflavonas, que são semelhantes ao hormônio feminino estrógeno, a concentração deste hormônio no organismo aumenta quando a pessoa ingere muito deste grão. Assim, existiria a possibilidade do consumo em excesso do grão por meninas ocasionar a puberdade precoce. Outro problema que poderia ocorrer é que a soja quando ingerida em grandes quantidades por homens prejudicaria a qualidade do esperma e consequentemente a fertilidade. Em ambos os casos ainda não se chegou a uma conclusão definitiva sobre se o alimento causa estes problemas de saúde.

Leite de castanha de caju

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Este leite possui proteína, ácidos graxos essenciais, principalmente ômega-9, e é a maior fonte de cobre, ferro e zinco entre as castanhas. A bebida contém ainda quantidades significativas de magnésio, manganês e fósforo.

Trata-se de uma bebida aliada do coração. “Por possuir grande quantidade de ômega-9 é um grande aliado na prevenção de doenças do coração e auxilia no aumento do HDL, o colesterol bom, e contribui para a diminuição do LDL, o colesterol ruim”, diz Hannah Médici. Além disso, o omega-9 pode auxiliar na melhora do humor e aceleração do metabolismo.

O leite de castanha de caju possui grande quantidade de gorduras boas que, apesar de serem saudáveis, em excesso levam ao ganho de peso. Por isso, é essencial não exagerar no consumo desta bebida. Outro ponto importante é ter cuidados em relação ao armazenamento e conservação em refrigeração, procure dividir este leite em porções menores para serem congeladas.

Receita: Granola caseira rápida e fácil

O bom de uma combinação como a granola – que não é um produto independente, tipo um grão ou um cereal, e sim o nome dado a uma mistura de frutas, cereais, oleaginosas e grãos (é importante explicar, pois tem gente que acha que granola é uma “coisa”, um ingrediente único) –, é a possibilidade de comer alimentos que você talvez não soubesse inserir de outra forma.

Ela pode ser um acompanhamento de iogurtes, frutas ou mesmo leite quente ou frio. Os ingredientes que vamos passar são apenas sugestões, você pode trocar as castanhas-do-pará pelas de caju, amêndoas ou nozes e a proteína de soja por flocos crocantes de arroz, não colocar açúcar, acrescentar frutas secas, etc etc etc.

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Vamos ver como é que faz? Nesta quantidade rende apenas uma porção, ok?! Caso queira fazer a mais, basta multiplicar os ingredientes para o número de porções que deseja ter. Você vai precisar de:

  • 2 castanhas-do-pará
  • 3 colheres de sopa de proteína de soja texturizada
  • 4 colheres de sopa de aveia em flocos
  • 1 colher de sopa de açúcar mascavo

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Corte as castanhas do pará em fatias finas. Misture todos os outros ingredientes. Está pronto para o consumo.

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Vale ou não vale perder uns minutinhos (‘inhos’ mesmo!) na cozinha para preparar sua granola consciente e personalizada, com o que você escolhe e gosta de comer?! Além de sair muito mais barato e com muito mais qualidade.