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Meditação guiada para superação

Meditação guiada para superação

Pensando em tudo o que representa o dia de hoje, finados, e todo o esforço emocional dispensado por cada pessoa, afinal, cada um sabe onde dói e como essa dor opera, separamos uma meditação guiada especial que auxilia a lidar com sentimentos e emoções e superar seja qual for o momento que você esteja enfrentando.

O texto e a narração são de Raissa Zoccal, do canal Yoga Mudra.

Não, não, mil vezes não!

Texto original de Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog

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Dizer ‘não’ é difícil. Mas, o ‘não’ é o outro lado do sim. Você precisa dizer sim para o que você quer em sua vida e isso significa dizer não para o que você não quer. É brutal. Mas, é necessário.

Às vezes ficamos frustrados por dizer sim para alguém enquanto a vontade real era de dizer não. Nos ressentimos por acabar dizendo sim em primeiro lugar. O ‘não’ é difícil! Porém, existem algumas estratégias que podem nos ajudar a superar essa barreira.

1 Diga SIM a si mesmo

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Quando você quer dizer ‘não’, é porque tem um compromisso com o qual se preocupa mais competindo com a sua vontade de aceitar. É preciso dizer não quando seu chefe lhe pede para trabalhar no fim de semana porque você tem algo importante para fazer com a família ou amigos. O ‘não’ para o trabalho é ‘sim’ para o lazer em família.

Encontrar o seu ‘sim’ é um primeiro passo importante para conseguir dizer ‘não’. Ele conecta você com o que está realmente dirigindo seu ‘eu’ lá no fundo. Depois dessa conexão, você saberá o porquê de estar dizendo ‘não’ e lhe dará um forte senso de determinação.

2 Diga NÃO aos outros

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Encontrando seu sim, você estará pronto para dizer não aos outros. Mas, primeiro, construa a sua base de poder. Pense sobre as motivações da outra pessoa. O que ele(a) quer da situação. Você deve ceder a isso ou não?

Você também deve rever o seu próprio plano B, para que não seja pego por armadilhas emocionais e nem se desespere a dizer ‘sim’ sem pensar. E, para isso, você também precisa saber se a outra pessoa pode forçá-lo a concordar com aquilo que ela deseja.

Se você for dizer não ao seu chefe sobre fins de semana de trabalho, ele(a) pode gritar com você de uma forma que possa ser considerada uma agressão verbal. Ele(a) também pode demiti-lo. E essas são todas possibilidades reais.

Antes de se comprometer, pergunte-se: A par de todas as possibilidades, ainda quero dizer não? Tenho o poder de dizer não? E o direito de dizer não? Afinal de contas, se você assinou um contrato dizendo que iria trabalhar aos finais de semana, não pode ter o direito de recusar agora.

Em seguida, diga ‘não’, em um tom simples e neutro.

3 Diga SIM aos outros

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Claro que você não quer inimizades. E, assim como você está tomando uma posição que pode ter consequências emocionais com o seu ‘não’, fazer uma oferta de um futuro ‘sim’ poderá preservar a relação com as pessoas. Você pode alterar o tempo, oferecer novas alternativas ou mesmo propor algo condicional que seja vantajoso a ambas as partes.

O importante é saber e ter consciência daquilo que quer e evitar a autossabotagem deixando suas próprias vontades de lado a fim de realizar a dos outros.

Trabalho menos, fazer mais por si e tenha uma grande vida!

É possível ser feliz sozinho?   

Uma reflexão para quem está às voltas se lamentando por estar sozinho(a) e deixando de aproveitar a melhor companhia, que é a sua própria. Ame-se, respeite-se e não tenha medo de ser feliz. Sozinho(a) ou acompanhado(a), a responsabilidade da felicidade não muda: continua sendo sua! #reflita

Texto de autoria da psicóloga Cláudia Morais

“Olhe à sua volta. Quem são as pessoas mais felizes que conhece? Como é que elas vivem? São casadas, solteiras, viúvas ou divorciadas? E como é que você sabe que essas pessoas são REALMENTE felizes?

Crescemos inundados de histórias de amor romântico que acabam por moldar a nossa percepção da felicidade. Ao ponto de muitos de nós se convencerem de que só é possível ser feliz a dois. Um dos problemas que decorrem deste pensamento irracional é a busca permanente de um parceiro, como se uma má companhia fosse melhor do que estar sozinho. Algumas pessoas sofrem deste mal – colecionam maus relacionamentos porque têm medo de estarem sozinhas.

Sem iludir ninguém: os estudos mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm um companheiro. Em rigor, as pessoas mais felizes são as casadas. Mas atenção: isso só é verdade para aquelas que se sentem satisfeitas no casamento. Na prática, o casamento não só não é garantia de felicidade como, se se tratar de um mau casamento, também é garantia de infelicidade.

Se as pessoas insatisfeitas com o seu casamento (ou relação amorosa) são mais INFELIZES do que os solteiros, os viúvos ou os divorciados, por que teimamos em fugir a sete pés da solidão? Por que é que há pessoas que se desesperam perante a ideia de estarem solteiras? Por que é que alguns olham de lado para quem assume que prefere estar só?

A verdade é que é o medo do desconhecido que, muitas vezes, nos impede de fazer as escolhas certas. Até um dia. Até ao dia em que uma ruptura amorosa nos empurra para uma situação nova. E depois da dor surge uma admirável tranquilidade que nos faz apreciar a vida e os outros laços afetivos de uma forma diferente.

Há pessoas que se sentem muito bem sozinhas. Há até quem se sinta incrivelmente feliz nessa condição, por mais que isso seja gerador de incredulidade.

A maior parte dessas pessoas está sozinha a título temporário. É uma questão de tempo até que voltem a amar, a comprometer-se. Mas, às vezes, passam-se anos – 2, 3, 4, 5 anos! – até que isso aconteça. E, nesse período, conseguem ser estupidamente felizes. Precisamente porque reaprenderam a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente.

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A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar.”