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Exercícios aeróbicos fáceis para quem tem pouco tempo

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Nos últimos sete anos o número de pessoas sedentárias praticamente dobrou. De acordo com a última Pesquisa Nacional da Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), saltou de 20% para 46% o número de brasileiros que praticam menos de 150 minutos/semana de exercícios. E acredite, boa parte da culpa é da falta de tempo! A boa notícia é que para quem tem a agenda apertada os exercícios aeróbicos são uma boa solução para sair da zona de conforto.

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É possível melhorar significantemente sua saúde a partir da mudança de alguns hábitos simples, mas que fazem toda a diferença. Veja abaixo maneiras de se mexer sem precisar se matricular na academia:

Saia para dançar

Unir diversão com a perda de calorias é a maneira mais prazerosa de se exercitar! Seja em casa ou na balada o importante é manter a atividade por pelo menos uma hora. Dependendo do ritmo e da intensidade dos movimentos de dança até 2000 calorias podem ser eliminadas.

Faça a faxina de casa

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De acordo com a preparadora física Shirlaine Stelze, é possível queimar até mil calorias em uma hora e meia de faxina! Além de manter seu corpinho em dia a casa vai ficar limpinha e arrumada. Quem diria, hein?

Que tal trocar o elevador pela escada?

Xô preguiça! Subir e descer escadas ajuda a queimar gorduras, eliminar a celulite e melhora a saúde cardiovascular. A eficácia é tanta que uma pessoa de 65 quilos pode queimar cerca de 500 calorias ao descer e subir escadas no período de uma hora – dependendo da quantidade de degraus, claro.

Saia para andar de bicicleta

A bicicleta é um dos exercícios aeróbicos mais fáceis para iniciantes. Seja passeando nos fins de semana ou até mesmo se locomovendo ao trabalho ou aos estudos, ela é sempre uma boa opção. Vale lembrar que andar de bicicleta queima mais de 500 por hora a um ritmo moderado! Não esqueça desta amiga da boa forma e do meio ambiente!

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Use o telefone ao seu favor

Quem passa muito tempo ao telefone seja por lazer ou trabalho pode experimentar andar enquanto fala. Para quem é sedentário cada passo importa! Já pensou quanto tempo você perde mexendo ou falando ao telefone?

Veja televisão se exercitando

Que tal aproveitar aquele momento relaxante de ver a novela para mexer um pouco o esqueleto? Faça alongamentos e até abdominais enquanto se distrai vendo seu programa favorito. Você elimina dois objetivos ao mesmo tempo sem abrir mão da diversão. (Melhor dica! Faço muito isso! Assisto minhas séries e nem sinto o tempo passar. Nisso, vai uma hora de aeróbico pra conta!)

Rinite: conheça os tipos e saiba como tratá-los

Artigo da Dra. Rosane Bleivas Bergwerk, alergologista e imunologista, para Minha Vida.

A rinite vasomotora pode ser definida por um estado de hiperreatividade (reatividade aumentada) a estímulos não específicos, como mudança de temperatura ambiente e umidade, odores fortes – como perfumes, cloro e solventes – ou irritantes, como fumaça de cigarro. Esses fatores funcionam como um gatilho para desestabilizar o sistema nervoso autônomo levando a uma hiperreatividade da mucosa nasal.

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Atualmente a rinite vasomotora é conhecida como rinite idiopática. Descobriu-se posteriormente que o componente vasomotor não era o único mecanismo fisiopatológico deste tipo de rinite. Além do mais, esse componente não está presente unicamente neste tipo de rinite, mas em todos em maior ou menor grau. Ela é classificada como idiopática por não se conhecer a sua causa e os fatores desencadeantes serem inespecíficos. Geralmente acomete adultos entre os 40 e os 60 anos.

A rinite alérgica é definida como inflamação da mucosa nasal com sintomas de obstrução nasal (entupimento nasal), espirros, prurido nasal (coceira no nariz) e/ou rinorreia aquosa (coriza). É uma doença de natureza genética mediada por um anticorpo denominado IgE e os sintomas acontecem após exposição a diversos alérgenos, como ácaros da poeira, fungos, baratas, pólens e epitélios de gatos e cães.

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rinite alérgica pode ser desencadeada ou agravada também pela exposição à mudanças bruscas de clima, inalação de irritantes específicos (odores fortes, gás de cozinha, fumaça de cigarro, ar frio e seco) em indivíduos predispostos. Nos casos de rinite alérgica, há uma história familiar positiva para alergia e os testes alérgicos são positivos, com dosagens de IgE total que podem ser aumentadas e IgE específica positiva.

Na rinite idiopática, tanto a história familiar para alergia como os testes alérgicos são negativos, com IgE total normal e IgE específica negativa. Os fatores desencadeantes são os já citados.

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Na rinite alérgica o paciente pode apresentar qualquer um desses sintomas: obstrução nasal, coriza, espirros e/ou prurido nasal. Na rinite idiopática há obstrução nasal, que é o fator mais importante, gotejamento nasal posterior e rinorreia (coriza) abundante. Geralmente espirros e prurido nasal não estão presentes.

O tratamento da rinite idiopática consiste na aplicação de corticosteroide tópico nasal por determinado período com acompanhamento do especialista alergista ou otorrinolaringologista. O objetivo é de melhorar a obstrução nasal e secundariamente a rinorreia e o gotejamento nasal posterior. Pode-se utilizar em sintomas agudos anti-histamínico oral com descongestionante. Em casos mais graves de obstrução nasal um período curto de corticosteroide oral pode ser necessário.

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No tratamento da rinite alérgica pode-se utilizar corticoesteroides nasais tópicos, anti-histamínicos orais e imunoterapia específica injetável ou sublingual, além de orientação de higiene ambiental.

A doença não tem cura, mas é possível obter o controle com medicamentos tópicos preventivos e tentar evitar, dentro do possível, os fatores desencadeantes.