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Como a meditação pode melhorar suas viagens

Como a meditação pode melhorar suas viagens

Quando se trata de mindfulness (atenção plena) e meditação, você pode pensar que leva anos de treinamento – ou uma jornada espiritual – para obter quaisquer benefícios. Mas a essência da prática é, na verdade, bastante simples, e suas técnicas podem trazer um pouco de alívio para muitas situações estressantes, incluindo viagens.

“Estamos falando de uma espécie de versão um pouco mais sofisticada do conselho que sua mãe lhe deu, quando você era criança, de ‘respirar fundo'”, disse Dan Harris, co-âncora do programa Nightline, da ABC, e Good Morning America , que é o autor de dois livros sobre mindfulness e meditação.

“Você não precisa acreditar em nada. É um exercício muito simples e secular para o seu cérebro”, continuou Harris, cujo o aplicativo de smartphone e recurso de podcast “10% mais feliz” guiou meditações.

De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional de Entrevistas de Saúde, adultos americanos estão meditando mais do que nunca, sendo 14% dizendo que praticaram no ano passado, bem acima dos 4,1% em 2012. Dado que um efeito conhecido da prática da atenção plena é a redução do estresse e da ansiedade, os viajantes podem se beneficiar.

“Há uma forte pesquisa que mostra que a meditação pode melhorar a saúde mental”, disse a Dra. Megan Jones Bell , chefe de ciências do aplicativo de meditação Headspace. “A meditação pode ajudar-nos a aprender a estar mais presentes, a ver a nós mesmos e aos outros a partir de uma nova perspectiva e a abordar a vida de maneira mais engajada e pacífica. Isso tudo pode ser muito útil durante qualquer parte de nossas vidas e especialmente durante a viagem.”

Aqui estão algumas maneiras pelas quais praticar a atenção plena pode tornar suas viagens menos estressantes e mais agradáveis.

Seja pelo medo de voar ou em se preocupar em perder sua próxima conexão, muitas pessoas sentem ansiedade ao viajar.

“Nós não podemos controlar se o avião está atrasado, ou se a nossa bagagem se perder, ou o tráfego na estrada, e a meditação e a atenção plena nos permitem aprender a aceitar os desconhecidos, e até mesmo abraçá-los”, disse a Dra. Bell.

Primeiro, concentrar-se na sua respiração pode ser um longo caminho. Se voar é uma experiência particularmente estressante para você, o Sr. Harris sugere que reserve alguns minutos para isso antes da decolagem, esteja você esperando para embarcar ou afivelando o cinto em seu assento.

“Apenas sintonizar a sua respiração ou mesmo respirar profundamente traz benefícios fisiológicos, enviando mensagens para o sistema nervoso parassimpático como um: ‘OK, relaxe, tudo está bem’, disse ele.

A ideia é considerar o seu pensamento nervoso de uma perspectiva diferente. “Você percebe que, ‘sim, isso é apenas o estado mental de preocupação, e eu posso me libertar disso, mesmo que seja apenas por um segundo, de modo que ele não me possua completamente'”, disse Harris.

Texto traduzido e adaptado de NY Times
Fotos Pixabay

Yoga em casa em 10 minutos

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7 passos para começar a meditar

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Já está comprovado que a meditação tem a capacidade de transformar a vida de uma pessoa e fazer com que ela realmente descanse. Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia e publicada na revista Translational Psychiatry afirma que um período de práticas de meditação promove o relaxamento por tempo mais prolongado que o mesmo período de férias.

Os coachs e escritores Bruno Gimenes e Patrícia Cândido, autores da obra “Conexão com a Prosperidade” e fundadores da instituição espiritual Luz da Serra, ensinam os 7 passos iniciais que devem ser dados para começar a meditar. “Para níveis avançados, é importante procurar instrutores, mas qualquer um pode iniciar o processo de meditação com essas práticas”, explica Bruno.

Segundo Patrícia, a meditação pode ser um desafio no começo. “O segredo é não desistir e colocar a prática como parte do seu dia a dia”, completa.

