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Receita: Macarrão ao sugo de beterraba

Receitinha diferente, super colorida, ideal para uma segunda sem carne.

Da linda chef Luiza Hoffmann

Reprodução Instagram
  • 1 dente de alho
  • 1/2 cebola cortada em meia lua
  • 2 beterrabas pequenas cozidas
  • 1/4 de xícara de azeite
  • 1/2 xícara de chá de manjericão
  • 1 folha de louro
  • Raspas de limão siciliano a gosto
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Orégano a gosto
  • Manjericão a gosto
  • Água do cozimento do spaghetti a gosto
  • 20 g de queijo ralado
  • 200 g de spaghetti cozido

Modo de Preparo

Para o sugo:

  1. Corte a cebola em julienne (tirinhas), o alho em lâminas e refogue em uma frigideira com metade do azeite;
  2. Adicione a beterraba cortada em pedaços pequenos;
  3. Adicione o louro, o orégano, o manjericão e tempere com sal e pimenta;
  4. Use um pouco da água da cocção do macarrão para cozinhar o molho;
  5. Retire o louro e os talos de ervas e bata o molho no liquidificador;
  6. Volte o molho para a frigideira e adicione o queijo ralado;
  7. Misture o macarrão no molho, regue com azeite e raspas de limão.

Receita: Cookie de Limão (com versão vegana e sem glúten)

Receita compartilhada pela Cozinha da Maria

  • 1 xícara de açúcar (120 g);
  • 80 ml de óleo;
  • 2 colheres de sopa de leite da sua preferência (vegetal para a versão vegana);
  • Suco e raspas de 1 limão siciliano;
  • 2 xícaras de farinha de trigo (200 g);
  • 1/2 colher de café de fermento em pó.

Modo de preparo

  1. Misture o açúcar, óleo e leite. Adicione o restante dos ingredientes;
  2. Usando duas colheres, faça bolinhas e coloque-as em uma assadeira untada ou coberta com papel manteiga;
  3. Leve ao forno pré-aquecido a 180º C por 18 minutos (não deixe mais tempo, pois seu cookie ficará muito seco e crocante.
Para a versão Sem Glúten:
  • Use 1 e 1/2 xícara de farinha de arroz com 1/2 xícara de polvilho doce ou amido de milho.
  • Pode usar o açúcar que preferir. Adoçante também funciona.
Você sabe o que é disfagia?

Você sabe o que é disfagia?

A disfagia é a alteração na deglutição caracterizada pela dificuldade de levar alimento ou saliva da boca ao estômago.

A manifestação da disfagia se dá por dificuldade de mastigação, escape oral de alimentos, ausência de deglutição, comida parada na boca ou na faringe, regurgitação nasal, tosses ou engasgos (antes, durante ou depois da deglutição), recusa alimentar, perda de peso e outros.

Orientações para pacientes disfágicos:

  • Fracionar a alimentação em 6 refeições diárias;
  • Hortaliças, vegetais: torná-los pastosos transformando-os em purês, suflês;
  • Sucos de frutas espessados ( manga, banana, caju);
  • Não utilizar líquidos para ajudar o alimento a descer;
  • Todas as refeições devem ser bem liquidificadas. Certifique-se que não há nenhum pedaço de alimento inteiro ou grumos ou fiapos às preparações antes de serem oferecidas.

Não deixe de procurar um(a) nutricionista, pois em casos de disfagia é comum que alguns pacientes fiquem desnutridos.

Texto da Dupla Saúde – Carol & Jess

Distúrbios alimentares: tipos, causas, como evitar

Distúrbios alimentares: tipos, causas, como evitar

A expectativa que criamos em torno da nossa própria imagem vem ganhando cada vez mais força. Já parou para pensar no tempo em que investimos para conseguir a melhor selfie, nos arrumando para um evento ou mesmo nos preocupando em como vamos parecer para o mundo? A maneira como a gente se sente e se enxerga, na essência, parece importar menos do que a forma como as pessoas nos enxergam.

Aparentar estar magro, em forma, com as curvas delineadas e a musculatura desenvolvida, manter-se dentro de um padrão de beleza que se altera constantemente, entre outras cobranças impostas pela sociedade atual tem levado milhares de pessoas a desenvolverem distúrbio alimentares. Você conseguiu se imaginar em alguma dessas situações?

