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A diferença entre o açúcar mascavo, demerara e cristal

“O açúcar de mesa ou sacarose é usado em bebidas, preparações e em alimentos doces e de confeitaria. Ele pode ser feito a partir da cana-de-açucar, beterraba, néctar de flores, frutas, raízes e sementes. Existem vários tipos de açúcar, entre eles temos os que estão na foto: mascavo, demerara e cristal.

Reprodução Instagram

O mascavo – o mais escurinho –  é obtido a partir das primeiras extrações da cana, tendo um sabor residual o que dificulta um pouco sua aceitação.  O demerara passa por um refinamento leve, porém não recebe aditivos químicos.

Tanto o açúcar mascavo como o demerara contém minerais como cálcio, magnésio, fósforo e potássio em pouquíssimas quantidades. Ou seja, você teria de consumir muito para obter uma quantidade significativa de tais nutrientes, contudo o consumo de açúcar precisa ser em quantidades reduzidas, o que inviabiliza esse alimento como fonte de vitaminas e minerais.

Reprodução Instagram

Já o açúcar cristal, o branquinho e querido de muitos, é feito do processamento do demerara (sulfitação, lavagem e remoção do mel que envolve os cristais). Ele o que possui maior poder edulcorante (quem adoça mais). Em relação ao valor energético (calorias) há pouca diferença entre eles como vemos na imagem.

Então, pessoas, as principais diferenças entre eles se dão basicamente pelo refinamento, presença de micronutrientes, sabor doce e custo. No fim das contas, não se iludam: açúcar ainda é açúcar.”

Texto da nutricionista Marcella Figueiredo

Exercício versus Remédios para tratar a hipertensão e reduzir a gordura

Exercício versus Remédios para tratar a hipertensão e reduzir a gordura

O exercício pode reduzir a pressão sanguínea e reduzir a gordura corporal visceral, pelo menos tão eficazmente quanto muitos medicamentos comuns, de acordo com duas importantes novas revisões de pesquisas relevantes sobre os efeitos do exercício em doenças.

Juntos, os novos estudos apoiam a ideia de que o exercício pode ser considerado um remédio e poderoso. Mas eles também levantam questões sobre se sabemos o suficiente sobre os tipos e quantidade de exercícios que podem melhor tratar diferentes problemas de saúde e se realmente queremos começar a pensar em nossos exercícios como remédios.

A possibilidade de prescrever formalmente o exercício como um tratamento para várias condições de saúde, incluindo pressão alta, resistência à insulina, obesidade, osteoartrite e outras, vem ganhando força entre cientistas e médicos. O Colégio Americano de Medicina Esportiva já lidera uma iniciativa global chamada ‘Exercise Is Medicine’ (Exercício é remédio), que visa incentivar os médicos a incluírem prescrições de exercícios como parte dos tratamentos de doenças.

Mas, enquanto os medicamentos enfrentam testes extensivos antes de poderem ser aprovadas e prescritos, os estudos de exercícios, mesmo aqueles que os examinam como tratamento para doenças, tendem a ser relativamente pequenos e de curto prazo. Eles também raramente comparam exercícios, frente a frente, com medicamentos para tratar a mesma condição.

Assim, os autores das duas novas resenhas decidiram, de forma independente, encenar seus próprios ruídos científicos de exercício versus medicamentos e, para cada um deles, usar a mesma abordagem levemente indireta. Os pesquisadores decidiram reunir os melhores estudos recentes sobre a eficácia dos medicamentos para uma condição e os melhores estudos comparáveis ​​usando o exercício para tratar a mesma doença e coletar, analisar e comparar os vários resultados.

Para a primeira das novas revisões, que foi publicada em dezembro no ‘British Journal of Sports Medicine’, pesquisadores da London School of Economics, da Stanford University e de outras instituições, decidiram se concentrar na pressão arterial sistólica (o número mais alto), em grande parte porque a pressão alta tende a ser fortemente devastadora fisicamente, aumentando os riscos de doença cardíaca, doença de Alzheimer e morte prematura. A hipertensão também é tratável com medicamentos que incluem betabloqueadores, diuréticos e outros remédios ou exercícios. Os experimentos incluíram quase 50.000 voluntários, com mais de 10.000 deles nos estudos de exercício.

