Benefícios da prancha isométrica e dicas para começar

Conteúdo original Minha Vida

Prática, eficiente e rápida, a prancha isométrica pode ser feita sem sair de casa, sem nenhum tipo de aparelho ou acessório e ainda exercita o seu corpo inteiro. Que tal incluí-la na sua rotina? Abaixo, conheça os benefícios que o exercício trará para o seu corpo:

1. Deixa o seu corpo mais forte

Esse exercício consegue trabalhar uma região muito importante do corpo: o core, o cinturão que envolve a região do abdômen a coluna e que é integrado por 29 pares de músculos. “Essa região central traz muitos benefícios para o corpo inteiro”, conta o professor Fabrício Reimberg, da academia Just Fit. Ao exercitar esse grupo muscular, você fortalecerá o abdômen, a lombar, os glúteos e os oblíquos, ganhando mais força para realizar outros exercícios do seu treino.

2. Acelera o metabolismo

Os exercícios isométricos consistem em ficar parado em uma posição por alguns segundos (e até minutos), justamente o que ocorre na execução da prancha. “Por ser uma isometria, você vai trabalhar o corpo todo para sustentar a posição e essa estabilização para manter o equilíbrio acaba acelerando o metabolismo”, reforça o professor.

3. Previne lesões

“Com o fortalecimento do core, a prancha ajudará na prevenção de lesões na hérnia de disco, na coluna e na lombar, por exemplo”, conta Fabrício. Inclusive, o Conselho Americano de Exercício recomenda a prancha para reduzir as famosas dores nas costas, pois o seu alto poder de fortalecimento auxilia do suporte da região superior do corpo.

4. Melhora a postura

Além de um corpo definido, você pode conquistar também uma postura correta com a prática da prancha. “Isso acontece porque quando você tem a musculatura forte da região central do corpo e dos músculos abdominais, o movimento natural do corpo é de deixar a postura mais ereta, por causa da sustentação”, afirma Fabrício.

5. Trará equilíbrio

Sabe quando você vai se alongar e precisa ficar apoiado em uma perna só, mas em poucos segundos perde o equilíbrio? Isso pode ser solucionado pela prancha. “O desafio de manter-se estabilizado durante o exercício, sem sair da posição, deixará o corpo mais equilibrado com o passar do tempo e da prática”, destaca o professor.

6. Você ficará mais motivado

Por envolver diversos níveis de dificuldade e variações, a prancha costuma ser desafiadora. Com a evolução da prática, você se colocará metas para aguentar mais tempo. “O desafio que você criará para você mesmo traz um ganho emocional e motivador”, revela Reimberg.

Dicas para começar

Nos primeiros dias, você pode fazer o exercício com os joelhos apoiados no chão. “Com o passar do tempo, vá aumentando o nível de dificuldade”, diz Fabrício. Para dificultar, você pode acrescentar mais segundos na posição a cada semana ou até realizar o exercício com um dos pés ou uma das mãos levantados, por exemplo.

Posso fazer todos os dias?

“Sim, pode. Não conseguimos determinar um tempo específico para cada execução, pois ele varia muito para cada pessoa. Portanto, mantenha a posição durante o tempo que aguentar”, dá a dica o professor. Dessa forma, na primeira semana comece com três séries de quantos segundos suportar (sem sair da postura certo, ok?). “Mesmo que o tempo seja baixo, o importante é a estabilização do corpo, deixá-lo todo alinhado, com o tronco ereto e sem a elevação do quadril. Isso sim trará benefícios”, completa Reimberg.

Vantagens a longo prazo

Com o tempo, você sentirá o seu corpo de transformar. “Além de sentir o abdômen mais forte, dependendo do nível e da intensidade da realização da prancha, a musculatura da região ficará mais definida. Isso, claro, mediante uma dieta controlada para proporcionar a perda de gordura da região”, ressalta o profissional. Portanto, exercícios + alimentação equilibrada = fórmula do sucesso.

Erros para evitar

Ao tentar se manter na prancha por mais tempo, muitas pessoas acabam saindo da posição. “Ficar com o pescoço tensionado ou tentar aguentar mais tempo do que o corpo suporta pode gerar lesões”, alerta o especialista. Na dúvida, evolua no exercício somente quando sentir que a execução está ficando mais “confortável”, quando estiver quase fácil. Só então aumente o desafio.

Anúncios

Vale a pena se exercitar apenas um dia por semana?

Sem dúvida você faz o seu melhor para malhar regularmente. Mas, às vezes, a vida, o trabalho, e o happy hour ficam no caminho. Felizmente, um novo estudo mostra que você não precisa se envergonhar em ser uma “guerreira de final de semana” – ou melhor, alguém que só tem tempo para malhar uma ou duas vezes por semana.

