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O ataque aos snacks

O ataque aos snacks

Nossas vidas cada vez mais acaloradas estão conduzindo a uma mudança que nos leva a comer mais alimentos de lanche em vez de refeições à mesa. Porém, uma pesquisa publicada no Appetite, em janeiro, mostra que apenas ver a palavra “lanche” em um rótulo de comida pode nos levar a comer mais.

No estudo, as pessoas foram convidadas a comer macarrão apresentado como um lanche (consumido em uma embalagem de plástico com um garfo de plástico) ou como uma refeição (consumido em um prato de cerâmica, usando um garfo de metal, sentado em uma mesa). Posteriormente, eles receberam snacks não saudáveis, incluindo M&Ms e crackers. O resultado: aqueles que comeram a massa de “lanchinho” consumiram mais calorias depois do que aqueles que comeram o macarrão “refeição”, sentado em uma mesa.

Pode ser que nos concentremos menos no que estamos ingerindo quando pensamos que estamos comendo lanches e, portanto, estamos menos conscientes do nosso consumo, o que nos leva a comer em excesso mais tarde. Para preservar o hábito de tomar lanche e manter a saúde, e a circunferência saudável da cintura, é uma boa ideia pensar no que você come como uma refeição e sentar-se para comer, mesmo que seja apenas um potinho de iogurte ou um punhado de nozes.

Fonte: Idea

Quer engravidar? Saiba qual vitamina deve incluir na alimentação

Conteúdo original Women’s Health

Se você está planejando engravidar, comece a comer como se já estivesse. Uma nova pesquisa na The U.S. Preventive Services Task Force recomenda que mulheres que estão planejando uma gravidez comam ao menos 0,4 mg de ácido fólico por dia, uma vitamina B que previne certas deformações no feto.

A ingestão será ainda mais benéfica se você consumir essa quantidade entre um mês antes da concepção e o fim do primeiro trimestre. Consiga a quantidade em:

  • 1 xíc. de espinafre no café da manhã (misture em um omelete)= 15%;
  • 1/2 xíc. de feijão no almoço= 35%;
  • 1 abacate para o lanche da tarde= 29%
  • 1/2 xíc. de aspargos no jantar= 22%.

Receita: Talharim de repolho

Receita de Nathália Araujo do Cozinha Fit e Fat
Rendimento: Serve 2 pessoas

  • ½ repolho
  • ½ cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • ½ xícara de leite de coco
  • 1 xícara de molho caseiro de tomate
  • Salsa fresca picada, sal rosa e pimenta-do-reino a gosto


  1. Doure a cebola e o alho no azeite.
  2. Corte o repolho em fatias (o resultado final são as tiras de repolho) com a largura parecida com a do talharim.
  3. Refogue o repolho e adicione o leite de coco, molho de tomate e temperos.
  4. Deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, até que o repolho amoleça levemente, tipo al dente.
  5. SIRVA e seja feliz! 😉

Dill (endro): como usar esse tempero em nome da saúde

Conteúdo original Saúde Abril

Origem:

O dill, planta com aroma picante e fresco, começou a ser utilizado em receitas do Leste Europeu, principalmente nas culinárias russa e escandinava. De lá, o tempero, também chamado de endro, conquistou paladares no Oriente Médio e na Europa.

Forma de uso:

Pode-se optar pelas sementes secas, que devem ser adicionadas sempre no começo da cocção para liberar o aroma, ou pelas folhas frescas. Mas essas entram só no fim das receitas, ok?

Com o que combina:

A picância do dill cai bem para marinar pescados, aromatizar molhos e dar potência a conservas de peixes e legumes, picles, vinagres e maioneses. O condimento também é bem-vindo para acompanhar queijos e pães.

Com o que não combina:

Melhor descartá-lo para o preparo de doces.

Benefícios nutricionais:

Aposte no endro se quiser diminuir cólicas estomacais e intestinais. Segundo uma pesquisa publicada no jornal BMC Pharmacology and Toxicology, a erva também inibe a produção de secreção ácida pelo estômago, aliviando os sintomas de gastrite e refluxo.

