Chocolate amargo: um pedaço todos os dias protege a memória

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Temos mais um bom motivo para comer chocolate: está provado que ele faz bem para a memória. Horas após comer o doce, o raciocínio também melhora mesmo se você estiver cansada, segundo pesquisadores italianos.

“Os flavonoides do cacau aumentam a circulação do sangue e, assim, o cérebro é mais bem irrigado. Além disso, as substâncias benéficas evitam a queda de desempenho dos neurônios quando envelhecemos”, afirma a nutricionista Renata Amorim, do Rio de Janeiro. Os próprios cientistas consomem cerca de 100 gramas de chocolate 70% todos os dias para proteger a mente, de acordo com o estudo publicado no jornal Frontiers in Nutrition.

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Esquecer das coisas melhora nossa capacidade de tomar decisões

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Deixar o que passou para trás e focar em coisas mais recentes é um exercício constante para nosso cérebro. Por conta dessa postura desapegada da central de comando é que você não se lembra do momento em que começou a andar – mas não esquece nenhum caractere da senha da conta bancária e se lembra de entregar um relatório para o dia seguinte.

O que pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, queriam descobrir era a influência disso em nossa capacidade de fazer escolhas e focar no que realmente importa. Segundo o estudo, publicado no jornal Neuron, nossa memória funciona não para que guardemos mais coisas durante o tempo, mas sim para tomarmos decisões mais inteligentes.

“Se seu cérebro se manter constantemente trazendo memórias conflitantes, isso torna mais difícil para você fazer uma decisão mais racional”, explica Blake Richards, um dos líderes do estudo.

Se nos lembrássemos com detalhes de todos os momentos da vida, teríamos de carregar memórias muito complexas. A tarefa do cérebro é simplificar essas memórias, fazendo com que fique apenas o necessário. Isso nos torna mais eficientes em fazer previsões e lidar com novas experiências.

Isso é vital para nossa adaptação em diferentes ambientes. Lugares que estão sempre em mudança fazem que precisamos nos lembrar menos. Para alguém que trabalha como caixa de supermercado, por exemplo, lembrar dos nomes dos clientes por alguns dias já está de bom tamanho. No entanto, um designer que está fechando um projeto com um grupo de clientes que encontra todo dia, tem a obrigação de levar seus nomes na ponta da língua.

A partir disso, os pesquisadores acreditam que coisas pontuais são esquecidas de forma mais rápida do que informações que temos de recorrer diariamente. Ou seja: se você não usa, você perde. E isso não é nem um pouco ruim – pelo menos no que diz respeito àquilo que você escolhe guardar.

Músicas que vão acabar com a sua ansiedade

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música pode ser uma grande aliada de pessoas que precisam chegar a um determinado estado de espírito: dependendo da playlist, dá para ficar mais acordado, concentrado e feliz ou menos ansioso.

Com o objetivo de ajudar pessoas que sofrem com a ansiedade, a Mindlab, consultoria britânica especializada em soluções em neurociência para empresas, resolveu criar a lista de músicas perfeitas para resolver este problema.

Para escolher as canções, segundo a “Inc.“, a Mindlab fez uma bateria de testes com grupos de voluntários. Na pesquisa, eles eram orientados a resolver problemas de lógica enquanto ouviam músicas. Todos estavam conectados a sensores.

Algumas das músicas tocadas diminuíam a intensidade da região do cérebro que funciona mais em situações de estresse e ansiedade e, segundo a Mindlab, facilitavam a resolução dos desafios.

A canção mais eficaz contra a ansiedade, que reduziu em média 65% da ansiedade dos participantes do experimento, é “Weightless”. Composta pelo grupo Marconi Union, a música teve a colaboração de terapeutas para ser feita. O compasso lento e o fundo de tons graves diminuem os batimentos cardíacos e os níveis de cortisol, o hormônio do estresse e da ansiedade, na corrente sanguínea, de acordo com a consultoria.

Confira abaixo “Weightless” e as outras canções mais eficazes contra a ansiedade, segundo a Mindlab 🎧 :

Exercícios para dobrar sua atenção

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A prática pode ser aplicada a qualquer atividade – no trabalho, dirigindo, comendo, andando – basta estar concentrado nesse propósito. Conheça alguns exercícios extraídos do livro The Miracle of Mindfulness: A Manual on Meditation, do monge vietnamita Thich Nhat Hanh.

Lavando a louça: faça isso relaxadamente, como se cada panela, garfo, copo, fosse um objeto de contemplação. Inspire e expire profundamente e controle sua respiração para evita que a mente se distraia. Não tente acelerar o ritmo para terminar a tarefa mais cedo, lavar os pratos é meditação. Se você não consegue lavar os pratos com consciência plena, tampouco pode meditar em silêncio.

Preparando o chá: faça cada movimento lentamente, com plena consciência dele. Perceba que sua mão levanta o bule pela asa, que você está despejando o chá perfumado na xícara. Siga cada passo com atenção. Respire suavemente e de forma mais profunda que o habitual. Controle sua respiração caso sua mente tenda a se distrair. Sirva com gentileza aos amigos ou saboreie-o sozinho, sentindo o cheiro, a temperatura, etc.

Música ajuda a prevenir e frear desenvolvimento de Alzheimer, diz estudo

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Toca uma música antiga no rádio e, de repente, você se vê cantando junto. Já passou por isso? Mesmo sem nem lembrar que a canção existia, de alguma forma ela estava lá, armazenada na sua cabeça.

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Há alguns anos, cientistas do Instituto Max Planck de Neurociência e da Cognição Humana, em Leipzig, na Alemanha, se questionaram por que pacientes com Alzheimer conseguiam se lembrar de melodias ou apresentar fortes emoções ao ouvir canções que marcaram suas vidas. Foi quando eles descobriram que a música fica armazenada em uma parte diferente do cérebro da que guarda a maior parte das nossas memórias.

