Mesmo no frio, excesso de sono pode ser sinal de alerta

Conteúdo original Revista Suplementação

Que o frio do inverno faz um convite irresistível para uma cama quentinha e um filme, todo mundo sabe. No entanto, a vontade permanente de querer dormir ou até mesmo de ficar deitado pode ser um alerta emitido por nosso organismo. Quem dá o aviso é o médico Theo Webert, que atua em nutrologia e qualidade de vida.

Segundo ele, é normal sentir vontade de se jogar na cama depois de um dia todo fora de casa, mas todo o excesso precisa ser bem observado. “Sentir aquela fadiga incompreensível por vários dias consecutivos é sinal de que algo não vai bem com sua saúde. Quando digo saúde, me refiro tanto a saúde física como mental”, afirma.

O especialista elenca que sedentarismo, desequilíbrio hormonal, má alimentação, estresse e sono acumulado são alguns dos problemas que contribuem para o cansaço. “Se não tratado, pode provocar baixa autoestima, enxaquecas e até outras doenças no organismo como psoríase e gastrite,”, revela.

A alimentação bem regulada é, para o médico, a melhor alternativa para despistar e evitar sintomas da fadiga. “O grande segredo de nosso corpo é respeitá-lo e isso começa com uma dieta saudável, que reequilibre nossas funções vitais, valorizando sempre a alimentação rica em frutas e verduras frescas”, lembra.

Além disso, continua, praticar exercícios físicos e relaxar pode não só ajudar como também prevenir o problema. “Em todo caso, sempre é bom procura uma avaliação médica, já que cada corpo é um universo”, ressalva.

Fonte: Theo Webert

Sacie a fome e diminua a ansiedade

Conteúdo original Bons Fluídos

Comer compulsivamente em momentos de angústia e ansiedade é uma prática muito comum. Não há uma fórmula mágica para resolver esse tipo de compulsão, mas escolher os alimentos que serão devorados nesse momento é essencial.


“Café, Coca-Cola, chá preto devem ser evitados nessas ocasiões. Já todos os alimentos crocantes, como cenoura e frutas bem firmes, têm efeito anti-estresse, pois mastigar relaxa. Outra forma de se tornar menos ansioso é nunca fazer as refeições em menos de 20 minutos. Pois esse é o tempo de que o corpo precisa para ter a sensação de saciedade. Comer rápido dificulta a digestão e alimenta o círculo vicioso da ansiedade”. Ensina Karim Khoury, terapeuta holístico especialista em emagrecimento.

“Ingerir alimentos pesados demais antes de enfrentar situações estressantes aumenta a ansiedade. Antes de uma prova, evite massas, carnes gordurosas e feijoada. Alimente-se com vitamina de frutas com laranja, cenoura, mamão, iogurte, mel e aveia. É nutritivo, de fácil digestão e não engorda”, indica.

Dores causadas pela pressa: saiba quais são e como evitá-las

Conteúdo original Minha Vida

Quando nos vemos diante de um evento estressante, como uma mudança de trabalho, uma doença de parente ou uma viagem cansativa, é mais fácil perceber como o corpo sente. Mas fatores que enfrentamos no nosso cotidiano também influenciam.

Vivemos com pressa e esse corre-corre tem um preço. Ficamos tensos para acordar e não perder um compromisso, chegar ao trabalho na hora, entregar o trabalho a tempo e assim por diante. Tudo começa com um pequeno desconforto, depois vem uma dorzinha aqui e outra ali, dia sim e dia não até os sintomas se tornaram constantes e repetitivos.

Como o corpo reage à agitação diária

A pressa aciona o sistema nervoso simpático para que o corpo possa responder aos estímulos mais rapidamente. Para o cérebro, esse é o mesmo mecanismo que acionamos involuntariamente quando estamos em uma situação de perigo, preparando o corpo para fugir ou lutar, liberando cortisol e adrenalina pelas suprarrenais. São elas que aceleram batimentos cardíacos e respiração, aumentam a pressão arterial e contraem os músculos.

