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Por uma vida mais simples

Boa tardeee!
Sei que estamos meio sumidos por aqui e que os posts não estão mais com a mesma constância. Mas, faz parte da adaptação, e, logo logo, voltaremos com conteúdos e postagens diárias. Para hoje, um texto que li, achei muito valioso para uma reflexão, especialmente no início da semana, e que não poderia deixar de compartilhar com vocês.
Manter o equilíbrio entre mente e corpo também é saúde. Manter a mente saudável é essencial para a saúde do resto do corpo. Afinal, tudo começa com nossos pensamentos (desejos, vontades, aspirações, medos, aflições, necessidades etc.).
Linda semana para todos!

……..

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“Sim, a vida seria bem mais simples e espontânea se as pessoas não vomitassem felicidade falsa nem tentassem o tempo todo provar um equilíbrio que elas não têm. Ninguém acorda super bem todos os dias. Ninguém se sente disposto para uma cerveja depois do expediente todos os dias. Ás vezes a gente fica mal mesmo, lembra de um monte de fatos trash e quer chorar na cama que é lugar quente. Ás vezes as coisas não parecem fazer muito sentido e a gente quer ficar fechadinho dentro da gente mesmo.

A gente não é obrigado a ficar feliz e comemorar porque é Natal, réveillon ou dia dos namorados. A gente não precisa necessariamente sorrir e querer curtir porque faz sol, porque a gente está na praia ou porque disseram que a vida é simples e é o ser humano que complica.

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A gente não precisa rejeitar a tristeza como se fosse uma doença pestilenta. Ela faz parte da vida como a alegria. Só precisamos tomar cuidado para não transformá-la em um hábito ou nos esconder atrás dela por medo de ser feliz ou ainda dar importância demais a problemas e principalmente à pessoas pequenas. Este é um exercício e tanto que pode levar anos ou a vida inteira. Mas me parece que vale a pena.

A vida seria mais simples se as pessoas fossem mais elas mesmas. Se elas olhassem nos olhos dos outros e falassem sobre seus problemas, seus medos. A vida seria mais simples se a gente não precisasse provar que é bem-sucedido o tempo todo. Seria mais simples se a gente pudesse gostar das pessoas independentemente da vida que elas levam.

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Se a gente pudesse dizer sem constrangimento algum que está se sentindo um monte de merda e que a vida pode ser bem complicada sim. Talvez, se admitíssemos mais o caos que é viver, não sofreríamos tanto. Talvez, se desfocássemos mais daquilo que dizem que é importante , mas que não faz sentido para nós, fôssemos mais bem sucedidos num sentido mais amplo.

Talvez se mostrássemos mais os nossos rostos demaquilados e nossas almas nuas, se não nos defendêssemos tanto uns dos outros, se não nos importássemos tanto em mostrar que somos melhores do que os outros, pudéssemos ser mais unidos, mais solidários, mais amados, mais amantes.

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Se a gente entendesse que todo mundo está no mesmo barco…Rogo pelo dia em que as mulheres casadas se assumam sozinhas e mal amadas. Rogo pelo dia em que as mulheres solteiras confessem que uma companhia faz falta sim e que fazer tudo sozinha pode ser muito triste.

Rogo pelo dia em que os homens tanto casados como solteiros afirmem com todas as letras que morrem de medo das mulheres e que nunca deixam de ser meninões. Rogo pelo dia em que as mães gritem desesperadas o quanto estão cansadas e as que não têm filhos lamentem esta lacuna em suas vidas.

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Que os crentes reclamem dos grilhões da fé e que os ateus lamentem não crer. Que todos se assumam meio perdidos, meio sozinhos nesta vida louca. Rogo para que as pessoas assumam como o passado é doloroso e o futuro incerto. E depois de tantas confissões acaloradas, que elas possam respirar fundo, sorrir umas para as outra e seguir em frente cheias de coragem.

Que depois de tudo, a gente pudesse cantar juntos I will survive e nos sentir intimamente ligados ao outro por meio da nossa vulnerabilidade, por meio da nossa capacidade irrestrita e desgovernada de dar e receber amor.

Texto original de Obvius
Título original: “A vida seria mais simples se as pessoas não vomitassem felicidade falsa”

Dicas para treinar a mente e ter um pensamento criativo

Conteúdo original de Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Ser criativo não é questão de inspiração momentânea, e sim de treino prolongado. “A sorte favorece apenas a mente treinada”, concordaria o cientista francês Louis Pasteur, autor dessa frase tão repetida há quase dois séculos.

