Receita: “Queijo” vegano de mandioca

Receita de Cozinha Fit e Fat

  • 200g de mandioca cozida
  • 2 colheres (sopa) de água mineral
  • 1 xícara de polvilho doce
  • 1 xícara de polvilho azedo
  • 1 colher (chá) de fermento biológico (para pão)
  • ½ colher (café) de açafrão ou cúrcuma
  • Sal rosa e pimenta preta a gosto
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sobremesa) de orégano
  • ½ suco de limão
Reprodução Cozinha Fit e Fat

Preparo:

  1. Em uma tigela, prepare o purê da mandioca, amassando-a e adicionando a primeira quantidade de água.
  2. Em uma tigela grande, despeje todos os ingredientes (inclusive o purê) e misture.
  3. Vá adicionando a água para dar o ponto do queijo, pouco a pouco. O ponto ideal é uma massa levemente elástica e que desgruda das mãos.
  4. Obs: é importante lembrar que a quantidade de água para dar o ponto ideal varia de acordo com o tipo de vegetal e com a consistência do purê.
  5. Unte com azeite uma tigela (ou tigelas pequenas), coloque a massa e molde. Cubra com plástico filme (pvc) e reserve na geladeira, por no mínimo, 2 horas antes de servir.
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Receita: Chocotone Low Carb

  • 6 ovos;
  • 250 gramas de farinha de amêndoas;
  • 150 gramas de xilitol;
  • 1 colher de chá de goma xantana;
  • 2 colheres de sopa de fermento químico;
  • 1 colher de sopa de essência de panetone;
  • 100 gramas de chocolate 70% cacau;
  • 50 gramas de avelãs.
Modo de preparo:
  1. Em um recipiente e com o auxílio de um fouet, bata bem os ovos.
  2. Acrescente o xilitol, goma xantana, fermento e a essência, bata bem até que fique espumoso.
  3. Acrescente a farinha, chocolate, avelãs e com uma espátula mexa até incorporar todos os ingredientes.
  4. Disponha em forminhas de panetone (ou 1 de 500g, ou 6 de 100g). Eu fiz as pequenas e assei em forno pré aquecido à 200°C por 10 minutos, mais 20 minutos à 170°C.

Observação: Essa receita pode ser a base para a do panetone tradicional. Ao invés do chocolate, use frutas secas. Além disso, pode ser saborizada com raspas de limão, laranja ou rum.

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Os 10 desafios da nutrição no Brasil

Nunca se falou tanto em alimentação saudável. Ainda assim, nossa população segue ganhando peso, apresentando déficit de micronutrientes e sofrendo com doenças crônicas. Para virar o jogo e colocar a dieta a nosso favor, é preciso investir nas medidas abaixo:

1. Aumentar o consumo de vegetais

Frutas, verduras e legumes são um poço de virtudes nutricionais. Reúnem vitaminas, minerais, fitoquímicos e fibras. Um combo que está em falta por aqui.

2. Elevar a ingestão de água

Tem uma porção de gente recorrendo a sucos, refris e afins para se hidratar. Mas esse papel é da água mineral. Sem ela, o corpo sofre. Adultos deveriam tomar de 1,5 a 2 litros por dia.

3. Incrementar a luta contra a obesidade

Segundo o Ministério da Saúde, o número de obesos em nosso país cresceu 60% nos últimos dez anos. E o peso extra está associado a um monte de doenças sérias.

4. Diminuir o uso de sal

Enquanto a indicação é consumir, no máximo, 5 gramas do tempero por dia, o brasileiro passa do dobro disso. Resultado: a pressão decola e, muitas vezes, nem dá sintoma.

5. Frear o exagero no açúcar

Esse é outro ingrediente que, desde a infância, aparece demais na dieta — até porque altas doses estão em itens industrializados. O perigo é que ele patrocina a obesidade.

6. Melhorar os rótulos dos produtos

Grande parte das pessoas não sabe que exagera em sal, açúcar e gorduras simplesmente porque não compreende direito as informações da embalagem.

7. Contestar radicalismos

A exclusão desnecessária de certas substâncias, como glúten e lactose, pode ser prejudicial. Sem falar que os efeitos das dietas da moda dificilmente se sustentam.

8. Dar destaque aos alimentos regionais

Eles deixam a dieta mais diversificada e nutritiva. Sem falar que os pratos típicos estimulam a memória afetiva. E comer com prazer é fundamental para comer direito.

9. Evitar o desperdício de comida

Cascas, talos, sementes e folhas costumam parar no lixo. Ocorre que essas partes são ricas e rendem receitas saborosas. É hora de aprender a usá-las.