Como plantar:

Em vasos, com terra fofa e adubada. E preste atenção onde vai colocá-lo: a planta não tolera temperaturas extremas ou excesso de sol. Regue com bastante frequência.

Alimentos: Alternativas saudáveis aos altos preços

Conteúdo original Mais Equilíbrio

De março do ano passado até março deste ano, os preços dos alimentos chegaram à mesa do consumidor com aumento de de mais de 30%. O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) revela que os preços subiram 6,34% até março deste ano, contudo, estudos de economistas da Universidade de São Paulo revelam que os preços de frutas, legumes, verduras e alguns cereais, dentre eles, arroz e feijão, acumularam altas de 33,36%.

O preço do tomate, por exemplo, um dos frutos que mais figuravam no prato dos brasileiros, mais que dobrou de preço no período de um ano, com alta de 105,87%. A batata virou outra vilã na alimentação e passou a pesar do bolso, já que ficou 86,51% mais cara.  Com este cenário, fica a dúvida: como driblar a inflação e não faltar alimentos essenciais para manter uma boa nutrição em dia? Se por um lado, comerciantes e feirantes tentam adotar medidas de controle de preços, os consumidores buscam alternativas para não deixar cair a qualidade nutricional dos pratos no dia a dia.

Uma alternativa para substituir frutas que estão caras é optar pelas frutas da estação, como é o caso da goiaba, da ameixa e da uva. E como é possível substituir alimentos caros por aqueles que ofereçam as mesmas vitaminas, minerais e nutrientes por um preço mais em conta?

Laranja pera por…

Manga, melão e kiwi, que, assim como a laranja, são fonte de vitamina C. A vitamina C tem poder antioxidante e é essencial para a saúde dos ossos e dos vasos sanguíneos.

Abacaxi por…

Ameixa, que tem grande quantidade de vitamina C, além das vitaminas do complexo B. Assim como o abacaxi, a ameixa é uma fruta que auxilia na digestão e no trato intestinal.

Tomate por…

Pepino, que apesar de ter um gosto completamente diferente do tomate, tem o mesmo valor nutricional e contém vitamina C. A cenoura, um legume que está mais em conta, pode substituir o tomate como suprimento de vitamina C, vitamina E e betacaroteno.

Abobrinha por…

Abóbora nacional, fonte de fibras, vitamina C e outros nutrientes fornecidos também pela abobrinha.

Batata inglesa por…

Batata doce ou inhame. Assim como a batata inglesa, a batata doce e o inhame são ricos em carboidratos, contudo, a batata doce é ainda mais nutritiva que a inglesa, sendo fonte de cálcio, fósforo, potássio, ferro, vitaminas A, C e E, além das do complexo B.

Receita: Espaguete de Abobrinha com Bacon

Sabe aquela receitinha rápida, fácil e gostosa, que cai super bem quando você tem fome e preguiça de preparar alguma coisa. É uma dica da Tatiana Romano, do Panelaterapia.

Espaguete de Abobrinha com Bacon

Descasque uma abobrinha com casca em fios longos usando este utensílio da foto.

Frite 1/2 xíc. (chá) de bacon na própria gordura, adicione 3 dentes de alho picados e, antes de dourar, junte a abobrinha. Dê uma mexida para amolecer um pouco, junte 1/2 lata de tomate pelado picado.

Tempere com sal e pimenta-do-reino. Orégano e manjericão combinam muito bem. Simples, rápido e delicioso!

Receita: Bacon caseiro

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Quem gosta de bacon, levanta a mão! 😀 Confesso que não era muito fã. Porém, depois de aderir à low carb – falaremos mais sobre isso em breve – e precisar ingerir gorduras boas a fim de atingir meus objetivos, o bacon passou a ser parte do meu cardápio diário. E nada como fazer do nosso jeitinho, não é?! Minha solução para tentar curtir bacon, foi preparar o meu próprio bacon. É fácil, econômico e realmente fica diferente (melhor) do que os comprados prontos.

