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Alimentos que viciam e você não sabe!

Conteúdo original Mais Equilíbrio

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O vício em comida é um problema sério e que compromete seriamente a nutrição e saúde das pessoas. Não é segredo que ‘tudo demais faz mal’ , mas o que muita gente não sabe é que existem uma série de alimentos que viciam tanto quanto drogas. De acordo com um estudo de 2011 publicado na Frontiers in Psychiatry, 14% das pessoas acima do peso e 37,5% das pessoas obesas podem ser diagnosticadas com dependência alimentar.

Confira abaixo quais alimentos são capazes de desenvolver dependência e fuja da tentação!

Alimentos / Bebidas com cafeína

A cafeína age diretamente no sistema nervoso central, podendo causar um vício. Entre os sintomas de abstinência da cafeína estão dor de cabeça, tremedeira, tontura, aumento da ansiedade e fraqueza. Há estudos, no entanto, que comprovam que até quatro xícaras da bebida por dia são benéficas e podem ter ação antioxidante e vasodilatadora.

Chocolate

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Existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína, dá para acreditar?

O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer, que, contam os registros históricos, já foi relacionado com ‘forças malignas’. Quem come chocolate em excesso pode desenvolver obesidade e até problemas cardíacos.

Bolachas recheadas

Uma pesquisa realizada no Connecticut College constatou que o biscoito Oreo, escolhido por ser o favorito entre os americanos, contém substâncias alucinógenas tanto quanto cocaína ou morfina. O mesmo pode-se dizer de outras bolachas similares. Agora sim, está explicado por que tem gente que é capaz de comer pacotes e pacotes de bolacha sozinho!

Gorduras

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Uma pesquisa feita pela Universidade de Michigan apontou Pizza, salgadinhos, batata frita, cheeseburguer e queijo como alguns dos alimentos que mais viciam. Todos são gordurosos, será coincidência?

Anotou? Então agora é só examinar a sua relação com a comida e tomar cuidado para não dar atenção demais aos alimentos altamente processados. Sua saúde agradece!

Redes sociais podem interferir diretamente no seu humor

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Quando você dá aquela olhadinha no seu Facebook, como você se sente? Um estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos provou o que todo mundo já desconfiava: pessimismo pega!

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Pode acreditar! De acordo com o The Guardian, os pesquisadores analisaram bilhões de atualizações de perfis do Facebook. Eles descobriram que posts negativos possuem um efeito dominó, ou seja, tristeza gera tristeza.

Então é melhor pensar duas vezes antes de responder aquela perguntinha básica de “como se sente?”. A boa notícia é que assim como os sentimentos negativos, os positivos também são transmitidos através da rede e com uma força ainda maior. A alegria também se espalha, gerando sorrisos por onde passa. Incrível não é?

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Outra descoberta dos estudiosos teve relação com o tempo. Quando chovia, por exemplo, posts negativos aumentavam 1.16%, enquanto os positivos caiam 1.19%. Cada texto negativo costuma gerar outros 1,29 textos similares.  Já os positivos engajam outros 1,75, pouco a mais que os negativos.

Segundo a psicóloga do Centro Terapêutico Multidisciplinar de São Vicente, Tereza Christina Gonçalves, algumas publicações aparentemente inofensivas podem até afetar a vida do usuário ‘fora das telas’. “O perigo está em prejudicar a própria vida da pessoa que expõe queixas contínuas, alimentando seus lamentos e lamúrias pelas redes”, comenta.

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Para cultivar sorrisos e boas energias a profissional deixa a dica. “Situações emocionais não devem ser assunto para redes sociais. Além disso, exigir atenção dos outros sem necessidade alguma pode esgotar a paciência dos amigos”, completa.

Talvez o segredo para um dia mais leve e motivado seja espalhar a felicidade por aí. Vamos ser mais positivos? Seus amigos agradecem!

A dieta da juventude

Conteúdo original ISTOÉpuzzle-63627_640Uma pesquisa patrocinada pelo Instituto Nacional do Envelhecimento dos Estados Unidos demonstrou que um regime batizado de MIND diet tem o poder de rejuvenescer o cérebro em até oito anos. Conduzido por pesquisadores da Rush University Medical Center, também nos EUA, o trabalho provou que a dieta retarda o declínio cognitivo que acontece com o passar dos anos e tem alto índice de adesão. O artigo sobre o modelo de alimentação foi publicado na última edição da revista da Associação Americana de Alzheimer.

A MIND diet é uma combinação de alimentos presentes na dieta mediterrânea, considerada uma das mais saudáveis, e na Diet Approaches to Stop Hypertension, cuja sigla é DASH e que tem como objetivo a adoção de parâmetros alimentares que previnam e tratem a hipertensão. Da associação entre as duas surgiu o acrônimo MIND (Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay, algo como intervenção Mediterrânea-DASH para atrasar o processo neurodegenerativo).

