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Escalda-pés para relaxar

Depois de um dia inteiro de trabalho, tudo o que queremos é relaxar. Mas não pense que para isso você precisa de ajuda. A massoterapeuta Lôua Unger ensinou passo a passo de como preparar um escalda pés em casa. E o melhor, você mesma é a responsável por massagear os pés. Além de aliviar o cansaço do dia, o escalda pés ajuda você a desinchar as pernas e os pés. É uma ótima terapia para você aplicar durante a semana.

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“O pé é o nosso mapa do corpo. Precisamos cuidar dele, e a reflexologia podal é uma das melhores maneiras de tirar a tensão e a dor do corpo inteiro”, afirma Lôua Unger.

O escalda pés é uma prática milenar. A terapia ajuda muitas zonas do corpo, não só os pés. É uma ótima terapia para melhorar a circulação das pernas.

Aprenda receitas e prepare seu cuidado em casa mesmo:

Lavanda

Ingredientes

  • Água quente
  • 2 a 3 rodelas de laranja
  • Bolinhas de gude
  • 5 gotas de essência de lavanda

Junte todos os itens numa bacia e coloque os pés. Deixe por 10 a 15 minutos, usando as bolinhas de gude para massagear a sola dos pés.

Alfazema

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Ingredientes

  • Água morna
  • 4 colheres de sopa de sal grosso
  • 8 gotas de alfazema

Junte os ingredientes num recipiente até que o sal dissolva. Deixe os pés por 30 minutos. Enxugue e passe hidratante à base de manteiga de karité.

Chá de camomila

Ingrediente

  • 8 xícaras de chá de camomila

Despeje o chá numa bacia e mantenha os pés por 30 minutos. A camomila tem propriedades relaxantes.

Refresca-pés

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Ingredientes

  • Água em temperatura ambiente
  • 5 gotas de óleo essencial de hortelã ou folhas de hortelã maceradas com sal marinho

Ponha os pés na mistura por 10 a 15 minutos e sinta o frescor da hortelã. Em seguida, massageie com creme hidratante.

Esfoliante

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Ingredientes

  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 8 colheres de óleo de amêndoas

Junte o açúcar e o óleo e aplique a mistura sobre todas as regiões dos pés em movimentos circulares e para cima. Depois, retire com uma toalha úmida ou coloque os pés em água morna. Enxugue e passe hidratante com manteiga de karité, envolvendo os pés, em seguida, com sacos transparentes. Deixe o hidratante agir por 15 minutos, retire o plástico e faça uma automassagem. Remova o hidratante restante com uma toalha quente e úmida.

Fontes: Bolsa de Mulher e M de Mulher

Dor depois da atividade física: Mitos e Verdades

Por Jessica Moraes em Mais Equilíbrio

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Quem pratica dança, musculação ou outro exercício de intensidade provavelmente já sentiu fortes dores musculares, que podem indicar uma carga acima da capacidade individual. Apesar dos benefícios que a atividade física oferece é preciso ter cuidado com os excessos.

O especialista em ortopedia Bernardino Santi explica como a intensidade da dor pode revelar a efetividade do exercício: “Essa sensação de ‘músculo pesado’ pode significar que o exercício teve o efeito inverso e causou danos ao organismo. Esse desconforto pode ocorrer logo após a atividade ou, até mesmo, alguns dias depois. Ele costuma aparecer quando há uma mudança, retomada ou aumento de intensidade na atividade, e seus efeitos, positivos ou negativos, variam de acordo com a intensidade da dor”.

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Por isso a situação deve ser avaliada para cada caso. A Dor Muscular Tardia, por exemplo, é a mais frequente e se caracteriza pela sensação de dor, cansaço muscular com diminuição da elasticidade muscular e diminuição de força nos músculos utilizados. Isso ocorre por consequência de microtraumas causados no tecido muscular.

Mas este sintoma indica que, necessariamente, o exercício não fez bem ao corpo? A dor muscular leve, após a prática de atividades físicas, é comum e não significa necessariamente lesão muscular. “Caso os sintomas de dor se agravem ou continuem por mais de cinco dias, um especialista deve ser procurado para indicar um tratamento e analisar mais profundamente o quadro, que pode significar um problema mais sério. Respeite os sinais de seu corpo e saiba dos seus limites”, observa Santi.

