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Molhos diversos para salada

Molhos diversos para salada

Qual o jeito certo de cozinhar cogumelos sem perder nutrientes?

Conteúdo original Boa Forma

Você é daquelas que adoram adicionar shitake, shimeji e outros tipos de cogumelos aos mais variados preparos do dia a dia? Que bom, afinal, eles fazem um bem danado à saúde. “São cheios de fibra e proteínas vegetais além de conter pouca gordura e altos níveis de vitaminas, principalmente as do complexo B”, fala Letícia Mendes, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo. Ou seja, entre muitos dos seus benefícios, o alimento contribui na melhora do trânsito intestinal, no combate de radicais livres e no aumento do bem-estar.

Acontece que para aproveitar todas essas benesses não é suficiente apenas adicioná-los ao cardápio: é necessário saber exatamente como prepará-los — afinal, até o mínimo detalhe pode comprometer seu valor nutricional.

Pelo menos foi o que descobriram os pesquisadores do Mushroom Technological Research Center, na Espanha. Os estudiosos, depois de cozinhar, fritar, grelhar e usar o micro-ondas para preparar alguns tipos de cogumelos, descobriram que os métodos que preservam e até ativam mais os nutrientes do ingrediente são, acredite se quiser, os dois últimos: grelhar e esquentá-los no micro-ondas.

Os dois primeiros resultaram na perda de proteínas, carboidratos e compostos antioxidantes do alimento. “O contato com óleo ou água realmente reduz suas propriedades em geral e, ao mesmo tempo, faz com que eles absorvam a gordura presente em outros ingredientes”, revela Letícia.

Então, a partir de agora, já sabe: prepare-os da maneira certa e contorne qualquer transtorno. Depois de prontos, basta adicioná-los a risotos, hambúrgueres, lasanhas ou qualquer outro prato que desejar.

Saiba quais alimentos devem ser consumidos crus

Conteúdo original Minha Vida

Incluir verduras e legumes nas refeições é um dos pilares para ter uma alimentação saudável. No entanto, você já prestou atenção na forma como consome esses alimentos? O que acontece é que existem alguns alimentos que quando cozidos, fritos ou refogados perdem consideravelmente suas propriedades nutricionais.

De acordo com a nutricionista Flávia Vicentini, ao colocar legumes para cozinhar em água fria, 35% dos carboidratos, vitaminas e minerais se transferem para ela. “Até mesmo o aquecimento de verduras e legumes em fornos de microondas acarreta em alguma perda de nutrientes”, diz.

Para tirar melhor proveito das suas refeições saiba quais itens é melhor consumir in natura.:

Couve-flor

Fonte de vitaminas A e C, rica em clorofila e glicosinolatos. Se a couve-flor for cozida em grande quantidade de água ela pode perder até 40% de seus nutrientes. Ao levá-la ao forno, perde-se zinco, ferro, cálcio e glicosinolatos.

Cenoura

Rica em sódio, potássio, carboidratos, vitaminas A e C, a cenoura sofre uma perda de 10% a 50% da vitamina C se levada ao fogo com água. Na versão assada, minerais como sódio e potássio são reduzidos.

Beterraba

Ao ser levada ao fogo com água ele perde potássio e pode elevar o índice glicêmico ao ser consumida. Já assada, há perda de minerais como ferro, vitaminas C e B e ácido fólico. No entanto, nesta versão, há uma melhora na absorção da vitamina A.

Brócolis

Fonte de vitaminas A e C e antioxidantes. Possui uma grande quantidade de vitaminas do complexo B, enxofre, cálcio, ferro, zinco, ácido fólico e potássio. Mesmo sendo rico em nutrientes há uma elevada perda das vitaminas se ele for cozido. Preparado no vapor as propriedades nutritivas e antioxidantes são mantidas. Assado, o brócolis perde minerais como ferro, cálcio e enxofre

Alho

O alho cozido perde suas propriedades, por isso, sempre consuma o alho in natura. Escolha cabeças de alho redondas e cheias – evite aquelas com dentes soltos, moles ou murchos. A parte exterior deve estar intacta e sem manchas. Procure comprar a quantia suficiente para uma semana, e não mais do que isso.

