Publicado em Saúde e Bem-estar

Workshop de PNL Gratuito

Se você tem interesse em treinamento de Programação Neurolinguística, PNL, e estiver Santos no dia 03 de abril, marque o compromisso na agenda: haverá um Workshop de PNL Autoaplicável grátis, no período noturno.

Para quem ainda não conhece muito bem sobre o assunto, mas tem curiosidade em aprender e se aprofundar, nós explicamos resumidamente:

“A PNL permite compreender melhor nosso funcionamento interno, identificar nossos modelos mentais, para que possamos questioná-los, refletir sobre os mesmos e se é preciso ressignificá-los.

Esse aspecto é que influenciou o surgimento do nome “programação”, pois esse conhecimento sugere que a partir das nossas histórias, experiências, valores, somos programados a ter determinadas crenças e modelos mentais que impactam diretamente o nosso comportamento. Da mesma forma, que a partir de técnicas de PNL e ferramentas podemos “reprogramar” a nossa estrutura interna com foco nos resultados que queremos alcançar.” – Definição da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

As inscrições podem ser feitas na página da Ápice Desenvolvimento Humano nas redes sociais.

O workshop é no dia 03/04, às 19:15, no Hotel Confort (Rua Alberto I, 177, Ponta da Praia, Santos/SP), para a entrada é necessário doar 1 Kg de alimento não perecível.

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Aplicativos para treino e dieta – Parte II

Conteúdo original Minha Vida

Atividade física controlada

Quer uma forma fácil de saber se todo esforço físico que você faz diariamente – desde esportes até tarefas cotidianas – realmente contribui para chegar ao peso ideal? O Core Armband, da Bodymedia, faz um relatório que conta queima de calorias, temperatura do corpo, passos dados e até duração e eficiência do sono. Outro aparelho que tem a mesma função é o FitBit que, por ser pequeno, é prático de ser utilizado durante a corrida e outros esportes.

Videogame amigo da dieta

Jogos deixam a meta de emagrecer mais divertida e são ideais para pessoas que preferem praticar atividade física dentro de casa. Há exercícios que imitam os realizados em academias – com pesos e bolas – ou até mesmo opções que misturam jogos tradicionais (como “tetris”) com atividade física para queimar mais calorias. Confira algumas sugestões:

  • The Biggest Loser para XBox Kinect
  • Wii Fit Plus com Balance Board
  • Your Shape: Fitness Evolved para computador
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Resiliência: você sabe para que serve?

Conteúdo original Minha Vida

Você já ouviu falar sobre resiliência? A resiliência é considerada um aspecto psicológico que pode ser entendido como sendo a capacidade que o indivíduo tem para:

  • Lidar com problemas
  • Superar obstáculos
  • Responder com equilíbrio a situações adversas
  • Manter-se sereno em momentos de estresse.

Toda ação deve ser feita sem que esses fatores externos negativos desequilibrem o bom andamento da vida. Para que isso aconteça é preciso que o indivíduo tome decisões adequadas sem ser afetado pela tensão externa ou interna. A força emocional individual se mantém. Quem é resiliente se sente capaz de enfrentar as adversidades sem perder o foco nos seus objetivos e bem-estar.

As características são muito positivas e as mais comuns de quem é resiliente são:

  • Rápida tomada de ação
  • Adaptação
  • Criatividade
  • Menor vulnerabilidade ao medo de errar e mais força na certeza que será capaz de lidar com as consequências de suas escolhas

  • Confiança em si próprio
  • Domínio das emoções e da própria vida.

É possível se tornar resiliente?

Algumas pessoas são consideradas naturalmente resilientes. Mas isso não tão simples assim. A grande verdade é que quem tem essa sábia habilidade, foi ao longo dos anos se desenvolvendo para isso, mesmo que de forma inconsciente. Vou dar um exemplo: se uma criança é criada por pais resilientes, aumenta sua chance de desenvolvimento nesse aspecto, por observação, repetição de padrão e aprendizado.

Mas não se preocupe, se seus pais não são resilientes, você ainda tem tempo não só de aprender a ter excelência nisso, como até mesmo, ensiná-los a serem pais resilientes, caso essa seja da vontade de todos envolvidos.

