Pulseira Fitness Tomtom Touch

A marca especializada em GPS tem se aventurado no mundo fitness e agora traz ao Brasil a pulseira TOMTOM touch cardio, que é vendido exclusivamente nas lojas Centauro, tanto física quanto on-line, pelo valor de R$899,99.

O acessório faz um registro de 24 horas de todas as suas atividades. Quantidade de passos, calorias queimadas e horas de sono. É bem leve, prático e não me incomodou em nenhum momento. Existem dois tamanho de pulseiras e para saber qual é a compatível com seu pulso basta medir com uma fita métrica ao redor dele.

O aparelho principal é facilmente separado da pulseira, facilitando a limpeza e permitindo que você use ou compre outras cores. E embora seja resistente ao suor, não é recomendado para uso dentro d’água. A bateria dura aproximadamente 3 dias, é necessário ficar atento quando está acabando, principalmente na hora de dormir.

Para ter todos os seus números registrados é preciso instalar o app My sports (disponível pra IOS e Android). Você faz seu login, traça seus objetivos (quantidade de passos por dia, peso ideal, quantidade de exercícios físicos) e conforme vai atingindo-os durante o dia recebe estrelinhas. A sincronização via bluetooth com aplicativo apresenta gráficos muito simpáticos e de fácil entendimento. É possível ver sua evolução também no site.

Colocando no modo esporte ele calcula a quantidade de calorias queimadas e as distâncias percorridas (usando somente o acelerômetro instalado, pois não possui GPS). Há também um medidor de frequência cardíaca acoplado, que dispensa o uso de cintas no peito.

Conteúdo Women’s Health Brasil

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Treino power

Aplicativos para treino e dieta – Parte III

Conteúdo original Minha Vida

Postura correta, menos barriga

Deixar a coluna corretamente alinhada é importante para não deixar a barriga mais saliente e parecer mais gordo. O iPosture foi desenvolvido para emitir pequenas vibrações a cada vez que a sua postura não estiver correta, lembrando de corrigi-la. Com uma polegada de diâmetro, ele é prático para ser utilizado por baixo da roupa durante o dia inteiro.

My Fitness Pal

O aplicativo My Fitness Pal – disponível para Apple, BlackBerry, Windows Phone e Android – tem diversas utilidades. Na parte nutricional, ajuda a contar as calorias das refeições e oferece mais de 600 mil sugestões de receitas light. Na parte de exercícios, ajuda a computar as atividades físicas realizadas. Além disso, o aplicativo permite que seus amigos do Twitter e Facebook ajudem a motivá-lo a continuar na dieta. Outro aplicativo parecido é o Noom Weight Loss, exclusivo para Android, que utiliza o sistema GPS ou o pedômetro para calcular a intensidade de seus exercícios.

Exercícios que cabem no bolso

A desculpa de falta de dinheiro ou preguiça de sair de casa para se exercitar não é mais válida com o aplicativo Jefit, para Android e iPhone. O dispositivo possui mais de 300 exercícios – todos didáticos e ilustrados – para ajudar a perder peso com saúde. O aplicativo é indicado, principalmente, a quem quer investir na musculação para perder massa gorda e ganhar massa magra.

 

 

Pular corda como atividade física

Por aqui é a atividade preferida! Confere muita eficiência num curto espaço de tempo, além de ser dinâmica e permitir que nós aproveitemos aquela playlist animadora que levanta qualquer astral! #amamos

Quer aprender também?! Dá uma olhada nas dicas e comece já!

Fonte: Minha Vida

Método DeRose: o que é?

Reprodução Mais Equilíbrio

Conteúdo original Mais Equilíbrio

O Método DeRose foi criado na década de 1960 pelo comendador DeRose como uma proposta de estilo de vida mais saudável. Muitas vezes confundida com yoga, a prática reúne combinações de exercícios que visam melhorar a respiração, amenizar o estresse e a ansiedade, bem como aumentar o tônus muscular e a flexibilidade.

Além da parte física, há uma rede de compartilhamento de boas maneiras, valores e alimentação adequada, o que faz desse método uma cultura, uma vez que trabalha o trinômio boa alimentação, boa forma e boa cabeça, visando o autoconhecimento. Conheça um pouco mais do Método DeRose no vídeo abaixo:

As 10 músicas mais ouvidas para treinar

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

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Nada como começar o ano com uma boa playlist para animar os treinos, certo? Pensando nisso, o Spotify, serviço de música digital via streaming, revelou o ranking de músicas preferidas dos usuários na hora do treino. E os resultados foram surpreendentes.

Parece que a galera gosta de fazer exercício ao som de hip hop, tanto no Brasil quanto no mundo. Artistas como Drake, Eminem, Kanye West e Rihanna estão no topo das listas. Por aqui, “One Dance”, de Drake, é a mais ouvida nas playlists para malhar.

Veja abaixo os rankings das músicas mais escutadas para praticar exercícios e inspire-se para montar a sua playlist.

