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Compare cebolinha, alho-poró e salsa

Conteúdo original Saúde Abril

O trio guarda semelhanças que vão além do visual e da utilidade na cozinha. “Esses alimentos possuem magnésio e potássio, importantes para a saúde do coração“, diz a nutricionista Marina Pioltine, da capital paulista. Mas não vá considerá-los grandes fontes dessas substâncias. “Isso porque tendem a ser utilizados como temperos“, nota a profissional. Ora, é difícil comer 50 gramas desses ingredientes de uma só vez – quantidade que poderia ofertar doses interessantes de nutrientes.

De qualquer forma, Marina acredita que o consumo de salsa, cebolinha e alho-poró precisa ser incentivado entre os brasileiros. “Todas as necessidades nutricionais são atingidas quando se tem uma alimentação variada”, ensina. E ressalta que o trio deveria visitar especialmente a mesa de quem tem hipertensão ou se preocupa com ela. “Falamos de temperos que são bons substitutos do sal“, garante. Ou seja, enriquecem o paladar sem cobrar um preço à saúde.

Energia

Cebolinha – 10 cal
Alho-poró – 16 cal
Salsa – 16,5 cal

Carboidratos

Cebolinha – 1,7 g
Salsa – 2,8 g
Alho-poró – 3,4 g

Fibras

Cebolinha – 1,8 g
Alho-poró – 1,2 g
Salsa – 0,9 g

Magnésio

Cebolinha – 12,5 mg
Salsa – 10,5 mg
Alho-poró – 5,5 mg

Potássio

Salsa – 355 mg
Alho-poró – 112 mg
Cebolinha – 103 mg

Vitamina C

Salsa – 25,8 mg
Cebolinha – 15,9 mg
Alho-poró – 7 mg

(Os valores se referem a 50 gramas do alimento)

Placar Saúde

Cebolinha 4 x Alho-poró 0 x Salsa 2


Fonte: tabela brasileira de composição de alimentos (TACO/UNICAMP)

Aprenda a dar um banho de cheiro no seu corpo

Conteúdo original Bons Fluídos

Expressão de carinho nordestina, o banho-de-cheiro correu o país na voz de Elba Ramalho como um jeito maroto de manifestar carinho. O banho natural, dado no corpo inteiro para atrair coisa boa e afastar coisa ruim, também não foge à definição: é uma manifestação de carinho ao seu corpo e espírito.

Levada ao pé da letra, uma atmosfera de aromas tem tudo a ver com o banho, quando envolvemos o corpo numa esfera de calor e total delicadeza. Desbloqueia energia represada, que nos deixa tensos e amplia a percepção sobre os nossos limites e contornos – um processo que ajuda a manter a autoestima.

Presente aromático

Em casa, pingue na água da banheira dez gotas de óleo essencial cujo efeito é desejado.
1. Lavanda e citrus, por exemplo, são opções revitalizantes e ajudam quem procura descansar.
2. Rosmarinho é estimulante, por isso não deve ser usado à noite.
3. Camomila acalma.

Para usufruir dos benefícios dos óleos essenciais no chuveiro, pingue uma ou duas gotas do produto numa luva ou esponja e espalhe sobre o corpo molhado (o óleo essencial não pode ter contato direto com a pele seca).

As aromaterapeutas Christiana Penna e Camila Passarelli, de São Paulo, formularam um banho aromático à base de ervas ideal para reduzir o estresse mental e muscular. Os ingredientes incluem: 20g de alecrim (tonificante), 20g de alfazema (refrescante), 10g de camomila (sedativo) e 10g de sálvia (desintoxicante).

Modo de fazer

Misture as ervas desidratadas (prefira as sem agrotóxicos, vendidas em casas de produtos naturais). Separe 20g e coloque em 1,5 litro de água fervente. Tome banho normal e no final, com uma esponja, derrame o preparado sobre a pele. Por cautela, grávidas e pessoas com pressão baixa devem pedir orientação a um aromaterapeuta.

Receita: Pizza de tapioca com queijo e tomate-cereja

Receita compartilhada por M de Mulher

Se você é da turma que não vive sem uma pizza, aqui vai uma sugestão diferente e sem glúten: a de tapioca, versão que virou moda nas redes sociais. Quer entrar na onda? A gente ensina como fazer:

Pizza de tapioca com queijo e tomate-cereja

  • 04 col. (sopa) da goma de tapioca
  • 8 fatias (pequenas) de mussarela light ou de queijo vegano
  • 4 tomate-cereja picados
  • 4 azeitonas picadas
  • Manjericão e orégano a gosto
  • 1 fio de azeite extravirgem (também pode ser azeite de abacate ou óleo de coco)

Leve a frigideira antiaderente ao fogo e prepare o disco de tapioca. Quando estiver pronto, acrescente as fatias de queijo, os tomatinhos, as azeitonas, o manjericão, o orégano e um fio de azeite. Se precisar, polvilhe sal rosa.