Quem é capaz de administrar as emoções mais facilmente, consegue superar as dificuldades de forma rápida e eficaz, a consequência disso é encontrar harmonia e equilíbrio na vida. Talvez você esteja se perguntando: será que alguém que não consegue administrar as emoções é capaz desenvolver resiliência? Sim, é perfeitamente possível. Segue algumas dicas e orientações:

1) Consiga desenvolver e treinar seu foco de atenção – para onde vai sua energia quando você precisa resolver algo na vida? Observe seus pensamentos. Você está enxergando o problema ou a solução? Habitualmente onde está sua atenção e pensamento? Como exatamente você faz o que faz?

2) Melhore sua capacidade de compreensão do outro – desenvolva empatia, sintonia, criação de aliança com as pessoas a sua volta – saber colocar-se no lugar do outro e com isso, estabelecer vínculos sociais. Você ouve o que as pessoas falam? Você se importa com o próximo? Sabe entender as necessidades alheias? Consegue se colocar no lugar de outra pessoa respeitando o mundo, valores e aprendizados diferentes dos seus? O que é capaz de perceber diferente quando faz essa mudança de perspectiva?

3) Coloque sua energia no controle emocional e no controle dos impulsos – perceba que você é capaz de autocontrole e disciplina. Se esse é um ponto importante para o seu aprendizado, invista em cursos, terapia, sessões de coaching, livros, vídeos, e assuntos que possam agregar diretamente sobre esse tema. Prosperar na vida requer dedicação, planejamento e tempo. Use seu tempo a seu favor.

4) Desenvolva criatividade para responder aos estímulos negativos – que suas escolhas sejam livres de repetições passadas e negativas. Você não precisa ficar eternamente preso no mesmo padrão de resposta que não te agrada.

5) Cultive a positividade – acredite que as coisas vão melhorar e aja nessa direção. Não espere o futuro trazer as respostas. Use o seu presente para construir aquilo que depende de você.

6) Ponha em prática o conceito de 1/3:

  • 1/3 depende de você
  • 1/3 depende do outro
  • 1/3 depende do acaso.

Faça seu 1/3 bem feito. Tenha certeza que sua parte foi executada da melhor forma possível. E que se tem algo que não depende de você, saiba encontrar ajuda e orientação necessária.

7) Explore e aumente sua capacidade de análise – seja da situação como um todo, de pontos específicos, tomada de decisão e ação – ser apto a entender os problemas, sua gravidade, impacto, consequência e possíveis estratégias de solução.

8) Supere-se – se você tem alguma “trava”, crença limitante de sucesso e bem-estar, medo, insegurança, ansiedade, etc, encontre caminhos para amenizar, suavizar e principalmente curar-se para viver em harmonia e bem estar.

Você pode seguir as dicas desse artigo para o seu crescimento pessoal e criar novas formas de superação e desenvolvimento das suas habilidades. Havendo interesse busque ajuda especializada. Você pode se beneficiar através de atendimento individual com sessões de coaching, EMDR, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL), técnica de terapia breve, etc.

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Checklist do amor: a diferença entre o gostar e outros sentimentos

Conteúdo original Revista Bons Fluídos

1. É amor ou medo?

O sentimento de “eu não mereço receber amor” é uma das principais causas de problemas em um relacionamento. Se você não é capaz de amar a si mesma, como vai amar o outro?

2. É amor ou dependência? 

É claro que você deve pedir ajuda ao seu parceiro. Mas quando a dependência ultrapassa o limite, você começa a ver no outro a única forma de sobrevivência! A sensação de que você não consegue viver sem o outro, além de prejudicar o relacionamento à dois, vai afetar a sua autoestima.

3. É amor ou carência?  

Amar alguém e precisar do outro para ser feliz tem a sua diferença. No estado de carência, você oscila entre os sentimentos de medo e ansiedade o tempo todo: medo do outro te deixar, ansiedade quando ele não está.

4. É amor ou eu tenho algo a ganhar com isso?

Amor não inclui a palavra ganho, porque suas atitudes não esperam algo em troca – é sobre ser e estar junto. Se você dá amor pra receber amor, eventualmente vai se desapontar.

