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Cólica menstrual: ioga pode ser alternativa para trazer alívio

Conteúdo original Boa Forma

Yoga Nidra ou “sono psíquico”. Mesmo que você nunca tenha ouvido falar nessa prática – antiga, mas pouco conhecida –, talvez queira experimentá-la em breve, muito provavelmente perto da data da sua próxima menstruação.

O que a ciência tem observado sobre o método interessa para a maioria das mulheres: ele pode ser uma terapia complementar eficiente para amenizar o impacto negativo dos distúrbios da TPM, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico.

Mas será que funciona? Pesquisadores coreanos fizeram uma revisão de estudos relacionados ao assunto para sanar a dúvida. Eles selecionaram 250 indianas com idade média de 26 anos, que, no período menstrual, apresentavam queixas como cólicas, náuseas e dor de cabeça, além de irritação e ansiedade.

Todas as participantes receberam medicação, mas apenas aquelas do grupo que praticou Yoga Nidra de 30 a 35 minutos por dia, 5 dias na semana, durante 6 meses, apresentaram níveis de ansiedade e depressão significativamente menores.

Os pesquisadores acreditam que a prática aumenta a atividade do sistema nervoso parassimpático, o que diminui a intensidade dos sintomas psicológicos. Outro mecanismo seria a liberação de dopamina – neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Mas, para que ela seja realmente considerada uma terapia complementar aliada das mulheres, ainda são necessários mais estudos. Só nos resta meditar para que isso aconteça e os benefícios da prática sejam confirmados!

O QUE É YOGA NIDRA

É uma forma de meditação ou relaxamento – um meio termo entre o estado de vigília e o sono. O corpo relaxa, mas a mente trabalha em um nível mais profundo. Os efeitos são mais benéficos quando você pratica Yoga Nidra depois de exercitar – ter feito um pouco de exercícios de contração muscular. Assim, corpo e mente estarão calmos, sem stress e tensão.

Como praticar

Passo a passo da Arte de Viver para a prática de Yoga Nidra

  1. Deitada de costas, feche os olhos e relaxe. Inspire e expire lenta e profundamente. Se você sentir algum desconforto ou dor na lombar, ajuste a postura ou use uma almofada para elevar um pouco as pernas.

  2. Leve gentilmente sua atenção para o seu pé direito. Permaneça lá por alguns segundos e, então, mova sua atenção para o joelho direito, coxa e quadril (de novo por alguns segundos). Tente se conscientizar de toda sua perna direita. Repita com a perna esquerda.

  3. Faça o mesmo com todas as parte do corpo: área genital, região do umbigo, estômago, tórax, ombro direito e braço direito, seguido do ombro esquerdo e braço esquerdo, garganta, rosto e o topo da cabeça.

  4. Inspire profundamente, observe as sensações no seu corpo e relaxe por mais alguns minutos.

  5. Consciente do seu corpo e do ambiente a sua volta, vire para o lado direito e permaneça por alguns minutos.

  6. Sente-se lentamente e, quando se sentir confortável, abra os olhos devagar.

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20 minutos de caminhada rápida já reduzem inflamação no corpo

Conteúdo original Boa Forma

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A ciência já conhece os efeitos benéficos da atividade física sobre processos inflamatórios no organismo – que, em excesso, geram males como diabetes, obesidade, doença celíaca e fibromialgia. Mas um novo estudo, publicado recentemente na revista científica Brain, Behavior and Immunity, desvendou os mecanismos celulares por trás dessa ação. Mais: a pesquisa demonstra que 20 minutos de exercício são suficientes para reduzir a inflamação no corpo.

Para chegar a esses achados, o time de cientistas que conduziu o trabalho – todos da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos – investigou se seria possível ativar, com apenas 20 minutos de atividade física, o sistema nervoso simpático do cérebro, responsável por acelerar os batimentos cardíacos, elevar a pressão arterial e intensificar o ritmo respiratório. Os pesquisadores tinham a hipótese de que, ao acionar esse sistema, o organismo dispararia, a nível celular, uma resposta anti-inflamatória. E eles estavam certos.