Essa é uma reação que deveria ser passageira, mas que acaba se tornando corriqueira pela agitação diária. Essa sobrecarga tem consequências que podem ser passageiras ou se tornarem crônicas se continuarmos com esse mecanismo ativo por muito tempo.

O excesso de hormônios acaba sendo tóxico. O cortisol, por exemplo, faz com que armazenemos triglicérides, gordura que altera a insulina e essa resistência pode levar ao diabetes. Você já viu quantas pessoas têm diabetes no mundo? E quantas vivem apressadamente?

O mecanismo ainda diminui a função dos leucócitos, que são as células de defesa, podendo deixar a porta mais aberta para vírus e bactérias.

As liberações repetidas dos hormônios do estresse inibem a liberação de serotonina, substância que ativa os sentimentos de bem-estar. Outros efeitos podem estar associados como o aumento no risco de derrame, alta incidência de dor de cabeça, insônia, mais sensibilidade à tensão pré-menstrual, diminuição do desejo sexual e até impotência temporária.

Disfunções da tireoide, que podem causar variações de peso, problemas de pele, diminuição do desempenho cognitivo, problemas gastrointestinais e até desatenção, quem já não se pegou mais distraído por conta da pressa, não é mesmo? E com a distração surgem quedas e torções. Os ossos ficam mais fracos e os músculos se tornam mais rígidos. A dor nas costas mais comum, chamada de miofascial, ocorre com frequência em quem vive com a agenda lotada. Ou você nunca esbarrou com alguém que está se queixando de ter um nó muscular em uma área que acumulou tensão?

Se por longo prazo, o cérebro se acostuma a receber esses impulsos e, mesmo que o problema já tenha sido resolvido, a dor persiste, é preciso fazer um tratamento para desacostumar o cérebro da dor.

Mudança de hábitos

Mas você pode mudar esse processo e evitar as dores crônicas e os outros efeitos do corre-corre sobre o organismo. É preciso se conscientizar já nas primeiras reações do corpo.

Se desconfortos, como dores na coluna, na cervical e dor de cabeça, já estão mais frequentes é fundamental mudar hábitos para melhorar a qualidade de vida. Comece adotando medidas simples, mas que podem fazer muita diferença:

  • Diminua a ingestão de alimentos que excitam, como o café e o chocolate

  • Reserve um tempo todo dia para fazer uma atividade prazerosa, sem celular na mão, sem redes sociais conectadas

  • Planeje seu dia com intervalos maiores entre as atividades

  • Se tiver a oportunidade, tire uma soneca de 20 minutos, ou simplesmente relaxe o corpo, no meio do dia.

Viver melhor é viver sem dor!

Músicas que vão acabar com a sua ansiedade

Conteúdo original Pequenas Empresas, Grandes Negócios

música pode ser uma grande aliada de pessoas que precisam chegar a um determinado estado de espírito: dependendo da playlist, dá para ficar mais acordado, concentrado e feliz ou menos ansioso.

Com o objetivo de ajudar pessoas que sofrem com a ansiedade, a Mindlab, consultoria britânica especializada em soluções em neurociência para empresas, resolveu criar a lista de músicas perfeitas para resolver este problema.

Para escolher as canções, segundo a “Inc.“, a Mindlab fez uma bateria de testes com grupos de voluntários. Na pesquisa, eles eram orientados a resolver problemas de lógica enquanto ouviam músicas. Todos estavam conectados a sensores.

Algumas das músicas tocadas diminuíam a intensidade da região do cérebro que funciona mais em situações de estresse e ansiedade e, segundo a Mindlab, facilitavam a resolução dos desafios.

A canção mais eficaz contra a ansiedade, que reduziu em média 65% da ansiedade dos participantes do experimento, é “Weightless”. Composta pelo grupo Marconi Union, a música teve a colaboração de terapeutas para ser feita. O compasso lento e o fundo de tons graves diminuem os batimentos cardíacos e os níveis de cortisol, o hormônio do estresse e da ansiedade, na corrente sanguínea, de acordo com a consultoria.

Confira abaixo “Weightless” e as outras canções mais eficazes contra a ansiedade, segundo a Mindlab 🎧 :

Resiliência: você sabe para que serve?