Os pesquisadores então descobriram que, em conjunto, todas as medicações e qualquer tipo de exercício reduziam a pressão arterial, embora as drogas geralmente alcançassem reduções ligeiramente maiores.

Já na outra nova revisão, que foi publicada em fevereiro na ‘Mayo Clinic Proceedings’, os pesquisadores concentraram-se na gordura e, em particular, na gordura visceral, um tipo particularmente perigoso de gordura que se acumula em torno de nosso organismo e profundamente abaixo da pele, sufocando órgãos internos e aumentando o risco de problemas metabólicos.

Várias medicações atualmente são aprovadas para cortar gordura visceral e outros tipos de gordura. O exercício também demonstrou reduzir a gordura visceral. Mas tem havido pouca ciência comparando essas abordagens.

Assim, os pesquisadores, a maioria deles do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas (UT), em Dallas, reuniram experimentos recentes de remédios relevantes e ensaios similares usando exercícios para combater a gordura visceral. Todos os experimentos tiveram que durar pelo menos seis meses.

Novamente, como na outra revisão, drogas e exercícios foram bem-sucedidos para a maioria dos participantes; Usando qualquer abordagem, a maioria das pessoas perdeu alguma gordura visceral. Mas nesta revisão, o exercício foi ligeiramente superior, pois: para cada quilo que alguém perdia tinha mais redução de gordura visceral quando se exercitavam do que quando usavam remédio.

O resultado da revisão foi que “mudanças no estilo de vida, como exercícios, devem ser o primeiro passo” quando as pessoas começam a reduzir a gordura visceral, diz o Dr. Ian Neeland, professor assistente de medicina interna no Centro Médico Southwestern da UT, que supervisionou a revisão de pesquisa.

Ele e seus colegas também descobriram que o exercício aeróbico eliminava a gordura visceral com mais eficácia do que o treinamento de força, embora a maioria dos testes de exercício fosse de pequena escala e não tivesse controle do efeito placebo.

Em conjunto, as novas revisões indicam que o exercício pode igualar ou exceder os efeitos dos medicamentos sobre a hipertensão arterial e a gordura visceral. Estudos duradouros que comparam diretamente diferentes drogas e vários tipos de exercícios são necessários, diz Neeland, embora sejam logisticamente difíceis e caros.

Artigo traduzido do The New York Times

Dê ‘up’ na queima de gorduras com Desodalina*

Dê ‘up’ na queima de gorduras com Desodalina*

Quando você programa uma estratégia em busca de atingir um objetivo, poder contar com aliados e facilitadores que lhe auxiliam a concluir a meta é de extrema importância, não é mesmo?! Tratando-se de emagrecimento e definição muscular, a Desodalina é um suplemento que deve fazer parte do seu protocolo.

Para quem ainda não conhece, a Desodalina é um termogênico desenvolvido pela Sanibras. A base de substâncias poderosas como a cafeínaquitosanapicolinato de cromovitaminas (C, B3, B5 e B12) e biotina, é um produto que atua no bloqueio da absorção de gordura pelo organismo, além de trabalhar na aceleração do metabolismo e na melhoria do trânsito intestinal.

A sua composição também contém ingredientes naturais funcionais como a polpa de laranja desidratada (fonte de fibras e antioxidantes), psillium (obtido a partir de uma semente vegetal, tem alta capacidade de absorção de água e expansão – o que ajuda na inibição do apetite) e niacina (importante atuante no metabolismo energético celular).

O consumo indicado é de duas a quatro cápsulas diárias, 30 minutos antes da refeição principal, acompanhadas de água abundante. Não é indicado para gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças de até 3 (três) anos, exceto sob orientação e acompanhamento médico ou de nutricionista.

Para comprar, visite o site Bom Suplemento, onde você encontra os melhores produtos que podem lhe ajudar a alcançar suas metas, com preço justo e qualidade.

*Publipost: esse é um post encomendado por acordo de permuta

Saiba como o corpo funciona em jejum

Pular a “refeição mais importante do dia” ainda é um assunto polêmico. Descubra como o hábito influencia estes aspectos da sua saúde.

Performance física

  • Graças ao jejum durante o sono, os níveis de glicose nos seus músculos chegam ao mínimo quando você acorda. Vá para a academia antes do café da manhã, já que pesquisas recentes mostram que, assim, seu corpo queima melhor a reserva que ainda resta de gordura.