O especialista expôs oito mitos e verdades mais comuns sobre o tema, explicando cada um deles:

1) A dor muscular após exercícios é sempre negativa – MITO

A dor muscular que acontece após o esforço físico é diferente das lesões musculares. A dor leve após a atividade física é comum em muitos casos, mas, se for forte e ocorrer em pequenos esforços, pode significar que há lesões, entorses ou outras complicações sistêmicas.

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2) Sentir dor após o exercício físico pode ser sintoma de outro problema físico – VERDADE

A dor pode significar uma série de quadros, incluindo lesões como luxações, distensão muscular, rupturas dos tendões e até fraturas. Esses são problemas mais sérios e podem ser consequência de excesso em intensidade ou carga de exercícios.

3) Outros órgãos ou medicamentos podem ser responsáveis pelas dores – VERDADE

Não se deve nunca descartar problemas em outros órgãos ou sistemas que podem ser causadores dos desconfortos musculares. Alguns medicamentos anticolesterol podem causar estas dores musculares, portanto deve-se sempre avaliar o paciente individualmente.

4) Há mais de um tipo de dor que seja possível sentir após atividade física – VERDADE

A dor aguda, que é outro tipo de dor, ocorre durante ou imediatamente após o exercício. Ela reflete sinais de fadiga e representa a consequência da produção de substâncias químicas decorrentes do exercício e que são eliminadas dentro da primeira hora de repouso.

5) Sentir dor após a musculação é comum e o desenvolvimento muscular só acontece quando isso ocorre após o exercício – MITO

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Este é um dos equívocos mais comuns. A dor não é necessária e o músculo pode crescer apenas com tensão. A maioria das pessoas pensa que a sensação de dor é necessária para o crescimento muscular, mas é possível ganhar massa muscular sem sofrê-las, sejam elas leves ou intensas.

6) Deve-se evitar o uso do músculo que está dolorido – MITO

A dor não é necessariamente um aviso para interromper as atividades daquele músculo. Exercícios posteriores podem aliviar as dores, apesar de agravá-las no início. É um sinal de que o corpo está se acostumando com a atividade.

7) As dores musculares podem ser evitadas, mesmo com a prática de exercícios – VERDADE

Quando a atividade é praticada regularmente e você acaba adquirindo condicionamento físico para treinos mais puxados, as dores tendem a diminuir ou sumir. Fazer alongamentos também pode prevenir os atletas esporádicos de eventuais lesões.

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8) Apenas o tempo pode curar a dor muscular – MITO

Alguns suplementos alimentares combinados às vitaminas C e E podem colaborar para o tratamento da dor. Outras ações como massagem suave no local, acupuntura, terapia com florais, compressas quentes e frias e shiatsu também podem ajudar!

Comer e queimar, é só começar!

Vemos várias coisas na internet sobre alimentos que supostamente derretem a gordura da barriga. Há alguma verdade nessas afirmações?

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Sim e não. Certas escolhas alimentares e de estilo de vida podem ajudar a reduzir a gordura em torno do seu abdômen. Mas a gordura da barriga não vai simplesmente aparecer ou desaparecer em resposta a alimentos específicos. Então, qual é o segredo de todos esses ditos queimadores de gordura? A maioria deles se encaixa em uma destas duas categorias:

1. Alimentos que previnem os picos de açúcar no sangue

Nessa categoria estão inclusos o salmão, abacate, azeite de oliva, amêndoas e feijões secos. Será que esses alimentos queimam mesmo a gordura? Não exatamente. Mas eles contêm proteínas, gorduras e/ou fibras que são de lenta digestão e absorção, tornando-se menos suscetíveis a causar um aumento significativo de açúcar no sangue. Eles podem ainda retardar a digestão e a absorção de hidratos de carbono quando são consumidos com outros alimentos.

Quando o açúcar aumenta no sangue (como acontece quando você come doces ou carboidratos refinados), ele põe em movimento uma cascata hormonal que promove o armazenamento da gordura abdominal. Assim, segundo essa teoria, evitando picos de açúcar você também estará ajudando a evitar o acúmulo de gordura abdominal.

