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O que é seletividade alimentar?

A seletividade alimentar é definida por uma rejeição alimentar, desinteresse pelo alimento e falta de apetite. É um comportamento característico da fase pré-escolar, mas, quando presente em ambientes familiares disfuncionais, pode se intensificar e prolongar até o período da adolescência.

Os fatores que contribuem para a seletividade alimentar infantil podem variar bastante, considerando a hipersensibilidade sobre as cores, texturas e cheiros dos alimentos, bem como a rotina da família, ambiente, tipos de alimentação, dificuldade para engolir e mastigar, entre outros aspectos que precisam ser analisados para a identificação da melhor intervenção a ser realizada em cada caso. E o mais importante NÃO é FRESCURA.

Busque ajuda de um profissional em nutrição! 😉

Texto de Izabella Costa

Dicas para criar uma criança saudável

Dicas para criar uma criança saudável

Se você quiser que o seu filho cresça de forma sadia você deve cuidar da sua alimentação e também, como não, do seu estado emocional. A gente te dá uma série de conselhos para que ajude ao seu filho a crescer de forma equilibrada e possa evitar futuros problemas de saúde.

1. Comer em família. Não deixe que o seu filho coma sozinho. Comer em família contribui com uma série de benefícios. Melhora a comunicação, valoriza o momento da comida de forma especial… Não é apenas um gesto. Vai muito mais além. Comer em família melhora a autoestima da criança e lhe ajuda a melhorar seus hábitos alimentares.

2. Não obrigue o seu filho a comer. Deixe que seja o seu filho quem decida a quantidade que quer comer. O pior que você pode fazer é obrigar-lhe a comer quando não quer. Existem crianças que necessitam comer mais e outras, no entanto, necessitam menos.

3. Não se esqueça nenhum desses alimentos a cada dia. Existem quatro grupos alimentares fundamentais que você nunca deve esquecer e que devem ser incluídos diariamente. São os seguintes: Frutas e verduras, cereais, lácteos e proteínas (carne, peixe, ovos…).

4. Estabelecer uma rotina nas refeições. Estabelecer um horário nas refeições beneficia a criança a regular seu apetite. O pior é deixar que coma a qualquer hora, sem deixar que termine de fazer a digestão. Uma criança necessita fazer cinco refeições por dia: café da manhã, almoço, lanche, merenda e janta.

5. Dê-lhe muita água. A saúde também se mede pela hidratação do corpo. Uma criança necessita beber e, com frequência se esquece porque está brincando. Lembre-a que beba água e fuja dos refrigerantes com excesso de açúcar.

7. Respeite os gostos da criança. Os pais se empenham para que as crianças comam de tudo. Mas, nós os adultos, gostamos de tudo? Por que não respeitar que uma criança goste de determinado alimento? Por exemplo, se o seu filho não gosta de espinafre, busque outro alimento que contribua com os mesmos benefícios e que possa comê-lo com facilidade.

8. Não esqueça nunca de felicitar ao seu filho. Os elogios e a atenção são primordiais. Se ele comeu bem, felicite-o. Isso fará com que ele se encha de orgulho. Mas, não use sobremesas como prêmios.

9. Limite certos alimentos. As sobremesas hipercalóricas, os doces e balas são alimentos que não contribuem com nada de bom. Assim que é melhor que limite seu uso. Não proibi-los, mas limitá-los a momentos especiais (aniversários).

10. Incentive o exercício. Para que uma criança cresça sadia não basta cuidar da sua alimentação. O exercício é sem dúvida um pilar básico. Anime-a para que faça exercício e busque o esporte que ela mais goste.

Por Estefanía Esteban
Redatora de GuiaInfantil.com

Melatonina: para que serve, benefícios para o sono e efeitos colaterais

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Melatonina é um hormônio produzido naturalmente pelo corpo humano e uma de suas funções básicas é a indução ao sono. Ela está relacionada com a regulação do metabolismo ao longo do dia, o que inclui os períodos em que a pessoa está dormindo ou acordada.