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O regime consiste na inclusão no cardápio de alimentos com benefícios cientificamente comprovados para o funcionamento cerebral. O primeiro item é o de folhas verde escuro. O espinafre, por exemplo, é rico em ácido fólico, composto importante para a regeneração celular. Nozes, amêndoa e amendoim devem ser consumidos todos os dias por sua alta concentração de vitamina E, que ajuda a proteger os neurônios. Feijão e lentilha contêm L-tirosina, aminoácido que contribui para a fabricação de substâncias que elevam a concentração.

O menu deve apresentar ainda grãos integrais, compostos por carboidratos complexos, responsáveis por garantir energia ao funcionamento das células de maneira mais uniforme. Os carboidratos simples, ao contrário, ocasionam picos de glicose, o que obriga a produção concentrada e elevada de insulina (hormônio que possibilita a passagem do açúcar presente no sangue para dentro das células). Também não podem ficar de fora vinho, azeite de oliva e frutas vermelhas. Elas possuem flavonóides (substâncias que ajudam a preservar os neurônios). É permitido comer, com moderação, opções como carne vermelha e frituras.

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Os pesquisadores vêm trabalhando na confecção da dieta há dois anos. Em março, eles já tinham publicado um trabalho no qual comprovaram sua eficácia para reduzir a chance de uma pessoa desenvolver a doença de Alzheimer, caracterizada pela perda progressiva da memória e demência. O trabalho divulgado agora amplia o escopo de benefícios. De acordo com a pesquisa, a adesão à MIND diet melhora de maneira significativa as memórias episódica (lembrança pessoal de um evento), de trabalho (usada para reter a informação por pouco tempo e, depois, se for importante, armazenada por longo prazo) e a semântica (guarda informações de conhecimento comum, como nome de cores). Também aprimora as habilidades visuais e a percepção de velocidade nos movimentos.

As conclusões foram obtidas após o acompanhamento de 960 idosos ao longo de quase cinco anos. Anualmente eles foram submetidos à avaliação de suas habilidades cognitivas e também responderam a questionários sobre seus hábitos alimentares. Isso permitiu aos cientistas associar a adesão da dieta à evolução do funcionamento do cérebro dos participantes. No final da pesquisa, aqueles que seguiram a dieta com fidelidade apresentaram capacidade cerebral de alguém em média 7,5 anos mais jovem em comparação aos que não aderiram ao regime com rigor.

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Na opinião da coordenadora do experimento, Martha Clare Morris, diretora da Seção de Nutrição da Rush University, a eficácia do regime resulta do fato de ele conter ingredientes específicos para a saúde cerebral. “Diferentemente da dieta mediterrânea e da DASH, a MIND diet foi criada para conter nutrientes que se mostraram cientificamente importantes para proteger o cérebro de doenças neurodegenerativas”, disse à ISTOÉ. “E é fácil de ser adotada.”

10 aprendizados que vêm com a rejeição, a perda e o fracasso

Conteúdo original de Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

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Rejeição, perda e fracasso. Ninguém começa uma empreitada esperando terminá-la com alguma dessas palavras. Nenhum atleta ouve o tiro da largada esperando o último lugar. Nenhum empreendedor traça a falência como objetivo no final do mês. Mas é impossível escrever uma trajetória de sucesso apenas com vitórias. Você já deve ter ouvido o quanto experiências negativas foram importantes para as pessoas que admira. Qualquer história de superação envolve justamente isso: ver valor na derrota.

Nas palavras do escritor americano Denis Waitley: “O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. A falha é um atraso, não uma derrota. É um desvio, não uma rua sem saída. O fracasso é algo que conseguimos evitar apenas se não dissermos nada, se não fizermos nada e se não formos nada.”.

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Em sua última coluna no site da revista Entrepreneur, o empreendedor Thai Nguyen lista 10 aprendizados que vêm depois de uma situação negativa. “O que diferencia pessoas bem sucedidas das outras é sua resposta às experiências que deram errado. Elas lambem suas feridas, mas continuam no campo de batalha. Elas encontram forças em suas cicatrizes”, afirma ele.

10 aprendizados que vem com a rejeição, a perda e o fracasso

1. Você verá suas paixões com mais clareza

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É difícil tomar decisões. Normalmente quem é muito criativo está envolvido em diversas atividades ao mesmo tempo. Mas existe um limite do quanto é possível se esticar para cumprir vários objetivos e tarefas. “Em muitos casos, o fracasso vem de uma paixão que perdeu a força. Você vai perceber que não estava tão apaixonado por aquele projeto quanto pensou”, diz o empreendedor. Quando você tira do caminho aquilo pelo qual não sente tanta atração, ganha tempo para se dedicar ao que realmente te tira o fôlego.