5. É amor ou sacrifício?

Tem limite: sacrifícios saudáveis baseados no amor e aquele sacrifício baseado no medo – de desapontar, de perder, de ser deixado. Quando você percebe a diferença, fica mais fácil saber quando o amor vai bem.

6. É amor ou estou tentando mudar o outro?

Se incomodar com algumas atitudes é uma coisa, mas não dá pra amar alguém e, ao mesmo tempo, tentar mudar quem essa pessoa é – já parou pra pensar que talvez você não a ame de verdade e ame uma ideia que você tem dela?

7. É amor ou estou tentando controlar essa pessoa?

Aonde vai, com quem, por que motivo. São perguntas como essas que demonstram o controle excessivo com outro, ultrapassando o carinho e o cuidado. Amor é sobre crescer junto e o controle excessivo impede esse crescimento.

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Estamos vencendo a luta contra o HIV?

Conteúdo original BBC Brasil49909fb771

O desenvolvimento de remédios modernos para tratar o problema já fez com que o diagnóstico soropositivo não significasse uma “sentença de morte”, como era no passado. Mas será que estamos vencendo a luta contra o HIV?

Números do vírus

Mais de 1,2 milhão de pessoas nos Estados Unidos vivem com HIV. No Brasil, segundo as estimativas mais recentes divulgadas em março pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, há 734 mil pessoas com o vírus – das quais 589 mil foram diagnosticadas e 404 mil já estão em tratamento.

O vírus ataca o sistema imunológico do corpo e pode levar ao desenvolvimento da Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Nos EUA, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), uma em cada oito pessoas que vivem com HIV ainda não sabem que estão com o vírus.

Quanto antes um soropositivo receber o diagnóstico, mais chances ele tem de evitar o desenvolvimento da Aids. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 35 milhões de pessoas no mundo sejam HIV positivas – mas somente 50% delas teriam ciência disso.

A situação é pior na África Subsaariana, onde os números chegam a um em cada 20 adultos na região convivendo com o HIV. Cerca de 71% das pessoas soropositivas do mundo moram na África.

Aumentando ou diminuindo?

Mundialmente, o número anual de novos infectados com o vírus do HIV caiu cerca de um terço entre 2001 e 2013 – de 3,4 milhões para 2,3 milhões, segundo o relatório da ONU. Mas esses números não estão diminuindo em todos os lugares.

Nos Estados Unidos, houve cerca de 50 mil novos infectados a cada ano na última década – comparados com os 130 mil por ano no auge da epidemia, nos anos 1980. Lá, gays e bissexuais do sexo masculino correspondem a 63% dos novos infectados. Em Londres, de acordo com a Public Health England, um em cada oito homens que tiveram relações sexuais com outros homens têm HIV.

A taxa de americanos negros infectados também é desproporcional. “Os negros são apenas 12% da população dos Estados Unidos, mas representam 46% dos novos diagnósticos de HIV no país”, explica Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas nos Estados Unidos.

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Houve cerca de 2 milhões de novos casos de HIV pelo mundo em 2014 – e 220 mil deles foram diagnósticos de crianças. A maioria vive na África Subsaariana e foi infectada por mães soropositivas durante a gravidez, na hora do nascimento ou na amamentação, de acordo com a ONU.

Em 2015, Cuba foi o primeiro país a declarar ter eliminado de vez as transmissões do HIV de mãe para filho.

Como o HIV afeta nossa expectativa de vida?

Hoje em dia, um jovem de 20 anos que recebe o diagnóstico soropositivo e que inicia o tratamento com um coquetel de remédios para combater o vírus tem uma expectativa de viver mais 50 anos.

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Isso, comparada à realidade dos anos 1980, durante a epidemia da doença, é uma evolução sem tamanho – à época, uma pessoa que tivesse o diagnóstico de HIV poderia viver mais alguns meses ou poucos anos.

A melhora se deu por causa da descoberta de uma terapia antirretroviral (TAR), que impede o HIV de se multiplicar e reduz a quantidade de vírus no corpo. “Se as pessoas tomarem uma combinação de três ou mais remédios (da TAR) e seguirem à risca o tratamento, podem mudar completamente sua perspectiva”, afirma Fauci.

