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Boa noite!

Mesmo no frio, excesso de sono pode ser sinal de alerta

Conteúdo original Revista Suplementação

Que o frio do inverno faz um convite irresistível para uma cama quentinha e um filme, todo mundo sabe. No entanto, a vontade permanente de querer dormir ou até mesmo de ficar deitado pode ser um alerta emitido por nosso organismo. Quem dá o aviso é o médico Theo Webert, que atua em nutrologia e qualidade de vida.

Segundo ele, é normal sentir vontade de se jogar na cama depois de um dia todo fora de casa, mas todo o excesso precisa ser bem observado. “Sentir aquela fadiga incompreensível por vários dias consecutivos é sinal de que algo não vai bem com sua saúde. Quando digo saúde, me refiro tanto a saúde física como mental”, afirma.

O especialista elenca que sedentarismo, desequilíbrio hormonal, má alimentação, estresse e sono acumulado são alguns dos problemas que contribuem para o cansaço. “Se não tratado, pode provocar baixa autoestima, enxaquecas e até outras doenças no organismo como psoríase e gastrite,”, revela.

A alimentação bem regulada é, para o médico, a melhor alternativa para despistar e evitar sintomas da fadiga. “O grande segredo de nosso corpo é respeitá-lo e isso começa com uma dieta saudável, que reequilibre nossas funções vitais, valorizando sempre a alimentação rica em frutas e verduras frescas”, lembra.

Além disso, continua, praticar exercícios físicos e relaxar pode não só ajudar como também prevenir o problema. “Em todo caso, sempre é bom procura uma avaliação médica, já que cada corpo é um universo”, ressalva.

Fonte: Theo Webert

Como preparar o quarto pra dormir

Conteúdo original Bons Fluídos

Lençóis

De algodão e seda, materiais naturais não agridem a textura e a temperatura da pele, são preferenciais em relação aos tecidos sintéticos.

Pegar um sol

Coloque seus travesseiros, lençóis, fronhas e almofadas para tomar sol e reviva o antigo método de quarar a roupa – é uma ótima técnica de energização. A ação do sol é bactericida e elimina umidade e mofo.

Gaveta em ordem

Gavetas onde são guardadas roupas de cama podem ser perfumadas com bolinhas de madeira embebidas em lavanda, um aroma calmante e purificante.

Lugar do colchão

Colchões diretamente no chão são bem vistos pelo Feng Shui – o melhor é usar sempre um estrado de madeira.

Disposição dos móveis

Não deixe a cabeceira de costas para a porta de entrada nem entre a porta e a janela, recebendo o impacto da energia.

Cores certas

Branco total nas paredes e na roupa de cama não é uma boa opção. Cor é energia, e a falta dela pode caracterizar um estado de falta de vigor e esperança.

Aprenda a dar um banho de cheiro no seu corpo

Conteúdo original Bons Fluídos

Expressão de carinho nordestina, o banho-de-cheiro correu o país na voz de Elba Ramalho como um jeito maroto de manifestar carinho. O banho natural, dado no corpo inteiro para atrair coisa boa e afastar coisa ruim, também não foge à definição: é uma manifestação de carinho ao seu corpo e espírito.

Levada ao pé da letra, uma atmosfera de aromas tem tudo a ver com o banho, quando envolvemos o corpo numa esfera de calor e total delicadeza. Desbloqueia energia represada, que nos deixa tensos e amplia a percepção sobre os nossos limites e contornos – um processo que ajuda a manter a autoestima.

Presente aromático

Em casa, pingue na água da banheira dez gotas de óleo essencial cujo efeito é desejado.
1. Lavanda e citrus, por exemplo, são opções revitalizantes e ajudam quem procura descansar.
2. Rosmarinho é estimulante, por isso não deve ser usado à noite.
3. Camomila acalma.

Para usufruir dos benefícios dos óleos essenciais no chuveiro, pingue uma ou duas gotas do produto numa luva ou esponja e espalhe sobre o corpo molhado (o óleo essencial não pode ter contato direto com a pele seca).