O que é e como evitar

Distúrbios alimentares, também conhecidos como disfunções ou transtornos alimentares, são doenças associadas à distorção da aparência física que o indivíduo tem de si mesmo, como, por exemplo, enxergar-se muito gordo, mesmo sendo muito magro, associada a posturas alimentares extremas, como reduzir drasticamente, ou zerar, a ingestão de alimentos. Os tipos mais conhecidos são a anorexia, a bulimia, a ortorexia nervosa e a compulsão alimentar.

Cada condição possui suas próprias características: a anorexia é identificada pela magreza extrema, em níveis esqueléticos. Além de restringir a alimentação, a pessoa com anorexia ainda pratica exercícios físicos e se utiliza de métodos purgativos (como diuréticos, laxantes e provocação de vômito).

Já a bulimia se diferencia por episódios de descontrole, onde a pessoa come demais e de tudo, associados a técnicas para aumentar o gasto calórico e compensar a comilança, como longos jejuns, exercícios intensos e purgação da comida, sem, no entanto, resultar em grande perda de peso, como na anorexia.

A ortorexia nervosa é um distúrbio relativamente novo, desencadeado pela onda da vida saudável, e é definida pela obsessão em comer apenas alimentos saudáveis. Enquanto a compulsão alimentar representa a perda total de controle sobre a alimentação, onde a pessoa sente necessidade de comer, até sem sentir fome, e não consegue parar, ainda que já esteja satisfeita.

Não há uma causa exata que explique o desenvolvimento dos distúrbios alimentares. O que se sabe é que os transtornos têm origem psicológica e que a sua evolução está vinculada à relação que o indivíduo desenvolve com a alimentação e a forma física desde à infância. Quando não tratados, esses problemas podem progredir e converterem-se em doenças ainda mais graves, tanto no âmbito psiquiátrico quanto na própria saúde, afetando o bom funcionamento do corpo.

Como tratar

A forma mais indicada de tratamento dos distúrbios alimentares é o acompanhamento do paciente por um profissional de saúde mental, nutricionistas e médicos, nos casos mais extremos de desnutrição ou descontrole.

O importante é criar hábitos saudáveis equilibrados, ou seja, buscar manter uma rotina prazerosa de alimentação variada e atividades físicas, que permitam a promoção da autoestima e do bem estar.

A percepção do volume de alimentos

O grande número de calorias em uma prato cheio de comida gordurosa pode não ser a única razão pela qual você sai da mesa sentindo-se cheio. Um estudo apresentado em uma reunião da Sociedade de Psicologia Britânica, em 2017, sugere que sensações de fome e saciedade podem estar ligadas à forma como percebemos uma refeição e não apenas em quantas calorias consumimos.

Em duas ocasiões, pesquisadores britânicos serviram aos participantes do estudo uma omelete de três ovos para o café da manhã, mas disseram aos voluntários que a primeira refeição tinha dois ovos e a segunda tinha quatro. As pessoas que achavam ter comido um desjejum menor relataram sentir fome mais cedo e também comeram mais durante o dia; ao contrário dos que pensaram ter consumido um café da manhã maior. O estudo não detectou alterações nos hormônios da fome, sugerindo que nossas percepções mentais de uma refeição podem influenciar significativamente a ingestão de alimentos mais tarde.

Assim, para ficar satisfeito, com menos calorias, tente adicionar volume de baixa caloria às refeições; por exemplo, preencha um prato de macarrão integral ou ovos mexidos com legumes. Colocar mais alimentos em um prato ou em uma tigela pode enganar o cérebro para pensar que você está consumindo muitas calorias e, por sua vez, você precisará de menos comida em refeições e lanches ao decorrer do dia.

Fonte: Idea

Reaproveite as sobras do dia anterior; veja dicas de chefs

Conteúdo original Terra

 

Para muita gente, preparar um almoço ou um jantar é uma atividade bastante prazerosa. Mas, na maioria das vezes, a comida preparada sobra, fica na geladeira por alguns dias e, em seguida, vai parar no lixo.

