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Você sabe o que é disfagia?

Você sabe o que é disfagia?

A disfagia é a alteração na deglutição caracterizada pela dificuldade de levar alimento ou saliva da boca ao estômago.

A manifestação da disfagia se dá por dificuldade de mastigação, escape oral de alimentos, ausência de deglutição, comida parada na boca ou na faringe, regurgitação nasal, tosses ou engasgos (antes, durante ou depois da deglutição), recusa alimentar, perda de peso e outros.

Orientações para pacientes disfágicos:

  • Fracionar a alimentação em 6 refeições diárias;
  • Hortaliças, vegetais: torná-los pastosos transformando-os em purês, suflês;
  • Sucos de frutas espessados ( manga, banana, caju);
  • Não utilizar líquidos para ajudar o alimento a descer;
  • Todas as refeições devem ser bem liquidificadas. Certifique-se que não há nenhum pedaço de alimento inteiro ou grumos ou fiapos às preparações antes de serem oferecidas.

Não deixe de procurar um(a) nutricionista, pois em casos de disfagia é comum que alguns pacientes fiquem desnutridos.

Texto da Dupla Saúde – Carol & Jess

Para hoje e sempre

“Que eu continue a acreditar no outro,
mesmo sabendo de alguns valores tão esquisitos que permeiam o mundo;

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Que eu continue otimista,
mesmo sabendo que o futuro que nos espera nem sempre é tão alegre;

Que eu continue com a vontade de viver,
mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, uma lição difícil de ser aprendida;

Que eu permaneça com a vontade de ter grandes amigos(as),
mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles(as) vão indo embora de nossas vidas;

Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar esta ajuda;

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Que eu mantenha meu equilíbrio,
mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho;

Que eu exteriorize a vontade de amar,
entendendo que amar não é sentimento de posse, é sentimento de doação;

Que eu sustente a luz e o brilho no olhar,
mesmo sabendo que muitas coisas que vejo no mundo, escurecem meus olhos;

Que eu retroalimente minha garra,
mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes tão fortes quanto o sucesso e a alegria;

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Que eu atenda sempre mais à minha intuição,
que sinaliza o que de mais autêntico possuo;

Que eu pratique sempre mais o sentimento de justiça,
mesmo em meio à turbulência dos interesses;

Que eu não perca o meu forte abraço
e o distribua sempre;

Que eu perpetue a beleza e o brilho de ver,
mesmo sabendo que as lágrimas também brotam dos meus olhos;

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Que eu manifeste o amor por minha família,
mesmo sabendo que ela muitas vezes me exige muito para manter sua harmonia;

Que eu acalente a vontade de ser grande,
mesmo sabendo que minha parcela de contribuição no mundo é pequena;

E, acima de tudo…

Que eu lembre sempre que todos nós fazemos parte desta maravilhosa teia chamada vida, criada por alguém bem superior a todos nós!
E que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns e, sim, nas pequenas parcelas cotidianas de todos nós!”

Chico Xavier

Fotos: Pixabay

Mudança de hábito JÁ!

Conteúdo original de Mais Equilíbrio
Texto de Thamirys Teixeira

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Mudar de hábitos é o primeiro passo para conquistar uma vida saudável e feliz. Para quem não tem costume, começar aquela dieta, comer melhor ou praticar exercícios físicos pode ser um grande desafio, que exige disciplina e, principalmente, determinação.

Para te ajudar a mudar seus velhos hábitos e estar aberta para o novo, o Mais Equilíbrio falou com a psicóloga do Centro Terapêutico Multidisciplinar de São Vicente, Tereza Christina Gonçalves. Ela esclareceu alguns pontos importantes para você que está procurando mudança.

1- O que significa hábito?

Os hábitos são costumes que a pessoa adquire para sua vida. Eles podem ser involuntários ou conscientes, movidos por uma necessidade ou adaptação.

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2- Quanto tempo em média se leva para tornar algo um hábito?

A mudança de comportamento é uma das coisas mais difíceis, pois tira a pessoa da zona de conforto que é ligada ao comodismo. Isso causa uma série de incômodos, provocando desânimo e por vezes desistências de adquirir novos hábitos.

Portanto, mudar de comportamento depende da motivação e do objetivo de cada pessoa que se propõe a mudar. Estudos comentam que para isso é preciso em média de 21 dias, no entanto se a pessoa não tiver um foco ou objetivo, a experiência será negativa.

3- Por que algumas pessoas tem dificuldades em mudar de hábito?

A acomodação é uma das principais causas. Outra razão muito forte é que as pessoas não acreditam que as novas mudanças irão dar bons resultados. É preciso foco de pensamento!

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4- Um hábito pode ser completamente extinto?