Conteúdo original Minha Vida

Você já ouviu falar sobre resiliência? A resiliência é considerada um aspecto psicológico que pode ser entendido como sendo a capacidade que o indivíduo tem para:

  • Lidar com problemas
  • Superar obstáculos
  • Responder com equilíbrio a situações adversas
  • Manter-se sereno em momentos de estresse.

Toda ação deve ser feita sem que esses fatores externos negativos desequilibrem o bom andamento da vida. Para que isso aconteça é preciso que o indivíduo tome decisões adequadas sem ser afetado pela tensão externa ou interna. A força emocional individual se mantém. Quem é resiliente se sente capaz de enfrentar as adversidades sem perder o foco nos seus objetivos e bem-estar.

As características são muito positivas e as mais comuns de quem é resiliente são:

  • Rápida tomada de ação
  • Adaptação
  • Criatividade
  • Menor vulnerabilidade ao medo de errar e mais força na certeza que será capaz de lidar com as consequências de suas escolhas

  • Confiança em si próprio
  • Domínio das emoções e da própria vida.

É possível se tornar resiliente?

Algumas pessoas são consideradas naturalmente resilientes. Mas isso não tão simples assim. A grande verdade é que quem tem essa sábia habilidade, foi ao longo dos anos se desenvolvendo para isso, mesmo que de forma inconsciente. Vou dar um exemplo: se uma criança é criada por pais resilientes, aumenta sua chance de desenvolvimento nesse aspecto, por observação, repetição de padrão e aprendizado.

Mas não se preocupe, se seus pais não são resilientes, você ainda tem tempo não só de aprender a ter excelência nisso, como até mesmo, ensiná-los a serem pais resilientes, caso essa seja da vontade de todos envolvidos.

Quem é capaz de administrar as emoções mais facilmente, consegue superar as dificuldades de forma rápida e eficaz, a consequência disso é encontrar harmonia e equilíbrio na vida. Talvez você esteja se perguntando: será que alguém que não consegue administrar as emoções é capaz desenvolver resiliência? Sim, é perfeitamente possível. Segue algumas dicas e orientações:

1) Consiga desenvolver e treinar seu foco de atenção – para onde vai sua energia quando você precisa resolver algo na vida? Observe seus pensamentos. Você está enxergando o problema ou a solução? Habitualmente onde está sua atenção e pensamento? Como exatamente você faz o que faz?

2) Melhore sua capacidade de compreensão do outro – desenvolva empatia, sintonia, criação de aliança com as pessoas a sua volta – saber colocar-se no lugar do outro e com isso, estabelecer vínculos sociais. Você ouve o que as pessoas falam? Você se importa com o próximo? Sabe entender as necessidades alheias? Consegue se colocar no lugar de outra pessoa respeitando o mundo, valores e aprendizados diferentes dos seus? O que é capaz de perceber diferente quando faz essa mudança de perspectiva?

3) Coloque sua energia no controle emocional e no controle dos impulsos – perceba que você é capaz de autocontrole e disciplina. Se esse é um ponto importante para o seu aprendizado, invista em cursos, terapia, sessões de coaching, livros, vídeos, e assuntos que possam agregar diretamente sobre esse tema. Prosperar na vida requer dedicação, planejamento e tempo. Use seu tempo a seu favor.

4) Desenvolva criatividade para responder aos estímulos negativos – que suas escolhas sejam livres de repetições passadas e negativas. Você não precisa ficar eternamente preso no mesmo padrão de resposta que não te agrada.

5) Cultive a positividade – acredite que as coisas vão melhorar e aja nessa direção. Não espere o futuro trazer as respostas. Use o seu presente para construir aquilo que depende de você.

6) Ponha em prática o conceito de 1/3:

  • 1/3 depende de você
  • 1/3 depende do outro
  • 1/3 depende do acaso.

Faça seu 1/3 bem feito. Tenha certeza que sua parte foi executada da melhor forma possível. E que se tem algo que não depende de você, saiba encontrar ajuda e orientação necessária.