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Os experts americanos testaram a teoria em um grupo de 47 homens e mulheres, que caminharam na esteira durante 20 minutos numa intensidade moderada. Antes e depois do exercício, os estudiosos coletaram amostras de sangue dos participantes. Os resultados apontaram uma redução de 5% no número de células imunológicas ligadas a processos inflamatórios.

Para os autores do trabalho, conhecer esses mecanismos é importante para o desenvolvimento de novos tratamentos anti-inflamatórios. Além disso, a descoberta mostra que não é preciso se matar na academia para colher os frutos de uma vida ativa. “20 a 30 minutos de exercício moderado, incluindo caminhada rápida, parece já ser suficiente. A ideia de que o treino precisa ser exaustivo e longo intimida aqueles que sofrem com doenças inflamatórias crônicas e poderiam se beneficiar da atividade física”, comenta Suzi Hong, líder do estudo.

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Portanto, se você sofre com algum desses problemas, nada de usar isso como desculpa para não se exercitar. Converse com o seu médico e procure um profissional de educação física para saber como incluir a atividade física na sua rotina para tirar apenas benefícios – e não colocar o seu bem-estar em risco.

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Como encontrar o equilíbrio? Os caminhos para uma vida saudável

Conteúdo original Revista Suplementação

Não é de hoje que as pessoas procuram por soluções rápidas e fáceis para emagrecer. Seja excluindo algum alimento, comprando o produto do momento ou apostando em dietas milagrosas. Porém, é necessário entender que manter-se saudável depende de diversos fatores.

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“O segredo para obter resultado é permanecer na dieta por mais tempo, então a dica é encontrar maneiras que você goste, experimente novos temperos, novas maneiras de preparar os alimentos, ou então sobremesas que possam matar a sua vontade de comer doces, como essa que eu adoro, que está 100% dentro da dieta” – Carol Saraiva.

Segundo o endocrinologista e responsável pelo Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da USP, Dr. Marcio Mancini é fácil culpar determinados alimentos por problemas de saúde, como é o caso do açúcar e a obesidade.

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Outros mitos sobre o ingrediente e sobre alimentação saudável circulam em diversos canais, porém, é necessário ter em mente a importância do equilíbrio. “Muita gente perdeu o contato com o ato de comer, pois vigora um olhar ‘funcional’ que desumaniza a comida e enxerga os alimentos somente como fonte de nutrientes. A alimentação é muito mais que isso”, explica o médico.

De acordo com o especialista “sem os carboidratos, o corpo fica mais cansado, pois não está recebendo sua principal fonte de energia, a glicose, responsável também pela liberação do neurotransmissor serotonina que traz a sensação de bem-estar. Já a restrição da ingestão de gorduras pode interferir na reserva energética que protege o corpo das alterações de temperatura, na produção hormonal e das membranas celulares”.

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Para manter o corpo e a mente saudáveis o ideal, seja para emagrecer ou manter o peso é a reeducação e o equilíbrio alimentar, junto à prática de exercícios físicos e um sono adequado. Segundo o Dr. Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, é possível abarcar tudo dentro de uma dieta saudável, seja um doce, uma batata frita ou uma cerveja.

O importante é não sentir culpa e lembrar de manter o equilíbrio e se exercitar sempre. “As pessoas precisam resgatar o prazer de comer. Mais importante do que seguir dietas da moda é conhecer o próprio corpo e suas necessidades, suprindo-as de maneira adequada e equilibrando sempre as calorias ingeridas e as gastas”, indica o nutrólogo.