O passo a passo seguido foi do Receita Bruta, de onde também vêm as explicações a seguir:

“E o que é preciso para fazer bacon em casa? Um pedaço de porco, uns temperos, uma geladeira, um saco plástico com fecho ziplock e paciência para esperar sete dias até o treco ficar pronto. Não é demais, né?

Há uma ideia bastante difundida de que bacon é a mesma coisa que a pancetta, porém defumado. Não é bem assim. A diferença não vem da defumação: existem tanto o green bacon (ou unsmoked bacon) quanto apancetta affumicata. O que separa o bacon da pancetta é a vala cultural que divide a Europa Ocidental entre latinos e germânicos. Os produtos se desenvolveram paralelamente, o que resultou em métodos diferentes para preservar a carne.

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Se boa parte do mundo pensa que todo bacon é defumado, é porque os americanos pensam assim. Mas basta um giro num supermercado qualquer em Londres para descobrir o variado universo do bacon: defumado, curado, de barriga, de lombo, da copa, da bochecha do porco. Ampla, a definição britânica exige somente carne gorda de porco e um processo peculiar para curá-la.

Esse processo envolve a desidratação rápida da carne. Enquanto uma peça de pancetta pode demorar alguns meses para ficar pronta, uma semana costuma bastar para o bacon. Para acelerar a produção, é preciso usar uma dose indecente de agente desidratante. Essa substância costuma ser o sal (cloreto de sódio), mas muitas receitas apelam para uma proporção razoável de açúcar (sacarose), que também suga o líquido preso nas células do tecido muscular. O resultado é um bacon menos agressivamente salgado.”

Bacon Caseiro

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Para cada quilo de carne, respeite estas proporções:

  • 150 g (15%) de sal marinho
  • 75 g (7,5%) de açúcar – ou 2 colheres (sopa) de açúcar mais 2 colheres (sopa) de maple syrup
  • Bagas de zimbro, pimenta da jamaica e/ou pimenta do reino amassadas
  • 1 ou 2 folhas de louro
Modo de fazer
  1. Coloque a barriga de porco sobre uma tábua e seque-a com papel-toalha. Misture o sal, o açúcar e os temperos. Esfregue a mistura na peça, certificando-se de que não há fissuras (cortes profundos que podem comprometer o processo de salga). Transfira-a para um saco plástico com fecho hermético e despeje ali a mistura de sal que sobrou na tábua. Pressione o saco para extrair o máximo possível de ar do seu interior e feche bem.

  2. Coloque o saco em um prato não metálico, com o lado da pele virado para cima. Armazene-o na parte de baixo da geladeira por cinco dias, virando-o uma vez por dia.

  3. Depois desse período, tire o bacon do saco e lave-o bem em água fria. Seque-o com papel-toalha e coloque-o sobre uma grade para secar em um lugar frio e arejado, por dois dias. Corte em fatias finas antes de cozinhar.

Observações: A barriga de porco se encontra em açougue, por quilo, que custa entre R$9 e R$12. Comprei no açougue do supermercado. Para o meu bacon, coloquei algumas ervinhas desidratadas, como tomilho e alecrim. Não usei sal marinho, fui no comum de cozinha. Coloquei também um tiquinho de páprica picante. Temperei do jeito que eu quis e realmente ficou saboroso e aromatizado.

Também não tinha o plástico de fechamento hermético: usei dois simples, de congelar mesmo, tirei todo o ar possível e dei um nó em cada, bem firme, para não correr o risco de vazar o líquido oriundo da desidratação da carne – deu tudo certo.

Para secar, deixei num escorredor, amparado por uma bacia de inox, na parte de baixo da geladeira. A textura muda, fica mais durinho, firme e “ressecado”. Depois é só fatiar fininho e fritar em frigideira antiaderente, para ficar crocante. Aí, é saborear e ser feliz! Quando fizer, vem contar como ficou! 😉