Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril

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Tremoço é saudável a ajuda a emagrecer

Foto: Sandéleh Alimentos

O tremoço é a semente de plantas do gênero Lupinus, muito usadas no enriquecimento dos solos pois, aportam com uma considerável quantidade de nitrogênio quando cultivadas. Sua semente, ou grãos, são alimentares e muito usados nos países mediterrâneos da Europa onde é considerado um petisco. Conheça algumas das características deste grão dourado e saboroso.

 

Esta planta, com suas vistosas flores amarelas (ou azuis, ou vermelhas – sim, há de um montão de cores mas, nem todas se usam como alimento), é bastante usada na prática de adubação verde pois, seu cultivo incorpora ao solo importantes quantidades de nitrogênio pela ação das bactérias que coabitam suas raízes.

Benefícios do tremoço

Foto: Feito de Iridium

Esta leguminosa é bastante rica nutricionalmente. Neste grão existem:

  • Proteína vegetal de boa qualidade – de 36 a 52%
  • ● Elevado teor de cálcio, fósforo, potássio, ferro e fibras vegetais (30 a 40%)
  • Vitaminas diversas: complexo B e vit. E
  • Ômega 3 e 6, de 5 a 20%

Bons efeitos da ingestão de tremoço

Tremoços têm ação diuréticaimportante, reguladora da quantidade de gordura que assimilamos e emagrecedora. Seu consumo é adequado a quem tem diabetes e sofre com desequilíbrios lipídicos.

A enorme quantidade de fibras que contêm o tremoço – 3 vezes mais do que as da aveia e do trigo – ajudam no processo de esvaziamento dos intestinos e na captura das gorduras, promovendo uma redução significativa de LDL (colesterol ruim). Outro importante resultado da ingestão de tremoço é a redução do açúcar no sangue – este grão tem um índice glicêmico bastante baixo – sendo um coadjuvante importante nas dietas para redução da obesidade. Com seu elevado teor de proteínas, a ingestão de tremoço ajuda, e muito, na saciedade e redução do apetite.

Tremoço só se usa cozido

O tremoço é um grão meio difícil – tem de ser deixado de molho por longo tempo (no mínimo por 12 horas), seu cozimento é prolongado para que fique mole e, depois de cozido, precisa ser lavado em água corrente por várias horas, para perder o amargor.

Portanto, o uso prático de tremoço se resume ao que possamos comprar já cozido pois que, senão ficará bastante caro de se preparar para uma família só.

Os tremoços cozidos em grandes quantidades, em ambiente industrial, passam por todos esses procedimentos e são vendidos acondicionados como conserva, em água e sal.

Habitualmente são usados como aperitivo frio mas, também podem ser integrados em outras receitas, em saladas, ou pratos cozidos de uso regional.

O consumo de tremoços requer que você os deixe de molho por um tempo, e troque a água algumas vezes, para reduzir a quantidade de sódio que a conserva tem. No entanto, este é seu único defeito, sendo assim, se há tremoços aí onde você mora, consuma-os que faz bem.

Conteúdo Green Me

Dietas podem te engordar ainda mais!

Quantas dietas você já fez ao longo da vida? E você conseguiu manter o peso perdido ou voltou a engordar? Talvez você até tenha emagrecido, mas o fato é que 95% das pessoas que fazem dieta voltam a engordar (1) e um dos motivos desse reganho de peso são as alterações metabólicas presentes nos indivíduos que possuem a mentalidade da dieta e as alterações das funções cerebrais de controle da fome e saciedade decorrentes das privações alimentares.

A origem da palavra dieta origina do grego diaita (2) e relatava um estilo de vida completo tanto mental como físico. O conceito foi criado pelo filósofo e médico Hipócrates, que tinha como foco de estudo a alimentação e o ambiente em que vivemos. Tanto os médicos gregos como os romanos sabiam que nosso organismo era impactado pela maneira como comíamos e como nos exercitávamos (3).

Todas as dietas que conhecemos são réplicas de dietas antigas e, se fizermos uma breve retrospectiva histórica, iremos constatar como a multimilionária indústria da dieta é enganadora, maléfica e tendenciosa. mesmo sabendo que somos apenas mais um número no orçamento de um setor que vende “doença”, continuamos a seguir as dietas da moda em busca de resultados rápidos e milagrosos.

Por que as dietas não nos ajudam a emagrecer?