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1– Escolher um bom local:

Segundo os escritores, a escolha do local influencia diretamente no processo de meditação. “O local ideal vai ser aquele em que você consiga se conectar com você mesmo, que não sofra interrupções e o principal, em que você se sinta confortável”, explica Patrícia. Bruno conta que, caso não seja possível criar um cantinho para meditação em casa, pode ser um espaço dentro do próprio quarto, por exemplo. “Velas, plantas e incensos são bem-vindos”.

2– Determinar uma posição confortável:

O segundo passo é definir uma posição realmente confortável para permanecer imóvel por algum tempo. “O ideal é estar sentado, então a dica é usar uma almofada firme para ter mais estabilidade”, explica Bruno, que alerta para evitar sentar-se na própria cama.

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3- Garantir silêncio

Mesmo que algumas pessoas consigam se concentrar com barulhos ao redor, o ideal é manter um ambiente silencioso. “Para entrar em estado de relaxamento, tome um banho quente, e em seguida desligue o celular e aparelhos eletrônicos”, sugere Patrícia.

4- Concentrar-se na respiração

Segundo os especialistas, é necessário focar-se completamente na respiração para afastar os pensamentos. “Crie uma percepção da sua respiração, sinta o ar entrando e saindo dos seus pulmões, respirando de forma lenta”, ensina Bruno. Patrícia ensina que, quando pensamentos vierem à mente, basta voltar a se concentrar na respiração. “Você pode imaginar inspirar a pureza e expirar as tensões, e assim esse processo de concentração vai, aos poucos, conduzir a mente ao estado de meditação”.

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 5- Mantenha o hábito de fazer os exercícios

Como a meditação é algo muito próprio de cada um, o importante, segundo os especialistas, é manter a prática e ir moldando-a conforme for evoluindo. “Existem meditações guiadas e não guiadas, e a escolha depende de cada pessoa”, explica Patrícia. A escritora conta que os iniciantes podem se sentir mais confortáveis na primeira opção. “Também existem mantras, que são os sons sagrados da tradição budista, e que têm o poder de criar encantamentos e atrair as melhores vibrações”, explica, destacando que existe a possibilidade de criar um mantra próprio.

6- Acalmar a mente

Bruno conta que a meditação tem como principal objetivo o de silenciar e acalmar a mente, e esse é o grande ponto de partida para as transformações internas capazes de combater a ansiedade, insônia e outros sintomas da vida moderna. “Com tantos estímulos externos, acabamos nos esquecendo da possibilidade de nos desligar e entrar em contato com nosso mundo interior”, destaca. Assim, as primeiras tentativas de meditação deverão ser interrompidas por diversos pensamentos que virão à tona. “Sempre que eles surgirem na mente, retorne sua atenção para o seu propósito e foque naquele momento, pois os seus problemas estarão lá quando você terminar, e você estará em melhor estado para poder resolvê-los. E quanto mais você fizer esse exercício, mais fácil será da próxima vez”, completa Patrícia.

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7- Voltar devagar 

Assim que o período de meditação acabar, Bruno conta que não se deve levantar rapidamente. “Após fazer o exercício, retome sua respiração normal e calmamente abra seus olhos”, ensina. Segundo Patrícia, deve-se encerrar a meditação com o sentimento de gratidão ou uma oração que mentalize todos os seres humanos e a natureza. “Mexa braços e pernas devagar, alongue-se e aos poucos vá voltando à sua rotina”.  Após seguir todos os passos, os especialistas contam que basta colocar a meditação na rotina. O ideal é que começar meditando por cerca de 10 a 15 minutos por dia, e passar para 30 minutos após um mês. Eles destacam que a prática regular é transformadora: melhora a facilidade de se concentrar e de se desvencilhar do turbilhão de pensamentos que ocorre ao longo do dia.

Entenda a relação entre a tireoide e o ganho de peso

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A tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que fica localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida popularmente como ?gogó?. Tem um peso aproximado de 15 a 25 gramas (no adulto). Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Também desempenha um papel no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, no peso, na memória, na concentração e no humor. Como um maestro de orquestra, quando em perfeito estado de funcionamento, garante o equilíbrio e a harmonia do organismo. Se houver produção insuficiente ou exagerada dos hormônios tireoidianos temos o hipotireoidismo ou hipertireoidismo, respectivamente.

