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O que é que tem em abril?!

Foto de Daniela Cunha

Chegou a primavera

“Sejamos como a primavera que renasce cada dia mais bela… Exatamente porque nunca são as mesmas flores.”

Clarice Lispector

Frutas típicas do outono

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Refrescantes e ricas em água, as frutas frescas são facilmente consumidas nas estações mais quentes. Por isso, nos meses mais frios o consumo desses alimentos costumam cair bastante. Somado ao hábito, a velha desculpa de que no outono e no inverno a fome, especialmente por doces e alimentos calóricos, aumenta.

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Ou seja, no outono e inverno a tendência é que a alimentação balanceada e saudável sejam deixadas de lado, o que não pode ocorrer. Afinal, esse hábito pode comprometer a boa saúde como contribuir para a aquisição daqueles quilinhos indesejáveis.

Segundo a endocrinologista do Delboni Medicina Diagnóstica, Dra. Myrna Campagnoli, é possível, sim, aproveitar as temperaturas mais amenas para cuidar da saúde e se alimentar bem. “Engana-se quem pensa que o outono não oferece boas opções para uma alimentação saudável, pois há muitas frutas próprias da época que podem ser consumidas sem medo”, afirma.

Para comprovar que dá sim para manter uma ótima alimentação durante os meses mais frios, a especialista lista sete opções saborosas e saudáveis das melhores frutas da estação para você incluir no seu cardápio.

Abacate

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Evita a fruta pelo alto teor de gordura? Não se preocupe, o abacate é rico em gordura boa que aumenta o colesterol bom e ajuda a combater o ruim. Esta propriedade ainda confere mais viço e elasticidade à pele. Outras vantagens da fruta, que pode ser consumida como sobremesa ou parte da salada, são a alta concentração de ferro e magnésio, além de vitamina C.

Banana

A fruta mais consumida pelos brasileiros é fonte de potássio, além de ser excelente para a saúde dos músculos e do coração. Além disso, seu alto valor calórico funciona como uma saudável fonte de energia.

Caqui

Com sabor adocicado e agradável, a fruta que é a mais cobiçada da estação cai muito bem como sobremesa e é pra lá de saudável. Apesar de doce, é pouco calórico e fonte de ferro, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Suas principais vantagens são a saúde da pele e dos olhos.

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Carambola

Altamente hidratante e com poder diurético, a fruta deve ser evitada por pessoas que têm problemas renais. Mas se este não é seu caso, aproveite o alto teor de vitaminas A, C e do complexo B contidos na carambola.

Figo

Fonte de zinco e fibras, o figo contém alto teor de antocianidina, substância de poder antioxidante presente em alimentos de coloração roxa. No entanto, a fruta deve ser consumida com moderação devido ao alto índice glicêmico. Outra dica bacana é optar pela frutas orgânicas, já que as produzidas em larga escala têm grande concentração de agrotóxicos em sua casca.

Goiaba

Seja na variedade vermelha ou branca, a goiaba possui alta concentração de cálcio, fósforo e ferro, além de muita fibra. E o melhor: contém pouco açúcar e gordura. A fruta é ideal para cuidar da saúde dos dentes e dos ossos, além de ser benéfica para o coração.

Tangerina

Rica em vitamina C e vitamina A, o suco de tangerina é um ótimo aliado contra gripes e resfriados. Mas, assim como a laranja, é preciso ser consumido com moderação devido ao alto teor de açúcar.

Pêssego: sabor e saúde com a cara do verão

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Conteúdo original Bolsa de Mulher

Esta fruta é uma das mais consumidas no mundo, mas quando se fala de pêssego, quais os benefícios para o corpo? Com seu sabor agradável o pêssego é uma excelente fonte das vitaminas C, A e B. Também possui muito potássio, sódio, fósforo e catotenóides. Todavia, há que comê-los crús. Cozidos, ou enlatados, perdem a maioria de suas propriedades naturais, ou medicinais.

É uma das frutas mais recomendadas por nutricionistas para aqueles que querem perder peso, pelo seu baixo teor de calorias, e por sua atuação no organismo como laxante/diurético natural. Outra vantagem para o corpo quando se come pêssego, é a ativação que faz dos sucos digestivos, o que resulta numa verdadeira limpeza dos rins e vesícula biliar.

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Vitamina A e o potássio, em conjunto, auxiliam na contração do músculo cardíaco, fazendo do pêssego uma ótima opção para quem faz exercício físico regularmente.