As aromaterapeutas Christiana Penna e Camila Passarelli, de São Paulo, formularam um banho aromático à base de ervas ideal para reduzir o estresse mental e muscular. Os ingredientes incluem: 20g de alecrim (tonificante), 20g de alfazema (refrescante), 10g de camomila (sedativo) e 10g de sálvia (desintoxicante).

Modo de fazer

Misture as ervas desidratadas (prefira as sem agrotóxicos, vendidas em casas de produtos naturais). Separe 20g e coloque em 1,5 litro de água fervente. Tome banho normal e no final, com uma esponja, derrame o preparado sobre a pele. Por cautela, grávidas e pessoas com pressão baixa devem pedir orientação a um aromaterapeuta.

Toca aquela, DJ: 7 músicas que elevam a saúde ao máximo

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

“A razão principal pela qual a frase ‘sexo, drogas e rock and roll’ existe é porque todas essas coisas estimulam centros de prazer no cérebro”, diz Andrew Knight, professor assistente de musicoterapia na Universidade Estadual do Colorado (EUA). E agora nós temos a ciência para provar a parte do jargão que diz respeito à música: estudos recentes mostraram que ouvir tipos específicos de sons oferecem benefícios para o corpo e para a mente. Seja para diminuir seu lapso de atenção ou acalmá-la em um dia tenso, essas sete músicas irão elevar sua saúde ao máximo. Aperte o play. Sinta-se bem. Repita.

Gwen Stefani – Me Without You

Dê o PLAY para curar o mau humor

Ouvir a música em que a cantora conta como está chateada com seu ex-marido quando você está triste? Boa ideia – mesmo. Letras e melodias que ecoam seu estado emocional validam seus sentimentos – o primeiro passo para se sentir melhor. “Isso pode facilitar o modo como você se expressa. É como se sentir ouvida ou ter alguém falando com você”, diz Tereza Alcântara, professora de musicoterapia da Universidade Federal de Goiás. Se você está passando por um término brutal, desabafe com essa música. Depois, quando seu humor melhorar, escute algo mais positivo – tente a “Make Me Like You”, música na qual Gwen fala da sua felicidade com o novo namorado – para deixar sua tristeza para trás de vez.

Brian Eno – Ambient 1: Music for Airports

Dê o PLAY para acabar com o estresse

Deitar-se em uma sala silenciosa com uma música ambiente tocando ao fundo e focando apenas em sua respiração é tão eficaz quanto receber uma massagem – mas por um preço muito menor. Uma hora de qualquer uma das duas pode baixar seu nível de ansiedade em 40%. Pratique isso com sua música instrumental relaxante favorita, como uma desse álbum do Brian Eno, por cinco minutos por dia e, eventualmente, o som vai remeter você a essa sensação menos estressante a qualquer momento em que você botá-lo para tocar. “A música se torna um gatilho para o seu cérebro fazer aquilo com o que você o associou”, diz Knight. Nesse caso: relaxamento.

Tegan and Sara – Boyfriend

Dê o PLAY para ser criativo

Tocar músicas novas (ou pelo menos novas para você) pode manter seu cérebro funcionando no trabalho. Sua cabeça se concentra melhor quando não está entediada ou superocupada. Quando você escuta músicas que já conhece, “o cérebro fica passivo, porque ele sabe onde a música está indo”, diz Knight. Sons menos familiares fazem sua mente alternar entre o trabalho e a música, o que distrai você o suficiente para quebrar o seu padrão de pensamento, colaborando com a criatividade enquanto a mantém longe de perder o foco, ao mesmo tempo.

Eric Clapton – Wonderful Tonight

Dê o PLAY para reprimir a dor

Pesquisas mostraram que a música pode ajudar na distração de incômodos pós-cirurgia. Quer acabar com suas dores de cabeça ou nas costas? Escolha uma canção que evoque uma memória vívida e feliz (como o seu casamento, onde você dançou com o seu pai ao som de Clapton; ou as festas da faculdade onde você requebrou ao som de “Whisky a Go Go”, do Roupa Nova). Os centros de prazer e recompensa do seu cérebro irão responder como se você tivesse voltado a esses momentos alegres ao lançar um fluxo de neuroquímicos analgésicos, como a dopamina e a oxitocina.