Segundo um estudo realizado pela Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO), da ONU, mais de um bilhão de toneladas de comida vira lixo todos os anos no mundo todo. No Brasil, estima-se que cerca de 30% dos alimentos produzidos vai para o lixo e sem nenhum tipo de reaproveitamento.

Isso acontece porque as pessoas não sabem como reaproveitar a comida do dia anterior e preparar novos pratos, o que pode ser ainda mais prático do que começar do zero. Para isso, basta um pouquinho de criatividade e boa vontade.

Fernanda Pitta e Bruno Pasquali Bortolotti deram algumas dicas de como reaproveitar os ingredientes mais comuns entre os brasileiros. “Podemos reaproveitar praticamente tudo o que sobra em nossa geladeira, transformando o prato do dia anterior em uma receita diferente”, afirmou Pasquali. Segundo o chef, a melhor maneira de fazer isso é abrir a sua cabeça para novas experiências gastronômicas.

Veja algumas dicas a seguir.

Feijão

Segundo Fernanda, o feijão do dia anterior vira um delicioso tutu de feijão no dia seguinte. “É só bater no liquidificador e refogá-lo novamente com alho, cebola, bacon picadinho. Se quiser pode incluir paio, acrescentar farinha de mandioca torrada para engrossar e couve picada. Não esqueça o azeite extra-virgem no final”, detalhou.

Além disso, o feijão pode virar um caldinho para os dias mais frios. É simples: bata no liquidificador, leve ao fogo novamente e coloque bacon frito e cebolinha verde. Pasquali deu uma dica diferente. “Se coado, o grão pode ser usado como acompanhamento para a salada”, afirmou.

Arroz

Este ingrediente pode virar um bolinho e servir como acompanhamento do prato principal no dia seguinte. “Podemos adicionar um novo ingrediente à receita tradicional como o espinafre, abobrinha, brócolis ou talos de vegetais – que às vezes jogamos no lixo – algum queijo que já esteja com os dias contados ou até mesmo alguns embutidos”, explicou Pasquali.

Além disso, para sair do óbvio, é possível mudar a cara desse arroz, preparando uma receita de forno. “Dá para fazer com ingredientes que temos enlatados, como milho, ervilha ou seleta de legumes. Misture esses ingredientes ao arroz e uma lata de creme de leite”, explicou Fernanda. “Depois é só montar a travessa, intercalando com camadas de presunto e mozzarela, e levar ao forno para gratinar.”

Frango

Aquele suculento frango assado do domingo pode completar panquecas na segunda-feira. “Pode usar as sobras desfiadas e criar um refogado com alho, cebola, tomate, requeijão e cheiro verde e fazer um belo recheio ou uma torta de frango”, explicou Fernanda. Outra opção é fazer um fricassé: basta desfiá-lo e misturar com catchup, mostarda, champignon, molho inglês e creme de leite.

Pasquali deu uma dica diferente: “se você tem um peito com a carcaça, pode aproveitá-la para fazer um caldo de frango. Junte com água e alguns legumes e vegetais, cenoura, cebola, salsão, alho poró, que com certeza será muito mais saboroso e saudável do que o caldo industrializado que costumamos usar”, explicou.

Carne

Que tal um chilli para comer com tacos? Se for carne moída, você pode misturar com a sobra de feijão. “É só amassar bem o feijão, misturar com a carne e colocar uma lata de molho de tomate, um pouco de bacon picado e frito, duas pimentas dedo-de-moça picadinhas e coentro picado”, explicou Fernanda. Se for carne de churrasco, você pode enriquecer as sopas ou cozinhar com o feijão.

A gordura da carne que geralmente vai para o lixo também pode ser aproveitada. “Ela rende um nutritivo e saboroso caldo, reaproveitado da mesma maneira que o caldo de frango. Reaproveite a gordura interna da carne, não a que reveste a peça”, explicou o chef.

Salada

Segundo Pasquali, se a salada estiver bem armazenada e ainda não tivertemperos, tem um tempo de vida maior. “As folhas devem ser guardadas secas e sem sal, em um recipiente fechado hermeticamente.”