Biologicamente existem diversos recursos adaptativos que o corpo utiliza para nos manter vivos, nossa constituição metabólica e mental não assimila a prática de fazer dietas como “prática para perda de peso” e é exatamente nesse ponto que começa o sofrimento de quem segue dietas da moda regularmente.

Você já deve ter percebido que cada vez que se inicia uma nova dieta, mais difícil fica emagrecer, pois ocorre a descoberta de que para perder o mesmo peso do que na última dieta, você tem que comer muito menos. Esse é o principal efeito colateral de quem faz dietas repetidamente.

E, sinto informar, quando você chega nesse ponto seu metabolismo passou a gastar menos calorias do que antes, devido ao processo de adaptação celular. Ou seja, para manter todos os órgãos funcionando corretamente, seu corpo gastará menos calorias do que gastava antes do inicio das dietas e esse efeito é permanente.

Outro fator determinante de ganho de peso é a adaptação na absorção dos nutrientes, e passamos a absorver os nutrientes mais rapidamente depois das dietas. Por fim, ocorrem também alterações cerebrais em que os sinais de fome e saciedade ficam desregulados, fazendo com que aumente o apetite, ou seja, você passa a sentir mais fome.

Como sair deste círculo vicioso?

Uma dica valiosa que dou aos meus clientes é que eles abandonem a mentalidade da dieta, ações e comportamentos disfuncionais que temos com o intuito de controlar a alimentação e que prejudicam nosso comportamento alimentar (4).

Aconselho que todas as revistas, livros, artigos e demais informações sobre dietas sejam descartados e que eles façam as pazes com a comida, reintegrando alimentos que foram excluídos por serem “proibidos”. Inclusive é importante que eles abandonem o pensamento de que existe alimento ruim, que não façam escolhas alimentares somente com o intuito de emagrecer e, o principal, não pratiquem o julgamento.

Você deve estar se perguntando, mas e a pizza, o hambúrguer, o chocolate? Eu vou poder reintegrar esses alimentos também? A resposta é sim, todos os alimentos devem ser vistos apenas como comidas. O que engorda não é você comer um pedaço de pizza com seu marido, ou levar seu filho para comer um brigadeiro, e sim a maneira como você se relaciona com a comida. Sabemos, por exemplo, que toda compulsão alimentar iniciou-se com uma dieta, então retirar alimentos por serem calóricos pouco tem a ver com o emagrecimento saudável. Muito pelo contrário, essa prática gera pensamentos e comportamentos compulsivos (5).

Se seu objetivo é emagrecer, antes de qualquer coisa você deve procurar entender o que te fez engordar: seus sentimentos, pensamentos, como você reage em situações de perdas e em situações emocionais extremas, assim como a maneira que você lida com sua aparência corporal deve ser revista. Se não existe uma ligação saudável entre você e seu corpo, a probabilidade de você voltar a engordar é muito maior, por isso não importa seu peso, o que importa é como você se vê.

Durante um atendimento, escutei uma frase belíssima que resume muito bem essa questão peso versus aceitação: “Por que eu tenho que sofrer para ser o que sei que não é da minha constituição? O que me define não é meu peso, o peso é apenas um número“.

Com essa frase terminarei esse bate papo: vamos tentar ser menos julgadores do prato e da silhueta nossa e dos outros, vamos nos permitir sentir e amar mais.

Referências bibliográficas

1- O peso da dieta ? Sofhie Deram 2- Nutrição comportamental, cap.4 3- A Tirania das dietas, cap. a origem das dietas 4- Genta – http://gentabrasil.blogspot.com.br/2012/09/o-pensamento-dieta.html 5- Nutrição e Transtornos Alimentares ? cap. 18

Conteúdo Minha Vida

Suplemento queimador de gordura: Desodalina*

Com a crescente busca por uma vida mais saudável e equilibrada, os suplementos que auxiliam os usuários a atingirem seus objetivos vem ganhando cada vez mais espaço. Embarcada nesse movimento a Desodalina, o termogênico da Sanibras, chegou para aquecer o mercado e exterminar a gordura.

A base de cafeína, quitosana, picolinato de cromo, vitaminas (C, B3, B5 e B12) e biotina, a Desodalina promete bloquear a absorção de gordura pelo organismo, além de acelerar o metabolismo e atuar no melhor funcionamento do trânsito intestinal.