Dica: use a criatividade e inove no recheio. Você pode colocar brócolis, palmito, cebolinha, alho desidratado, salsinha, ovos cozidos, peito de frango desfiado, atum…

Fitoenergética: o poder de cura das plantas

Conteúdo original Mais Equilíbrio

O uso de plantas e ervas para tratar e curar doenças sempre foi comum entre muitos povos. Com a fitoenergética não é diferente: além das substâncias contidas nas plantas capazes de curar enfermidades, ervas e especiarias formam um sistema natural de cura, pois promovem equilíbrio e elevação de consciência por meio da energia das próprias plantas.

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Esse conceito surgiu a partir dos estudos de dois terapeutas holísticos, Patrícia Cândido e Bruno Gimenes, os quais se apoiaram em pesquisas sobre a bioeletrografia, que serve para analisar o padrão energético de um indivíduo após a utilização de compostos fitoenergéticos. Tal técnica realiza a fotografia do campo energético, e está sendo desenvolvida desde 1906, com base nos estudos do cientista Roberto Landell de Moura.

A fitoenergética compreende o uso da energia das plantas como forma de auxiliar no controle das emoções e pensamentos, fatores-chave para o desenvolvimento de doenças. “A fitoenergética é uma terapia que propicia a elevação da consciência e do discernimento, estimulando profundos sentimentos de altruísmo, capazes de gerar influência sobre a anatomia dos seres vivos, agindo nas causas geradoras das doenças”, salienta Bruno.

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Mas não basta apenas ingerir as ervas, é necessário compreender a importância de se colocar vontade e energia positiva nas intenções. “A energia vital e mental impregna-se nos vegetais com muita facilidade, por isso é importante levar em conta a força do pensamento positivo”, explica Patrícia.

No Brasil, o uso de plantas como forma de promover melhorias na saúde é algo cultural. Um estudo feito pela Universidade Federal do Amazonas aponta que 97,7% dos entrevistados fazem uso regular das plantas para fins medicinais. E dentre essas plantas, os terapeutas Patrícia e Bruno destacam três:

Cravo da Índia

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Quando usada em forma de infusão ou tempero, esta especiaria estimula a concentração e aumenta a capacidade de concentrar energia para materializar sonhos. O cravo também estimula o senso de observação e propicia clareza nos pensamentos.

Alecrim

Esta planta auxilia a liberar traumas, medos e outros fatores negativos adormecidos na alma. Segundo Patrícia, o alecrim trabalha o aumento da sabedoria para amar e viver.

Dente-de-leão

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Esta planta estimula as pessoas a aproveitarem as oportunidades que surgem na vida. O dente-de-leão propicia o aumento da autoestima e gera sentimentos de gratidão e humildade.

Vale destacar que existem várias formas de aplicar a fitoenergética. As ervas podem ser preparadas em forma de chá ou infusão, ou ainda, podem ser utilizadas em saladas, sucos e até mesmo colocadas em sachês posicionados dentro da fronha do travesseiro, de forma que o aroma seja exalado do sachê e sentido pelo indivíduo.

Travesseiros aromáticos para dormir bem

Conteúdo original Mais Equilíbrio

As ervas aromáticas, ou ervas-de-cheiro, são plantas, geralmente de pequeno porte, que apresentam diversas utilizações e propriedades medicinais. Devido à sua composição e funções que desempenham na saúde, as ervas aromáticas são excelentes para a manutenção da saúde e bem-estar. Estudos sugerem que as substâncias fitoquímicas das ervas aromáticas são responsáveis no tratamento e prevenção de diversas dores e doenças crônicas com a sua função terapêutica.

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Incluir essas plantinhas no dia a dia é uma ótima forma de promover bem-estar, equilíbrio e auxiliar no tratamento de insônia, dores de cabeça, TPM, depressão, ansiedade, entre outras patologias. E uma ótima forma de se deixar levar pelo delicioso aroma terapêutico das ervas é pelos travesseiros aromáticos.

Esses travesseiros terapêuticos possuem excelentes poderes de aromaterapia que agem no físico e na mente durante o sono. É uma ótima alternativa contra os stress, insônia, cólicas, problemas respiratórios e enxaquecas. A mistura de algumas ervas criam um delicado aroma que acalma a mente e traz uma sensação de bem estar, proporcionando um sono tranquilo, relaxante e suave.

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O cheirinho pode ser de alfazema, eucalipto, camomila – que são fragrâncias que nos acalmam, nos refazem e são excelentes na hora de dormir. Há também outras ervas que podem ser utilizadas no travesseiro aromático, cada uma de acordo com sua necessidade. Abaixo, as ervas e suas respectivas funções terapêuticas:

Travesseiro de flores de Alfazema – Auxilia no tratamento da insônia, depressão, problemas respiratórios e enxaqueca. Calmante das emoções e da mente.

