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O caminho certo

O carpinteiro

“Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas para viver uma vida mais calma com sua família. Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria.

O dono da empresa sentiu em saber que perderia um dos seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma casa como um favor especial.

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.
Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro e disse:
– Esta é a sua casa, é meu presente para você!

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado.
Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.

Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como um carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente!

Mesmo que tenha somente mais um dia de vida, esse dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado das atitudes e escolhas que você fizer hoje.”

Esquecer das coisas melhora nossa capacidade de tomar decisões

Conteúdo original Super Interessante

Deixar o que passou para trás e focar em coisas mais recentes é um exercício constante para nosso cérebro. Por conta dessa postura desapegada da central de comando é que você não se lembra do momento em que começou a andar – mas não esquece nenhum caractere da senha da conta bancária e se lembra de entregar um relatório para o dia seguinte.

O que pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, queriam descobrir era a influência disso em nossa capacidade de fazer escolhas e focar no que realmente importa. Segundo o estudo, publicado no jornal Neuron, nossa memória funciona não para que guardemos mais coisas durante o tempo, mas sim para tomarmos decisões mais inteligentes.

“Se seu cérebro se manter constantemente trazendo memórias conflitantes, isso torna mais difícil para você fazer uma decisão mais racional”, explica Blake Richards, um dos líderes do estudo.

Se nos lembrássemos com detalhes de todos os momentos da vida, teríamos de carregar memórias muito complexas. A tarefa do cérebro é simplificar essas memórias, fazendo com que fique apenas o necessário. Isso nos torna mais eficientes em fazer previsões e lidar com novas experiências.

Isso é vital para nossa adaptação em diferentes ambientes. Lugares que estão sempre em mudança fazem que precisamos nos lembrar menos. Para alguém que trabalha como caixa de supermercado, por exemplo, lembrar dos nomes dos clientes por alguns dias já está de bom tamanho. No entanto, um designer que está fechando um projeto com um grupo de clientes que encontra todo dia, tem a obrigação de levar seus nomes na ponta da língua.

A partir disso, os pesquisadores acreditam que coisas pontuais são esquecidas de forma mais rápida do que informações que temos de recorrer diariamente. Ou seja: se você não usa, você perde. E isso não é nem um pouco ruim – pelo menos no que diz respeito àquilo que você escolhe guardar.

Quem não sabe o que quer perde o que tem

Conteúdo original Obvius

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“Nossa vida é feita de escolhas, de planos e de metas que vamos tentando alcançar ao longo do tempo. Nesse caminho, embora não consigamos realizar muitos de nossos sonhos, vamos obtendo significativas conquistas que nos tornam melhores e mais felizes. Infelizmente, muitos de nós não percebemos nem valorizamos o que alcançamos, perdidos que estamos em meio a dúvidas sobre o que fazermos de nossas vidas.

Hoje, há muitas possibilidades e variados caminhos à nossa frente, para que possamos construir nossa jornada. As opções de áreas de trabalho, de cursos, universidades, campos de atuação ampliaram-se consideravelmente, tornando o leque de escolhas deveras extenso e, portanto, gerador de dúvidas quanto ao que seja melhor e mais adequado a cada um de nós.

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Da mesma forma, a internet nos possibilita diversificadas formas de interação com pessoas de diversos lugares, tornando possível o contato entre indivíduos que jamais se conheceriam tempos atrás. E, quanto maior for a quantidade de pessoas com quem interagimos, mais difícil também se torna escolhermos quem realmente ficará junto de nós, fazendo parte de nossas vidas.

Roupas, alimentação, bares, baladas, músicas, tudo parece possuir uma variedade tão grande de opções, haja vista os apelos midiáticos que nos cercam, que optar por um simples jantar acaba sendo, para muitos, um verdadeiro suplício. Infelizmente, esse contexto acaba por se tornar nocivo ao amadurecimento de nossas ideias, ao fortalecimento de nossas certezas quanto ao que e quem queremos para nós.

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Nem sempre estaremos seguros quanto ao queremos e nem sempre optaremos pelo que for o melhor e mais adequado para nossas vidas, pois é principalmente errando que somos levados a refletir e a repensar. Muitas vezes, as dúvidas abalarão as nossas verdades, transformando o certo em incerto, o sólido em arenoso, o para sempre em perecível. É assim que a gente cresce e passa a ter mais segurança sobre o que nos rodeia.

Mesmo assim, é necessário criar algumas certezas e fincar algumas raízes, lutando pela permanência do que nos faz bem e rompendo com tudo o que atrapalha a firmeza de nossas convicções. Sim, o amor pode acabar, a amizade pode ruir, o emprego pode azedar, os sonhos podem morrer, portanto, devemos também estar sempre abertos ao novo, à quebra de certezas, ao enfrentamento das dúvidas. Sempre bom lembrar que incertezas em demasia nos tornam incapazes de manter por perto aquilo que já é essencial ao nosso respirar. Nem tudo é descartável.

