Bem vindo, Agosto!

Gratidão: o antídoto contra a depressão e chave da felicidade

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Por desconhecerem os estragos que provocam na saúde e qualidade de vida, muitas pessoas vivem em numa cultura d​e​ reclam​ação, queixa e vitimização. Cultura que comumente é reforçada nos momentos de crise​​​​ quando as pessoas tendem a ficar ainda mais negativas​.​

Segundo o pesquisador e especialista em Saúde Quântica Wallace Liimaa, todas as vezes que as pessoas se colocam ​numa condição de​ vítimas ou f​ocam​ ​sua energia em problemas,​ ao invés de soluções​, elas entram em uma situação de ​medo, insegurança e ​escassez. “Se você expressa e coloca muita energia naquilo que não quer, muitas vezes você acaba atraindo​ que o​ problema​ se repita de maneira cíclica na sua vida​”, alerta o especialista, que dá um exemplo prático.

“Imagine alguém que tem um problema de relacionamento e, ​ao invés de​ ter uma nova atitude e​ ​buscar uma solução, ​apenas​ reclama do outro e achar que ​só ​ele é ​quem deve mudar: essa pessoa ela ​irá​ se ​vitimizar​ e essa ​vibração ​negativa vai fazer com que esse problema ​tenda a se​ rep​etir​​ nos demais relacionamentos que ela venha a ter.​ Além do mais, esse estado tende a elevar os hormônios do estresse no corpo, fragilizando o sistema imunológico e reduzindo os neurotransmissores serotonina e dopamina que funcionam como antidepressivos naturais.

“​O especialista garante acredita que é possível​ reverter essa situação, ​treinando a mente para expressar, cotidianamente, ​o sentimento de gratidão. “​Acostumar-se a expressar o sentimento de gratidão por mínimas coisas, logo ao acordar, irá trazer um novo colorido ao dia. ​E mesmo diante de um desafio, ​procurar ver o lado bom proporcionado pelo desafio para a sua evolução pessoal. Essa atitude irá promover uma mudança na química corporal devido à presença dos neurotransmissores serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas que funcionam com antidepresssivos naturais. ​

Agradecer leva as pessoas para​ um​ outro patamar e cria condições para atrair prosperidade e abundância”, destaca, indicando que as pessoas pratiquem o exercício da gratidão diariamente. “Agradeça as pequenas coisas da sua vida, como estar vivo, ​a água que bebe, o ar que respira, ​a alimentação ou então o brilho do sol. Isso fará de você uma pessoa mais​ feliz, saudável e ​ próspera em todos os níveis”, sugere.

A frequência da gratidão: ações práticas  

Wallace, que também é idealizador do portal Saúde Quantum, ensina por que a gratidão ajuda a atrair coisas boas: quando a pessoa está na frequência da gratidão, ela ativa e fortalece novas redes neurais. “A frequência da gratidão cria campos eletromagnéticos e vibrações positivas no corpo​, ​que funcionarão como uma antena para atrair situações favoráveis e pessoas positivas para a vida dela. ​Assim​,​ as pessoas irão conseguir se conectar com aquilo que realmente ​desejam de bom para suas vidas​”, afirma o pesquisador, e completa que o simples fato de sair da vibração de reclamação para a vibração de gratidão já altera o estado ​de ser ​da pessoa e ​contribui para que​ o dia te​nha​ um novo brilho.

O especialista indica que fazer uma lista de coisas pelas quais se sente grata em um caderno é uma ótima aposta para ​começar a exercitar a gratidão. “Anote todos os dias, logo pela manhã, aquilo pelo que você foi grato do dia anterior. E também podem ser anotadas simples coisas que te deixaram mais feliz​. Sempre que possível busque expressar a gratidão às pessoas através de um abraço. Isso aumenta os níveis de oxitocina no corpo, chamado de hormônio do amor.​”, recomenda.