O estudo, publicado no periódico JAMA Internal Medicine, analisou a população com base em uma pesquisa com 64.000 adultos e descobriu que as pessoas tiveram 30% menos risco de morrer durante o estudo quando fizeram pelo menos o mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade intensa – independentemente se esses minutos fossem separados em um, dois, ou seis treinos por semana.

Enquanto os pesquisadores dizem que mais estudos precisam ser feitos futuramente, isso basicamente significa que, sim, você pode encontrar sua meta fitness semanal em torturantes 150 minutos por semana, se isso satisfaz suas necessidades. Albert Matheny, especialista certificado em força e condicionamento do SoHo Strength Lab and Promix Nutrition, nos EUA, aponta que o estudo comparou pessoas que se exercitaram em algum grau contra aquelas que não fizeram exercício nenhum. Ou seja: não é tão chocante esperar que aqueles que fizeram  exercício de alguma forma se saíram melhor. “Mover-se é melhor do que não se mover”, diz ele.

E Doug Sklar, um personal trainer certificado e fundador do estúdio de treinamento baseado em Nova York PhilanthroFIT, concorda. “Isso simplesmente reforça o que muitos sabiam ou já suspeitavam há anos – a atividade física regular – em uma intensidade apropriada – pode ser benéfica para sua saúde a longo prazo”, diz ele.

Entretanto, Sklar nota que enquanto se exercitar duas vezes por semana é suficiente para os iniciantes, é realmente melhor tentar fazer mais. “Para pessoas mais experientes, eu recomendaria de três a cinco vezes por semana”, diz ele.

Matheny diz que se exercitar regularmente muito provavelmente fará você ser ainda mais saudável do que aqueles que malham aqui e ali. “Quão saudável você quer ser?”, ele pergunta. “Todo mundo pode se mover por pelo menos 22 minutos todo dia – e isso dá mais que 150 minutos por semana.”

Entretanto, se você está presa ao tempo e sabe que só pode se exercitar uma ou duas vezes por semana, Sklar recomenda um treino que mexa com o corpo todo junto a algum HIIT (treino intervalado de alta intensidade). “O componente da força vai ajudá-la a desenvolver e manter massa magra e densidade óssea, enquanto o HIIT vai elevar sua frequência cardíaca e desafiar seu sistema cardiovascular”, explica ele.

Matheny diz que você deveria manter sua frequência cardíaca elevada durante todo o exercício, que também deveria consistir em exercícios de mobilidade e movimentos em diferentes planos (não apenas se movendo para frente ou para um lado). Isso pode incluir um aquecimento com seu próprio peso corporal, treino de força e intervalados, e corrida ou natação, segundo ele.

Por mais que seja possível se exercitar intensamente uma ou duas vezes por semana, Matheny diz que é muito melhor ser consistente, se você puder. “Você não precisa ir com intensidade todo dia, e inclusive seria melhor se você não fizesse isso, mas você deveria se mover todo dia de alguma forma”, diz ele.

Hidroginástica é um ótimo exercício para sair do sedentarismo e perder peso

Conteúdo original MinhaVida

A hidroginástica é um exercício que pode ser praticado por pessoas que visam melhorar seu condicionamento físico, perder peso e sair do sedentarismo de uma maneira muito divertida. Engana-se quem pensa que fazer hidroginástica é só para a terceira idade, ela pode ser praticada por jovens, atletas e pessoas que fazem natação e querem melhorar o seu condicionamento físico.

Por ser um exercício mais seguro em comparação às modalidades de alto impacto, já que a água acentua o impacto das reações, a hidroginástica é muito praticada por pessoas com desvios posturais e dores articulares e na coluna. Também pode ser feita por pessoas com obesidade, indivíduos que possuem alguma patologia e por também grávidas, mas sempre sob orientação médica. Mesmo não sabendo nadar é possível realizar uma boa atividade e obter resultados com os exercícios.

Muitos são os benefícios que temos com a prática regular e bem orientada. A hidroginástica melhora o condicionamento físico e cardiorrespiratório; aumenta circulação, resistência e força muscular, mobilidade articular; e fortalece inúmeras musculaturas. Tudo isso sem causar impacto nas articulações, por ser feita dentro da água.

Pode ser praticada em grupo, promovendo interação e diversão, mas também pode ser praticada individualmente como parte de um treinamento de Personal Training. E se gasta em média entre 400 a 600 calorias por hora com essa atividade.