Sim. Ele pode ser extinto sem a necessidade de substituição.

5- Qual o seu conselho para quem quer mudar seus hábitos e não consegue?

A auto disciplina. O ponto de partida deve começar pela própria pessoa. Tudo depende de quem quer mudar, ou seja, a ação e a determinação são as chaves para uma reorganização de vida. Quando as coisas ficam ‘no mundo das idéias’ ou apenas no papel, que resultados são esperados?

Agora que você já sabe como, que tal começar hoje a mudar a sua vida! Só depende de você !

Você pode superar!

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“Há momentos em nossas vidas que nos sentimos pequenos, fracos, inseguros e incapazes de reagir e vencer algumas dificuldades que vivemos. Já aconteceu isso com você? Mas quando paramos um pouco e olhamos para “dentro de nós”, percebemos quantos obstáculos, quantas barreiras, quantos ‘nãos’, quantos momentos difíceis já vencemos.

Percebemos a força, a capacidade, o poder que existe dentro de nós. Então, percebemos que escondido atrás deste gigante chamado medo, dúvidas e incapacidade que acreditamos ter, está a nossa capacidade de vencer.

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Quando fazemos esse momento de reflexão da nossa capacidade, das nossas conquistas, dos momentos difíceis que já vivemos e vencemos, fica muito mais fácil enfrentar o momento atual, pois percebemos que é apenas mais um que será vencido. Percebemos que os gigantes somos nós que já vencemos tantos outros problemas e não vai ser o problema atual que vai nos derrotar.

Portanto: quando se sentir incapaz, se sentir inferiorizado, pare por um instante e faça um momento de reflexão. Coloque em uma folha de papel o maior numero de situações difíceis que você já venceu, veja o que você fez para vencer, de quem você recebeu ajuda e como se sentiu após a vitória.

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Você vai perceber que será capaz de vencer mais esse obstáculo. Não perca tempo pensando no problema, quanto mais você gasta seu tempo pensando no problema, maior ele fica. Pense na solução, gaste seu tempo com a solução, imagine o prazer, a alegria que você vai sentir e o orgulho que vai causar nas pessoas que te amam ao ver você vitorioso.

Lembre-se: Você pode vencer mais essa! Quando conquistar a vitória, convide as pessoas que você ama para comemorar mais essa conquista e lembre-se: VOCÊ PODE VENCER!!!”

Nestor de Almeida, Administradores

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Hábitos tóxicos: Ruminação

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Ruminação significa estar pensando (e pensando e pensando) sobre algo perturbador, mas, de uma forma passiva, sem realmente agir. Para explicar melhor, vamos usar a taxonomia: animais como vacas, veados, cabras e ovelhas pertencem à subordem Ruminantia. Esses ruminantes costumam regurgitar seus alimentos parcialmente digeridos e mastigá-los novamente.

Da mesma forma, pessoas ruminantes mastigam seus pensamentos, por assim dizer, uma e outra e outra vez. Muito diferente, mas, essencialmente, o mesmo conceito. Mas, como isso funciona para a imagem mental?

O que é tão ruim na ruminação?

A ruminação faz as pessoas pensarem que estão trabalhando em um problema, mas, além de não produzir soluções, também agrava o problema. Todo o tempo e energia que o pensamento leva, poderia ser usado para corrigir o problema.

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Não só isso, mas ruminação parece ser a causa que prejudica as habilidades de resolver problemas, o que torna os ruminantes menos propensos a tomar medidas sobre uma possível solução, torna-os mais pessimistas sobre o futuro e mau humorados.

Na verdade, aqueles que ruminam têm maior propensão para desenvolver depressão, quatro vezes mais do que a taxa de quem não rumina. É como um hamster correndo freneticamente em uma roda, esgotando-se, sem realmente ir a qualquer lugar.

Finalmente, a maior desvantagem da ruminação, além do fato de ela não funcionar, é que afasta as outras pessoas. Ruminantes chegam a ajudar com mais frequência do que os não-ruminantes, mas tendem a compartilhar sua miséria com os demais, a ponto de serem chatos.

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Além disso, embora possam ser simpáticos à primeira vista, depois de um tempo, as pessoas ficam frustradas quando o ruminante nunca parece tomar medidas para resolver os seus problemas, mesmo após a escuta paciente, simpatia sincera e bons conselhos. Em suma, você pode levar um ruminante até a solução, mas não pode fazê-lo agir.

Ironicamente, os indivíduos que ruminam realmente valorizam seus relacionamentos românticos, família e amigos, a ponto de se sacrificarem muito para salvar qualquer um deles. Mas, muitas vezes, não veem que contribuem para o estresse nesses relacionamentos por cismar com problemas reais e imaginários, lamentando a todos o quão terrível a sua vida é e não tomar qualquer ação. Eles colocaram seus relacionamentos em um pedestal, mas, em seguida, arrasta-os para baixo, juntando-os ao bolo da ruminação.

