Treino power

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Aplicativos para treino e dieta – Parte III

Conteúdo original Minha Vida

Postura correta, menos barriga

Deixar a coluna corretamente alinhada é importante para não deixar a barriga mais saliente e parecer mais gordo. O iPosture foi desenvolvido para emitir pequenas vibrações a cada vez que a sua postura não estiver correta, lembrando de corrigi-la. Com uma polegada de diâmetro, ele é prático para ser utilizado por baixo da roupa durante o dia inteiro.

My Fitness Pal

O aplicativo My Fitness Pal – disponível para Apple, BlackBerry, Windows Phone e Android – tem diversas utilidades. Na parte nutricional, ajuda a contar as calorias das refeições e oferece mais de 600 mil sugestões de receitas light. Na parte de exercícios, ajuda a computar as atividades físicas realizadas. Além disso, o aplicativo permite que seus amigos do Twitter e Facebook ajudem a motivá-lo a continuar na dieta. Outro aplicativo parecido é o Noom Weight Loss, exclusivo para Android, que utiliza o sistema GPS ou o pedômetro para calcular a intensidade de seus exercícios.

Exercícios que cabem no bolso

A desculpa de falta de dinheiro ou preguiça de sair de casa para se exercitar não é mais válida com o aplicativo Jefit, para Android e iPhone. O dispositivo possui mais de 300 exercícios – todos didáticos e ilustrados – para ajudar a perder peso com saúde. O aplicativo é indicado, principalmente, a quem quer investir na musculação para perder massa gorda e ganhar massa magra.

 

 

Pular corda como atividade física

Por aqui é a atividade preferida! Confere muita eficiência num curto espaço de tempo, além de ser dinâmica e permitir que nós aproveitemos aquela playlist animadora que levanta qualquer astral! #amamos

Quer aprender também?! Dá uma olhada nas dicas e comece já!

Fonte: Minha Vida

Método DeRose: o que é?

Reprodução Mais Equilíbrio

Conteúdo original Mais Equilíbrio

O Método DeRose foi criado na década de 1960 pelo comendador DeRose como uma proposta de estilo de vida mais saudável. Muitas vezes confundida com yoga, a prática reúne combinações de exercícios que visam melhorar a respiração, amenizar o estresse e a ansiedade, bem como aumentar o tônus muscular e a flexibilidade.

Além da parte física, há uma rede de compartilhamento de boas maneiras, valores e alimentação adequada, o que faz desse método uma cultura, uma vez que trabalha o trinômio boa alimentação, boa forma e boa cabeça, visando o autoconhecimento. Conheça um pouco mais do Método DeRose no vídeo abaixo:

As 10 músicas mais ouvidas para treinar

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

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Nada como começar o ano com uma boa playlist para animar os treinos, certo? Pensando nisso, o Spotify, serviço de música digital via streaming, revelou o ranking de músicas preferidas dos usuários na hora do treino. E os resultados foram surpreendentes.

Parece que a galera gosta de fazer exercício ao som de hip hop, tanto no Brasil quanto no mundo. Artistas como Drake, Eminem, Kanye West e Rihanna estão no topo das listas. Por aqui, “One Dance”, de Drake, é a mais ouvida nas playlists para malhar.

Veja abaixo os rankings das músicas mais escutadas para praticar exercícios e inspire-se para montar a sua playlist.

Top Músicas para treinar (Global)
  1. Eminem – “‘Till I Collapse”
  2. Kanye West – “POWER”
  3. Drake – “Jumpman”
  4. The Chainsmokers – “Closer”
  5. Calvin Harris –  “This is What You Came For”
  6. Rihanna – “Work”
  7. Sia – “Cheap Thrills”
  8. The Weeknd – “Starboy”
  9. Beyoncé – “7/11”
  10. David Guetta – “Hey Mama”
Top Músicas para treinar (Brasil)
  1. Drake – “One Dance”
  2. Calvin Harris – “This Is What You Came For”
  3. Desiigner – “Panda”
  4. Mike Posner – “I Took A Pill In Ibiza – Seeb Remix”
  5. Rihanna – “Work”
  6. Tinashe All – “Hands On Deck – Giraffage Remix”
  7. Jonas Blue – “Fast Car – Radio Edit”
  8. Rihanna – “Bitch – Better Have My Money”
  9. Vigiland – “Shots & Squats”
  10. The Chainsmokers – “Don’t Let Me Down – Hardwell & Sephyx Remix”

Treinos lentos podem ser a melhor maneira de malhar

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

E então o instrutor da academia alegremente grita “mais rápido!”, enquanto aumenta a velocidade da sua esteira ou bicicleta ergométrica. Você até tenta esconder o olhar de ódio, mas, sinceramente, precisava disso? Não nos entenda mal, amamos treinos pesados, nosso tempo é precioso e queremos resultados o quanto antes. Mas, depois de um dia estressante no escritório e um trânsito frenético para chegar à academia, ser ofuscada por luzes de discoteca e ensurdecida por músicas animadas enquanto me forço até o limite é realmente a melhor coisa para o meu corpo?

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Desde que o Hiit, o famoso treino intervalado de alta intensidade, e o CrossFit foram adotados nas academias, a mentalidade “treine forte ou vá para casa!” se tornou o mandamento fitness de muita gente. Porém, eles foram criados exatamente para estressar e dar um choque no organismo — assim, seus músculos são obrigados a se adaptar e seu metabolismo a turbinar –, o que nos leva a questionar: o quanto é realmente bom todo esse estresse quando você já está vivendo a mil por hora nos outros aspectos da sua vida?