Também melhora a visão, restringe doenças gastrointestinais, proporciona energia e força muscular, além de ativar as defesas naturais para evitar doenças que atacam a pele.

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O consumo regular de pêssego tem, ainda, outro grande benefício. Por causa da vitamina C, cumpre papel importante no processo de absorção do ferro, o que previne doenças respiratórias, sangramento da gengiva, e uma melhora da saúde do sangue, além de fazer com que o corpo reaja de forma rápida na cicatrização.

E quem nunca ouviu a máxima “quer ter pele de pêssego”? Essa crença não parte somente da textura aveludada da pele do próprio pêssego. É baseada no fato de que o pêssego retarda o envelhecimento, pois é um dos melhores antioxidantes entre as frutas, nutrindo o organismo com beta-caroteno, vitaminas C e B12.

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O efeito antioxidante do pêssego anula a ação dos radicais livres. Na prática, a ingestão do pêssego inibe o desenvolvimento do câncer, da catarata e da doença de Alzheimer, entre outras degenerativas. O potássio regula a pressão arterial, reforça o sistema nervoso, e o fósforo reduz os estados de estresse, ansiedade e fadiga.

As propriedades desta fruta são maximizadas quando consumida junto com o mel. Coma pelo menos um pêssego por dia, com uma colher de sopa de mel, e estará consumindo um excelente remédio natural preventor de doenças, e fortalecedor do sistema imunológico.

Chegou o inverno!

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Tempos de se aquecer, ficar juntinho e cuidar para passar ileso das malezas temporais!

A gente só deseja que o seu coração se mantenha sempre aquecido e que seja uma estação de união, harmonia e transformação.

Por aqui vai pipocar receitinhas bem gostosas e típicas da estação para lhe preencher de bem-estar e aconchego.

Congelar mantém tudo fresquinho e a mão. Aprenda técnica para hortaliças

Com a correria e a loucura do dia-a-dia, fica difícil variar o cardápio e a gente acaba comendo o que tem de preparo mais fácil e rápido. Tem o trabalho, as crianças na escola, os compromissos e o cansaço. Para evitar o estresse e manter a geladeira abastecida por um bom tempo, congelar os alimentos pode ser uma saída prática e amistosa.

O congelamento é um caminho para a economia, uma vez que te possibilita comprar grandes quantidades dos produtos da estação (já viu nosso post sobre a lógica sazonal? Veja AQUI) pagando barato e conservando no freezer para quando precisar.

No entanto, congelar ainda é uma técnica que intriga muita gente. Seja por uma experiência que não deu certo, seja pelo medo do desconhecido. Mas, calma. A maioria congela bem, de frutas a molhos e massas. O segredo está no cuidado especial para cada tipo de alimento.

Hortaliças

Por serem mais sensíveis às altas temperaturas, as hortaliças exigem um tratamento específico antes do congelamento para preservar a cor, o sabor e a textura. É o chamado branqueamento.

Branqueamento é um processo de conservação que consiste na imersão dos alimentos por um determinado tempo em água fervente, uma espécie de pré-cozimento curtinho. Ele serve para inativar as enzimas que podem estragar os alimentos, protegendo-os.

Além das hortaliças, também é muito comum branquear frutas e carnes que se pretende congelar. O procedimento é simples:

Use 3 litros de água fervente com 2 colheres de chá de sal para cada 500 gramas de hortaliça.

Modo de preparo: Apare as pontas da hortaliça e corte-as em pedaços pequenos. Mergulhe-as na água fervente já salgada. Deixe a água voltar ao ponto de fervura e aí sim comece a contar o tempo de cozimento. Depois escorra as hortaliças e passe em água fria, para cortar o cozimento e evitar que passem do ponto. Embale-as em sacos ou recipientes e congele.

O tempo de cozimento é variável de acordo com a hortaliça. Veja na tabela abaixo qual a preparação e tempo necessários para cada uma:

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Dicas

  • Para evitar desperdício, congele os alimentos em porções, de modo que você descongele apenas o que precisar.
  • Congele rapidamente, mas descongele os alimentos devagar.
  • Nunca volte a congelar um alimento já descongelado.
  • Ao comprar carne ou peixe par congelar, verifique se já não foi congelado antes.
  • Utilize etiquetas nos recipientes com o conteúdo e a data do congelamento. Arrume os alimentos para que os mais antigos fiquem na frente do congelador, para serem usados primeiro.
  • Use os alimentos até 2 ou 3 meses depois de congelar.