Por outro lado, os alimentos mais elevados em proteínas e fibras também podem regular o apetite e ajudá-lo a evitar excessos. No entanto, não se engane! Não importa qual tipo de alimento você escolha. Se você consumir mais calorias do que precisa, o excesso será armazenado como forma de gordura.

2. Alimentos que aumentam o metabolismo

Nessa segunda categoria estão o chá verde, a pimenta caiena, o vinagre e outros alimentos ricos em proteína, como ovos, carne e peixes. Esses supostamente aumentam o seu metabolismo, fazendo com que seu corpo promova a queima usando suas reservas de gordura, incluindo a abdominal. Embora seja verdade que eles podem aumentar o metabolismo, a questão maior está nos detalhes.

Uma xícara de chá verde ou uma colher de chá de pimenta caiena podem fazer com que você queime 10 ou 20 calorias a mais por dia, mas precisa de 3.500 calorias para queimar cerca de 450 gramas de gordura. Sinta-se livre para incluir esses impulsionadores em sua dieta (afinal, são benéficos), mas não espere milagres.

Outra maneira de tentar aumentar o seu metabolismo e reduzir a gordura abdominal, de verdade, é adicionar mais exercícios à sua rotina. Em particular, um treinamento com foco em intervalo e força.

Um estudo recente descobriu que alternar o treino com intervalos breves, entre a atividade de alta intensidade e a recuperação, é muito mais eficaz na redução da gordura da barriga do que um exercício em ritmo constante.

Já aumentar sua massa muscular magra com treinamento de força potencializará ainda mais o número de calorias queimadas e ajudará a reduzir a gordura corporal.

Como os níveis de cortisol afetam a gordura abdominal

Há uma outra estratégia que pode ajudá-lo a eliminar a barriga. O cortisol é um hormônio que é liberado em resposta ao estresse. (E quem entre nós não tem muito estresse nos dias de hoje?) Aí está o problema: níveis elevados de cortisol têm sido associados cronicamente ao aumento da gordura na barriga.

E claro, diminuir o estresse da sua vida é, provavelmente, mais fácil na teoria do que na prática. Substituir o trânsito cotidiano por uma hora de massagem (apesar de incrível!) pode não ser uma opção. No entanto, você poderia desligar o televisor, tablet ou celular uma hora mais cedo e cair na cama – e isso, sim, pode ter um efeito profundo e imediato sobre os níveis de cortisol.

Seu corpo percebe a falta de sono como um stress. Aqueles que não poupam o descanso tendem a ter níveis mais altos de cortisol, o que ajuda a explicar porque deixar de dormir está associado ao ganho de peso.

Dicas para reduzir a gordura da barriga

Este é um top 6 de dicas para evitar uma barriga flácida. Não coincidentemente, essas mesmas estratégias também irão ajudar a reduzir o risco de doenças e retardar o processo de envelhecimento:

1. Limite a ingestão de açúcares e carboidratos refinados.

2. Opte por alimentos ricos em proteínas e fibras.

3. Não coma demais. É importante escolher alimentos saudáveis, mas você também precisa ingeri-los em quantidades que lhe permitam manter um peso saudável.

4. Seja tão ativo quanto possível.

5. Faça o que puder para minimizar o estresse. Busque aprender métodos de gestão de stress.

6. Interprete a qualidade do sono como uma prioridade.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.
Título original “Alimentos que queimam a gordura”.

Cinco formas de fortalecer seus pés

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A força dos seus pés afeta o corpo inteiro: tornozelos, quadris, parte inferior das costas, abdômen, postura, a maneira de andar e até mesmo o espaço em seu peito, onde ficam os pulmões. Por isso, vamos lhe mostrar algumas sugestões de como mantê-los fortes e bem cuidados, afinal, preocupar-se com os pés também faz parte da manutenção da saúde.

O problema com a maioria dos sapatos

Mesmo que a maioria dos sapatos sejam projetados para desempenho, proteção, limitar o excesso de pronação (curvatura côncova) e, claro, moda, eles não levam em conta alguns fatores de saúde muito importantes.