“A rúcula fica deliciosa como recheio de panquecas e lasanhas. É só montá-las usando mozzarela e tomate seco”, destacou Fernanda. “O agrião fica perfeito colocado no final de um creme de batatas e também em uma rabada.”

Talos

Além disso, os talos que normalmente as pessoas jogam fora ao preparar uma salada também podem ser utilizados. “Talos de salada podem ser batidos com frutas, para um suco mais nutritivo, assim como talos de brócolis, cenoura, beterraba”, acrescentou Pasquali.

“Os talos de espinafre, brócolis e beterraba são nutritivos para cozinhar no arroz ou mesmo picadinhos e refogados. Pode misturar nos ensopados e caldos”, contou a chef.

Macarrão

O macarrão que ficou na geladeira pode virar uma bela salada no dia seguinte. “Basta acrescentar cenoura em tiras, mozzarela de búfala, tomate seco e rúcula”, disse Fernanda.

Pasquali explica que o mais importante é não deixar o macarrão cozinhar muito quando estiver sendo preparado da primeira vez. “É preciso esperar esfriar completamente antes de guardá-lo em um recipiente na geladeira, evitando assim que ele fique muito mole para reaproveitá-lo”, disse.

Peixe

É possível usar as sobras de peixe, como por exemplo, o salmão, para fazer uma salada com o peixe em lascas, abobrinha grelhada, tomate-cereja e molho pesto.

O peixe também pode ser desfiado e virar bolinho. “Basta acrescentar um pouco de farinha, ovo para dar liga, tempero a gosto, fazer bolinhas e colocar para assar. Também pode empanar as bolinhas e fritar”, acrescentou o chef.

Frios

“Os frios que sobram podem ser usados na massa que também sobrou para fazer um macarrão à moda pizzaiolo.” Segundo Fernanda, é só picá-los, misturar ao macarrão com tomates picados e levar ao forno.

“Embutidos podem ser misturados no arroz ou em uma omelete mais caprichada”, acrescentou Pasquali.

Pão

O pão velho pode virar um pudim de pão ou uma farinha de rosca temperada com tomilho e alecrim. “Você só precisa torrá-lo”, acrescentou Fernanda.

O pão-de-fôrma pode virar croutons se picados em cubos e assados com azeite, orégano e sal. “Fica uma delícia para colocar sobre as saladas de folhas”, explicou Fernanda.

Pasquali deu a dica de deixá-los como os de couvert de restaurantes: “passe manteiga, alho, azeite e ervas finas.”

Tomate

Tomates que estão muito maduros não precisam virar molho de tomate. “Você pode cortá-los ao meio, retirar as sementes e colocar em uma assadeira. Depois, temperar com alecrim, tomilho, sal e azeite e assá-los”, detalhou Fernanda.

Seleção de bolsas térmicas até R$50: de todos os tipos para levar por aí

Vale a pena ler de novo:

Feriadão também é tempo de organizar a vida, agendar a semana, pensar no cardápio e dar um jeito geral na casa, não é?! Pelo menos a gente tenta fazer tudo isso, apesar de muitas vezes a preguiça ganhar. Vida real, sabemos como é! Para te ajudar a não fugir dos trilhos e escorregar na alimentação, fizemos uma seleção de bolsas térmicas para transportar seus lanchinhos para todo canto.

Nas redes sociais, aqueles modelos super equipados com compartimentos que cabem comida para o dia inteiro viraram moda entre a galera maromba. Nossas escolhas foram menos pretenciosas, mais voltadas à praticidade do dia-a-dia, de tamanho menor e com valor até R$ 50.

MONTAGEM

1.Catmania | 2.MultPart-K | 3.Mega TNT | 4.1001 Novidades | 5.Loja Portal | 6.Tray | 7.ÁguiaBox | 8.ShopFácil | 9.Decorvida Modelo 1 | 10.Decorvida Modelo 2

Você também pode usar a criatividade e dar usos às coisas que ficam meio esquecidas em casa. No fim de ano mesmo, ao comprar um chester, ganhamos uma sacolinha térmica bem charmosinha da marca. Ela pode não ser um exemplo de potência térmica, mas serve para levar uma fruta, iogurte e manter a água fresquinha.