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Receita: Bacon caseiro

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Quem gosta de bacon, levanta a mão! 😀 Confesso que não era muito fã. Porém, depois de aderir à low carb – falaremos mais sobre isso em breve – e precisar ingerir gorduras boas a fim de atingir meus objetivos, o bacon passou a ser parte do meu cardápio diário. E nada como fazer do nosso jeitinho, não é?! Minha solução para tentar curtir bacon, foi preparar o meu próprio bacon. É fácil, econômico e realmente fica diferente (melhor) do que os comprados prontos.

O passo a passo seguido foi do Receita Bruta, de onde também vêm as explicações a seguir:

“E o que é preciso para fazer bacon em casa? Um pedaço de porco, uns temperos, uma geladeira, um saco plástico com fecho ziplock e paciência para esperar sete dias até o treco ficar pronto. Não é demais, né?

Há uma ideia bastante difundida de que bacon é a mesma coisa que a pancetta, porém defumado. Não é bem assim. A diferença não vem da defumação: existem tanto o green bacon (ou unsmoked bacon) quanto apancetta affumicata. O que separa o bacon da pancetta é a vala cultural que divide a Europa Ocidental entre latinos e germânicos. Os produtos se desenvolveram paralelamente, o que resultou em métodos diferentes para preservar a carne.

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Se boa parte do mundo pensa que todo bacon é defumado, é porque os americanos pensam assim. Mas basta um giro num supermercado qualquer em Londres para descobrir o variado universo do bacon: defumado, curado, de barriga, de lombo, da copa, da bochecha do porco. Ampla, a definição britânica exige somente carne gorda de porco e um processo peculiar para curá-la.

Esse processo envolve a desidratação rápida da carne. Enquanto uma peça de pancetta pode demorar alguns meses para ficar pronta, uma semana costuma bastar para o bacon. Para acelerar a produção, é preciso usar uma dose indecente de agente desidratante. Essa substância costuma ser o sal (cloreto de sódio), mas muitas receitas apelam para uma proporção razoável de açúcar (sacarose), que também suga o líquido preso nas células do tecido muscular. O resultado é um bacon menos agressivamente salgado.”

Bacon Caseiro

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Para cada quilo de carne, respeite estas proporções:

  • 150 g (15%) de sal marinho
  • 75 g (7,5%) de açúcar – ou 2 colheres (sopa) de açúcar mais 2 colheres (sopa) de maple syrup
  • Bagas de zimbro, pimenta da jamaica e/ou pimenta do reino amassadas
  • 1 ou 2 folhas de louro
Modo de fazer
  1. Coloque a barriga de porco sobre uma tábua e seque-a com papel-toalha. Misture o sal, o açúcar e os temperos. Esfregue a mistura na peça, certificando-se de que não há fissuras (cortes profundos que podem comprometer o processo de salga). Transfira-a para um saco plástico com fecho hermético e despeje ali a mistura de sal que sobrou na tábua. Pressione o saco para extrair o máximo possível de ar do seu interior e feche bem.

  2. Coloque o saco em um prato não metálico, com o lado da pele virado para cima. Armazene-o na parte de baixo da geladeira por cinco dias, virando-o uma vez por dia.

  3. Depois desse período, tire o bacon do saco e lave-o bem em água fria. Seque-o com papel-toalha e coloque-o sobre uma grade para secar em um lugar frio e arejado, por dois dias. Corte em fatias finas antes de cozinhar.

Observações: A barriga de porco se encontra em açougue, por quilo, que custa entre R$9 e R$12. Comprei no açougue do supermercado. Para o meu bacon, coloquei algumas ervinhas desidratadas, como tomilho e alecrim. Não usei sal marinho, fui no comum de cozinha. Coloquei também um tiquinho de páprica picante. Temperei do jeito que eu quis e realmente ficou saboroso e aromatizado.

Também não tinha o plástico de fechamento hermético: usei dois simples, de congelar mesmo, tirei todo o ar possível e dei um nó em cada, bem firme, para não correr o risco de vazar o líquido oriundo da desidratação da carne – deu tudo certo.

Para secar, deixei num escorredor, amparado por uma bacia de inox, na parte de baixo da geladeira. A textura muda, fica mais durinho, firme e “ressecado”. Depois é só fatiar fininho e fritar em frigideira antiaderente, para ficar crocante. Aí, é saborear e ser feliz! Quando fizer, vem contar como ficou! 😉

Receita: Granola caseira rápida e fácil

O bom de uma combinação como a granola – que não é um produto independente, tipo um grão ou um cereal, e sim o nome dado a uma mistura de frutas, cereais, oleaginosas e grãos (é importante explicar, pois tem gente que acha que granola é uma “coisa”, um ingrediente único) –, é a possibilidade de comer alimentos que você talvez não soubesse inserir de outra forma.

Ela pode ser um acompanhamento de iogurtes, frutas ou mesmo leite quente ou frio. Os ingredientes que vamos passar são apenas sugestões, você pode trocar as castanhas-do-pará pelas de caju, amêndoas ou nozes e a proteína de soja por flocos crocantes de arroz, não colocar açúcar, acrescentar frutas secas, etc etc etc.

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Vamos ver como é que faz? Nesta quantidade rende apenas uma porção, ok?! Caso queira fazer a mais, basta multiplicar os ingredientes para o número de porções que deseja ter. Você vai precisar de:

  • 2 castanhas-do-pará
  • 3 colheres de sopa de proteína de soja texturizada
  • 4 colheres de sopa de aveia em flocos
  • 1 colher de sopa de açúcar mascavo

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Corte as castanhas do pará em fatias finas. Misture todos os outros ingredientes. Está pronto para o consumo.

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Vale ou não vale perder uns minutinhos (‘inhos’ mesmo!) na cozinha para preparar sua granola consciente e personalizada, com o que você escolhe e gosta de comer?! Além de sair muito mais barato e com muito mais qualidade.