O produto ainda é composto por ingredientes poderosos e funcionais como polpa de laranja desidratada (contém fibra e é uma boa fonte de antioxidantes), psillium (obtido a partir de uma semente vegetal, tem alta capacidade de absorção de água e expansão – o que ajuda na inibição do apetite) e niacina (possui importante papel no metabolismo energético celular).

Para o efeito desejado, a indicação de consumo do fabricante é pela ingestão de duas a quatro cápsulas 30 minutos antes da refeição principal, acompanhadas de água. Não é indicado para gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças. Gestantes, nutrizes e crianças de até 3 (três) anos, somente devem consumir este produto sob orientação médica ou de nutricionista.

Gostou? Quer comprar o seu agora?! Na Bom Suplemento você encontra tanto a Desodalina quanto os suplementos mais bombados do momento com bom preço e qualidade. Eu já comecei a tomar e em breve virei contar minha experiência. 😉

*Publipost: esse é um post encomendado por acordo de permuta

Receita: Sopa Detox

Receita Food Network Brasil
Rende 6 pratos

  • 1/2 unidade de repolho branco
  • 1 tomates
  • 500g peitos de frango
  • 4 ramos de couve-flor
  • 1 cenoura média
  • 1 dentes de alho
  • 1/4 maço de alho-poró
  • 1/2 cebola crua
  • 1/2 talo de salsão
  • Salsinha picada a gosto
  • Cebolinha picada a gosto
  • azeite a gosto
  • sal a gosto
  • 1,5ml de água

Modo de preparo:

Higienize todos os ingredientes. Depois, pique todos em pequenos pedaços  e coloque-os em uma panela média. Cubra a mistura  com os   quatro copos de água – se você preferir que a sopa fique mais líquida, pode colocar mais água. Adicione, então, o sal.

Cozinhe bem, até que os legumes fiquem levemente macios. Regue com o azeite e acrescente a salsinha e a cebolinha picada. Sirva em seguida.

Pasta de amendoim é aliada dos atletas e do coração

Conteúdo original Minha Vida

A manteiga ou pasta de amendoim sacia a fome, é saborosa, nutritiva e boa para a saúde. Muitos confundem e acham que o amendoim com seu alto teor de gordura faz parte do grupo das sementes oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Na verdade, o amendoim é uma leguminosa, mais próximo dos feijões. Metade da composição da manteiga de amendoim é gordura, e a outra metade é composta por proteína (25%), carboidrato (20%) e fibra (5%). Ela é uma excelente fonte de vitamina E e de vitaminas do complexo B, principalmente B3, B6, folato e biotina. Também é rica em diversos minerais como ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco, selênio, cobre, manganês e cálcio. A manteiga de amendoim contém fitosteróis, ácido cumárico e resveratrol, antioxidantes que em conjunto com a vitamina E ajudam a prevenir doenças cardíacas e câncer.

Amiga do coração

Uma pesquisa publicada no British Journal of Nutrition mostrou que o conjunto de antioxidantes pode ser a chave para os benefícios ao coração e aparelho circulatório. Pessoas que comem pasta de amendoim 4 vezes por semana podem reduzir o risco de morte por doença cardíaca em 37%, em comparação com pessoas que não têm o hábito. Outro benefício vem da sua capacidade de diminuir o colesterol LDL, mantendo o bom colesterol (HDL) elevado.

Gorduras saudáveis

Quase 50% da gordura presente no amendoim é ômega-9, o mesmo ácido graxo do abacate e do azeite de oliva e que ajuda a regular o colesterol. O restante se divide entre ômega-6 e dois tipos de gordura saturada, os ácidos palmítico e esteárico, que são a fonte preferida de energia para o coração.

Previne o diabetes

Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association mostrou que a ingestão de duas colheres de sopa de manteiga de amendoim 4 a 5 vezes por semana pode reduzir o risco de desenvolver diabetes em 30%. Por ser ótima fonte de ômega-9 ela auxilia no controle do açúcar sanguíneo e também baixa os triglicerídeos, uma gordura composta por três moléculas de glicerol.

Ajuda a emagrecer

O consumo de manteiga de amendoim 2 a 3 vezes por semana reduz em 30% a chance de ganhar peso, de acordo com um estudo publicado na revista Obesity. Isto porque o seu elevado teor de gordura e proteína ajuda na saciedade e reduz a vontade de beliscar entre as refeições. Além disso, o ômega-9 ativa a adiponectina, um hormônio que comanda o corpo a produzir a energia que precisa a partir dos depósitos de gordura, ou seja, ele ativa a queima dos pneuzinhos localizados principalmente na cintura e abdômen.