Sua ação de indução do sono fez com que indústrias farmacêuticas lançassem sua versão sintética, amplamente vendida como suplemento em outros países, como Estados Unidos e Europa.

A melatonina não tem sua venda liberada no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). No entanto, ela pode ser importada se você tiver uma receita médica. Além disso, o produto tópico feito em farmácias de manipulação já foi liberado para comercialização com receita médica.

Para que serve a melatonina produzida no corpo

A melatonina é um hormônio ligado ao ciclo circadiano, ou seja, a forma como o organismo organiza suas funções quando estamos acordados e durante o sono. A substância começa a ser produzida na glândula pineal quando o dia escurece, para ajudar o organismo se preparar para dormir. Ela atinge seu nível máximo quando estamos dormindo. Com o nascer do sol e a volta da claridade, a glândula reduz a produção de melatonina, o que sinaliza que é o momento de acordar.

Por regular as funções do sono em todo o organismo, a maior parte dos órgãos possuem receptores para ela. Portanto, é bem possível que ela atue no organismo de formas variadas, ainda desconhecidas pelos médicos. Acredita-se que ela também tenha funções de regeneração celular e também ajude a combater inflamações no organismo.

Como hoje temos cada vez mais estímulos luminosos mesmo durante a noite, com a televisão, computadores e o uso constante do celular, algumas pessoas podem ter uma produção menor ou mais irregular da melatonina.

Alguns fatores costumam influenciar na produção de melatonina são:

  • Idade
  • Exposição a fontes de luz
  • Alguns medicamentos
  • Cegueira.

Indicações da suplementação de melatonina

Como a melatonina é um hormônio relacionado ao ciclo do sono, hoje essa substância é indicada para quem tem dificuldade de começar a dormir, de manter o sono ou de ter um descanso de qualidade durante a noite. Isso inclui as seguintes pessoas:

  • Idosos, que costumam ter a melatonina mais baixa naturalmente
  • Pessoas que trabalham em turnos noturnos e precisam dormir durante o dia
  • Vespertinos, ou seja, pessoas que só conseguem dormir e acordar mais tarde
  • Viajantes que precisam se recuperar do jet lag ou querem prevenir esse problema com os fusos horários

  • Pessoas com alguns graus de cegueira, que devido à má percepção de luminosidade têm dificuldades em produzir o hormônio.

Importância da vitamina D para as crianças

Conteúdo original Revista Suplementação

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Correr, pular e brincar é um momento comum e de muita alegria e diversão para a criançada. Mas para que os pequenos tenham pique total para aproveitar cada momento do dia, é fundamental que tudo ande bem com a saúde deles. Nesse sentido, o consumo de vitaminas e minerais é um ponto importante de atenção para os pais.

Os cuidados para incluir nas refeições os alimentos fonte de cálcio e vitamina D, além da exposição solar diária de 20 minutos, para a reposição natural da taxa de vitamina D no sangue, ajudam a manter uma criança saudável e feliz, que curte as brincadeiras e aproveita a vida, pois essas substâncias são imprescindíveis para a formação e o fortalecimento dos ossos e a falta deles pode ocasionar falha no desenvolvimento e, consequentemente, deformidade dos ossos.

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Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a partir do primeiro ano de vida, a indicação recomendada é de 600 a 1.000 UI diárias, taxa que não muda até os 18 anos. Conhecida também como a vitamina do sol, pois sua principal fonte de síntese provém da exposição solar, esse nutriente colabora ainda para o bom desempenho dos músculos e nervos, a coagulação do sangue, o crescimento celular e a utilização de energia, além de ajudar no processo de aprendizagem.