No hipotireoidismo, tudo começa a funcionar mais lentamente no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Ocorrem, também, cansaço excessivo; dores musculares e articulares; sonolência; pele seca; ganho de peso; aumento nos níveis de colesterol no sangue e, até depressão. Na verdade, o organismo fica todo mais devagar. Enquanto no hipertireoidismo, tudo no nosso corpo começa a funcionar rápido demais: o coração dispara, geralmente acima de 100 batimentos por minuto; o intestino solta; a pessoa fica agitada; dorme pouco, pois se sente muito acelerada, mas também muito cansada (esgotada). Nervosismo, mãos trêmulas e sudoreicas, ondas de calor repentinas e perda de peso acentuada sem intenção também aparecem.

Alguns sintomas, no entanto, são os mesmos nos dois quadros clínicos, como enfraquecimento e queda de cabelos, fraqueza e dores musculares e alterações no ciclo menstrual. Também pode aumentar as chances de aborto e do risco de osteoporose e fraturas. A semelhança entre os sintomas é um fator que dificulta o diagnóstico do tipo de doença na tireóide, por isso os exames TSH sérico e ultrassom da tireoide são essenciais para fazer o diagnóstico.

O metabolismo de uma pessoa com hipotireoidismo sem tratamento fica mais lento, logo, mesmo realizando atividade física e dieta, o organismo perde menos energia do que o esperado. Além disso, o que a balança mostra muitas vezes, espelha a maior retenção de líquidos, que aumenta o peso. Contudo, quando se começa a tratar o hipotireoidismo, pode ocorrer diminuição do peso, que é modesta e primariamente mais por perda de líquidos do que de gordura. Obesidade está associada ao diagnóstico de hipotireoidismo em menos de 5% dos casos.

Vários estudos demonstram que as pessoas que ganham peso com hipotireoidismo aumentam o peso no máximo em até 10%. E quando são devidamente tratados voltam a perder peso, desde que os vilões, como sedentarismo e alimentação inadequada sejam abordados.

No hipertireoidismo descompensado a rápida perda de peso pode ser relevante, mas após diagnóstico e tratamento, há readequação do peso. Vale lembrar, que hormônios tireoidianos não devem ser tomados com objetivo de emagrecer, já que promovem maior perda de músculos do que de gordura!

Mahamudra: treino para o corpo e mente

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Você conhece o mahamudra? Esta modalidade, que em sânscrito quer dizer “grande gesto”, pode ser a chave para conseguir a tão sonhada barriguinha definida e corpo em forma. A técnica junta várias atividades físicas e reúne saúde mental, corporal e espiritual. Interessante, não é?

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Para os adeptos à modalidade, o mahamudra é muito mais do que apenas treinos de alta intensidade, trata-se de um estilo de vida. De acordo com César Curti, idealizador e coach da Mahamudra Brasil, o foco da técnica é o  progresso e evolução do ser humano.

“(no mahamudra) a saúde mental consiste em retornar o domínio do seu consciente e do seu subconsciente, para assim utilizar e potencializar o seu poder mental sempre a favor, desintoxicando informações desnecessárias. A saúde corporal começa no treinamento de técnicas respiratórias, onde o praticante se beneficia de mais consciência corporal, de mais energia, vitalidade e concentração”, disse à Caras.

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Ainda segundo ele, o público da modalidade é variado – assim como as faixas etárias. Isso quer dizer que não só atletas como sedentários podem praticar, desde que o aluno respeite seu corpo e suas limitações.

A perda calórica pode ser moderada ou alta. Dependendo do esforço feito, você pode queimar até 2000 mil calorias por hora, acredita? A técnica se baseia nos exercícios funcionais, podendo ser voltados para o futebol, surf, yoga, corrida ou qualquer outra atividade de preferência.

Uma das coisas mais legais do mahamudra, é que ele pode ser praticado em lugares diferentes, desde um parque até a praia ou um estúdio. E aí, curtiu?