Como posso saber se estou ruminando?

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A ruminação tem três características essenciais que a tornam única:

Traço 1: É repetitiva

Tal como os nossos amigos da espécie bovina, ruminantes mastigam alguma coisa uma e outra vez. Não só os ruminantes não superam, como eles também examinam o problema de todos os ângulos: Por que isso aconteceu? Por que ela disse isso? Por que eu faria isso? Isso não era justo. O que isto significa? E a lista continua.

Traço 2: É passiva

Ruminantes dizem pensar demais a fim de resolver um problema, mas, em vez disso, estudos descobriram que eles não são particularmente eficientes em encontrar soluções. Além disso, mesmo quando não há uma boa solução, eles têm dificuldade para se motivar a realizar. Por exemplo, um estudo de 2006 descobriu que mulheres que ruminam são mais propensas a adiar em ver um médico após a descoberta de um nódulo em sua mama.

Traço 3: A ruminação é sobre o passado, não o futuro

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Esse é o traço que difere ruminação de preocupação. A ruminação centra-se no passado: “Se eu tivesse feito X” ou “Como eu pude ter sido tão estúpido”. Por outro lado, a preocupação é com o futuro: “O que acontece se Y” ou “eu não sei, acho que serei capaz de lidar com isso. “

4 maneiras de acabar com a ruminação

Então o que fazer? Aqui estão quatro dicas para eliminar esse hábito pela raiz.

Dica 1: Dê-se por arrependido

Todo mundo faz coisas estúpidas das quais se arrepende. Então, pare sua espiral descendente soltando um grande suspiro e dizendo: “OK, o que aconteceu…” E, em seguida, siga em frente. É clichê, mas, ao invés de focar no que poderia ter sido, se concentre no que pode ser e tente.

Dica 2: Distraia-se

A já falecida Dr. Susan Nolen-Hoeksema era a rainha da investigação sobre ruminação. Em 1993, ela explicou que o hiato de gênero na depressão deveu-se não a biologia, aos papéis de gênero ou teorias freudianas, mas a ruminação.

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Vamos dar algum contexto: a ruminação afeta ambos os sexos da mesma maneira. Mais uma vez, tanto homens quanto mulheres que ruminam desenvolvem depressão numa taxa quatro vezes maior do que os não ruminantes.

No entanto, as mulheres são 70% mais predispostas que os homens a sofrer de depressão ao longo de toda a vida. Por quê? Acontece que, em geral, as mulheres são mais propensas a serem ruminantes, enquanto eles são mais tendentes a ficarem presos em seus maus humores e de se debruçar sobre o que aconteceu, o porquê e como.

Em contraste, os homens (de novo, em geral) tendem a ser fixadores e mesmo que a solução não seja tão eficaz, ir para algum lugar ou mesmo extravassar quando são confrontados com um problema, eles tendem a fazer algo que os distrai e muda o humor.

Claro, estas são generalizações. Há muitos homens que ruminam e muitas mulheres que não o fazem. Mas, em geral, as mulheres ruminam e tornam o seu humor pior, enquanto os homens distraem-se e melhoram o humor.

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Assim, como usar distração de forma eficaz? Felizmente, a distração não tem que ser uma grande coisa; você não tem que sair de férias ou se envolver em terapia de compras para distrair-se. Mesmo pequenas coisas sem sentido, como visualizar mapas via satélite ou imaginar formatos nas nuvens, vão funcionar. O que nos leva para…

Dica 3: Reduza o tempo e o espaço disponível para ruminar

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Há uma lenda urbana que a carpa japonesa, ou koi, crescerá tanto quanto o espaço que lhe derem. Coloque-as em um tanque pequeno e elas vão permanecer com apenas alguns centímetros de comprimento. No entanto, coloque-as em uma lagoa e elas vão crescer grandes, com bocas e olhos escancarados. O mesmo acontece com a cisma.

Então, distraia-se um pouco mais. Mantenha-se ocupado com atividades que são significativas para você. Pense duas vezes antes de recusar um convite social. Vá trabalhar fora. Inscreva-se em aulas que você ache interessantes. Claro, não é preciso ficar exausto, mas diminua o espaço livre para cismar e sua ruminação vai ficar cada vez menor.

Dica 4: Faça algo um pouco difícil

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Realizar algo que exige um pouco mais de dificuldade, mas ainda dentro de suas habilidades, constrói o que chamamos de domínio, ou a crença, na sua própria capacidade de fazer coisas.