“A vitamina D é extremamente importante para o desenvolvimento saudável da criança. Para conseguir manter o bom nível dela no organismo, a recomendação é de 10 a 20 minutos de banhos de sol ao dia. A criança pode aproveitar a praia e a piscina desde cedo. No entanto os horários de pico devem ser evitados, pois é quando a intensidade dos raios ultravioleta é muito forte e pode causar danos à pele, principalmente na do bebê, que é mais sensível.

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O pediatra deve estar atento e recomendar a reposição com suplementos vitamínicos quando suspeitar que as oportunidades de exposição solar da criança estão escassas”, explica a Dra. Marise Lazaretti Castro, chefe do setor de Doenças Metabólicas da Unifesp e membro da Diretoria da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Segundo a especialista, apesar de alguns alimentos serem fonte dessa vitamina, como peixes gordurosos, leite e ovos, a quantidade presente é muito pequena e insuficiente para suprir as necessidades do corpo. “Durante a vida intrauterina, o feto retira esta substância do sangue materno, mas, depois do nascimento, precisa produzir sua própria vitamina, pela exposição ao sol, pela dieta alimentar ou por meio da suplementação. Por este motivo, os pediatras orientam às mães que exponham seus bebês ao Sol diariamente. Quando mais velhos, devem ainda estimular brincadeiras e esportes ao ar livre, como era feito antigamente”, destaca. Nas grandes cidades, entretanto, estes hábitos saudáveis podem não ser mais possíveis, e é neste momento que a suplementação de Vitamina D passa a ser recomendada.

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Fonte: SANOFI

EDC – Brincadeira de criança: as atividades mais indicadas para cada faixa etária

Conteúdo original M de Mulher

Pega-pega, duro ou mole, esconde-esconde, casinha… Com os jogos e as situações de faz de conta, os pequenos compreendem regras sociais, desenvolvem habilidades físicas e aprendem a lidar com as próprias emoções. Além desses benefícios, a diversão pura e simples também é muito importante.

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Ouvimos dois especialistas no assunto: a psicóloga Cisele Ortiz, do Instituto Avisa Lá, e o pedagogo Luca Rischbieter, do grupo Positivo. Além de explicar as características de cada atividade, eles sugerem as mais indicadas para cada faixa etária. Confira as dicas  e divirta-se com a molecadada:

Até 2 anos: O bebê costuma se divertir sozinho, explorando o corpo.  Ofereça brinquedos que tenham cores, formas e tamanhos diferentes, para estimular o bom desenvolvimento dos cinco sentidos (tato, olfato, visão, paladar e audição).

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2 a 3 anos: Boa fase para introduzir o jogo simbólico e o faz de conta. Ofereça a oportunidade de seu filho sentir a textura da água, da areia, da grama e de outros materiais. Nessa fase, as crianças adoram dançar, cantar e pular.

3 a 4 anos: Desenho, pintura, colagem e modelagem ganham força nessa idade. Ofereça jogos de montar, lápis, tintas, papel, argila e giz de cera. Mas forre bem a mesa em que seu filho vai “trabalhar”, para que ele não pinte a casa inteira…

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4 a 5 anos: Surgem os heróis e as brincadeiras que imitam o mundo adulto. Ofereça lousa, bonecas, casinhas, carrinhos, fazendinhas e imitações de objetos cotidianos, como telefone, caixa registradora e apetrechos de cozinha.

6 a 7 anos: Época dos jogos com regras, que estimulam o raciocínio lógico. Ofereça jogos em geral (eletrônicos, de cartas ou tabuleiro), para lidar com vitórias e derrotas.