7) Explore e aumente sua capacidade de análise – seja da situação como um todo, de pontos específicos, tomada de decisão e ação – ser apto a entender os problemas, sua gravidade, impacto, consequência e possíveis estratégias de solução.

8) Supere-se – se você tem alguma “trava”, crença limitante de sucesso e bem-estar, medo, insegurança, ansiedade, etc, encontre caminhos para amenizar, suavizar e principalmente curar-se para viver em harmonia e bem estar.

Você pode seguir as dicas desse artigo para o seu crescimento pessoal e criar novas formas de superação e desenvolvimento das suas habilidades. Havendo interesse busque ajuda especializada. Você pode se beneficiar através de atendimento individual com sessões de coaching, EMDR, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL), técnica de terapia breve, etc.

Toca aquela, DJ: 7 músicas que elevam a saúde ao máximo

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

“A razão principal pela qual a frase ‘sexo, drogas e rock and roll’ existe é porque todas essas coisas estimulam centros de prazer no cérebro”, diz Andrew Knight, professor assistente de musicoterapia na Universidade Estadual do Colorado (EUA). E agora nós temos a ciência para provar a parte do jargão que diz respeito à música: estudos recentes mostraram que ouvir tipos específicos de sons oferecem benefícios para o corpo e para a mente. Seja para diminuir seu lapso de atenção ou acalmá-la em um dia tenso, essas sete músicas irão elevar sua saúde ao máximo. Aperte o play. Sinta-se bem. Repita.

Gwen Stefani – Me Without You

Dê o PLAY para curar o mau humor

Ouvir a música em que a cantora conta como está chateada com seu ex-marido quando você está triste? Boa ideia – mesmo. Letras e melodias que ecoam seu estado emocional validam seus sentimentos – o primeiro passo para se sentir melhor. “Isso pode facilitar o modo como você se expressa. É como se sentir ouvida ou ter alguém falando com você”, diz Tereza Alcântara, professora de musicoterapia da Universidade Federal de Goiás. Se você está passando por um término brutal, desabafe com essa música. Depois, quando seu humor melhorar, escute algo mais positivo – tente a “Make Me Like You”, música na qual Gwen fala da sua felicidade com o novo namorado – para deixar sua tristeza para trás de vez.

Brian Eno – Ambient 1: Music for Airports

Dê o PLAY para acabar com o estresse

Deitar-se em uma sala silenciosa com uma música ambiente tocando ao fundo e focando apenas em sua respiração é tão eficaz quanto receber uma massagem – mas por um preço muito menor. Uma hora de qualquer uma das duas pode baixar seu nível de ansiedade em 40%. Pratique isso com sua música instrumental relaxante favorita, como uma desse álbum do Brian Eno, por cinco minutos por dia e, eventualmente, o som vai remeter você a essa sensação menos estressante a qualquer momento em que você botá-lo para tocar. “A música se torna um gatilho para o seu cérebro fazer aquilo com o que você o associou”, diz Knight. Nesse caso: relaxamento.

Tegan and Sara – Boyfriend

Dê o PLAY para ser criativo

Tocar músicas novas (ou pelo menos novas para você) pode manter seu cérebro funcionando no trabalho. Sua cabeça se concentra melhor quando não está entediada ou superocupada. Quando você escuta músicas que já conhece, “o cérebro fica passivo, porque ele sabe onde a música está indo”, diz Knight. Sons menos familiares fazem sua mente alternar entre o trabalho e a música, o que distrai você o suficiente para quebrar o seu padrão de pensamento, colaborando com a criatividade enquanto a mantém longe de perder o foco, ao mesmo tempo.

Eric Clapton – Wonderful Tonight

Dê o PLAY para reprimir a dor

Pesquisas mostraram que a música pode ajudar na distração de incômodos pós-cirurgia. Quer acabar com suas dores de cabeça ou nas costas? Escolha uma canção que evoque uma memória vívida e feliz (como o seu casamento, onde você dançou com o seu pai ao som de Clapton; ou as festas da faculdade onde você requebrou ao som de “Whisky a Go Go”, do Roupa Nova). Os centros de prazer e recompensa do seu cérebro irão responder como se você tivesse voltado a esses momentos alegres ao lançar um fluxo de neuroquímicos analgésicos, como a dopamina e a oxitocina.