Agrião

Segundo um estudo publicado no British Journal of Clinical Pharmacology, o agrião tem múltiplos benefícios vasculares, como a redução da pressão arterial, pois ajuda a mantê-la saudável, sendo vantajoso para pessoas que costumam ter uma dieta pobre em cálcio, magnésio e potássio. É importante destacar que isso só é possível se for ingerido in natura, e não através de suplementos.

Aspargos

Uma dica importante de preparo é não cozinhar o vegetal em panela de ferro, uma vez que os taninos presentes reagem com o ferro e os talos perdem a cor e as propriedades nutritivas

ABC do Peixe: dicas de preparo, consumo e receita

Tem dúvidas sobre consumo e preparo de peixe? A Dicas Tathy Araujo, criadora da Confraria Trocas Saudáveis e especialista em pescados, ensina uma receita especial para a Páscoa e mostra como comprar, armazenar e cozinhar esse tipo de proteína:

 

Você sabe cozinhar corretamente?

Conteúdo original Mais Equilíbrio

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Saber cozinhar, antes de mais nada, é uma questão de sobrevivência. Mas é também uma forma de demonstrar carinho pelas pessoas que amamos. Alguns já nascem com um talento nato para tal, enquanto outros parecem perdidos na cozinha. Mas mesmo sendo um expert em gastronomia, às vezes é comum cometer erros. E se esse é o seu caso, não se preocupe; para saber se você sabe cozinhar corretamente, listamos algumas dicas para que você se torne o melhor chef em sua casa.

Não desperdice qualquer alimento

Se é comestível, não jogue as sobras fora! Especialmente em tempos de crise, os alimentos não devem ser desperdiçados de modo algum. Trabalhe com o conceito de aproveitamento de alimentos em sua integralidade. Por exemplo, com as cascas das batatas é possível fazer chips salgados. Com as hastes da maioria dos vegetais, tais como brócolis, couve-flor ou salsa, dá para preparar saladas, sopas e tortas. Ou seja, tudo é reaproveitável!

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Cuidado com tempero

O uso de ervas e especiarias é o que dá um toque a mais de sabor em certas refeições. Mas cuidado com os exageros! Além de fazer mal para o organismo, os excesso de tempero sobrecarrega o sabor, ficando quase que impossível experimentar a comida com prazer. Além disso, algumas especiarias são boas para sua saúde, mas há aquelas que podem ser prejudiciais se consumidas em grandes quantidades. Então, moderação é a chave.

Controle a temperatura de cozimento

Dica de mestre: antes de colocar os alimentos na panela, frigideira ou grelha, verifique o ponto da temperatura ideal do fogo. Se a temperatura estiver acima do satisfatório, você corre o risco de queimar os alimentos e isso faz com que eles percam vitaminas e minerais importantes para a sua saúde, além de perder o sabor. Portanto, encontrar a temperatura certa é crucial para uma refeição perfeita.

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Escolha o tipo de óleo para o cozimento

Existem muitos tipos de gorduras e óleos para cozinhar, como óleo de soja, de canola, de girassol, óleo de coco, entre outros. E todos eles têm algo em comum: o chamado “ponto de fumaça”. Isto representa a temperatura com a qual o óleo começa a queimar. Sendo assim, gorduras e óleos com um ponto de fumaça elevado, como manteiga ou gordura animal, são melhores para fritar ou cozinhar, enquanto aqueles com um ponto de fumaça menor, incluindo azeite ou óleo de girassol, são perfeitos para temperar saladas e molhos. Vale a pena notar que o excesso de gordura não é saudável, mas cortá-la completamente de sua dieta também não é boa ideia. Cabe lembrar que a ingestão de gordura insuficiente poderia diminuir a produção natural de testosterona, tanto em homens quanto em mulheres.

Com estas dicas de culinária, levando em conta algumas mudanças simples na maneira como você prepara sua comida, é possível ter alimentos altamente saudáveis, saborosos e com o mínimo de desperdício.