No fim do ano passado, 14,9 milhões de pessoas estavam recebendo a TAR – 40% do número total de pessoas que vivem com HIV no mundo. Mas 1,5 milhão de pessoas ainda morreram em decorrência de complicações do HIV em 2013. O vírus matou 39 milhões desde meados dos anos 1980.

Qual é o risco do sexo desprotegido?

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Ao revelar ser soropositivo, Charlie Sheen disse ter tido relações sexuais sem proteção nenhuma com apenas duas pessoas – “que já estão sob os cuidados do seu médico”. Mas quão arriscado é o sexo desprotegido? Isso depende de uma série de fatores.

O HIV é transmitido por uma troca de fluidos do corpo, como sangue, sêmen, fluidos vaginais e leite materno. E uma relação sexual desprotegida é a forma mais comum de se transmitir a doença.

O médico de Sheen, Robert Huizenga, disse ao programa Today Show que a chance de o ator passar o vírus para outro parceiro sexual é muito baixa agora, porque o vírus está praticamente “indetectável” no sangue do ator. A taxa de transmissão do HIV para pessoas que não são soropositivas é 96% mais baixa se o parceiro estiver sob tratamento, segundo um estudo internacional.

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Mas o CDC alerta que menos de 40% dos americanos com HIV estão em tratamento – e somente 30% atingiram essa “supressão viral”, quando o vírus fica indetectável. A quantidade de HIV no sangue também pode aumentar novamente, assim como também aumenta o risco de transmissão quando as pessoas param de tomar os remédios.

Um novo tipo de tratamento é a “Profilaxia Pré-Exposição” (PrEP), que pode oferecer proteção contra o HIV durante o sexo, mas ele ainda não está disponível em todos os lugares. Quando Sheen se referiu às parceiras “sob cuidados do seu médico”, provavelmente ele quis dizer que elas estariam tomando esses medicamentos.

Espalhar HIV é crime?

Pessoas soropositivas podem ser processadas se transmitirem o vírus a outras pessoas de maneira intencional.

Nos Estados Unidos, 67 leis focadas especificamente nas pessoas portadoras do HIV foram decretadas em 33 Estados até 2011. Elas tratam sobre casos como não revelar para o parceiro sexual que é portador do vírus – mesmo que o risco de transmissão seja mínimo ou inexistente –, doar órgãos infectados ou “cuspir” fluidos corporais infectados.

No entanto, já houve pedidos para uma revisão das leis estaduais após os estudos que comprovam a redução do risco de transmissão do vírus para pessoas que estão sob tratamento antirretroviral.

Outros países, como o Brasil, o Reino Unido, a Finlândia e a Nova Zelândia, enquadram atitudes como essa – de espalhar o vírus propositalmente – em crimes perigosos, como lesão corporal grave ou homicídio.

A ONU, porém, pede que países limitem a criminalização somente a casos em que as pessoas realmente tiveram a intenção de transmitir o vírus. Ela defende que leis gerais – e não específicas sobre o HIV – sejam aplicadas em casos assim.

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Ansiedade em excesso pode afetar pressão arterial

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Conteúdo original Mais Equilibrio

Estresse no trabalho, problemas familiares e longos períodos de pressão e exigências podem prejudicar o corpo, que é projetado para lidar com períodos breves de estresse. Preocupações em excesso podem gerar ansiedade e desencadear um desequilíbrio emocional que, rapidamente, pode tornar-se um problema físico com a aparição de doenças.

E na conturbada vida moderna, picos de estresse e ansiedade são mais do que comuns. No entanto, esta válvula de escape do organismo pode desencadear impactos bastante negativos e até perigosos para a saúde, como o aumento da pressão arterial – já que em momentos de tensão ela é potencializada.

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Médicos especialistas das principais universidades públicas de Minas Gerais realizaram estudo sobre a influência dos fatores emocionais na pressão arterial. O estudo mostrou que em situações de ansiedade o cérebro prepara o corpo para a ação como forma de resposta, elevando a pressão arterial, a frequência cardíaca e a respiração, ou seja, existe uma relação entre as emoções e o sistema cardiovascular. Portanto pessoas ansiosas têm maior risco de sofrer com picos da pressão.