Equilíbrio da mãe, bem-estar do bebê

Texto Bons Fluidos Digital

“A usina dos hormônios aumenta as atividades, a cabeça vai a mil e a alma precisa dar conta de medos, preocupações e culpas. Há muito a ser assimilado pelo organismo, pela mente e pelo espírito de uma gestante. Por isso, ela precisa reforçar o autocuidado. Quanto mais for capaz de ajustar a agenda para comportar atividades físicas e de relaxamento, sono revigorante e alimentação adequada, mais esse período tenderá a ser tranquilo para ela mesma e para o bebê.
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“É fundamental procurar se conectar com a natureza e com o bebê, para transmitir ao pequeno ser impressões boas, que ficarão gravadas na memória dele, e para se conscientizar de maneira plena acerca da responsabilidade para com uma vida que chega ao mundo”, opina Thais Barrall, educadora pré-natal, doula e coordenadora do Programa Parto sem Medo, equipe de parto humanizado dirigida pelo ginecologista e obstetra Alberto Guimarães, em São Paulo.
A vontade de cuidar de si própria para melhor atender o bebê pode prevenir problemas sérios como a depressão pós-parto. Pesquisas mostram uma relação estatisticamente significativa entre o estresse pré-natal e esse distúrbio. “Entre os fatores estressantes destacam-se a morte de entes queridos, decepções variadas, gravidez não planejada e problemas conjugais”, elenca Kleber Cassius Rodrigues, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
Também vale dizer que nem sempre a tristeza e o abatimento sentidos após o nascimento da criança sinalizam uma depressão. “A alteração de humor leve iniciada na primeira semana do pós-parto e com remissão espontânea, denominada ‘baby blues’, é considerada normal”, esclarece. Se o objetivo é acalmar os nervos, a ioga para gestantes é uma boa pedida, desde que tenha o aval do obstetra, que normalmente libera a prática após o primeiro trimestre de gestação, período em que os riscos de interrupção espontânea são maiores.
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Um estudo divulgado em 2014 pela Universidade de Manchester, no Reino Unido, comprovou que uma aula de ioga reduz os hormônios do estresse em até 14%. Segundo os autores da pesquisa, isso se dá porque a atividade relaxa o corpo e faz o cérebro liberar serotonina, o hormônio do prazer – boa também para o bebê. E mais: os ásanas (ou posições) contribuem para o equilíbrio mental, a flexibilidade corporal, a melhora da circulação sanguínea – reduzindo a retenção de líquidos –, o fortalecimento da postura e ainda preparam o assoalho pélvico para o trabalho de parto.
“No relaxamento e na meditação específicos para as gestantes, trabalhamos com visualizações, afirmações e com o fortalecimento do vínculo da mãe com o bebê. O mesmo acontece durante a prática das posturas. Incentivamos a consciência da barriga, a sensação do seu peso, a visualização da posição do bebê e a percepção dos seus movimentos”, destaca Katia Barga, instrutora de ioga para gestantes e doula, de São Paulo.