Boa para quem malha

Manteiga de amendoim é uma excelente fonte de energia e contém um alto teor de proteínas que ajudam na construção muscular. Ela também é rica em potássio e magnésio, que aceleram a recuperação de músculos cansados. A presença de ácido palmítico e esteárico fornece combustível para o coração, aumentando a capacidade vascular. E o resveratrol estimula a síntese de óxido nítrico, uma molécula que exerce numerosas funções no nosso organismo, dentre elas o aumento do fluxo sanguíneo nos músculos, que recebem mais oxigênio e nutrientes.

Como comprar

O ideal é comprar o amendoim orgânico, para evitar a ocorrência de fungos (Aspergillus flavus) que produzem aflatoxina. O melhor armazenamento e métodos de manipulação praticamente eliminam o risco de ingestão de aflatoxina, um conhecido agente cancerígeno. Evite adquirir o amendoim se tiver qualquer sinal de mofo. Os estudos mostram que processar o amendoim reduz o teor de aflatoxina.

Como preparar

Toste o amendoim no forno baixo por 15 a 20 minutos, para preservar os óleos saudáveis presentes nele, e sensíveis a altas temperaturas. Depois coloque no processador ou liquidificador por alguns minutos até ele virar uma pasta. Você pode acrescentar um pouco de sal na mistura. Guarde em recipiente bem fechado na geladeira.

Como consumir

A manteiga de amendoim pode ser consumida ao natural direto na colher, pode ser colocada no pão ou na tapioca, acompanha uma banana, turbina sucos e vitaminas, e também pode ser usada no preparo de pratos diversos: combina com aves, arroz, quinoa e legumes.

Quantidade recomendada

Uma colher de sopa caprichada tem 90 calorias e é a quantidade suficiente para enriquecer a refeição, seja o café da manhã ou um lanche. Quem malha ou tem um estilo de vida ativo pode aumentar o consumo para duas colheres de sopa.

Será mesmo que tapioca emagrece?!

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Nós já falamos aqui sobre alguns benefícios da tapioca para o seu corpo. Super fit e saborosa, ela ganhou o coração e a mesa dos brasileiros já há alguns anos, porém agora com mais força do que nunca. Tanto que tem muita gente trocando o pão pela tapioca imaginando que esta simples atitude causará emagrecimento.

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Mas saiba, não é bem assim.  A tapioca possui uma elevada concentração de carboidratos – uma tapioca pequena, com 50 gramas, contém 43 g de carboidratos e cerca de 70 kcal. Dra. Viviane Christina de Oliveira Endocrinologista e Metabologista da Clinica MedPrimus explica que a tapioca entra no cardápio no lugar do pão com vantagens por ter um único ingrediente, a fécula de mandioca, portanto, não contém gordura, glúten, sódio e não necessita de óleo no preparo. Porém, não possui fibras e vitaminas, por isso, é preciso ter cuidado.

Para pessoas com diabetes o recheio da tapioca a deixará prejudicial ou não, pois trata-se de um alimento de alto índice glicêmico (115), fator que diferencia os carboidratos, pois cada tipo, “entra” na corrente sanguínea com diferentes velocidades. A tapioca tem liberação rápida e provoca uma hiperglicemia (aumento da glicose). Este quadro estimula a liberação do hormônio insulina, visando controlar os níveis glicêmicos. A médica explica que a alternativa é rechear a tapioca com alimentos ricos em fibras (vegetais) e proteínas (frango, ovos, atum, cottage). Outra dica, é adicionar chia na massa e misturar antes de ir para frigideira.

Portanto, de um modo geral, a tapioca é, sim, uma boa alternativa para substituir o pão branco, mas, quem troca o pão pela tapioca, pensando apenas na quantidade de calorias, pode cometer o mesmo erro de quem tira o glúten da dieta e passa a comer alimentos sem fibras.

“Equilíbrio e bom senso só fazem bem. Antes de adicionar ou excluir algum alimento do seu cardápio é importante verificar se a dieta da moda tem todos os nutrientes que o seu corpo precisa! Consulte um Endocrinologista e um Nutricionista.” Finaliza Dra. Viviane Christina de Oliveira Endocrinologista e Metabologista.