Segundo a médica do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Dra. Talita Poli Biason, quando a ansiedade é leve e passageira, o ideal é realizar ajustes na rotina, incluindo a prática regular de atividades físicashábitos alimentares adequados e boas noites de sono, por exemplo. “Caso os episódios de ansiedade se tornem crescentes e contínuos, a pressão arterial pode começar a se elevar, o que é bastante perigoso o bom funcionamento do organismo”, alerta.

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Por isso, é necessário se atentar às exposições diárias de estresse e tensão, seja no ambiente profissional ou pessoal, a fim de evitar a evolução da ansiedade para níveis alarmantes. “Nestes casos avançados ou preocupantes, o indicado é buscar ajuda médica e tratamento especializado, mas quando se tratar de um quadro de ansiedade em estágio inicial podem ser utilizados medicamentos fitoterápicos, como os que contêm Passiflora incarnata L., pois são calmantes e ansiolíticos, auxiliando na redução da ansiedade, da irritação e do estresse”, finaliza.

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Conheça os sinais do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos

Conteúdo de Revista Suplementação

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Um portador de TDAH tem a produtividade profissional seriamente danificada, o que pode afetar toda a equipe. O senso de estabelecer prioridades não é aflorado e, por isso, muitas vezes, realiza apenas o que é de interesse pessoal.

A maioria dos casos surge na infância e pode acompanhar o individuo por toda a vida. Segundo a dra. Sônia Brucki, membro do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva da Academia Brasileira de Neurologia, a maioria dos pacientes diagnosticados na fase adulta tem a doença desde criança, porém não receberam informação e apoio.

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Os portadores do Déficit de Atenção apresentam alterações na região frontal e na conexão com outras partes do cérebro. Esta área é responsável por controlar os impulsos humanos, pela capacidade de prestar atenção, de memória, de organização, de planejamento e de autocontrole. Por causar dificuldades na sociabilidade, pode propiciar quadros de ansiedade e depressão. Aliás, adultos com o transtorno são mais propensos ao consumo de drogas e álcool.

Entretanto, pouco tem a ver com fatores regionais, culturais, educacionais e psicológicos. A maior causa da TDAH é genética, segundo Brucki. Por isso, o grupo de risco é composto por quem apresenta histórico familiar com a patologia.

O tratamento é realizado de forma semelhante em adultos e crianças – com medicamentos que aumentam a atenção. Mas a dica da neurologista é de incluir psicoterapia e terapia comportamental. Eles podem ter bons resultados, assim como a realização de lista de tarefas e de métodos de organização, como uso de agendas e outros meios eletrônicos.

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Sinais do TDAH

Responsáveis pelo cumprimento de seus compromissos e horários, os adultos apresentam dificuldade elevada para realizar as ações diárias. “Quando não identificada na infância, os sinais mais presentes são procrastinação, falhas no trabalho, dificuldade de concentração e de realização de tarefas difíceis, que são sempre postergadas, além de mau gerenciamento do tempo e desorganização. Muitos ainda têm problemas no casamento e na direção de veículos, perdendo a carteira de motorista pelo excesso de multas”, explica.

Um portador de TDAH tem a produtividade profissional seriamente danificada, o que pode afetar toda a equipe. O senso de estabelecer prioridades não é aflorado e, por isso, muitas vezes, realiza apenas o que é de interesse pessoal.

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Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, 25% dos adultos com esse transtorno podem apresentar dificuldade na conduta social, causando o isolamento e formando solo para depressão. O bloqueio em cumprir acordos pré-estabelecidos dificulta a manutenção de relacionamentos duradouros. Além disso, as alterações de humor e de comportamento são constantemente relacionadas ao estresse da vida agitada, dificultando a procura por diagnóstico.

Apesar de não haver cura, há controle dos seus sinais. “Não tratar acarreta em grande perda na qualidade de vida, prejudicando os aspectos sociais, afetivos e profissionais. Por isso, os sintomas devem ser bem observados, em qualquer fase da vida, e a procura por um especialista é fundamental”, conclui a neurologista.