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Travesseiro de flores de Camomila– Ajuda no tratamento da depressão, TPM, insônia, irritabilidade, stress e medo.

Travesseiro de flores de Macela – Auxilia no tratamento da insônia, irritabilidade, stress e problemas digestivos.

Travesseiro de Alecrim – Ajuda no tratamento contra a depressão, desânimo e tristeza.

Como fazer um travesseiro aromático?

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Para fazer um travesseiro aromático, você precisará de alguns materiais:
  • Dois quadrados de tecido para costurar
  • Flores secas de camomila/alfazema/alecrim/macela (da sua escolha)
  • Linha e agulha
Com os dois quadrados de tecido, costure três dos lados, formando um envelope. Disponha as flores secas de camomila dentro deste tecido. Costure o quarto lado. Insira dentro da fronha. Retire e descarte quando não houver mais aroma.
Qual você escolheria?

Escalda-pés para relaxar

Depois de um dia inteiro de trabalho, tudo o que queremos é relaxar. Mas não pense que para isso você precisa de ajuda. A massoterapeuta Lôua Unger ensinou passo a passo de como preparar um escalda pés em casa. E o melhor, você mesma é a responsável por massagear os pés. Além de aliviar o cansaço do dia, o escalda pés ajuda você a desinchar as pernas e os pés. É uma ótima terapia para você aplicar durante a semana.

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“O pé é o nosso mapa do corpo. Precisamos cuidar dele, e a reflexologia podal é uma das melhores maneiras de tirar a tensão e a dor do corpo inteiro”, afirma Lôua Unger.

O escalda pés é uma prática milenar. A terapia ajuda muitas zonas do corpo, não só os pés. É uma ótima terapia para melhorar a circulação das pernas.

Aprenda receitas e prepare seu cuidado em casa mesmo:

Lavanda

Ingredientes

  • Água quente
  • 2 a 3 rodelas de laranja
  • Bolinhas de gude
  • 5 gotas de essência de lavanda

Junte todos os itens numa bacia e coloque os pés. Deixe por 10 a 15 minutos, usando as bolinhas de gude para massagear a sola dos pés.

Alfazema

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Ingredientes

  • Água morna
  • 4 colheres de sopa de sal grosso
  • 8 gotas de alfazema

Junte os ingredientes num recipiente até que o sal dissolva. Deixe os pés por 30 minutos. Enxugue e passe hidratante à base de manteiga de karité.

Chá de camomila

Ingrediente

  • 8 xícaras de chá de camomila

Despeje o chá numa bacia e mantenha os pés por 30 minutos. A camomila tem propriedades relaxantes.

Refresca-pés

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Ingredientes

  • Água em temperatura ambiente
  • 5 gotas de óleo essencial de hortelã ou folhas de hortelã maceradas com sal marinho

Ponha os pés na mistura por 10 a 15 minutos e sinta o frescor da hortelã. Em seguida, massageie com creme hidratante.

Esfoliante

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Ingredientes

  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 8 colheres de óleo de amêndoas

Junte o açúcar e o óleo e aplique a mistura sobre todas as regiões dos pés em movimentos circulares e para cima. Depois, retire com uma toalha úmida ou coloque os pés em água morna. Enxugue e passe hidratante com manteiga de karité, envolvendo os pés, em seguida, com sacos transparentes. Deixe o hidratante agir por 15 minutos, retire o plástico e faça uma automassagem. Remova o hidratante restante com uma toalha quente e úmida.

Fontes: Bolsa de Mulher e M de Mulher

Como usar os temperos? Aprenda a combinar as ervas aromáticas

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Conteúdo original Blog Bololo

Na cozinha, tão importante quanto escolher bem os ingredientes é saber combiná-los na medida certa. E, quando falamos em combinações e medidas nas refeições, entram em cena os queridinhos da culinária: os temperos ou condimentos.

Tecnicamente, podemos chamar de condimento (ou tempero) qualquer substância que é usada para dar sabor, aroma ou realçar o paladar de um prato. Entre os temperos mais utilizados estão as ervas, as especiarias, os legumes, o sal, entre outros.

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Em meio ao universo dos temperos, alho, sal e cebola são a trilogia básica usada para dar sabor aos alimentos. Porém, na hora de preparar uma refeição especial, o básico já não serve. Para aguçar ainda mais o paladar, é preciso inovar, trazer à tona novos sabores, incitar novas sensações. Para isso, é importante conhecer uma gama variada de temperos e saber quando usá-los e como combiná-los.

Como combinar?

O verbo temperar vem do Latim temperare, que significa “misturar corretamente, moderar, regular”. Na cozinha, escolher as combinações e quantidades corretas dos condimentos para cada tipo de alimento pode ser um verdadeiro desafio para o cozinheiro inexperiente.