Cuidados na hidroginástica

No entanto, antes de começar a aproveitar todos esses benefícios, é importante tomar uma série de cuidados:

  • Passe com um médico para examinar se você está apto a realizar exercícios
  • Quanto menor o nível da água maior será o impacto na atividade
  • Inicie a atividade devagar e aumente gradativamente a intensidade
  • Procure realizar no mínimo duas vezes na semana e aumente com o tempo para quatro vezes ou complemente a atividade com mais dois dias de caminhadas
  • Observe sempre a respiração durante o exercício, nunca a bloqueie ou prenda.

Exercícios para dobrar sua atenção

Conteúdo original Bons Fluídos 

A prática pode ser aplicada a qualquer atividade – no trabalho, dirigindo, comendo, andando – basta estar concentrado nesse propósito. Conheça alguns exercícios extraídos do livro The Miracle of Mindfulness: A Manual on Meditation, do monge vietnamita Thich Nhat Hanh.

Lavando a louça: faça isso relaxadamente, como se cada panela, garfo, copo, fosse um objeto de contemplação. Inspire e expire profundamente e controle sua respiração para evita que a mente se distraia. Não tente acelerar o ritmo para terminar a tarefa mais cedo, lavar os pratos é meditação. Se você não consegue lavar os pratos com consciência plena, tampouco pode meditar em silêncio.

Preparando o chá: faça cada movimento lentamente, com plena consciência dele. Perceba que sua mão levanta o bule pela asa, que você está despejando o chá perfumado na xícara. Siga cada passo com atenção. Respire suavemente e de forma mais profunda que o habitual. Controle sua respiração caso sua mente tenda a se distrair. Sirva com gentileza aos amigos ou saboreie-o sozinho, sentindo o cheiro, a temperatura, etc.

7 passos para começar a meditar

Conteúdo original Mais Equilíbrio

buddha-1284619_960_720

Já está comprovado que a meditação tem a capacidade de transformar a vida de uma pessoa e fazer com que ela realmente descanse. Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia e publicada na revista Translational Psychiatry afirma que um período de práticas de meditação promove o relaxamento por tempo mais prolongado que o mesmo período de férias.

Os coachs e escritores Bruno Gimenes e Patrícia Cândido, autores da obra “Conexão com a Prosperidade” e fundadores da instituição espiritual Luz da Serra, ensinam os 7 passos iniciais que devem ser dados para começar a meditar. “Para níveis avançados, é importante procurar instrutores, mas qualquer um pode iniciar o processo de meditação com essas práticas”, explica Bruno.

Segundo Patrícia, a meditação pode ser um desafio no começo. “O segredo é não desistir e colocar a prática como parte do seu dia a dia”, completa.

meditation-1287207_960_720

1– Escolher um bom local:

Segundo os escritores, a escolha do local influencia diretamente no processo de meditação. “O local ideal vai ser aquele em que você consiga se conectar com você mesmo, que não sofra interrupções e o principal, em que você se sinta confortável”, explica Patrícia. Bruno conta que, caso não seja possível criar um cantinho para meditação em casa, pode ser um espaço dentro do próprio quarto, por exemplo. “Velas, plantas e incensos são bem-vindos”.

2– Determinar uma posição confortável:

O segundo passo é definir uma posição realmente confortável para permanecer imóvel por algum tempo. “O ideal é estar sentado, então a dica é usar uma almofada firme para ter mais estabilidade”, explica Bruno, que alerta para evitar sentar-se na própria cama.

incense-stick-405899_960_720

3- Garantir silêncio

Mesmo que algumas pessoas consigam se concentrar com barulhos ao redor, o ideal é manter um ambiente silencioso. “Para entrar em estado de relaxamento, tome um banho quente, e em seguida desligue o celular e aparelhos eletrônicos”, sugere Patrícia.

4- Concentrar-se na respiração

Segundo os especialistas, é necessário focar-se completamente na respiração para afastar os pensamentos. “Crie uma percepção da sua respiração, sinta o ar entrando e saindo dos seus pulmões, respirando de forma lenta”, ensina Bruno. Patrícia ensina que, quando pensamentos vierem à mente, basta voltar a se concentrar na respiração. “Você pode imaginar inspirar a pureza e expirar as tensões, e assim esse processo de concentração vai, aos poucos, conduzir a mente ao estado de meditação”.

buddha-649056_960_720

 5- Mantenha o hábito de fazer os exercícios

Como a meditação é algo muito próprio de cada um, o importante, segundo os especialistas, é manter a prática e ir moldando-a conforme for evoluindo. “Existem meditações guiadas e não guiadas, e a escolha depende de cada pessoa”, explica Patrícia. A escritora conta que os iniciantes podem se sentir mais confortáveis na primeira opção. “Também existem mantras, que são os sons sagrados da tradição budista, e que têm o poder de criar encantamentos e atrair as melhores vibrações”, explica, destacando que existe a possibilidade de criar um mantra próprio.