Em defesa das apaixonadas pelo Hiit, ele realmente produz menos picos de cortisol do que uma corrida de longa distância, mas também não é exatamente um SPA para os hormônios do estresse. “Um treino que exige velocidade e fúria acaba forçando tanto corpo quanto mente”, diz o nutricionista e fisiologista do exercício Wellington Pinheiro, de São Bernardo (SP). Além disso, exercícios de execuções rápidas e intensas aumentam os riscos de lesão, o que prejudicaria sua forma física, caso precise se afastar por algum tempo até se recuperar.

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Revezar é a solução

Você não precisa abandonar de vez o treino de alta carga, mas trocar por um mais leve nos dias em que você teve uma apresentação no trabalho, uma briga com o parceiro ou uma reunião nada animadora na escolinha dos filhos pode ser mais benéfico para sua mente e corpo. Um relatório do Conselho Americano de Exercícios verificou que o Hiit queima apenas um pouco mais de calorias do que as atividades mais lentas. No entanto, um estudo norueguês mostrou que as mulheres que limitaram o treino a três dias da semana ganharam mais condicionamento físico do que aquelas que praticaram com maior frequência.

Escolher um ritmo mais lento não é sinônimo de resultados mais demorados. “As pessoas associam treino e carga pesados com resultados. No entanto, a série também pode ser intensa ao aumentar o tempo de exposição do músculo a cada posição”, explica o educador físico Guilherme Leme, instrutor de musculação da academia Bio Ritmo, em São Paulo.

Um exemplo é o método do personal trainer americano Justin Gelband, responsável pela forma das modelos da Victoria’s Secrets. Os corpos alongados e sequinhos de nomes como Alessandra Ambrósio, Lily Aldridge e Laís Ribeiro foram esculpidos com exercícios isométricos controlados. Não é a toa que os músculos delas parecem tão duros: “Os movimentos bem curtos exigem força e coordenação, o que faz com que corpo e cérebro se conectem. Ao executá-los lentamente, você está criando resistência o tempo todo, recrutando mais fibras do que se usasse um impulso”, explica o professor de educação física com especialização em reabilitação musculoesquelética Carlos Carvalho, de Santo André (SP).

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Por serem bem pausados, poucos minutos de treino podem parecer uma eternidade, mas, para muitos, é a melhor maneira de malhar. “A pessoa ganha mais força e consciência corporal, pois o movimento é feito de maneira lenta e sem descanso”, explica Carlos.

Mas não é para todas. A atividade pode ser bem desafiadora, fazendo com que iniciantes tenham que suportar a dor pós-treino por vários dias. No entanto, os fãs da técnica apreciam tanto o desafio mental quanto o físico. “Os alunos ficam muito empolgados quando veem os resultados. E também relatam aumento de concentração e controle da ansiedade nas demais tarefas do dia, já que o treino exige domínio do próprio corpo e da respiração”, comenta Carlos.

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Os fisiculturistas já usam repetições lentas desde a década de 40. “Elas ajudam até mesmo na hora da apresentação deles, uma vez que dão maior consciência da contração dos músculos”, diz Carlos. E os benefícios não se limitam apenas à aparência. O norte-americano Ken Hutchins, que aperfeiçoou a técnica para esses atletas em 1982, notou que os movimentos lentos ajudam também mulheres com osteoporose a desenvolverem músculos e aumentarem a densidade óssea de forma segura.

Mesmo assim, se você ainda prefere treinos extremos para suar muito, tudo bem! Afinal, o que vale mesmo é misturar os estilos para ter melhores resultados. “Cada pessoa é diferente e única, mas, no geral, mudar os estímulos de treino é a melhor maneira de garantir bons resultados”, avisa Guilherme.

Caldo de Cana para turbinar o treino

Conteúdo original Mais Equilíbrio

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O caldo de cana já foi considerado um vilão para os praticantes de atividade física e hoje, depois de uma série de pesquisas sobre o tema, se tornou um dos melhores alimentos para ser consumido antes ou depois do exercício. Isso se deve ao fato dele ser rico em glicogênio, por isso fornece bastante energia ao organismo e principalmente ao músculos, potencializando o treino.

Além disso, é fonte das vitaminas A, B e C, bem como dos minerais ferro, cálcio, potássio e magnésio. A garapa, nome popular da bebida é recomendada no pré-treino para dar energia, e no pós treino, para ajudar a recuperar os músculos, evitando a fadiga, além de hidratar o corpo rapidamente e repor as vitaminas e minerais perdidos durante a prática de atividade física.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acompanhou a rotina dos jogadores de um time de futebol, a fim de avaliar como o corpo deles reagia diante de tantos exercícios. O principal marcador mensurado foi a ureia, que ajuda a verificar se há ou não perda muscular.

Os suplementos energéticos industrializados comumente ingeridos ao final dos treinos foram substituídos pelo caldo de cana, que possibilitou a diminuição dos índices de ureia no sangue, significando menor queima de massa muscular durante o exercício. Além disso, melhoraram a performance dos treinos, conseguindo correr mais.

Natural e por isso bastante saudável, a bebida, ao contrário do que muitos pensam, possui poucas calorias. Um copo de 250 ml de caldo de cana possui apenas 124 kcal (a mesma medida de suco de laranja possui 173 kcal).

E quando comprada no famoso carrinho de rua, você pode adicionar outros ingredientes, como limão, gengibre e água de coco, aumentando a oferta de nutrientes, ajudando até a combater doenças renais.