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Por isso, antes de sair misturando tudo por aí, vale a pena conferir algumas dicas sobre quais temperos combinam com o tipo de comida que você pretende preparar. Com o tempo e a vivência na culinária, você desenvolve um paladar aguçado e adquire o chamado “bom-senso” na cozinha. Com essa habilidade, sem ter lido nada antes, você vai saber se um tempero combina com determinado alimento só de cheirar e provar. E a partir daí você mesmo acaba criando suas combinações, como um Chef profissional!

Para quem ainda não chegou nesse estágio, preparamos um guia básico de como usar as ervas aromáticas na cozinha. Pode se aventurar no mundo dos temperos sem perigo de errar!

O quê combina com o quê?

Hortelã: Seu aroma transmite frescura. É perfeita dar sabor e enfeitar sobremesas e bebidas de verão. Em carnes de cordeiro, peixes, aves e sopas de legumes acrescenta um sabor especial.

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Cebolinha: Seus talos são muito usados em pratos com ovos como omeletes e preparações com batatas em geral. Fica uma delícia polvilhada no arroz. A erva ainda dá um sabor especial ao queijo minas e ricota para sanduíches e canapés. Serve também como ingrediente base para os molhos verde e tártaro.

Coentro: Combina com refogados, peixes, mariscos, camarão, sopas e saladas.

Estragão: Possui um sabor muito parecido com o do anis, pela suas propriedades refrescantes. Fica ótimo em pratos à base de ovos, no frango, em saladas e batata.

Cominho: Muito usada em preparações com carnes, aves, sopas, queijos, pães e molhos. Combina com couve, arroz e recheios de legumes.

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Alecrim: Tanto o ramo quanto suas folhas podem ser adicionadas aos pratos. É um excelente tempero para carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes. Combina com preparações à base de batatas e molhos.

Manjericão: Muito presente na culinária italiana, mediterrânea e tailandesa. Combina perfeitamente com preparações que levam tomates, como saladas, molhos, sopas e sanduíches. Legumes como abobrinha, berinjela, abóbora e batata também ganham um toque especial com a erva. Alho, azeite e limão são condimentos que formam uma parceria incrível com o manjericão.

Louro: Muito versátil, combina com quase tudo. Suas folhas dão aroma ao feijão, caldos, molhos, batatas, cenouras, assados e refogados de carnes de porco, aves e peixes. Diferentemente de outros temperos, podem cozinhar por um tempo prolongado sem perder suas propriedades.

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Salsão: Muito popular na culinária asiática fica ótimo em saladas e aves.

Salsinha: Uma das ervas mais versáteis da culinária, a salsinha combina com tudo (mesmo). Se for a única erva que você tem na geladeira, não hesite em adicionar ao prato que você estiver preparando.

Sálvia: Combina bem com carnes mais gordurosas como porco, pato, ganso e vitela. Harmoniza muito bem com aves leves como peru e frango (na canja fica uma delícia!), carboidratos (pães, batatas, panquecas, polentas e massas) e queijos frescos.

Tomilho: De sabor acentuado é ideal para fugir da rotina. Combina com carnes de sabor forte. Dá um toque único em patês de carne e molhos que levam alcaparras, tomates, pimentão e anchovas.

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Orégano: Vai muito além da pizza! Dá um sabor especial a massas, molhos, vegetais assados, saladas e sopas. Tem muita afinidade com ovos, berinjela, champignons, pimentões, batatas e queijos (ricota, queijo minas e mussarela). Ainda tempera carnes, peixes e aves refogados.

Erva doce: Dá um sabor inusitado ao salmão e recheio de massas, além de ser muito usada no preparo de sobremesas.

Composições de ervas

Algumas combinações de ervas muito usadas na culinária são renomadas por harmonizarem perfeitamente. Vamos a elas:

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Cheiro-verde: Salsinha e cebolinha.

Bouquet Garni: Tomilho, louro, salsa, salsão e alecrim.

Ervas finas: manjericão, orégano, sálvia, tomilho, manjerona e alecrim.

Ervas de Provence: manjericão, manjerona, alecrim, segurelha, tomilho, flores de lavanda e louro em proporções diversas.

Dicas gerais:

– A maioria das ervas devem ser retiradas do prato no momento de servir.

– Sempre prefira a versão fresca das ervas ao invés da desidratada.

-Não compre em grandes quantidades, pois as ervas estragam rapidamente, perdendo sua cor e o sabor.

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– A maioria das ervas não deve ser cozida por muito tempo. É sempre recomendado acrescentá-las nos momentos finais da preparação dos pratos.

– Quando falamos de ervas e temperos em geral, menos é sempre mais. Um pouquinho do tempero já cumpre o papel de dar sabor e aromatizar o prato.