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A máxima vale também para os empreendedores. Quem se dedica à criatividade todo dia deixa a cabeça pronta para aproveitar oportunidades assim que elas aparecem. “Ideias criativas nascem de combinações nada usuais. A melhor solução não será algo em que todo mundo pensa”, afirma Steven Smith, professor de psicologia cognitiva na Universidade Texas A&M, em um artigo publicado no site da Entrepreneur.

Ele chama essas combinações de associações remotas, ou seja, ideias que parecem desconectadas à primeira vista, mas que, no fundo, estão relacionadas. Essa é a essência do pensamento criativo.

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Para aumentar as chances de achar o elo perdido no meio do brainstorming, Smith sugere aos empreendedores quatro exercícios cerebrais:

1. Sacuda a rotina

A única maneira de expandir seus horizontes criativos é se cercar de uma vasta gama de perspectivas e de experiências.Diversidade no escritório é bacana, mas não basta. Fora do trabalho, procure variar o que você come, aonde vai para se divertir, conheça o trabalho de artistas diferentes, varie as leituras e as viagens.

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“Essa diversidade permite novos estímulos”, explica Smith. “Isso abre a cabeça para novas possibilidades. É mais provável achar uma solução inusitada quando se tem mais opções na palma da mão.”

2. Aumente a rede de palpiteiros

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Ideias importantes geralmente são discutidas no mesmo pequeno círculo de colegas, e por isso respostas óbvias podem passar despercebidas.

“Alguém com menos expertise pode farejar suposições invisíveis imediatamente”, diz Smith. Essas pessoas também podem ajudar a avaliar um problema ou uma ideia sob um prisma novo.

Por isso, a sugestão de Smith é procurar pessoas inteligentes que tenham pouco conhecimento do seu negócio para discutir sobre o que está sendo desenvolvido – há boas chances de que elas surpreendam na busca por soluções.

3. Relaxe as regras mentais

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Para treinar a mente para ser mais aberta, é preciso dedicar uma meia hora por dia a pensar em coisas impossíveis. Deixar o pensamento vagar e trazer ideias, mesmo que sejam absurdas, bobas ou divertidas. “O humor ajuda muito a afrouxar as restrições mentais”, afirma Smith.

Nesse momento, é preciso baixar a guarda no filtro seletor de boas ideias. Só assim é possível turbinar a criatividade. “Quem pensa em 99 ideias estúpidas e impossíveis e em uma que funcione gastou bem esse tempo”, completa.

4. Observe o ambiente

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As pessoas mais criativas estão sempre de olho em coisas interessantes ao seu redor – mesmo quando elas não servem para nada do que estão desenvolvendo naquela hora. “Quem se encasula em sua cabeça não percebe ideias criativas que passam sob seu nariz”, avalia o professor.

O antídoto é manter um caderninho ou arquivo eletrônico cheio de ideias, artigos, imagens e até pensamentos que passaram pela cabeça. Esse material provavelmente será útil quando menos se esperar.

“O equilíbrio na vida”

Publicação original do blog Parceria em Ação

“Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar.

Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?

Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante.

Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.

Deem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

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Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.

Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais.

Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

Não temam admitir que não são perfeitos. Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!

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Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.

Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembrem-se: Ontem é historia. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama “presente”.”

(Trechos da Palestra de Brian Dyson – Ex-Presidente da Coca-Cola)

Festinha equilibrada e sem culpa + receitas

Quando você imagina uma festa o que lhe vem a cabeça? Salgadinhos, docinhos, bolo, churrasco, refrigerante, cerveja, drinks… enfim, comidas e bebidas de qualidade, certo? Já imaginou uma versão mais leve dessa festa, mas sem perder a graça e o sabor? Não? Pois é bem possível deixar sua festinha mais equilibrada e leve com pequenas substituições simples.

Segunda-feira foi o meu aniversário e eu sempre faço questão de comemorar, não pode faltar um bolinho e alguns comes e bebes. Como estou em processo de emagrecimento e fortalecimento muscular, chegando muito perto da minha meta (pretendo fazer um post sobre isso), pensei que enfiar os dois pés na jaca não seria benéfico, até porque meu corpo não suporta mais grandes quantidades de gorduras e açúcares, passo mal.

Então, como suavizar a comilança sem deixar a festa perder a magia? Matutei por alguns dias e concluí que deveria deixar os doces menos gordurosos e manter os salgadinhos fritos (estava louca por coxinhas e bolinhas de queijo). Não sofro por comida e acho que ninguém deve sofrer. É só se conhecer, reconhecer seus limites e buscar sempre o equilíbrio sadio.