Yo-Yo Ma – Unaccompanied Cello Suite No. 1 in G Major (Bach)

Dê o PLAY para garantir um sono mais leve

Músicas relaxantes podem empurrá-la para o mundo dos sonhos assim como qualquer cantiga de ninar. Estudos mostram que escutar 45 minutos de uma relaxante música clássica antes de dormir ajuda insones a adormecerem, possivelmente porque diminuíram suas frequências cardíacas e respiratórias. Se você não gosta de Bach, tente The Piano Guys, que fazem versões mais calmas de tons pop, como “Titanium”, do David Gueta (feat. Sia). Coloque para tocar, apague as luzes, entre debaixo do lençol e pegue no sono.

Lana Del Rey – Cruel World

Dê o PLAY para acelerar a recuperação pós-treino

Sua playlist de treino só tem Beyoncé? Nós compreendemos totalmente. Mas considere colocar de cinco a 20 minutos de melodias mais melosas no fim da sua playlist. Músicas que têm cerca de 60 a 80 batidas por minuto (bpm) abaixam a pressão sanguínea e os níveis de cortisol, que ajudam seu corpo a se recuperar mais rápido, segundo Costas Karageorghis, autor do livro Applying Music in Exercise and Sport (não disponível no Brasil). Escute enquanto se alonga gentilmente ou se acomoda durante a shavásana.

Rihanna (feat. Drake) – Work

Dê o PLAY para ter um sexo quente

Sons ajudam você a se acalmar – e a ser acalmada. Casais que escutam música em casa reportaram fazer 67% mais sexo do que aqueles que não. Pesquisas mostraram que cantar juntos gera o mesmo laço de intimidade gerado durante o sexo. “A música envolve o lado afetivo. Escutar com alguém pode gerar memórias prazerosas para as duas pessoas, já que aquele som evoca o momento em que passaram juntos escutando-o”, diz Tereza. Ou seja: você + o seu parceiro + Rihanna + Drake = hora do sexo.

Motivos para fazer musculação para o resto de sua vida

Conteúdo original Boa Forma

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Os exercícios de resistência — musculação, peso livre, ginástica localizada com carga e ioga, entre outros — são tão importantes para a saúde quanto caminhar, andar de bicicleta e nadar. Surpresa? Apesar de a afirmação acima ter o aval da comunidade científica mundial, a musculação ainda é vítima de ideias preconcebidas. Uma das mais persistentes diz que a prática não é segura. “Pesquisas feitas por universidades de ponta nos Estados Unidos provam que os exercícios com peso bem orientados trazem benefícios para todo mundo, de adolescentes a pessoas com mais de 90 anos”, afirma José Maria Santarem, coordenador do Centro de Estudos em Ciências da Atividade Física (Cecafi), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Além de ficar com um corpo muito mais bonito, a sua saúde será amplamente recompensada:

1.Você vai ficar mais bonita
São os músculos que dão forma ao nosso corpo, já que a gordura, o outro tecido de preenchimento de que nós dispomos, é disforme. Modelar o corpo é sinônimo de trabalhá-los. As mulheres que exibem um corpão sabem muito bem disso! O bumbum fica redondinho, as coxas roliças, a barriga durinha… O curioso é que eles crescem para se defender de uma agressão, como explica Santarem: “O exercício produz enzimas que destroem as proteínas do próprio músculo. O processo de recuperação, porém, tende a superar o desgaste para evitar futuras privações”. A natureza é generosa: repondo um pouco mais do que foi gasto, faz aumentar o volume daquele tecido.

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2. Você vai ficar mais forte
Aumento de tamanho de músculo é igual a aumento de força. Mas não é só isso. Ela não depende apenas do volume, mas da capacidade de o cérebro recrutar o maior número possível de fibras musculares para, por exemplo, você levantar uma mala do chão. As fibras estão lá, nos músculos, mas o sistema nervoso que os comanda pode não convocá-las da melhor maneira. Ao treinar, você estará exercitando não só o corpo mas também seu cérebro, que fica mais eficiente no comando da massa muscular.