6- Acalmar a mente

Bruno conta que a meditação tem como principal objetivo o de silenciar e acalmar a mente, e esse é o grande ponto de partida para as transformações internas capazes de combater a ansiedade, insônia e outros sintomas da vida moderna. “Com tantos estímulos externos, acabamos nos esquecendo da possibilidade de nos desligar e entrar em contato com nosso mundo interior”, destaca. Assim, as primeiras tentativas de meditação deverão ser interrompidas por diversos pensamentos que virão à tona. “Sempre que eles surgirem na mente, retorne sua atenção para o seu propósito e foque naquele momento, pois os seus problemas estarão lá quando você terminar, e você estará em melhor estado para poder resolvê-los. E quanto mais você fizer esse exercício, mais fácil será da próxima vez”, completa Patrícia.

girl-1246238_960_720

7- Voltar devagar 

Assim que o período de meditação acabar, Bruno conta que não se deve levantar rapidamente. “Após fazer o exercício, retome sua respiração normal e calmamente abra seus olhos”, ensina. Segundo Patrícia, deve-se encerrar a meditação com o sentimento de gratidão ou uma oração que mentalize todos os seres humanos e a natureza. “Mexa braços e pernas devagar, alongue-se e aos poucos vá voltando à sua rotina”.  Após seguir todos os passos, os especialistas contam que basta colocar a meditação na rotina. O ideal é que começar meditando por cerca de 10 a 15 minutos por dia, e passar para 30 minutos após um mês. Eles destacam que a prática regular é transformadora: melhora a facilidade de se concentrar e de se desvencilhar do turbilhão de pensamentos que ocorre ao longo do dia.

Adapte a sua dieta ao horário de treino

Conteúdo original Minha Vida

Quem começa só quer saber de resultados e, quanto mais rápidos eles vierem, melhor. O problema é que, nessa pressa toda, muita gente se esquece de um ponto fundamental nessa história: a importância da dieta para eliminar gordura e tonificar os músculos. O corpo pede nutrientes específicos e em quantidades certas – tanto antes quanto depois do treino.

sport-966991_960_720

“Treinar com o estômago cheio demais ou com falta de carboidratos e proteínas, por exemplo, pode prejudicar o seu desempenho e a própria recuperação do organismo, atrapalhando os resultados desejados”, afirma a nutricionista funcional Camila Borduqui, do Centro de Estética da Clínica Alan Landecker. Para ajustar o cardápio, há alguns cuidados que variam de acordo com o período do dia escolhido para a atividade física.

Treino de manhã, logo ao acordar

Deixe o café da manhã reforçado para depois do treino. Antes do exercício, prefira alimentos ricos em amido: pães, barra de cereal, bolo, biscoito simples e frutas pobres em fibras, como pêssego e melão. “Eles são fontes de carboidratos simples, que tem absorção rápida e energia imediata para o treino, poupando a reserva de proteína que alimenta os músculos”, afirma a nutricionista Graça Albuquerque, especialista em nutrição esportiva.

cereal-898073_960_720
Evite o consumo de opções ricas em açúcar, como mel e doces, ou alimentos com alto índice glicêmico, como melancia e açúcar refinado. “Esses alimentos podem gerar um aumento rápido da glicose no sangue, o que provoca descarga imediata de insulina no sangue e, como consequência, uma possível hipoglicemia ou sensação de fraqueza durante o treino”, diz a nutricionista Camila Borduqui.

Exercício no meio da manhã

Três horas antes de treinar, tome um café da manhã completo, com alimentos fontes de fibras – cereais, pão integral, entre outros. Quando faltar meia hora para a atividade física, faça outra refeição mais leve, mas sem opções integrais dessa vez. “O alimento integral é digerido lentamente, ou seja, não promove um esvaziamento gástrico rápido, o que pode causar desconforto no meio do exercício”, afirma Graça Albuquerque. Além disso, Camila Borduqui conta que as fibras reduzem a absorção de glicose do alimento, diminuindo o fornecimento de energia para o músculo.

weights-820144_960_720

Prática na hora do almoço

Prefira os alimentos de baixo índice glicêmico para manter os níveis de glicose no sangue durante o treino. Biscoitos de água e sal, ameixa, pera, kiwi, pêssego, maçã, banana, oleaginosas e passas são algumas opções recomendadas pelas especialistas. “É melhor deixar o almoço para depois do treino, já que é uma refeição que apresenta uma grande variedade de alimentos e pode sobrecarregar o estômago durante a atividade física”, afirma Camila Borduqui. Depois de almoçar, é preciso esperar de uma a duas horas para fazer exercícios, dependendo do tipo de comida que foi consumida – quanto mais gordura ou difícil de digerir, maior o tempo de repouso.