Conheça os diversos tipos de sal existentes para preparar alimentos

Conteúdo original de eCycle

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O sal (ou cloreto de sódio), assim como a água, é um dos mais abundantes recursos naturais. É um nutriente essencial, ou seja, não é produzido pelo nosso corpo. Ele é um eletrólito que atua conduzindo eletricidade e mantém nossas células, músculos e sistema nervoso funcionando. Dessa forma, o sódio facilita essa transmissão de eletricidade no corpo humano. O grande problema é que, ao consumirmos sal em excesso, podemos desenvolver problemas de saúde, como aumento da pressão arterial, desenvolvimento de doenças cardiovasculares e problemas renais.

Na nossa alimentação o sal é parte essencial, pois realça o sabor dos alimentos; afinal, sem sal a comida fica “sem gosto”. No supermercado, existem diversas opções de sal e, por incrível que pareça, alguns são mais saudáveis que outros. Abaixo, listamos os tipos de sal disponíveis para consumo e suas principais características:

• Sal de cozinha iodado (refinado)

É o sal encontrado na grande maioria dos saleiros do mundo. A razão de ser chamado de iodado é que a grande maioria dos fabricantes adicionam iodo em sua composição, que é um mineral essencial para combater certas doenças. Contém altas quantidades de sódio e não apresenta outros minerais que podem ser úteis ao nosso organismo.

• Sal marinho

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Esse sal é obtido por meio da evaporação da água do mar. Geralmente ele possui cristais maiores do que os do sal de cozinha. Ele é considerado uma alternativa mais saudável que o sal de cozinha por não passar por nenhum processo de refinação, mantendo diversos minerais em sua composição que são benéficos para o nosso organismo. No Brasil, é o tipo de sal mais comum e barato.

• Sal kosher

Esse sal tem seu nome devido ao uso em preparar a carne kosher (preparada de acordo com leis judaicas). Ele não é refinado, sendo de formato irregular e maior do que o sal de cozinha. Devido a suas propriedades, esse sal consegue secar melhor o sangue das carnes, sendo um dos preferidos dos chefes por causa do seu sabor sem aditivos.

• Sal rosa do Himalaia

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Esse sal vem da Ásia e é encontrado nos pés das montanhas do Himalaia. Seu tom rosado se deve aos minerais presentes nele, principalmente o ferro. Possui um custo mais elevado, mas é considerado mais saudável e puro do que o sal de cozinha comum.

• Light

Criado para ser uma opção mais saudável que o sal comum. Esse sal possui menos da metade de sódio encontrado no sal de cozinha refinado, cuja composição é de 50% cloreto de sódio (NaCl) e 50% cloreto de potássio. É mais vantajoso para pessoas que sofrem de hipertensão ou que retêm líquidos, mas deve ser evitado em caso de uma possível doença renal pela presença de potássio. O sal light deve ser utilizado na mesma quantidade que o sal comum para não perder sua vantagem de possuir menos sódio. Seu sabor é mais suave e, para alguns, pode ser um pouco amargo.

• Sal grosso

Possui cristais maiores e a mesma composição do sal de cozinha porém não passa pelo processo de refinamento. Muito utilizado no preparo de carnes.

• Sal líquido

Dissolvido em água mineral, o sal líquido normalmente é utilizado em forma de spray para salgar os alimentos de forma mais uniforme. Tem um sabor suave e salga menos por possuir menor quantidade de sódio do que o sal convencional.

• Sal negro

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Também conhecido como Kala Namak, é obtido na região central da Índia em reservas naturais. Além da cor diferente, o sabor não é muito comum, lembrando o de gema de ovo. Possui uma textura crocante e é muito solúvel, sendo muito popular para receitas vegetarianas para molhos, saladas e massas.

• Sal temperado

É a mistura de sal grosso com ervas e/ou temperos para garantir a adição de sabor diferenciado.

Agora a escolha é sua! E lembre-se: independentemente do tipo de sal que você escolher, evite usá-lo em excesso.