3. Você vai ficar com o coração mais saudável
A versão clássica de que apenas as atividades aeróbicas são benéficas para a sua saúde cardíaca foi por água abaixo. A musculação treina o coração para esforços intensos, enquanto a aeróbica o prepara para atividades suaves e prolongadas. Um trabalho científico documentou que quando a pessoa fortalece os músculos, a frequência cardíaca e a pressão arterial sobem menos com o esforço. “Qualquer exercício evita doenças nas coronárias”, conclui Santarem.

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4. Você vai ficar mais flexível
Sair do banco de trás de um táxi de duas portas fica mais difícil com o tempo. Aqui também a musculação é uma ótima aliada. Um estudo recente mostrou que há eficiência no treinamento com peso para aumentar também a flexibilidade.

5. Você vai ficar com ossos mais resistentes
A musculação estimula a produção de células ósseas. Não é à toa que ela tem sido utilizada no combate à osteoporose. Atividades de impacto, como corrida e step, também oferecem esse benefício. Os exercícios com peso, se bem orientados, são mais seguros para as articulações.

6. Você vai ficar com uma postura melhor
Ao desenvolver a musculatura, você melhora a postura, já que são os músculos que sustentam os ossos. É por isso que pessoas muito magras ficam curvadas, mesmo sendo jovens. Não é só uma questão estética, mas também de saúde. Uma pesquisa feito nos Estados Unidos esclareceu que o trabalho com peso é a melhor forma de tratamento na maioria dos casos de dores nas costas.

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7. Você vai ficar com a autoestima lá em cima
Estar mais bonita, ágil e saudável são fatos que contribuem para elevar a sua autoconfiança e fazer com que você se sinta bem consigo mesma. O melhor de tudo: os benefícios estéticos obtidos são rápidos.

8. Você vai ficar jovem por mais tempo
Aqui a natureza é madrasta: nós perdemos 10% de massa muscular entre os 25 e os 50 anos e 30% entre os 50 e 80 anos. O melhor é tratar de ganhar músculos logo cedo para amenizar o quadro. Estudos feitos com idosos em diversos países mostraram que a perda muscular é bastante amenizada com os exercícios de resistência.

9. Você vai ficar mais magra
O consenso de que qualquer tipo de atividade física — e não apenas a aeróbica — emagrece é recente. “A comunidade científica finalmente reconheceu a importância da musculação na perda de peso”, afirma Santarem. Um importante estudo feito pelo American College of Sports Medicine (a maior associação de profissionais ligados ao fitness) provou que todos os exercícios emagrecem por causa do gasto calórico. A longo prazo, foi levantada a hipótese de que os com peso sejam ainda mais eficientes, pois a taxa metabólica basal aumenta quando ganhamos músculos.

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10. Você vai ficar livre da celulite
“Celulite é uma questão de muito tecido adiposo e pouco músculo”, garante Wayne Westcott, diretor de pesquisa da Associação Cristã de Moços de Quincy, em Massachusetts (EUA), e responsável por um estudo sobre o tema. O papel dos músculos na guerra contra o problema é a grande novidade. “Se você aumenta a massa muscular, sua pele vai ficar mais lisa sobre ela”, explica Westcott. E, para isso, a receita é trabalhar com carga pesada. Diminuir o tecido adiposo — com exercícios e dieta com menos calorias — não basta. “A redução da gordura não melhora, necessariamente, a aparência da pele. Ela pode ficar flácida e cheia de furinhos, porque há ainda pouca substância para recheá-la”, afirma.

11. Você vai dormir melhor
Estudos revelam que as pessoas que praticam atividade física com frequência, dormem melhor. E, vamos combinar, depois de um longo dia de trabalho e um treino com peso, ficar acordado será um desafio. Afinal, você já gastou boa parte da sua energia.

12. Você vai mandar o stress embora
Você pode treinar por 10 minutos ou 2 horas. O tempo não importa! Com certeza vai se sentir relaxada depois da academia. Isso porque a atividade física estimula a liberação de endorfinas que estão ligadas à sensação de prazer e bem-estar.