O documentário “Alive Inside” mostra isso na prática. Um dos pacientes com Alzheimer retratados no filme começa a responder sobre seu passado com lucidez logo após ouvir uma música. Custódio Michailowsky, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, explica que o uso da musicoterapia no tratamento de pacientes com Alzheimer está bem estabelecido. “Ela pode trazer memórias passadas e retardar o processo de degeneração”, explica.

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Além disso, a música ainda pode ajudar na socialização do paciente. “Se a pessoa se isola, isso vira uma bola de neve. A música traz emoção, traz motivação para a pessoa. Além de fazer dançar, se mexer”, afirma Michailowsky. Portanto, pode-se dizer que ela estimula até a atividade física.

Prevenção

Mesmo quem não tem Alzheimer pode se beneficiar muito com o conhecimento musical. “É importante a ativação das atividades artísticas. Através da educação artística, o cérebro se desenvolve mais rapidamente. Pode ser pela música, escultura, desenho…”, defende o especialista. “Pessoas que têm a habilidade de ouvir uma música e tocá-la ou identificar as notas têm o lobo temporal esquerdo melhor desenvolvido”, explica. A música “exercita” diversas partes do cérebro ao mesmo tempo, o que ajuda a prevenir o Alzheimer.

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Sensações

“Acredita-se que a única forma de nos comunicarmos com uma civilização de fora da Terra, se encontrarmos uma, é pela música”, relata, ainda Michailowsky, já que as notas musicais transmitem sensações sem precisar de palavras. “A música é muito importante. É umas das coisas que mais provocam excitação do cérebro. Além dos circuitos, há liberação de substâncias, como a serotonina e até algumas análogas da morfina”, finaliza o neurologista.

20 minutos de caminhada rápida já reduzem inflamação no corpo

Conteúdo original Boa Forma

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A ciência já conhece os efeitos benéficos da atividade física sobre processos inflamatórios no organismo – que, em excesso, geram males como diabetes, obesidade, doença celíaca e fibromialgia. Mas um novo estudo, publicado recentemente na revista científica Brain, Behavior and Immunity, desvendou os mecanismos celulares por trás dessa ação. Mais: a pesquisa demonstra que 20 minutos de exercício são suficientes para reduzir a inflamação no corpo.

Para chegar a esses achados, o time de cientistas que conduziu o trabalho – todos da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos – investigou se seria possível ativar, com apenas 20 minutos de atividade física, o sistema nervoso simpático do cérebro, responsável por acelerar os batimentos cardíacos, elevar a pressão arterial e intensificar o ritmo respiratório. Os pesquisadores tinham a hipótese de que, ao acionar esse sistema, o organismo dispararia, a nível celular, uma resposta anti-inflamatória. E eles estavam certos.

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Os experts americanos testaram a teoria em um grupo de 47 homens e mulheres, que caminharam na esteira durante 20 minutos numa intensidade moderada. Antes e depois do exercício, os estudiosos coletaram amostras de sangue dos participantes. Os resultados apontaram uma redução de 5% no número de células imunológicas ligadas a processos inflamatórios.

Para os autores do trabalho, conhecer esses mecanismos é importante para o desenvolvimento de novos tratamentos anti-inflamatórios. Além disso, a descoberta mostra que não é preciso se matar na academia para colher os frutos de uma vida ativa. “20 a 30 minutos de exercício moderado, incluindo caminhada rápida, parece já ser suficiente. A ideia de que o treino precisa ser exaustivo e longo intimida aqueles que sofrem com doenças inflamatórias crônicas e poderiam se beneficiar da atividade física”, comenta Suzi Hong, líder do estudo.

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Portanto, se você sofre com algum desses problemas, nada de usar isso como desculpa para não se exercitar. Converse com o seu médico e procure um profissional de educação física para saber como incluir a atividade física na sua rotina para tirar apenas benefícios – e não colocar o seu bem-estar em risco.

Conheça a Air Yoga, a nova modalidade do gênero

Conteúdo original Lucilia Diniz

Esta sempre foi uma prática fortemente ligada ao solo. Afinal, a yoga usa o solo para garantir sustentação às posturas, baseadas no equilíbrio. Quem pratica adora, e várias correntes já foram criadas, diversificando e aumentando o número de praticantes.

Depois da Hot Yoga, em que à dificuldade dos movimentos são acrescentadas altas temperaturas. Agora, uma corrente prega exatamente tirar a yoga do chão. Criada em 1991 pelo coreógrafo Christopher Harrisson, a tendência conhecida como Air Yoga começou a “bombar” apenas recentemente. E ganha público rapidamente, com adeptos em mais de 50 países, ao adicionar um elemento à la Cirque de Soléil aos belos movimentos da yoga.

Pendurados por grandes lenços de seda, presos por ganchos no teto, os alunos eliminam a pressão do sistema músculo-esquelético. Isso proporciona o espaçamento na medula espinhal, permitindo uma hidratação sem igual dos discos vertebrais.

Somam-se, ainda, os benefícios de irrigar o cérebro com sangue fresco e cheio de endorfina – hormônio com potente ação analgésica que, ao ser liberado, estimula a sensação de bem-estar melhorando o estado de humor e alegria.

Em entrevista à revista American Way, o criador da Air Yoga declarou que os praticantes ganham um bônus, ao praticar algo que jamais imaginariam serem capazes. Este fator novo (exercitar-se de ponta-cabeça) permite uma conexão entre corpo e mente mais energizada.

Confira no vídeo a seguir como a Air Yoga funciona.