A falta de domínio, juntamente com a falta de confiança, é, muitas vezes, uma grande barreira para ruminantes, que, frequentemente têm boas intenções mas, simplesmente não conseguem fazer as suas ideias acontecerem.

O ruminante pode realmente querer mudar de carreira, deixar o velho rancor ou, finalmente, sair da casa de seus pais, mas sem a confiança de que o que ele tenta vai fazer a diferença é improvável que isso aconteça.

Portanto, o ruminante pode identificar um passo que ele precisa tomar como uma dificuldade, como descobrir os requisitos para um programa de certificação ou o orçamento para um novo apartamento. Controle e domínio são o oposto da passividade e, à medida que crescem, transformam a longínqua ruminação em ação confiante.

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Então, com a prática, você pode deixar a ruminação para as vacas. E se você se pegar ruminando, sempre pode distrair-se com um suave “moo”. Você é um ruminante? Quais medidas toma para reduzir a cismar? Compartilhe seus pensamentos com a gente na seção de comentários abaixo ou na nossa página do Facebook.

Referências:

Kessler, R.C., Berglund, P., Demler, O., Jin, R., Koretz, D. et al. (2003). The epidemiology of major depressive disorder: results from the National Comorbidity Survey Replication (NCS-R). JAMA, 289, 3095–105.

Lyubomirsky, S., Layous, K., Chancellor, J., & Nelson, S.K.  (2015). Thinking about rumination: The scholarly contributions and intellectual legacy of Susan Nolen-Hoeksema.  Annual Review of Clinical Psychology, 11, 1–22.

Lyubomirsky, S. & Nolen-Hoeksema, S. (1995). Effects of self-focused rumination on negative thinking and inter-personal problem solving. Journal of Personality and Social Psychology, 69, 176–90.

Lyubomirsky, S. & Nolen-Hoeksema, S. (1993). Self-perpetuating properties of dysphoric rumination. Journal of Personality and Social Psychology, 65, 339–49

Lyubomirsky, S., Kasri, F., Chang, O., Chung, I. (2006). Ruminative response styles and delay of seeking diagnosis for breast cancer symptoms. Journal of Social and Clinical Psychology, 25, 276–304.

Nolen-Hoeksema, S. & Davis, C. (1999). “Thanks for sharing that”: Ruminators and their social support networks.  Journal of Personality and Social Psychology, 77, 801-814.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog

Os sons da natureza ao alcance de suas mãos

Já pensou em dedicar uns minutinhos antes de dormir para ouvir sons relaxantes da natureza? Mesmo se a sua resposta foi ‘não’, vale muito a pena conhecer este aplicativo calmante e gostosinho: Sons da Natureza.

Se você tem problemas para dormir ou chega em casa cansado, mas não consegue relaxar, o Sons da Natureza foi feito para você. E nem adianta vir com quatro pedras na mão achando que isso não funciona. Ouvir músicas calmantes, instrumentais, antes de dormir já é uma técnica super respeitada e recomendada para quem tem problemas de sono ou dificuldades de se desconectar.

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Esse aplicativo é bem prático, uma mão na luva para quem busca um plus para ajudar a desestressar o cérebro e descansar o corpo. O Sons da Natureza é simplório e objetivo. Ele apresenta 13 opções de sons, com suas respectivas imagens estáticas:

  • Barulho das Ondas
  • Floresta
  • Chuva
  • Canto dos Pássaros
  • Floresta
  • Cachoeira
  • Trovoada
  • Riacho
  • Fogueira
  • Chuva Forte (som urbano)
  • Neve no Inverno
  • Vento
  • Canção de Ninar

Toda as identificações são em inglês, porém as imagens (que “valem mais do que mil palavras”) permitem a identificação de cada som fácil, fácil. Não tem erro – mas, se precisar, vem aqui colar, está na ordem exata em que aparece no app. Você também pode personalizar uma espécie de timer, que registra por quanto tempo você quer que o aplicativo funcione.

Então, por exemplo, se você acha que demora cerca de meia hora para dormir, pode programar o Sons da Natureza para executar 35 minutos de trilha e se entregar sem medo de ser feliz. Ao final desse tempo o aplicativo encerra e volta para a página inicial do seu aparelho.

Ele é gratuito e funciona off-line, então não precisa se preocupar em deixar o roteador ligado ou em gastar com a transferência de dados do seu pacote de internet. É só relaxar, aproveitar o momento e sonhar com os anjos.

A opção Canção de Ninar pode ser usada para acalmar bebês e crianças pequenas, com a mesma lógica de programação personalizada. O Sons da Natureza ocupa 30mb de espaço e está disponível somente para dispositivos Android.