Os 5 tipos de brincadeiras mais comuns e seus benefícios para a criança

ARTESANAIS: Alguns brinquedos simples são confeccionados pelas próprias crianças. Qualquer menino ou menina que brinque na rua já fez uma pipa para empinar ou uma bola de meia para jogar queimada.
Benefícios: Além de construir algo sozinha, a criança exercita a capacidade de resolver os problemas que possam aparecer durante o processo. Ela aprende a criar cores e formas diferentes ou mesmo escolher os materiais mais adequados para a atividade proposta

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ELETRÔNICOS: Engana-se quem pensa que a criança não aprende nada quando passa horas na frente do computador ou fica com o dedo quase adormecido de tanto jogar videogame.
Benefícios: Os jogos eletrônicos são ótimas oportunidades para os pequenos expressarem a agressividade ou para aliviar uma situação traumática de tristeza ou medo. Só mantenha o controle do tempo de uso e da qualidade dos programas a que seu filho tem acesso. Afinal, há muita violência nesse tipo de diversão

FAZ DE CONTA: Bolas, bonecas, carrinhos e outros objetos estimulam histórias reais ou imaginadas.
Benefícios: Essas brincadeiras fazem a molecada viver problemas ainda desconhecidos.

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TRAVA-LÍNGUAS: “O rato roeu a roupa do rei de Roma.” “Três pratos de trigo para três tigres tristes.” Esses são exemplos de como as palavras geram desafios.
Benefícios: Esses jogos ajudam a treinar a fala. Duvida? Tente repetir: “Se o príncipe de Constantinopla quisesse se desconstantinopolizar, qual seria então o desconstantinopolizador que iria a Constantinopla para desconstantinopolizá-lo?”

JOGOS DE LOCOMOÇÃO: Amarelinha e pega-pega fazem parte da lista de brincadeiras tradicionais que exigem o uso do corpo.
Benefícios: Essas atividades estimulam a flexibilidade e o equilíbrio. À medida que os pequenos crescem, os desafios de ritmo, força e coordenação motora ficam cada vez mais complexos.

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Cookies super saudáveis (sem açúcar, sem gordura, sem lactose, sem ovos)

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Esse post é para você que adora um biscoitinho a qualquer hora do dia e até então não tinha encontrado um substituto a altura. Seus problemas acabaram! É possível, sim, fazer cookies saudáveis, saborosos e práticos, com poucos minutinhos de forno e muitos nutrientes.

Poder ser uma excelente opção para as crianças, principalmente por ser a base de fruta e  super do bem, sem açúcar e gordura. Também é uma alterativa maravilhosa para quem está querendo mudar os hábitos e deixar os industrializados de lado. Sem falar em quer faz dieta. Enfim, um lanchinho delícia para a família toda.

Cookies super saudáveis

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Receita original do blog Cozinhando para 2 ou 1
Rende 12 cookies

  • 2 bananas nanicas maduras
  • 1 xícara de flocos de aveia, de quinoa ou de amaranto
  • 2 colheres de sopa de uvas passas sem sementes, coco ralado ou frutas secas picadinhas (opcional)
  • 2 colheres de sopa de nozes, amêndoas, castanhas picadas ou outras oleaginosas (opcional)
  • 1 colher de chá de canela em pó (opcional)

Com um garfo, amasse as bananas e misture os outros ingredientes até obter uma massa bem integrada. Em uma assadeira antiaderente, ou untada com um mínimo de azeite, coloque montinhos de pouco menos de 1 colher de sopa da massa, com 1 dedo de distância entre eles. Não deixe-os muito altos para que assem bem e fiquem mais sequinhos.

Leve a assadeira ao forno pré-aquecido, em 180ºC, por mais ou menos 20 minutos. Quando os cookies estiverem dourados, desligue o forno e deixe-os esfriarem lá dentro.

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Dica: quanto mais maduras estiverem as bananas, mais doces ficarão os cookies. Acrescentar um pouco de uvas passas também ajuda a adoçar, já as nozes deixam a massa mais crocante. A canela em pó dá um toque gostoso, deixa a casa perfumada e ainda acelera o metabolismo (é termogênica). Todos esses ingredientes são opcionais, mas combinam perfeitamente bem com o cookie.

Caso sobre algum, guarde em um pote hermeticamente fechado. E, se ficarem molinhos, leve-os ao forno novamente para voltarem a ficar firmes.