Yo-Yo Ma – Unaccompanied Cello Suite No. 1 in G Major (Bach)

Dê o PLAY para garantir um sono mais leve

Músicas relaxantes podem empurrá-la para o mundo dos sonhos assim como qualquer cantiga de ninar. Estudos mostram que escutar 45 minutos de uma relaxante música clássica antes de dormir ajuda insones a adormecerem, possivelmente porque diminuíram suas frequências cardíacas e respiratórias. Se você não gosta de Bach, tente The Piano Guys, que fazem versões mais calmas de tons pop, como “Titanium”, do David Gueta (feat. Sia). Coloque para tocar, apague as luzes, entre debaixo do lençol e pegue no sono.

Lana Del Rey – Cruel World

Dê o PLAY para acelerar a recuperação pós-treino

Sua playlist de treino só tem Beyoncé? Nós compreendemos totalmente. Mas considere colocar de cinco a 20 minutos de melodias mais melosas no fim da sua playlist. Músicas que têm cerca de 60 a 80 batidas por minuto (bpm) abaixam a pressão sanguínea e os níveis de cortisol, que ajudam seu corpo a se recuperar mais rápido, segundo Costas Karageorghis, autor do livro Applying Music in Exercise and Sport (não disponível no Brasil). Escute enquanto se alonga gentilmente ou se acomoda durante a shavásana.

Rihanna (feat. Drake) – Work

Dê o PLAY para ter um sexo quente

Sons ajudam você a se acalmar – e a ser acalmada. Casais que escutam música em casa reportaram fazer 67% mais sexo do que aqueles que não. Pesquisas mostraram que cantar juntos gera o mesmo laço de intimidade gerado durante o sexo. “A música envolve o lado afetivo. Escutar com alguém pode gerar memórias prazerosas para as duas pessoas, já que aquele som evoca o momento em que passaram juntos escutando-o”, diz Tereza. Ou seja: você + o seu parceiro + Rihanna + Drake = hora do sexo.

O que a crise tem a ver com a sua saúde

Conteúdo original M de Mulher

Alta do dólar, inflação, desemprego… Eis o que mais se vê e ouve no noticiário. E olha que as projeções dos economistas não são nada animadoras. A crise econômica também respinga na saúde por influenciar algumas escolhas no cotidiano. O corte no orçamento pode significar um menor consumo de alimentos nutritivos, sabidamente mais caros.

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Foi o que aconteceu na Itália, onde o Instituto Neurológico Mediterrâneo Neuromed flagrou, entre 2007 e 2010, uma queda de 13% na ingestão da dieta mediterrânea, protagonizada por peixe, azeite e vegetais e eleita uma das mais equilibradas. Para evitar que o cenário se repita por aqui, o conselho é planejar melhor as contas: dá pra cortar muita coisa antes de abdicar da qualidade das refeições.

Os experts ressaltam que a maneira como os tempos de vaca magra mexem com o bem-estar varia de pessoa para pessoa – sim, a carga genética faz diferença. “Ainda é possível notar que, enquanto alguns indivíduos sofrem, outros enxergam na crise oportunidades para crescer”, reflete o psiquiatra Mario Francisco Juruena, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. Aliás, essa é uma bela filosofia a seguir enquanto a economia não melhora.

Manual de sobrevivência

Medidas para garantir disposição física e mental durante a crise

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Descanse das telas

Celulares, tablets e afins emitem uma luz que dificulta o início do sono. Maneire à noite e nada de levá-los para a cama.

Limpeza para dormir em paz

Atenção se você pensa em cortar a faxina. Quem é alérgico sofre com o pó, e o nariz entupido acaba com o repouso.

Não desconte no copo

Nem pense em abrandar o estresse ou induzir o sono à base de álcool. A bebida só piora a qualidade das noites.

Por uma ceia mais leve

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Há quem economize deixando pra jantar em casa. Só um cuidado: mandar uma pratada altas horas estorva o sono e gera refluxo.

Leia para desligar

Mas faça isso fora do quarto – assim como ver TV ou escutar música. Desconectar das tarefas é o caminho rumo aos sonhos.