Teve coxinha e bolinha de queijo fritas (sim!) e para compensar o abuso da gordura dos salgadinhos, pesquisei e adaptei uma receita leve de bolo branco com recheio de doce de leite e fiz brigadeiros usando leite condensado light. E, gente, deu super certo!

O bolo foi bem fácil. Fui atrás de uma receita neutra que levasse poucos ovos, mantive a farinha de trigo branca e substituí o açúcar refinado comum pelo mascavo. Olha só:

Bolo branco

  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de açúcar mascavo
  • 1 ½ colher de sopa de margarina (uso com baixo teor de gordura)
  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo
  • 1 xícara de chá de leite desnatado
  • 1 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Misturar os ingredientes, exceto o fermento, até que fique uma massa homogênea. Por fim, acrescente o fermento e misture devagar. Leve ao forno médio por, aproximadamente, 30 minutos ou até dourar.

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A minha massa ficou com um gosto forte da farinha, por isso, coloquei também uma colher de café de canela em pó para cortar (por isso esses pontinhos nela). Quem não gosta de canela, pode pingar umas gotinhas de essência de baunilha, que funciona muito bem.

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Essa quantidade de massa é ideal para a forma com furo no meio ou então aquelas pequenas. Eu assei no micro-ondas, por 10 minutos e numa forma grande de silicone. Por conta disso, desconfigurei todo o bolo e montei quadrado. Não ficou lá muito bonito (parece um tronco de árvore depois de um acidente de carro), mas o sabor estava maravilhoso.

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Eu umedeci o bolo com guaraná, porque gosto molhadinho, tem mais cara de festa, mas isso é opcional. Para o recheio e cobertura, usei o doce de leite light (quase sem gordura), da Frimesa. Paguei R$ 4 nesse pote de 400 gramas. Fiz duas camadas de recheio, mais a cobertura, usando apenas um pote.

E festa sem brigadeiro não é festa, né?! Por acaso, encontrei leite condensado light no supermercado, por um preço apenas R$ 1,50 mais caro que o tradicional da marca mais barata (paguei um por volta de R$ 4,60). Se fosse comparar com o produto comum da mesma marca, a diferença de preço seria ainda menor – porque um ‘leite moça’ está os olhos da cara, vamos combinar!.  Essa versão não tem quase nada de gordura por colher de sopa e super valeu a pena pelo custo-benefício.

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O sabor e a textura são idênticos ao leite condensado comum. Usei essa receita:

Brigadeiro light

  • 1 lata de leite condensado light
  • 1 colher de sopa de margarina (baixo teor de gordura)
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó (usei 1 de cacau e 3 de chocolate)

Leve todos os ingredientes numa panela em fogo médio e mexa sem parar até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela, mais ou menos de 7 a 8 minutos. Deixe esfriar bem. Para enrolar, unte as mãos com um pouquinho de margarina, faça bolinhas e envolva-as em granulado ou confeitos.

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Essa receita rendeu 60 brigadeiros pequenos, do tamanho da forminha n.º 6. Se fizer maiorzinho, rende 30. Eu optei por passar os brigadeiros no próprio chocolate em pó e em leite em pó desnatado. Você pode usar granulado, coco ralado, cacau em pó, confeitos e tudo o que a sua criatividade permitir.

Não encontrei granulado em quantidade pequena e, por ser aquele tipo de coisa que você usa uma vez e fica esquecido na geladeira, achei que não valia comprar para usar um tiquinho e depois deixar rolando.

Em resumo foi isso e passei bem demais. Não fiquei enjoada com a fritura, o bolo ficou doce no ponto, sem ser enjoativo, e os brigadeiros ficaram maravilhosos. Não gastei demais, preparei o bolo e os brigadeiros na tarde do dia anterior e passei meu aniversário de bonita, só descansando e aproveitando.

Isso prova que não é difícil, nem pior, mais trabalhoso ou caro comer bem, sem ingerir tantas propriedades nocivas. Não é neurose ou exagero, como disse no início, cada um deve saber das suas necessidades e limites.

Por experiência própria, aprendi que não dá certo manter uma dieta e, de repente, em um dia, comer tudo aquilo que o meu corpo está desacostumado a digerir. Volta, não desce, não funciona. Então seria burrice minha insistir.

Essa foi a minha forma de adaptar minha alimentação aos meus momentos simples e comuns de prazer e festa. Não é preciso abrir mão de nada, deixar de ser feliz e passar vontade. É uma questão de encontrar saídas e alternativas e fazê-las portas para a felicidade.