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10 segredos dos ‘antes e depois’ mais incríveis do Instagram

Conteúdo original de M de Mulher

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“Tirar fotos depois do treino!” Essa é a resposta de Kayla Itsines quando perguntamos o que fazer para não desistir depois de algumas semanas suando o top. E funciona! Com 3,5 milhões de seguidores em seu perfil no Insta (@kayla_itsines), a australiana publica todos os dias imagens da verdadeira transformação no corpo das mulheres que praticam o programa de exercícios criado por ela – e são inacreditáveis! Quer descobrir outras táticas da profissional para chegar lá? A gente conta aqui.

1 #FOCO

A sua versão 2.0 só virá com consistência. Isso significa ficar firme nos exercícios e também na alimentação. Eu sugiro fazer mudanças de verdade, porém aos poucos. Com persistência, você vai perceber que o seu corpo, naturalmente, transformará o hábito em um novo estilo de vida, que você não vai querer abandonar.

2 TEM QUE COMER

A mania – péssima! – de pular refeições priva o seu organismo de energia. Comer direitinho, durante todo o dia, sem excluir nenhum grupo alimentar, vai garantir que você tenha pique para encarar a sua rotina sem que a sua saúde (como o nível de açúcar ou hormônios) seja afetada.

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3 PRE-PA-RA

E não só as suas próprias refeições. Deixar a bolsa do treino pronta na noite anterior reduz as chances de faltar pela manhã. Planejar o exercício antes de começá-lo também é uma boa, pois faz com que você separe o tempo certo para completá-lo.

METAS NO PAPEL

Escrever os seus objetivos e dar uma olhadinha neles quando bater um desânimo é um truque perfeito para se lembrar do porquê de ter começado e se inspirar para continuar.

5 HIDRATAR NUNCA É DEMAIS

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Repor os líquidos que você perde treinando é essencial. Beba muita água o dia inteiro. Eu adoro misturá-la com limão ou outras frutas para deixar um sabor gostoso.

6 MAIS INTENSIDADE, MENOS TEMPO

Trabalhe eliminando todos os minutos que você perde na troca de exercícios durante o treino. Assim, os batimentos permanecem acelerados e você vai malhar em alta intensidade por um período consistente de tempo maior – fazendo a atividade valer mais a pena!

7 TROCAS ESPERTAS

Comer de maneira saudável não significa nunca mais aproveitar os seus pratos favoritos. Você ficaria surpresa com a quantidade de alternativas fit possíveis para as tranqueiras que amamos! Por exemplo, em vez de pedir uma pizza trash, faça uma em casa com massa integral, frango, abóbora e queijo de cabra. Troque carnes processadas, como presunto e salsicha, pelas magras, como frango. Se você ama massas, escolha um molho à base de tomate no lugar do creme de leite.

8 ALONGAR SEMPRE

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Ouça o seu corpo e tente incorporar um tipo de reabilitação na sua rotina. Como? Incluindo alongamentos antes e depois dos treinos. Além de prevenir lesões, vai melhorar a sua flexibilidade e também diminuir o risco de dores musculares pós-treino.

9 PESSOAS POSITIVAS SÃO MAIS LEGAIS

Eu A-M-O que as mulheres encorajem umas às outras a continuar firmes e fortes para atingir suas metas. Converse com alguém online que esteja passando pelo mesmo momento ou marque de treinar com uma amiga. O apoio de pessoas que estejam atrás de resultados parecidos vai deixar você motivada a continuar no novo estilo de vida saudável.

10 TREINOS VARIADOS

Se você começar a ficar entediada enquanto se exercita, mude a atividade. Experiência própria: incorporar vários estilos de treino ajuda a atingir melhores resultados em todas as áreas do seu corpo. Além disso, ter muitos exercícios diferentes é ótimo para manter essa hora do seu dia sempre animada.

Inspire-se em quem já seguiu o plano de Kayla e transformou o corpo:

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Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

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De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

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Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

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Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.

Repense seu mp3 com o Reclassified, de Iggy Azalea

Já percebeu que às vezes a gente se prende em um único estilo ou tipos musicais? Não se permite ouvir sons diferentes e até fica meio entediado?! Pois nossa resenha veio para ampliar seus horizontes. Falaremos do disco Reclassified, da rapper Iggy Azalea.

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Não se assuste, nem torça o nariz. Mesmo que o rap não esteja entre os seus ritmos musicais preferidos, vale a pena considerar esse trabalho da Iggy. O rap feito por ela é mais comercial, mais digesto, distante do tradicional feito pelos veteranos, como Jay-Z e Kanye West, e até mesmo das produções brasileiras.

O Reclassified é uma é uma reedição do primeiro álbum que tornou a Iggy Azalea conhecida, o The New Classic, porém, mesclando cinco novas faixas com colaborações de peso. A mais esperada foi a parceria com a artista pop/eletrônica Ellie Goulding, em “Heavy Crown”:

Outra participação incrível foi a da diva Jennifer Hudson, na faixa “Trouble”, em um hit mais dançante e divertido:

Mesmo fugindo um pouco dos padrões com letras e músicas que atendem mais ao gosto popular, Iggy manteve as raízes que a inspiravam em “Change Your Life”, em parceria com o T.I.:

Para quem ainda não conhece nada da Iggy, ela é australiana e migrou para Miami, nos Estados Unidos, sozinha, ainda muito nova, aos 16 anos de idade. Para conseguir sobreviver e alcançar o seu sonho americano, ela fazia serviços domésticos e limpezas em geral, em hotéis e casas de família. E é justamente essa experiência e suas dificuldades que ela canta na faixa “Work”:

O relacionamento ruim e mal resolvido, a volta por cima, a afirmação e a valorização feminina são retratados em “Black Widow”, que também conta com mais uma colaboração, da britânica Rita Ora:

A música mais animada encerra o disco, como uma surpresinha final, que tende mais ao pop/dance do que ao rap. É a excelente “Bounce”:

E, claro, a faixa que projetou Iggy, e também ajudou muito na divulgação do trabalho da Charli XCX, nas paradas de sucesso, não poderia ficar de fora.

O interessante do Reclassified é ser um álbum bastante dinâmico. Ele mistura músicas mais agitadas, com outras menos, letras que contam histórias, falam de relacionamento, autoafirmação, feminismo, conquistas, motivação etc. O que o torna um conjunto bem legal para ouvir durante a atividade física (corridas, caminhadas, corda e exercícios de força casam super bem), no trânsito, fazendo faxina e por aí vai. E então? Ficou animado para colocar um pouco de rap na sua vida?