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Skate e patins são aliados da malhação

Conteúdo original Mais Equilíbrio

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Quem disse que não é possível emagrecer e se divertir ao mesmo tempo? O skate e o patins podem ser excelentes instrumentos para o emagrecimento, tonificação muscular e claro, o lazer! Esses dois esportes conquistam pessoas de todas as idades por serem divertidos, e ainda por cima trazem diversos benéficos para a saúde.

Os esportes radicais liberam adrenalina e nos deixam mais alerta, e por serem atividades aeróbias fazem muito bem para o sistema cardiovascular. Só o skate é capaz de queimar em média 250 calorias por hora. Ele ajuda a tonificar os músculos da panturrilha, quadríceps, tendões e abdômen.

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As articulações e ligamentos também saem ganhando com a prática, assim como o raciocínio rápido, já que o skatista toma decisões em questão de segundos enquanto faz as manobras. Ótimo para crianças se desenvolverem e para os adultos exercitarem o raciocínio!

Se você pretende se jogar nesta modalidade saiba que a segurança vem sempre em primeiro lugar. Por ser um esporte que exige espaço, ele é preferencialmente feito fora de casa – seus móveis agradecem!  Para começar a praticar é indicado procurar aulas especializada em pistas externas ou cobertas, sempre usando equipamento de segurança.

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Já o patins tem suas semelhanças e diferenças em relação ao skate. Ele queima aproximadamente o dobro de calorias – que o “primo” de quatro rodas – cerca de 500 cal dependendo dos movimentos – e também trabalha o corpo inteiro.

Pernas e os glúteos são o motor dos patins, que malham o abdômen, costas e braços. A postura também é beneficiada e os movimentos se assimilam à alongamentos por conta da amplitude de movimentação. Tudo com joelheira, cotoveleira, luvas e capacete, hein?

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Pessoas de todas as idades podem praticar patinação, porém quem tem algum problema ortopédico, doença cardiovascular ou neurológica, como a labirintite, deve procurar aconselhamento médico antes da prática. O médico liberando, a diversão é garantida!

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Treino funcional para as férias

Conteúdo original M de Mulher

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Quase 20 metros, o equivalente a um prédio de seis andares. Essa é a altura dos paredões de água que Maya costuma enfrentar. “Adoro essas ondas porque elas são raras. Não é em qualquer lugar que você encontra uma. E o risco, muito maior, faz a adrenalina aumentar”, conta a surfista de 28 anos. Tanta coragem já rendeu a ela cinco prêmios Billabong XXL Global Big Wave Awards, uma espécie de Oscar da modalidade.

A carioca não brinca em cima da prancha: se jogou no oceano gelado do Alasca, foi a primeira mulher a superar a temida bancada de corais de Teahupoo, no Taiti, e, no mês passado, retornou a Nazaré, em Portugal, para reencontrar o “tsunami” que quase a matou em 2013. E quem disse que o trauma a pararia? “Estou acostumada a tomar caldo. Só que esse foi diferente. Manter a calma se mostrou imprescindível para salvar minha vida”, revela a atleta, que já havia feito treinamento de apneia e de mergulho livre (sem equipamento) no Havaí, Estados Unidos.

Leve o treino na mala com você
A rotina de Maya é imprevisível. Ela passa grande parte do ano viajando em busca das ondas gigantes. “Como não dá para contar sempre com uma academia, fazemos circuitos funcionais que não usam equipamento”, diz o personal trainer da atleta Leandro Borges Pecanha, do Rio de Janeiro. Faça o circuito A e o B em dias seguidos e descanse no próximo. Depois, repita o esquema. Dica: para gastar mais energia, realize três rounds com uma série de cada exercício sem pausa.

1. BURPEE

a. Deite-se de barriga para baixo, com os braços flexionados ao lado do corpo e o peito apoiado no chão. b. De uma vez, traga os pés para próximo das mãos. c. Suba e salte em seguida (iniciantes podem apenas se levantar). Retorne à posição inicial sem apoiar os joelhos. Faça de 10 a 16 repetições.

