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Entenda o que são prebióticos, probióticos e polifenóis

Entenda o que são prebióticos, probióticos e polifenóis

Você sabe o que são, ou já ouviu falar em, prebióticos, probióticos e polifenóis?! Estes são grupos importantes para a saúde e equilíbrio do nosso corpo. Saber o que cada um representa e onde estão presentes é essencial para a manutenção e bom funcionamento do nosso organismo.

Os prebióticos são componentes alimentares (principalmente em tipos de carboidratos [e principalmente em fibras]) que induzem o crescimento de bactérias benéficas. As boas bactérias, no intestino, se alimentam dessa fibra.

Os probióticos são bactérias vivas encontradas em suplementos ou certos alimentos. Eles são ingeridos com o intuito de melhorar ou restaurar as bactérias do intestino.

Os polifenóis são uma categoria de produtos químicos que ocorrem naturalmente nas plantas. São micronutrientes que podem induzir a redução da pressão arterial, níveis de colesterol, estresse oxidativo e níveis de colesterol.

Então, como eles podem ajudar a diversificar e melhorar a saúde intestinal?

Estudos mostraram que os prebióticos podem ajudar a promover o crescimento de bactérias saudáveis. Certos alimentos com propriedades prebióticas podem neutralizar a superexpressão de alvos hospedeiros envolvidos no desenvolvimento de distúrbios metabólicos e inflamação.

E alguns prebióticos podem reduzir a insulina, os níveis de colesterol e os triglicérides em pessoas obesas. Em resumo, a promoção do crescimento de certas bactérias pode ajudar a reduzir as síndromes metabólicas. Cebola, alho-poró, alho, aspargos e bananas são todas boas opções de alimentos prebióticos.

Voltando nossa atenção para probióticos, estes são principalmente adquiridos através de suplementação. Eles não colonizam permanentemente os intestinos, mas podem ajudar a alterar a composição geral dos microbiomas intestinais e apoiar o metabolismo. Mas os dados estão misturados em sua eficácia. Os resultados mostraram menos impacto no microbioma intestinal de pessoas saudáveis; mas naqueles com certas doenças, alguns resultados foram mais promissores.

Os polifenóis, no entanto, são digeridos pelas bactérias intestinais. Algumas das moléculas maiores de polifenol não podem ser digeridas pelas células humanas, então elas chegam ao cólon quando são banqueteadas pelo microbioma intestinal. Os polifenóis também podem aumentar o número de bactérias boas; essas alterações podem estar associadas a níveis mais baixos de triglicérides e proteína C-reativa, ambos marcadores de inflamação (em um estudo feito com flavanóis derivados de cacau). As fontes de polifenóis parecem vir de algumas das melhores coisas da vida: o vinho tinto, o chocolate amargo, as amêndoas e os mirtilos.

Além de uma dieta diversificada, considere direcionar alimentos ou suplementos ricos em prebióticos, probióticos e polifenóis, claro, sempre, acompanhado(a) da orientação de um profissional em saúde e/ou nutrição.

Este artigo foi originalmente publicado pela HVMN.
Fotos Pixabay

Receita: Ovo de Páscoa Funcional

Chocolate amargo: um pedaço todos os dias protege a memória

Conteúdo Boa Forma

Temos mais um bom motivo para comer chocolate: está provado que ele faz bem para a memória. Horas após comer o doce, o raciocínio também melhora mesmo se você estiver cansada, segundo pesquisadores italianos.

“Os flavonoides do cacau aumentam a circulação do sangue e, assim, o cérebro é mais bem irrigado. Além disso, as substâncias benéficas evitam a queda de desempenho dos neurônios quando envelhecemos”, afirma a nutricionista Renata Amorim, do Rio de Janeiro. Os próprios cientistas consomem cerca de 100 gramas de chocolate 70% todos os dias para proteger a mente, de acordo com o estudo publicado no jornal Frontiers in Nutrition.

Palha italiana em versão saudável

Conteúdo M de Mulher

A gente sabe que as sobremesas tradicionais estão quase sempre excluídas do cardápio de quem está de dieta. Por isso, nossa missão é criar versões mais nutritivas e menos calóricas de delícias que todo mundo ama — como esta sugestão da culinarista funcional Alexandra Vaz, do @petit_a_petitepalha italiana saudável, que leva biscoito integral, leite de coco, chocolate amargo 70% cacau, xylitol e manteiga ghee.

Crédito: Alexandra Vaz/BOA FORMA
  • 1 1/2 xícara de biscoito doce integral, cookie integral ou bolacha maisena
  • 1/3 xícara de leite de coco caseiro
  • 1 xícara de chocolate amargo 70% cacau
  • 1 colher (sopa) de mel de abelha ou melaço de cana
  • 2 colheres (chá) de adoçante natural (xylitol ou eritritol)
  • Manteiga ghee para untar
  1. Coloque numa panela o leite, 1 colher do adoçante e mexa até antes de começar a ferver.

  2. Desligue o fogo e inclua o chocolate picado, misturando até dissolver com o calor e virar um creme homogêneo. Acrescente o melaço (ou mel) e mexa mais um pouco.

  3. Então, incorpore 1 xícara da bolacha em pedaços.

  4. Transfira para uma travessa pequena untada com manteiga ghee e leve à geladeira por uma hora.

  5. Após esse tempo, corte em quadradinhos.

  6. Para finalizar, pegue a 1/2 xícara de bolacha e bata no liquidificador com a colher restante do adoçante natural até virar uma farofinha.

  7. Polvilhe por cima da palha e pronto!

Na medida certa, chocolate ajuda a emagrecer

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Essa é aquela notícia que faz a mulherada pirar. Mas não se animem muito porque, embora as propriedades existentes no chocolate amargo ou meio amargo auxiliem no emagrecimento, a eficácia depende dos hábitos de vida e do consumo controlado.

Comer pequenas porções de chocolate (30 gramas – o equivalente a dois bombons) contribui para o controle da saciedade, por meio da ação antioxidante que inibe a produção do hormônio chamado leptina, responsável pelo controle do apetite. Ele também ajuda a promover a aceleração do metabolismo, que leva a uma maior queima de gordura.

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Mas, como nem tudo são flores, para que haja resultados positivos, é importante combinar uma dieta balanceada com a prática regular de atividade física. Pois, como o chocolate também é rico em calorias e gorduras, extrapolar a quantidade recomendada pode resultar no efeito contrário.

O chocolate amargo ou meio amargo, assim como as oleaginosas tais quais nozes, castanhas etc, é farto em ácidos gordos monoinsaturados, ou seja, gorduras boas, que atuam na eliminação da gordura abdominal.

Compare as versões e suas propriedades:

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Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde e livro Crescendo com saúde 2, de Maria Luiza de Brito Ctenas. Acesso em Unimed.

Já falamos por aqui que tudo em equilíbrio pode e não é preciso sofrer por passar vontade de comer o que se quer. O segredo está em equilibrar os prós e contras e viver feliz, sem neuras ou cobranças. Basta ter consciência (e muito amor) para cuidar do corpo e da saúde.