10. Combater a desnutrição hospitalar

Eis um problema que atinge muita gente que está ou esteve no hospital. E cobra medidas urgentes, inclusive porque torna a recuperação mais rápida.

Conteúdo Saúde Abril

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Conheça os benefícios da graviola

No calor, sucos são boas pedidas para refrescar e, de quebra, garantir benefícios à saúde. Para variar a dieta, uma fruta que tem despertado a atenção de especialistas é a graviola.

“Estudos recentes apontam a graviola como um eficiente agente no fortalecimento da imunidade e também no combate dos radicais livres, que envelhecem precocemente o organismo e provocam doenças”, diz Dra. Paula Vasconcelos, nutróloga do Espaço Volpi, em São Paulo. Isso acontece por conta da acetogenina, que tem papel semelhante à vitamina C, também presente na fruta.

Outro benefício da fruta é a melhora da circulação sanguínea. “Por ser rica em potássio, ela ajuda a manter estável a circulação sanguínea, sendo assim aliada na redução da pressão arterial”, ressalta a nutróloga.

Números

De índice glicêmico baixo, uma porção de 100g tem 62kcal, mas é preciso ter um pouco de atenção já que a fruta em si pode ter mais de 3 kg. “Para não haver exagero, a recomendação é consumir 200g da fruta in natura”, orienta a profissional.

Para quem não está acostumada com a fruta, a dica é misturar a porção com iogurte, já que a graviola é ácida e um pouco azeda.

Se preferir consumir como suco, a gente te dá uma receitinha bem prática:

Foto Green Me
  • 1/2 graviola madura;
  • 5 folhas de hortelã lavadas;
  • 1 copo de água filtrada;
  • cubos de gelo;
  • 1/2 xícara de couve.
Modo de preparo:

Leve tudo ao liquidificador, exceto gelo para bater bem até incorporar. Adicione gelo, misture bem e sirva em seguida.

Conteúdo original Women’s Health Brasil

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Sugestões para deixar o lanche dos diabéticos mais saudável

Pequenas mudanças no cardápio podem fazer uma grande diferença na saúde de quem tem essa doença. “Alimentação não é sinônimo de proibição, mas de inclusão de itens simples e saudáveis”, opina a nutricionista e chef Flora Spolidoro, da Day by Diet, em São Paulo.

Ao seguir as dicas abaixo, você vai ver que “sucumbir” ao apelo da fome no meio da tarde não significa um descuido com seu corpo. Pelo contrário! Olha só:

Sucos por água aromatizada

A sugestão da nutricionista Renata Juliana da Silva, da Universidade de São Paulo (USP), é enriquecer a água mineral com frutas frescas (laranja, limão, lichia, kiwi…), ervas aromáticas (menta, hortelã e erva-doce), raízes (gengibre) e especiarias (anis, cravo e canela em pau). Além de ser uma alternativa ao suco, a mistura hidrata e dispensa o uso de açúcar ou adoçantes. Faça um rodízio com os ingredientes de sua preferência para não enjoar.

Barrinha de cereais por mix de oleaginosas

Algumas marcas de barras de cereal carregam no açúcar e no sódio e, pra piorar, apresentam poucas fibras. Ao optar por um mix de castanhas, amêndoas e nozes, você garante antioxidantes e gorduras que atuam em prol do coração. Mas contente-se com um punhado, já que esses itens são calóricos.

Bolacha recheada por mix de frutas desidratadas

Os biscoitos com recheio estão entre os produtos que ainda podem concentrar gordura trans – ou, como substituta dela, a versão saturada. Então, a dica é trocá-los por frutas secas, caso do damasco e da uva-passa, que entregam minerais como zinco, aliado da imunidade. O único senão é o grande aporte de calorias.

Tapioca com manteiga por tapioca recheada com queijo magro

A massa é, basicamente, fonte de carboidrato – nada muito diferente do pão branco. Para tornar a tapioca uma opção bacana, o segredo é caprichar na qualidade do recheio. Queijos magros, caso do cottage, e frutas picadas são exemplos de ótimos parceiros para equilibrar a glicemia.

Conteúdo Saúde Abril

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Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril

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Dietas podem te engordar ainda mais!

Quantas dietas você já fez ao longo da vida? E você conseguiu manter o peso perdido ou voltou a engordar? Talvez você até tenha emagrecido, mas o fato é que 95% das pessoas que fazem dieta voltam a engordar (1) e um dos motivos desse reganho de peso são as alterações metabólicas presentes nos indivíduos que possuem a mentalidade da dieta e as alterações das funções cerebrais de controle da fome e saciedade decorrentes das privações alimentares.