2. AVANÇO COM ROTAÇÃO DE TRONCO

a. Una as mãos à frente do corpo, com os braços estendidos, e afaste um pouco as pernas. b. Dê um passo à frente com a perna esquerda e, em seguida, agache até formar 90°. Gire o tronco e os braços para o lado esquerdo. Suba e repita com a perna direita, movendo-se à frente. Faça de 8 a 10 repetições com cada perna.

3. EXTENSÃO DE TRONCO

a. Deite-se de bruços e abra os braços lateralmente. b. Erga os ombros e as pernas, como se tentasse aproximá-los. Permaneça nessa posição por sete segundos e repita três vezes (se você não tiver optado pelo circuito, faça dez repetições).

4. ELEVAÇÃO DE QUADRIL

a. Deite-se de barriga para cima, apoie o pé direito no chão e erga a perna esquerda 45°. Deixe os braços estendidos lateralmente com a palma das mãos virada para o teto. b. Erga o quadril até formar uma linha diagonal do pé esquerdo aos ombros. Faça o mesmo com a perna direita e repita tudo de 10 a 15 vezes.

5. ABDOMINAL REMADOR

a. Deite-se de barriga para cima e estenda os braços atrás da cabeça. b. Flexione os joelhos e erga o tronco até abraçar as pernas. Retorne à posição inicial e apoie todo o corpo no chão. Faça de 8 a 15 repetições.

6. ABDOMINAL DIAGONAL

a. Deitada, entrelace as mãos na nuca, flexione os joelhos e apoie os pés no chão. b. Aproxime o joelho direito da axila esquerda, girando o tronco. Retorne ao início sem apoiar as escápulas no chão. Faça de 8 a 15 repetições e depois troque o lado.

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Treino de corda: emagrece e tonifica

Conteúdo original Corpo a Corpo

Pular corda emagrece, sim! Esta é uma das atividades aeróbicas mais completas e eficientes para afinar a silhueta, tonificar os músculos e combater o estresse. “É um treino que desenvolve agilidade, ritmo, equilíbrio, impulsão, coordenação motora e força muscular”, explica o fisiologista e personal trainer Fábio Bernardo (SP).

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Além de fácil e gostosa de praticar, a modalidade proporciona resultados surpreendentes em pouquíssimo tempo. “Meia hora elimina até 400 calorias, que varia de acordo com o metabolismo e o peso corporal de cada pessoa”, afirma Alexandro Almeida, personal trainer da Fórmula Academia(SP). Isso significa que 30 minutos diários de movimento durante 15 dias enxugam cerca de 4 kg. Ao final de um mês, são até 8 kg a menos em cima da balança. Não é sensacional? Isso é possível porque pular corda queima mais energia do que caminhar, pedalar ou correr, uma vez que exige um esforço corporal bem maior.

Embora priorize os músculos das pernas, bumbum e abdome, essa aula ainda traz benefícios para coração e pulmão, que ficam mais fortalecidos graças à estimulação do sistema cardiorespiratório. Pulando você também pode se livrar da indesejável celulite. “O sobe-e-desce sem parar e o impacto estimulam a circulação e o suor, eliminando as toxinas e amenizando o problema”, garante Fábio Bernardo.

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Isso sem falar que dá para se divertir e diversificar bastante a brincadeira saltando para frente, para trás, com os dois pés, com um só… Os exercícios podem ser bem dinâmicos, mas para aguentar o pique é preciso ter ritmo e fôlego. “A corda dá um ótimo condicionamento físico. Não é à toa que é utilizada em treinamentos de atletas, principalmente boxeadores e praticantes de artes marciais, conferindo mais resistência”, diz Alexandro.

Comece a se exercitar com calma

Os sedentários e aqueles que há um bom tempo pararam de mexer o corpo devem ir devagar e seguir algumas regras básicas, antes de sair dando pulinhos. No início, o ideal é dedicar-se à atividade por apenas 10 minutos e completar meia hora com outra atividade mais leve, como a caminhada.