Não deixe de suar

É preciso empenho, mas vale a pena. Exercícios melhoram até o sono. Se a academia está cara, troque pelo parque.

Que tal um curso gratuito?

Essa é uma boa hora para se atualizar e se diferenciar no mercado. As aulas ainda afastam ideias negativas.

Socialize

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Os temores da crise são mais facilmente superados quando compartilhados. Reúna-se com amigos e familiares sempre que possível.

Ohmmmm

Meditação e outras técnicas de relaxamento ajudam a digerir o cenário atual, filtrando a sensação exagerada de pânico que pode nos cercar.

Economia doméstica

Viver muito apertado estressa. Cheque as despesas para ver se não há itens cortáveis. Só não abdique da saúde.

Não deixe de se tratar

Priorize ao máximo o dinheiro gasto para se livrar de doenças ou controlá-las. Lembre-se: isso é um investimento.

Tente se divertir

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Dá pra se entreter mesmo com o orçamento curto (ler um livro, desenhar). A vida não é feita apenas de obrigações.

Investimento vegetal

Verduras, legumes e frutas até ficam mais caros, mas têm de aparecer no cardápio. Seus nutrientes blindam o organismo.

Nada de desperdício

Cascas, talos e sementes guardam vitaminas e podem compor deliciosas receitas. Tudo pelo custo/benefício.

Olho na pressão

Como o estresse impacta no peito, uma boa ideia é medir de vez em quando a pressão arterial. Se ela estiver alta, procure um médico.

O que acontece se você não dormir nada?

Conteúdo original El País

O que aconteceria se uma pessoa não dormisse nada?, perguntava um usuário do Quora, uma rede social de perguntas e respostas: “Não apenas uma noite ou duas, mas sempre”. “Enlouqueceria?”. “Morreria?”.

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Chris Morrison resumia os possíveis sintomas que poderia sentir, que também estão explicados neste vídeo da Asap Science (com legendas em espanhol) sobre o sono, com link em uma das respostas.

Depois de uma primeira noite sem dormir, o sistema mesolímbico é estimulado e a dopamina é liberada, por isso nos sentimos com mais energia, motivação, otimismo e desejo sexual. Mas, claro, essa sensação positiva é enganosa, já que a partir daí tudo vai ladeira abaixo.

Pouco a pouco, o cérebro começa a desativar as regiões que se encarregam de planejar e avaliar decisões, o que resulta em um comportamento mais impulsivo. O esgotamento provoca, além disso, uma lentidão no tempo de reação e uma piora das funções perceptivas e cognitivas.

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Depois de um ou dois dias, o corpo deixa de metabolizar a glicose de forma adequada, e o sistema imunológico começa a falhar. Como lembra Morrison, a partir do segundo dia também pode haver uma piora geral da memória. Três dias sem dormir provocaram alucinações em alguns casos.

O recorde (documentado cientificamente) é de Randy Gardner, que passou 264 horas (11 dias) sem dormir e sem ajuda de estimulantes. O feito ocorreu em 1964, quando tinha 17 anos, e foi acompanhado pelo médico especialista em sono da Universidade Stanford, William Dement. Como outros que se submeteram a testes semelhantes, Gardner não apresentou efeitos negativos em sua saúde a longo prazo.

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Isso não quer dizer que ficar sem dormir não possa levar à morte. Os ratos conseguem ficar sem dormir entre duas e quatro semanas. Depois morrem, embora não esteja claro se por falta de dormir (e o hipermetabolismo que isso provoca) ou pelo estresse de serem despertados constantemente.

Em relação aos seres humanos, passar tanto tempo acordado está associado apenas a distúrbios estranhos, como a insônia familiar fatal: essa doença genética (e muito rara) do cérebro causa insônia, alucinações, demência e, depois de 18 meses, a morte.

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Outro caso é o mencionado pela Scientific American: um jovem de 27 anos com síndrome de Morvan, que praticamente não dormiu durante vários meses, sem se sentir sonolento nem cansado e sem demonstrar problemas de humor e de memória. Mas, quase todas as noites, entre 21h e 23h, passava entre 20 e 60 minutos sofrendo alucinações auditivas, visuais, olfativas e táteis, além de dor nos dedos das mãos e pés.