Outros jeitos de se conectar

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Quem gosta de dançar não tem por que ficar parada. A bailarina Tatiana Tardioli, de São Paulo, criou, em 2008, o método Dança Materna, projeto pioneiro no Brasil envolvendo dança para gestantes, mães, pais e bebês.
“Ofereço às alunas uma vivência prazerosa pelo movimento, pelo trabalho com a respiração e o alongamento e pela condução de improvisações na dança, com o objetivo de aproximá-las de si mesmas e de seus bebês nesse momento de tantas transformações”, explica Tatiana, que destina parte das aulas à conversa e à troca de experiências, visando o esclarecimento de dúvidas e a preparação para o parto.
“Ter um tempo para viver essa entrega por meio da dança reverbera em forma de bem-estar ao longo de toda a semana, minimizando a ansiedade e o estresse aos quais uma gestante pode estar sujeita”, ressalta.
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Além de beneficiar o corpo e a mente, a meditação, por sua vez, reserva um providencial aprendizado para as grávidas. “Se a gestante sabe relaxar e se concentrar, vai tirar de letra o momento do parto. Se ela não está tensa, não só o bebê se beneficia como ela consegue recarregar suas energias mais facilmente após cada sequência de contrações”, informa a doula e educadora perinatal Maria de Lourdes Teixeira, mais conhecida por Fadynha, do Rio de Janeiro, autora de Meditações para Gestantes – O Guia para uma Gravidez Saudável, Plena e Feliz e Yoga para Gestantes – Método Personalizado , ambos lançados pela Editora Ground.
Tanta atividade requer sustância. Os alimentos, como a ciência mostra, são grandes responsáveis pelas cotas de energia e bem-estar que ofertamos ao organismo. Ainda mais quando uma vida está sendo gerada. “A demanda metabólica aumenta em torno de 20% durante a gestação; logo a ingestão de alimentos energéticos e ricos em nutrientes deve aumentar proporcionalmente para que se mantenha a nutrição adequada, evitando, assim, o risco da desnutrição materna, seguida de fraqueza, cansaço, sonolência e, em casos mais avançados, perda de massa óssea devido ao consumo inadequado de nutrientes”, orienta Débora Rosa, nutricionista e proprietária da Nutriterapia e Cozinha da Nutri, consultoria e escola de nutrição e culinária saudável para adultos e crianças, em São Paulo.
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Segundo Débora, o ideal é priorizar frutas, legumes, verduras e produtos frescos (se possível orgânicos), privilegiando peixes, castanhas e azeite a fim de garantir a quantidade adequada de ômega 3, ferro, cálcio e todas as vitaminas indispensáveis para uma gravidez saudável. “A evitar: frituras, embutidos, pães e massas refinadas (brancos) e industrializados em geral, já que contêm muitas gorduras, carboidratos não desejáveis e sal em excesso, o que pode aumentar o risco de diabetes ou hipertensão gestacional”, alerta.
Nunca é demais lembrar que uma mãe bem nutrida, disposta e feliz tem mais chances de produzir leite de qualidade, item fundamental para o bom desenvolvimento do bebê.

Uma pausa para meditar

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• Tome um banho relaxante e escolha um local tranquilo dentro ou fora de casa. Coloque uma música suave ou apenas permaneça em silêncio.
• Mantenha-se numa posição confortável – de preferência, deitada de lado para relaxar, mas de forma que a barriga não a incomode. Feche os olhos e comece a respirar profundamente. Você deve agora sentir o seu corpo ir pouco a pouco relaxando, dos pés à cabeça. Se necessário, recorra a comandos do tipo: “Os meus pés estão relaxados, todos os meus dedinhos estão amolecidos…”. Você começará a sentir o seu corpo pesado, entregue ao processo. Nesse momento, é importante se abstrair de tudo o que há a sua volta e de todos os seus problemas.
 • Aproveite esse estágio para fazer exercícios de reprogramação mental. Lembre-se de que a mente tem uma força muito grande, ainda mais quando atinge o estado de relaxamento. Tire partido desse momento, fazendo todas as afirmações que você e o seu bebê precisam. Por exemplo: “Eu sou uma pessoa saudável e tranquila…”, “Meu filho ou minha filha é uma criança feliz e saudável…”. Se o pensamento se dispersar, traga-o de volta.
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• Agora, preste atenção à entrada e saída de ar durante a respiração. Fechar os olhos facilita o trabalho de concentração. Mantenha-se assim por alguns minutos.
• Bem devagar, procure espreguiçar-se. Com mais tranquilidade ainda, sente-se na posição mais confortável para você, deixando a coluna alinhada. Cruze as pernas e vire a palma das mãos para cima, procurando sentir e captar a energia cósmica. Nesse estado, medite por alguns minutos. Olhe para dentro de si própria. Concentre-se em sua respiração e esforce-se para não pensar em coisa alguma. A abstração é um caminho para esvaziar a mente. Mantenha os olhos fechados.
• Mentalize muita positividade para você e para o seu bebê. Toque na sua barriga para entrar em contato com o seu filho. Converse bem de perto com ele. Você verá como é gratificante dividir suas experiências com essa criança tão querida, que certamente nascerá se sentindo amada e segura.
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• Procure repetir esse exercício diariamente. O ideal seria meditar por 30 ou 40 minutos ao dia – pela manhã, os resultados são melhores, porque o corpo já está naturalmente relaxado. Mas pode ser por menos tempo, caso você sinta algum desconforto físico ou leve uma vida muito atarefada. E em qualquer momento do dia ou da noite. “
Sugestão extraída do livro Meditações para Gestantes – O Guia para uma Gravidez Saudável, Plena e Feliz (Ed. Ground), de Maria de Lourdes Teixeira