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Um desses fatores é o dedo do pé. Os sapatos muitas vezes pressionam os dedos dos pés uns contra os outros, o que pode enfraquecer os músculos e afetar a saúde do nervo.

Outro problema são as solas grossas com abundância de amortecimento. Embora muito confortáveis, elas podem reduzir a entrada dos nervos sensoriais nos pés, afetando seu equilíbrio e sua “sensação” das superfícies em que está andando.

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Na maioria dos sapatos comuns, ter os calcanhares elevados torna mais difícil manter uma gama adequada de movimentos dos tornozelos. Isso coloca mais pressão sobre seus quadris, joelhos e região lombar (os saltos altos são os causadores de grande parte dos problemas nessas regiões).

E, por último, os modelos arqueados criam uma situação em que o apoio frontal do sapato faz todo o trabalho de equilíbrio, ao invés dos músculos, ligamentos e arco natural dos pés. O resultado disso é: se você quiser, por exemplo, caminhar na praia com os pés descalços, praticar um esporte que exige saltos e aterrissagens ou correr por um longo tempo, os seus músculos e arcos não estarão preparados para tanto e você sentirá dores no pé.

Então, para evitar todo esse drama, aqui estão cinco dicas rápidas de práticas que você aplicar para manter seus pés mais fortes:

Dica 1: Andar em superfícies irregulares

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Olhando para o nosso ambiente natural, vemos rochas, montanhas, terra suave e batida, aclives­­, declives e uma variedade de outras ondulações de terreno. São situações que desafiam os ângulos articulares dos tornozelos, joelhos, quadris, pequenos ossos, ligamentos e músculos dos seus pés.

Mesmo não usando um sapato adequado, nem andando descalço, experimentar uma caminhada por terrenos irregulares já é um passo inicial para se aventurar em superfícies naturais, fora do concreto e pavimento.

Por exemplo, opte por realizar uma corrida ou caminhada pelo cascalho, terra ou areia ao invés de manter-se pelo caminho pavimentado.

Dica 2: Esticar os dedos do pé

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Já que os dedos do seu pé ficam constantemente comprimidos dentro de um sapato (e, muitas vezes, tem sido assim por anos), você precisa estica-los em direção aos espaços entre eles. Para isso, você pode usar as mãos para esticar cada um, entrelaçar os dedos das mãos e dos pés ou você pode comprar separadores de manicure ou meias com encaixes especiais para os dedos (aquelas meias de dedinhos), para que ela faça esse trabalho de separação enquanto você está parado ou dormindo.

Dica 3: Fortalecer seus pés

Há várias maneiras de deixar os pés mais fortes, mas este método é bastante simples e direto: fique sobre uma perna só em toda oportunidade que puder (no trabalho, escovando os dentes, cozinhando etc.).

Com o tempo de prática, vá buscando o progresso, dificultando o exercício ficando em uma perna em superfícies irregulares, como um pequeno rolo de meias, depois em uma toalha enrolada, depois uma toalha, um travesseiro ou um tapete de espuma densa, tipo um tatame.

Dica 4: Rolar os pés

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Use uma bola de tênis, de madeira ou de fisioterapia para rolar em círculos sob cada pé, em intervalos aleatórios durante o dia. Isso ajuda a relaxar e ativar todas as partes dos seus pés.

Quando acontecer de você ficar estar sentado por longos períodos de tempo, como em voos ou viagens de carro, de vez em quando, tire os sapatos e faça uma massagem rápida de 5 minutos nos pés.

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Pressione profundamente seus pés, entrelace os dedos com os das mãos e empurre seus dedos para cima a fim de esticar bem os músculos e tendões. Em outras palavras, seja seu próprio massagista!

Dica 5: Ter sapatos minimalistas

Procure ter algumas opções de sapatos minimalistas, que permitem que seus pés sintam as diferenças de texturas entre os terrenos e também os proteja de corrosões.

Se possível, tente trocar toda a sua sapateira de convencionais para esses modelos menos invasivos, fazendo uma transição lenta e gradual para que você não sofra lesões musculares ou fraturas por estresse de um pé “destreinado”.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.