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Yoga: conheça a postura da meia-lua (ardha chandrasana)

Recentemente a Revista Bons Fluídos compartilhou o passo a passo de uma postura da yoga que é muito benéfica para o bem-estar diário, a ardha chandrasana (ou postura da meia-lua).

O movimento, inclusive, auxilia na diminuição do ronco durante o sono, além de tonificar e afinar o centro do corpo (cintura), fortalecer os músculos superiores das costas, coxas e quadris, e também ajudar no aumento da flexibilidade da coluna e no melhor funcionamento de órgãos como o fígado e os rins.

Como fazer

Foto divulgação
  1. De pé, com os pés unidos, inspire e estique os braços para cima entrelaçando os dedos, exceto os indicadores.

  2. Contraia os músculos das coxas, quadris e abdômen.

  3. Ative os músculos dos braços, puxando-os para cima ao inspirar; leve-os para a direita e os quadris para a esquerda, formando uma meia-lua.

  4. “Empurre os quadris para a frente e traga o peito para trás para alinhar todo o corpo como se ele estivesse colado em uma parede atrás de você”, diz a professora de ioga Andrea Wellbaum.

  5. Sustente de 30 segundos a um minuto e repita do outro lado.

Imunidade baixa

Conteúdo original Bons Fluídos

Imunidade baixa | Crédito: Rogerio Pallatta Reprodução Bons Fluídos

Separe os pés em cerca de 1 metro e eleve os braços acima da cabeça, juntando as palmas. Faça uma rotação dos pés para a direita, trazendo também a frente do tronco para esse lado. Estique os braços para cima na inspiração e, quando expirar, contraia o abdômen e desça o tronco enrolando a coluna, até a testa encostar no joelho. “Se precisar, dobre a perna e separe as mãos para manter o equilíbrio”, explica a instrutora de ioga Andrea Wellbaum. Fique assim por 30 segundos. Suba desenrolando a coluna e repita a postura do lado esquerdo.

A postura da cabeça ao joelho com as pernas separadas (dandayamana bibhaktapada janu sirsasana) massageia a maioria das glândulas endócrinas do corpo, reforçando o sistema imunológico e regulando o metabolismo. Ainda favorece a digestão, fortalece a musculatura do abdômen, das panturrilhas e d as coxas e ajuda a eliminar gordura da cintura.

Setembro é o mês da conscientização da dor crônica, desconhecimento é o maior inimigo

Escrito por: Dr. Charles Amaral de Oliveira / Dr. Fabrício Dias Assis
Em Revista Suplementação

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Setembro é o mês da Conscientização da Dor Crônica, causada pelo aumento da longevidade, longas jornadas de trabalho e estresse da vida cotidiana. São chamadas de dores crônicas as de duração prolongada, que podem se estender de meses a anos. A dor crônica é considerada uma verdadeira epidemia no mundo, acarretando prejuízos não só físicos, como também sociais e psicológicos e tem sido combatida com a ajuda da tecnologia em procedimentos cada vez mais eficazes.

A chamada Medicina Intervencionista da Dor desenvolve técnicas para combater este mal da forma menos invasiva possível fazendo uso da mais avançada tecnologia agregada a um conhecimento médico altamente especializado. “O tratamento geralmente é feito com a utilização de agulhas.

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“Bloqueamos alvos específicos na coluna, no músculo, em nervos ou tendões, com o objetivo de fazer um diagnóstico mais preciso da dor e também tratar uma diversidade de condições dolorosas. Esses bloqueios podem ser realizados com radiofreqüência, bloqueios neurolíticos ou com anestésico local. Também fazemos com Botox, células-tronco e com fatores de crescimento, para regenerar os tecidos””, explica o Dr. Fabrício Dias Assis, pioneiro na área no Brasil e presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor.

Muitas vezes, o diagnóstico da dor é o maior desafio tanto para pacientes quanto para médicos, já que em busca de alívio, as pessoas costumam buscar todo e qualquer tipo de tratamento. Pesquisas indicam que os pacientes se consultam com oito médicos diferentes, em média, antes de chegarem a uma clínica especializada em dor.

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“As dores tiram a pessoa da rotina do dia a dia e isso tem uma série de consequências. Por isso, é importante descobrir as causas da dor crônica e estabelecer um tratamento que a alivie. “Geralmente conseguimos reduzir muito a dor, quando não bani-la. As pessoas não podem desistir nunca de procurar uma solução porque há um aumento enorme de oportunidades e novas tecnologias para combater a dor””, comenta Dr. Charles Amaral de Oliveira, anestesiologista e médico intervencionista da dor.