Há também quem sofra com falta de coordenação motora ao lidar com o acessório pela primeira vez. Nesse caso, o indicado é não pular a corda literalmente e, sim, girá-la ao lado do corpo como se estivesse batendo-a para alguém pular. Só que quem salta é você cada vez que ela passa pelo chão. A alternativa oferece mais segurança para quem está começando.

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Outra dica é dar saltos baixinhos, distantes do chão apenas o suficiente para que o cordão passe por baixo dos pés. “Iniciantes tendem a pular muito alto ou exagerar nos movimentos de braços e acabam se machucando, cansando muito e desistindo logo”, alerta Alexandro. Portanto, tenha cautela e siga em frente. Você só tem a ganhar!

Atenção aos cuidados com o equipamento

 

Como a corda é um exercício de alto impacto, observe alguns cuidados importantes para garantir ótimos resultados:

  • Antes de comprar a corda, meça o comprimento e verifique se é proporcional à sua altura. Em pé, pise sobre ela e segure as extremidades. Elas devem alcançar sua cintura.
  • As melhores cordas são feitas de plástico, couro e vinil. As de náilon ou sisal são muito leves e, por isso, não recomendadas.
  • Cimento, mármore ou asfalto pedem tênis com bons amortecedores. Prefira pisos emborrachados ou gramados. Quando estiver em lugares fechados, veja se tem boa ventilação e observe a altura do teto para evitar acidentes.

Cuidados com o corpo

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Pular é um exercício aeróbico e como tal pode desidratar o organismo. Portanto, tenha uma garrafinha de água sempre à mão.

Antes e depois da aula é essencial alongar-se para evitar lesões e dores. Faça cinco minutos de um estica-e-puxa básico, trabalhando todos os músculos do corpo.

Contraindicações

Quem está muito acima do peso deve evitar essa prática, pois o impacto pode machucar asarticulações. O mesmo serve para quem já apresenta lesões nos joelhos ou tornozelos.

O passo a passo dos pulinhos

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Confira a série de exercícios que deve ser feita por meia hora diária, com intervalo de um minuto para descansar.

1. Pule tirando os dois pés do chão ao mesmo tempo. Repita 40 vezes.

2. Pule alternando as pernas e levantando os joelhos de maneira que forme um ângulo de 90 graus. Repita 60 vezes.

3. Pule alternando os pés. Na hora de aterrissar, dê um chute para frente. Salte 60 vezes.

4. Salte com uma perna só e depois com a outra. Faça 30 vezes de cada lado.

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5. Salte alternadamente, elevando os pés para trás e tentando encostar o calcanhar no bumbum. Dê 60 pulos.

6. Salte alternando os pés e apoiando um de cada vez no chão, sem quicar. A perna faz o mesmo movimento dacorrida. Conte 60 pulos no total.

7. Pule cruzando as pernas. Durante a fase aérea do salto, cruze as pernas e aterrisse com elas cruzadas. Depois descruze-as e aterrisse com elas descruzadas. Vá alternando e dê 40 pulos no total.

8. Parada, gire a corda para o lado direito com as duas mãos em movimento circular. Repita com o outro lado e, em seguida, pule corda normalmente. Faça o exercício completo 40 vezes.

9. Pule abrindo e fechando as pernas. Faça 60 repetições.

10. Pule a corda normalmente alternando as pernas. Mas na hora da descida, flexione osjoelhos como se tivesse fazendo exercício de agachamento. Dê 60 saltos.

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Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

Por Vivian Carrer Elias em Veja Saúde

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O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

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Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade – e voltem para o sofá.

Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Cinco passos para sair do sedentarismo

1. Avalie o seu físico

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Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física.

“Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

2. Estabeleça metas realistas

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Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

3. Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo.

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A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.” 

4. Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

5. Persista nos novos hábitos

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É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.