Treino no final da tarde

 

Antes de se exercitar, consuma carboidratos simples: torradas ou pão branco com geléia, castanhas, suco de frutas natural, ameixa seca, entre outras opções. O consumo de leite e derivados deve ser evitado. “Esses alimentos costumam ser de difícil digestão e podem provocar desconfortos gástricos durante o exercício”, afirma Camila. Também não é recomendável ingerir alimentos fontes de fibras, já que elas possuem um índice glicêmico menor, ou seja, demoram a fornecer energia necessária para o treino.

running-573762_960_720

Exercício à noite

Nada de jantar antes da atividade física. A lógica é a mesma de quem treina na hora do almoço: uma refeição pesada pode sobrecarregar demais o organismo e prejudicar o desempenho. “Em casos de treinamento mais leve, o ideal é consumir uma fruta como maçã, pera, pêssego, maçã ou laranja ou alimentos fonte de energia (principalmente carboidratos), para preservar as reservas de energia e aproveitar o aumento do fluxo sanguíneo no tecido muscular”, afirma Camila Borduqui. Se seu o treino costuma durar mais de uma hora, é melhor aprimorar ainda mais o estoque de energia: faça um sanduíche de pão com queijo branco e peito de peru.

Cuidados durante o treino

Além de muita hidratação, as nutricionistas aconselham repor carboidratos se o treino passar de uma hora. A proporção é de 30 a 60 gramas por hora – um profissional poderá indicar a quantidade ideal ao seu organismo. “Isso é necessário para evitar a fadiga e o cansaço, já que as reservas nos músculos (glicogênio) e a glicose do sangue começam a ficar muito escassas”, justifica Camila Borduqui. Barra de cereais, isotônicos (suplementos à base de maltodextrina), carboidrato em gel dissolvido em água, banana e água de coco são opções práticas que podem ser consumidas durante a atividade física.

Depois do treino, não esqueça!

food-651347_960_720

Independentemente do período do dia escolhido, é preciso reforçar a alimentação após os exercícios. “Os melhores alimentos são os ricos em carboidratos complexos e proteínas, como peixe, carne, frango, ovos, queijo, pão integral e batata doce”, recomenda Graça. Antioxidantes também são importantes, pois bloqueiam a ação dos radicais livres formados durante o exercício. Exemplos: azeite, castanhas, frutas, verduras e legumes.

A ingestão de alimentos deve ser feita logo após o término do treino: entre 30 minutos e duas horas depois. “É importante respeitar essa urgência para garantir uma boa recuperação do organismo, evitando o catabolismo, ou seja, o uso de proteínas do músculo para gerar energia”, explica Camila.

Clipe Dance: Aprenda a dançar como nos seus clipes favoritos

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Divulgação / Step Dance

Quem nunca escutou uma música marcante daquela cantora do momento e teve vontade de seguir a coreografia? Dançar junto à canção e reproduzir todos os passos do videoclipe já virou modalidade fitness, o Clipe Dance. Além de muito divertida, esta dança pode ser uma chave para queimar calorias e perder a vergonha.

Trata-se de uma aula diferente e muito satisfatória. De acordo com a bailarina e coreógrafa, Jú Lopes, primeira instrutora de zumba no Brasil, a modalidade mescla ritmos variados e consiste em reproduzir, quase que na totalidade, coreografias de clipes de “divas” do pop nacional e internacional como Taylor Swift, Beyoncé, Rihanna, Anitta e Ludmilla, além dos hits mais tocados pelo mundo.

dance-430554_960_720

Além de levantar o astral e te preparar para a pista de dança, uma simples aula de Clipe Dance pode queimar até 400 calorias! O melhor de tudo é que para conseguir este resultado incrível não é preciso saber dançar nem ter experiência.

Segundo Jú Lopes, o objetivo é levar o clima mágico da dança, envolvendo e estimulando os praticantes a queimarem calorias em aulas lúdicas e divertidas, que unem arte, entretenimento, prazer e bem estar. “A dança, além de aumentar a autoestima, trabalha a expressão corporal e alivia as tensões, ainda protege o corpo de doenças cardiorrespiratórias. Tem atividade melhor?”, ressalta a instrutora, que estreia a nova aula no estúdio Step Dance, em São Paulo.

Imagina só o sucesso que você vai fazer na balada depois dessa? Não dá para perder!