Top Músicas para treinar (Global)
  1. Eminem – “‘Till I Collapse”
  2. Kanye West – “POWER”
  3. Drake – “Jumpman”
  4. The Chainsmokers – “Closer”
  5. Calvin Harris –  “This is What You Came For”
  6. Rihanna – “Work”
  7. Sia – “Cheap Thrills”
  8. The Weeknd – “Starboy”
  9. Beyoncé – “7/11”
  10. David Guetta – “Hey Mama”
Top Músicas para treinar (Brasil)
  1. Drake – “One Dance”
  2. Calvin Harris – “This Is What You Came For”
  3. Desiigner – “Panda”
  4. Mike Posner – “I Took A Pill In Ibiza – Seeb Remix”
  5. Rihanna – “Work”
  6. Tinashe All – “Hands On Deck – Giraffage Remix”
  7. Jonas Blue – “Fast Car – Radio Edit”
  8. Rihanna – “Bitch – Better Have My Money”
  9. Vigiland – “Shots & Squats”
  10. The Chainsmokers – “Don’t Let Me Down – Hardwell & Sephyx Remix”

Treinos lentos podem ser a melhor maneira de malhar

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E então o instrutor da academia alegremente grita “mais rápido!”, enquanto aumenta a velocidade da sua esteira ou bicicleta ergométrica. Você até tenta esconder o olhar de ódio, mas, sinceramente, precisava disso? Não nos entenda mal, amamos treinos pesados, nosso tempo é precioso e queremos resultados o quanto antes. Mas, depois de um dia estressante no escritório e um trânsito frenético para chegar à academia, ser ofuscada por luzes de discoteca e ensurdecida por músicas animadas enquanto me forço até o limite é realmente a melhor coisa para o meu corpo?

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Desde que o Hiit, o famoso treino intervalado de alta intensidade, e o CrossFit foram adotados nas academias, a mentalidade “treine forte ou vá para casa!” se tornou o mandamento fitness de muita gente. Porém, eles foram criados exatamente para estressar e dar um choque no organismo — assim, seus músculos são obrigados a se adaptar e seu metabolismo a turbinar –, o que nos leva a questionar: o quanto é realmente bom todo esse estresse quando você já está vivendo a mil por hora nos outros aspectos da sua vida?

Em defesa das apaixonadas pelo Hiit, ele realmente produz menos picos de cortisol do que uma corrida de longa distância, mas também não é exatamente um SPA para os hormônios do estresse. “Um treino que exige velocidade e fúria acaba forçando tanto corpo quanto mente”, diz o nutricionista e fisiologista do exercício Wellington Pinheiro, de São Bernardo (SP). Além disso, exercícios de execuções rápidas e intensas aumentam os riscos de lesão, o que prejudicaria sua forma física, caso precise se afastar por algum tempo até se recuperar.

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Revezar é a solução

Você não precisa abandonar de vez o treino de alta carga, mas trocar por um mais leve nos dias em que você teve uma apresentação no trabalho, uma briga com o parceiro ou uma reunião nada animadora na escolinha dos filhos pode ser mais benéfico para sua mente e corpo. Um relatório do Conselho Americano de Exercícios verificou que o Hiit queima apenas um pouco mais de calorias do que as atividades mais lentas. No entanto, um estudo norueguês mostrou que as mulheres que limitaram o treino a três dias da semana ganharam mais condicionamento físico do que aquelas que praticaram com maior frequência.

Escolher um ritmo mais lento não é sinônimo de resultados mais demorados. “As pessoas associam treino e carga pesados com resultados. No entanto, a série também pode ser intensa ao aumentar o tempo de exposição do músculo a cada posição”, explica o educador físico Guilherme Leme, instrutor de musculação da academia Bio Ritmo, em São Paulo.

Um exemplo é o método do personal trainer americano Justin Gelband, responsável pela forma das modelos da Victoria’s Secrets. Os corpos alongados e sequinhos de nomes como Alessandra Ambrósio, Lily Aldridge e Laís Ribeiro foram esculpidos com exercícios isométricos controlados. Não é a toa que os músculos delas parecem tão duros: “Os movimentos bem curtos exigem força e coordenação, o que faz com que corpo e cérebro se conectem. Ao executá-los lentamente, você está criando resistência o tempo todo, recrutando mais fibras do que se usasse um impulso”, explica o professor de educação física com especialização em reabilitação musculoesquelética Carlos Carvalho, de Santo André (SP).

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Por serem bem pausados, poucos minutos de treino podem parecer uma eternidade, mas, para muitos, é a melhor maneira de malhar. “A pessoa ganha mais força e consciência corporal, pois o movimento é feito de maneira lenta e sem descanso”, explica Carlos.

Mas não é para todas. A atividade pode ser bem desafiadora, fazendo com que iniciantes tenham que suportar a dor pós-treino por vários dias. No entanto, os fãs da técnica apreciam tanto o desafio mental quanto o físico. “Os alunos ficam muito empolgados quando veem os resultados. E também relatam aumento de concentração e controle da ansiedade nas demais tarefas do dia, já que o treino exige domínio do próprio corpo e da respiração”, comenta Carlos.

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Os fisiculturistas já usam repetições lentas desde a década de 40. “Elas ajudam até mesmo na hora da apresentação deles, uma vez que dão maior consciência da contração dos músculos”, diz Carlos. E os benefícios não se limitam apenas à aparência. O norte-americano Ken Hutchins, que aperfeiçoou a técnica para esses atletas em 1982, notou que os movimentos lentos ajudam também mulheres com osteoporose a desenvolverem músculos e aumentarem a densidade óssea de forma segura.

Mesmo assim, se você ainda prefere treinos extremos para suar muito, tudo bem! Afinal, o que vale mesmo é misturar os estilos para ter melhores resultados. “Cada pessoa é diferente e única, mas, no geral, mudar os estímulos de treino é a melhor maneira de garantir bons resultados”, avisa Guilherme.