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Receita Fru-Fruta: Hambúrguer de arroz e feijão – Vegano e sem glúten!

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Reprodução do blog Fru-fruta

Aqui no Equilibre-se somos adeptos de que tudo aquilo que é bom deve ser compartilhado e multiplicado. Recentemente tive a felicidade de descobrir o blog da nutricionista Pati Bianco, o Fru-Fruta, que ela criou justamente para dividir ideias, receitas e criações saudáveis.

Uma dessas criações é um hambúguer (pasmem!) a base de arroz e feijão, que atende a todos os públicos – excelente para a criançada, aos intolerantes a certas substâncias e aos veganos. Uma transformação maravilhosa de algo que consumimos diariamente num formato próprio, apresentado de uma maneira completamente inusitada e apetitosa.

Tá sem ideia do que cozinhar de diferente para a turminha em casa de férias?! Ou esqueceu de descongelar a mistura para o almoço ou jantar?! Então bora aprender a preparar esse hamburguinho criativo e nutitrivo!

Reprodução do blog Fru-fruta
Reprodução do blog Fru-fruta

Hambúrguer de Arroz e Feijão

Para mais dicas, receitas e informações, acesse o Fru-Fruta!

  • 1/4 de cebola picada
  • 1/2 xícara de feijão pronto
  • 1/2 xícara de quinoa cozida (caso seja inacessível, você pode fazer sem ou substituir pelo próprio arroz)
  • 1/2 xícara de farinha de arroz integral
  • 1/2 beterraba pequena cozida
  • 1/2 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • Especiarias a gosto (usei: cominho, paprica picante, noz moscada e pimenta do reino)
  • Cúrcuma em pó (açafão da terra) em pó
  • Cebolinha, salsinha, coentro ou outro temperinho verde
  • Azeite para grelhar

Instruções

  1. Refogue a cebola picada no azeite até ficar transparente e passe para o copo do processador.
  2. Coloque o feijão e a beterraba no processador e bata até obter um purê.
  3. Passe para uma tigela grande e adicione o restante dos ingredientes até virar uma massa espessa.
  4. Molde os hambúrgueres com ajuda de um aro de metal, faça pequenos cortes na superfície e grelhe na frigideira quente com azeite.

Observações

  1. Na medida que grelha, o hambúrguer absorve bastante azeite. Vá repondo a medida que necessário.
  2. Rendimento: 6 mini hambúrgueres ou 3 de tamanho normal

Cientistas criam garfo que simula o sabor de sal

Conteúdo original Minha Vida

Pesquisadores japoneses da Universidade de Tóquio desenvolveram um protótipo de garfo que usa a estimulação elétrica para simular o gosto de sal. O garfo é movido a bateria e conta com um cabo condutivo, que completa um circuito quando o talher entra em contato com a língua, estimulando eletricamente as papilas gustativas.

O produto seria uma ótima alternativa para pessoas com problemas de pressão alta e que precisam reduzir o consumo de sal devido ao sódio.

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Este protótipo de garfo cria a sensação de salgado e azedo e tem níveis ajustáveis de estímulo, já que cada pessoa tem papilas gustativas únicas. Para elaborar este protótipo foram gastos apenas US$ 18,00 em componentes eletrônicos.

Ainda não se sabe quando ou se este garfo será comercializado. Porém, caso isto ocorra será preciso realizar um procedimento de calibragem no produto, pois quando levado ao limite ele proporciona um gosto metálico.
Os pesquisadores afirmaram ainda que ressaltar o sabor doce é muito difícil, por isso uma versão do garfo para alimentos doces provavelmente não será realizada.

Natureza versus criação: Qual é mais importante?

Quando se trata de saúde mental, o debate da natureza versus a criação se mantém com força. Com a melhora da tecnologia, as imagens do fMRI (imagem funcional de ressonância magnética) e da sequenciação do genoma demonstram que as doenças mentais são mais influenciadas pela biologia do que nunca antes se acreditou.

Mas, a influência da experiência de vida é indiscutível. Enquanto a tendência histórica para culpar as mães pela doença mental de uma criança crescida (ela era muito fria, muito sufocante, etc) tem sido, felizmente, reduzida em grande parte, não há como negar que as experiências da infância desempenham um papel na saúde mental de adultos. Mas o que é mais importante: a natureza ou a criação?

Natureza versus Criação

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Num estudo deste ano, a prestigiosa revista Nature Genetics se comprometeu a sublime tarefa de reanalisar praticamente todos os estudos em gêmeos realizados nos últimos 50 anos: 2.748 estudos, para sermos exatos, que inclui mais de 29 milhões de gêmeos.

E, por que estudos individuais? Gêmeos monozigóticos (isto é, idênticos) têm a mesma composição genética, tal como se desenvolveram a partir do mesmo ovo fertilizado. Assim, quaisquer diferenças entre os gêmeos são devidas, por extensão, ao meio ambiente.

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Então, qual é a resposta no debate natureza-criação? Segundo os pesquisadores, é cerca de 50 a 50. Especificamente, cerca de 49% de variação entre indivíduos é devido à genética e 51% é devido ao meio ambiente.

Podemos chamar isso de um empate entre natureza e criação, mas, ao mesmo tempo, o estudo incluiu a herdabilidade de características de todo o espectro, desde a altura (que é principalmente genética) ao que os pesquisadores apelidaram de “valores sociais” (que são, na maior parte, do ambiente).

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Mas o que a média de 50 a 50 nos diz? Em suma, as conclusões que podemos tirar são menores do que as perguntas que o estudo mostra. Em geral, perguntar se a porcentagem de um determinado traço é genética ou ambiental é apenas uma maneira de olhar para o equilíbrio natureza-criação, e talvez o menos efetivo.

Outra visão é a de que a genética predispõe o indivíduo ao distúrbio, como a depressão ou transtorno obsessivo-compulsivo, e o ambiente sugere o equilíbrio. Numa analogia menos delicada, a genética carrega a arma e o ambiente puxa o gatilho.

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Contudo uma outra maneira de olhar para a questão da natureza versus a criação é: a genética determina uma série de possíveis resultados e o meio ambiente determina o intervalo de terras individuais; por exemplo, em termos de QI, a genética determina a gama de possíveis capacidades intelectuais, e o ambiente a nutrição em anos de educação, o número de livros em casa, enfim, determina quão longe dentro desse intervalo o QI vai subir.

Em suma, a conclusão de 50 a 50 é mais complicada do que à primeira vista. Mas, olhe para esse número de outra maneira e verá que, de qualquer forma, os pais sempre serão culpados.

Referência

Polderman, TJC, et al.  (2015). Meta-analysis of the heritability of human traits based on fifty years of twin studies. Nature Genetics. doi:10.1038/ng.3285

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.