2. Você descobrirá novas habilidades
Você provavelmente já ouviu histórias de alguém que, para salvar uma vida, conseguiu reunir forças para levantar um carro ou correr absurdamente rápido. Episódios como estes são chamados de “força histérica” e se caracterizam por um indivíduo conseguir fazer coisas que não sabia que era capaz em pró de uma causa. Ao enfrentar uma perda, o empreendedor precisa reunir forças e desenvolver habilidades para lidar com o fracasso. “Experiências negativas nos forçam a responder de maneiras que vão além do que achávamos possível. Um obstáculo pede para ser superado”, afirma Nguyen.

3. Você descobrirá quem são seus amigos de verdade

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Caia no chão e veja quem aparece para te ajudar a levantar. Claro, hoje em dia, todos são muito ocupados. Mesmo assim, é sempre possível achar tempo para as coisas que realmente valorizamos. “Eu estou muito ocupado” pode ser traduzido para “não é tão importante.” Chegar ao fundo do poço é o momento de averiguar quais relações são verdadeiras e saudáveis para você. “Você vai querer continuar investindo naqueles que estão ajudando a curar suas feridas e se distanciar aqueles que não aparecem.”

4. Você encontrará seus “pontos cegos”
Às vezes, para aprender uma lição é preciso um grande choque. Basta um acidente para que um motorista nunca mais se esqueça de checar o ponto cego do retrovisor. Apesar de existirem hábitos e habilidades que só são adquiridas em momentos negativos, o fracasso também nos lembra daquilo que somos capazes de fazer, mas que não colocamos em prática no dia a dia – como prestar atenção ao ponto cego do retrovisor.

5. Você jogará para longe todo orgulho e arrogância

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Ninguém é imune ao orgulho ou à arrogância. O fracasso é uma maneira de desenvolver a humildade – o que, nas palavras de Nguyen, é a qualidade mais atraente e lucrativa que qualquer um pode ter. “A rejeição substituiu o orgulho por humildade e a humildade pode ser aquilo que vai te salvar de uma queda pior”, diz o empreendedor.

6. Você criará “casca”
Você já sentiu a textura da pele de um lutador? Depois anos de treinamento, chutando e batendo em sacos de pancada, sua pele se torna mais grossa e resistente. “Qualquer um que levanta para perseguir seu sonho deve se preparar para rejeição, críticas e até pessoas mal intencionadas”, afirma Nguyen. Depois de receber vários socos, você perceberá que não pode agradar a todos e, assim, se tornará mais forte e confiante.

7. Você deixará de perguntar “e se?”

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São duas palavras capazes de tirar o sono de qualquer um. “E se?”. O bom de perseguir uma dúvida é que você acaba percebendo – a duras penas às vezes – que embarcou na jornada errada. E é o fracasso que faz você perceber isso. A curiosidade pode virar um tormento e distrair o empreendedor do que ele realmente deveria estar fazendo. Muitas vezes, aceitar essa dúvida e tentar fazer aquilo que você acha que deve fazer é a única maneira de tirar a prova de qual é o caminho certo e qual o errado. Se a tentativa deu errado, é hora de superar e partir para a próxima.

8. Você finalmente pedirá ajuda
Qualquer um com uma paixão e uma ambição acaba sendo afetado pela síndrome de super-herói, ou seja, quando se acha que dá para fazer tudo sozinho. “Quando a palavra ‘ajuda’ desaparece do seu vocabulário, o mais provável é que seus planos não funcionem. Você perceberá que a habilidade de delegar é crítica para o progresso”, diz o empreendedor.
A dor nos ensina a deixar de ver ajuda como uma forma de fraqueza para vê-la como uma capacidade de formar uma equipe.

9. Você voltará a planejar

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Fracassar obriga o empreendedor a planejar tudo de novo. O processo de reavaliar e refinar produtos ou ideias de negócio traz resultados melhores. Nguyen cita o exemplo de Diana Nyad, de 64 anos, que se tornou a primeira pessoa a nadar a travessia de Cuba à Flórida, sem uma jaula de proteção de tubarões. “Era a quinta vez que ela tentava. Ela tentou uma vez em 1978 e três outras vezes de 2011 a 2012, até ter sucesso [em 2013].”
Em sua quarta tentativa, Diana foi impedida de completar o trajeto por causa de águas vivas que deixaram seu rosto inchado. Na quinta vez que tentou, ela usou uma máscara e luvas para impedir os ataques e foi assim que conseguiu.

10. Você valorizará seu sucesso
Valor e significado aparecem com mais destaque depois de dificuldades. As maiores celebrações vem depois de batalhas difíceis. “Você perceberá que perseguir um sonho não é um caminho só de borboletas e arco-íris. Quando a jornada inclui voltar ao chão, limpar a poeira e tentar de novo, você expressará uma gratidão maior na linha de chegada.”