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Não poderemos guardar conosco os nossos tesouros, caso não estejamos dispostos a passá-los adiante, quando a vida e as circunstâncias os desvalorizarem. Porque o tempo sempre nos mostra o que nos emperra a vida, mesmo que seja aquilo que tanto prezávamos, bem como nos presenteia com aquilo que perdurará conosco, atravessando juntinho toda dor e cada alegria que teremos pela frente.”

Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

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De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

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Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

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Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.

Veja os 8 erros mais comuns cometidos por quem faz dieta

Conteúdo original de Minha Vida

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Por serem unanimidade entre quem vive tentando emagrecer, alguns comportamentos e alimentos adotados sem medo podem acabar prejudicando a sua dieta. Certas posturas exigentes ou permissivas demais devem ser avaliadas com cuidado. A nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem Estar Beatriz Botequio montou um guia com os erros mais comuns cometidos por quem quer perder peso e as orientações que podem fazê-la não cair nessas armadilhas.

Erro 1: achar que queijo branco é excelente para controlar o peso e substituir o queijo amarelo

Dica: uma fatia de 30g de queijo tipo minas tem 66 calorias, enquanto uma porção fina (15g) de mussarela possui 46. Por ter a fama de bonzinho, o queijo branco normalmente é consumido em pedaços maiores, ou seja, não é a melhor opção sempre. Além disso, não é necessariamente mais saudável, já que, como os outros queijos, é rico em gorduras saturadas, que podem aumentar o colesterol e comprometer a saúde do coração. Se preferir o queijo branco, escolha a versão light. Para variar, opte por uma fatia de mussarela de vez em quando. Ou ainda, por peito de peru misturado com uma colher de sopa rasa de requeijão light (40 calorias) ou de maionese light (29 calorias).

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Erro 2: cortar a banana do seu cardápio

Dica: a banana sempre levou fama de calórica. Mas você sabia que uma unidade média tem só 78 calorias? Além disso, ela é rica em fibras insolúveis, que driblam a fome e a produção excessiva de insulina. A banana ainda preserva a flora intestinal e contém vitamina B6, que alivia a TPM. A fruta também possui triptofano, que favorece a formação do hormônio da alegria e bem-estar, a serotonina.

Erro 3: reduzir o consumo de carboidrato somente à noite

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Dica: muitas pessoas pensam que comer alimentos ricos em carboidratos, como pão, arroz e batata, após às 18h é proibido. Realmente o metabolismo no período da noite apresenta menor atividade, mas o corpo continua funcionando até quando você dorme. Portanto, não há diferença se você consumir carboidrato de dia ou de noite, desde que ele esteja em quantidade adequada.

Erro 4: parar de tomar cerveja por acreditar que ela é culpada pela barriga saliente

Dica: O problema não é a cerveja, e sim a quantidade que se consome. A cerveja é calórica e se ingerida em excesso – algo que não é muito difícil de acontecer – pode comprometer o valor calórico diário do cardápio. Se tem vontade, tome com moderação.

Erro 5: exagerar no final de semana por pensar que esforço durante a semana é suficiente

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Dica: em um ano, os dias que compreendem os finais de semana somam 104. Se, em cada um desses dias, você incluir 100 calorias a mais da recomendação diária, no fim de um ano pode ter engordado 1,5 kg. Se o excesso for 1000 calorias, o prejuízo pode ser de 15kg. Agora que já sabe, não exagere tanto!

Erro 6: se entupir de produtos light

Dica: ser light não significa não ter calorias, açúcares ou gorduras. Significa ter calorias reduzidas pela diminuição de algum nutriente. Esses produtos ajudam a ficar dentro do limite calórico diário, mas não são sinônimos de sucesso garantido e precisam ser consumidos moderadamente.

Erro 7: comprar sempre pães integrais com grãos esperando que eles engordem menos

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Dica: eles são realmente saudáveis, devido a seus altos teores de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas do complexo B e fotoquímicos. Mas, na hora da escolha do pão, o importante é avaliar no rótulo a quantidade de calorias por porção e a quantidade de fibras, que deve ser de, no mínimo, 3g por porção.

Erro 8: beber muita água com sabor e suco de caixinha

Dica: as duas bebidas podem ser uma opção a mais para se hidratar. Porém, é importante também consumir água pura, que não tem calorias. Em relação aos sucos, é preciso observar no rótulo a quantidade de açúcar e procurar investir em versões light.