A origem da palavra dieta origina do grego diaita (2) e relatava um estilo de vida completo tanto mental como físico. O conceito foi criado pelo filósofo e médico Hipócrates, que tinha como foco de estudo a alimentação e o ambiente em que vivemos. Tanto os médicos gregos como os romanos sabiam que nosso organismo era impactado pela maneira como comíamos e como nos exercitávamos (3).

Todas as dietas que conhecemos são réplicas de dietas antigas e, se fizermos uma breve retrospectiva histórica, iremos constatar como a multimilionária indústria da dieta é enganadora, maléfica e tendenciosa. mesmo sabendo que somos apenas mais um número no orçamento de um setor que vende “doença”, continuamos a seguir as dietas da moda em busca de resultados rápidos e milagrosos.

Por que as dietas não nos ajudam a emagrecer?

Biologicamente existem diversos recursos adaptativos que o corpo utiliza para nos manter vivos, nossa constituição metabólica e mental não assimila a prática de fazer dietas como “prática para perda de peso” e é exatamente nesse ponto que começa o sofrimento de quem segue dietas da moda regularmente.

Você já deve ter percebido que cada vez que se inicia uma nova dieta, mais difícil fica emagrecer, pois ocorre a descoberta de que para perder o mesmo peso do que na última dieta, você tem que comer muito menos. Esse é o principal efeito colateral de quem faz dietas repetidamente.

E, sinto informar, quando você chega nesse ponto seu metabolismo passou a gastar menos calorias do que antes, devido ao processo de adaptação celular. Ou seja, para manter todos os órgãos funcionando corretamente, seu corpo gastará menos calorias do que gastava antes do inicio das dietas e esse efeito é permanente.

Outro fator determinante de ganho de peso é a adaptação na absorção dos nutrientes, e passamos a absorver os nutrientes mais rapidamente depois das dietas. Por fim, ocorrem também alterações cerebrais em que os sinais de fome e saciedade ficam desregulados, fazendo com que aumente o apetite, ou seja, você passa a sentir mais fome.

Como sair deste círculo vicioso?

Uma dica valiosa que dou aos meus clientes é que eles abandonem a mentalidade da dieta, ações e comportamentos disfuncionais que temos com o intuito de controlar a alimentação e que prejudicam nosso comportamento alimentar (4).

Aconselho que todas as revistas, livros, artigos e demais informações sobre dietas sejam descartados e que eles façam as pazes com a comida, reintegrando alimentos que foram excluídos por serem “proibidos”. Inclusive é importante que eles abandonem o pensamento de que existe alimento ruim, que não façam escolhas alimentares somente com o intuito de emagrecer e, o principal, não pratiquem o julgamento.

Você deve estar se perguntando, mas e a pizza, o hambúrguer, o chocolate? Eu vou poder reintegrar esses alimentos também? A resposta é sim, todos os alimentos devem ser vistos apenas como comidas. O que engorda não é você comer um pedaço de pizza com seu marido, ou levar seu filho para comer um brigadeiro, e sim a maneira como você se relaciona com a comida. Sabemos, por exemplo, que toda compulsão alimentar iniciou-se com uma dieta, então retirar alimentos por serem calóricos pouco tem a ver com o emagrecimento saudável. Muito pelo contrário, essa prática gera pensamentos e comportamentos compulsivos (5).

Se seu objetivo é emagrecer, antes de qualquer coisa você deve procurar entender o que te fez engordar: seus sentimentos, pensamentos, como você reage em situações de perdas e em situações emocionais extremas, assim como a maneira que você lida com sua aparência corporal deve ser revista. Se não existe uma ligação saudável entre você e seu corpo, a probabilidade de você voltar a engordar é muito maior, por isso não importa seu peso, o que importa é como você se vê.

Durante um atendimento, escutei uma frase belíssima que resume muito bem essa questão peso versus aceitação: “Por que eu tenho que sofrer para ser o que sei que não é da minha constituição? O que me define não é meu peso, o peso é apenas um número“.

Com essa frase terminarei esse bate papo: vamos tentar ser menos julgadores do prato e da silhueta nossa e dos outros, vamos nos permitir sentir e amar mais.

Referências bibliográficas

1- O peso da dieta ? Sofhie Deram 2- Nutrição comportamental, cap.4 3- A Tirania das dietas, cap. a origem das dietas 4- Genta – http://gentabrasil.blogspot.com.br/2012/09/o-pensamento-dieta.html 5- Nutrição e Transtornos Alimentares ? cap. 18

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