  • Se a perda de peso não é o seu objetivo, pular o desjejum trará problemas. Um estudo da Loughborough University (Inglaterra) mostrou que aqueles que não comem ao acordar não possuem um bom desempenho nos treinos à tarde ou à noite.

Peso

  • Um estudo publicado no periódico internacional Journal of Nutritional Science descobriu que aqueles que já estão com quilinhos a mais e pulam o café perdem mais gordura, mas também possuem níveis mais elevados de colesterol, em comparação àqueles que se alimentam com equilíbrio de manhã.

  • A ideia de que comer logo ao acordar vai acelerar o seu metabolismo, já que ele não vai se acostumar com jejuns tão longos, é falsa. Na verdade, é a qualidade das calorias que você ingere que interfere nisso. Prefira um “café das campeãs” cheio de proteína, incluindo ovos, aveia ou iogurte.

Comportamento

  • Uma pesquisa recente mostrou que quem pula o café da manhã tem mais tendência a cair nos maus hábitos como fumar, beber demais e se exercitar de menos.

  • Apesar de a queima de gordura quando você malha ser maior antes de comer, a ligação entre magreza e tomar ou não café da manhã é mais comportamental do que realmente culpa do organismo. Pessoas que comem de manhã tendem a ter uma dieta mais balanceada.

  • Já acordou com a ideia de que o dia será horrível? Coma às 8h da manhã. Esse é o horário em que os níveis de cortisol – hormônio do estresse – estão no máximo, e uma refeição balanceada vai acalmar os ânimos.

Fontes: nutricionista Emer Delaney e preparador físico David Kingsbury, ambos da Inglaterra, e pesquisas das Loughborough University (Inglaterra), Helsinki University (Finlândia) e University of Missouri Columbia (EUA)

Conteúdo Women’s Health Brasil

Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril

Suplemento queimador de gordura: Desodalina*

Com a crescente busca por uma vida mais saudável e equilibrada, os suplementos que auxiliam os usuários a atingirem seus objetivos vem ganhando cada vez mais espaço. Embarcada nesse movimento a Desodalina, o termogênico da Sanibras, chegou para aquecer o mercado e exterminar a gordura.

A base de cafeína, quitosana, picolinato de cromo, vitaminas (C, B3, B5 e B12) e biotina, a Desodalina promete bloquear a absorção de gordura pelo organismo, além de acelerar o metabolismo e atuar no melhor funcionamento do trânsito intestinal.

O produto ainda é composto por ingredientes poderosos e funcionais como polpa de laranja desidratada (contém fibra e é uma boa fonte de antioxidantes), psillium (obtido a partir de uma semente vegetal, tem alta capacidade de absorção de água e expansão – o que ajuda na inibição do apetite) e niacina (possui importante papel no metabolismo energético celular).

Para o efeito desejado, a indicação de consumo do fabricante é pela ingestão de duas a quatro cápsulas 30 minutos antes da refeição principal, acompanhadas de água. Não é indicado para gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças. Gestantes, nutrizes e crianças de até 3 (três) anos, somente devem consumir este produto sob orientação médica ou de nutricionista.

Gostou? Quer comprar o seu agora?! Na Bom Suplemento você encontra tanto a Desodalina quanto os suplementos mais bombados do momento com bom preço e qualidade. Eu já comecei a tomar e em breve virei contar minha experiência. 😉

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Receita: Sopa Detox

Receita Food Network Brasil
Rende 6 pratos

  • 1/2 unidade de repolho branco
  • 1 tomates
  • 500g peitos de frango
  • 4 ramos de couve-flor
  • 1 cenoura média
  • 1 dentes de alho
  • 1/4 maço de alho-poró
  • 1/2 cebola crua
  • 1/2 talo de salsão
  • Salsinha picada a gosto
  • Cebolinha picada a gosto
  • azeite a gosto
  • sal a gosto
  • 1,5ml de água

Modo de preparo:

Higienize todos os ingredientes. Depois, pique todos em pequenos pedaços  e coloque-os em uma panela média. Cubra a mistura  com os   quatro copos de água – se você preferir que a sopa fique mais líquida, pode colocar mais água. Adicione, então, o sal.

Cozinhe bem, até que os legumes fiquem levemente macios. Regue com o azeite e acrescente a salsinha e a cebolinha picada. Sirva em seguida.