Ele explica que essa prática irá mudar as vibrações ao longo do dia, deixando a pessoa mais positiva e preparada para enfrentar os desafios ​com o olhar voltado para as soluções e para o aprendizado que o desafio oferece​.​ Isso irá criar o ambiente positivo para que as soluções apareçam.​

Portanto, Wallace desafia que as pessoas comecem hoje mesmo essa prática, para deixar a negatividade de lado e parar de reclamar e se vitimizar. Isso permite até mesmo ressignificar ​os problemas ​e procurar sempre vê-los como ​uma forma de crescer​,​ aprender​ e evoluir​. “Comece ​agora a ​agradece​r​ por tudo que já viveu até hoje, ​de bom ou ruim, ​pois nessa vibração d​a​ gratidão​ não terá mais tempo ruim e você se tornará uma pessoa cada vez mais saudável, feliz e próspera​ ​e​ cada dia ​será melhor do que o outro​”, finaliza.

Menos insônia

Conteúdo original Bons Fluídos

“Venha para quatro apoios – mãos no chão abaixo dos ombros e joelhos no chão abaixo dos quadris. Comece a caminhar as mãos para a frente até trazer os antebraços para o chão, com os braços esticados. Mantenha os quadris alinhados acima dos joelhos. Descanse a testa no chão. Relaxe o peito e o abdômen, deixando as costas arquearem e criando a sensação de que seu coração está derretendo em direção ao chão. “Pode usar uma almofada para apoiar a testa”, sugere a professora Andrea Wellbaum. Permaneça na postura por três a cinco minutos.

A anahatasana (postura do coração derretido) acalma a mente, revigora o corpo e ajuda a aliviar sintomas de tensão e insônia. Também é uma grande abertura de peito que afeta intensamente o coração, estimulando sentimentos como paz, harmonia, amor e felicidade.”

Tá bom pra você?! Para mim está ótimo, bastando super! Bora fazer agora e dormir como um bebê! 😉

Boa noite!

Via Be Brave

Bem-vindo, fevereiro!

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A vida é mais que uma lista de tarefas

Conteúdo origina El País

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Vamos começar com um conto de fadas. O da Cinderela. Mas não nos importa tanto o sapato de cristal, nem a abóbora que se transforma em carruagem, nem o príncipe azul. Vamos prestar a atenção na quantidade de tarefas que Cinderela deve fazer antes ir ao baile. Esfregar, limpar, passar roupa, organizar, cozinhar e, de novo, esfregar, limpar, organizar… Logicamente, quando chega a hora de ir ao baile, que é o que ela realmente quer e o que vai mudar sua vida, está tão cansada que precisa da ajuda mágica da Fada Madrinha para conseguir. Sem isso, Cinderela teria ficado em casa, cansada e pensando com ansiedade em tudo que ainda precisa fazer e em tudo aquilo que não terá tempo de terminar.

Pois bem, nós não somos muito diferentes dela. Antes de poder ir aos nossos bailes, quer dizer, fazer aquilo que realmente queremos, que nos motiva e quem sabe até pode mudar nossas vidas, estamos submersos em uma quantidade infinita de tarefas: a casa perfeitamente organizada, a máquina de lavar trabalhando, a criança matriculada em quatro atividades extracurriculares; é preciso ser, claro, muito produtivo em nossos empregos, amantes excelentes e criativos com uma vida social rica, ativa e variada… e ter o Facebook atualizado. Ah, e seria bom comer cinco frutas por dia e correr 10 quilômetros e não ter olheiras e,… fazer, fazer e fazer. No final de nosso conto de fadas, o que acontece é que o baile sempre fica relegado para o dia seguinte, “quando isso acabar…”. E assim passam os dias.

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No mínimo, Cinderela tem uma ou duas desculpas. As malvadas meias-irmãs a obrigam e maltratam. Uma força externa a pressiona, submete e explora. Mas hoje nós mesmos somos as meias-irmãs. Byung-Chul Han, em seu famoso livro La sociedad del cansancio (A Sociedade do Cansaço), adverte que vivemos em uma sociedade de academias, torres de escritórios, bancos, aviões e laboratórios genéticos. Quer dizer, na sociedade do alto rendimento, do multitasking(multitarefa). E uma das características desta sociedade é que o indivíduo se autoexplora com o álibi da obrigação. As meias-irmãs estão dentro de nós, dizendo tudo aquilo que devemos fazer em uma contínua e excêntrica corrida em espiral. Porque hoje o único pecado é não fazer nada. Até os momentos de ócio ou os períodos de férias se transformaram em uma conjunção inesgotável de tarefas que nos deixam mais cansados do que quando começamos.

Além disso, como afirma o filósofo sul-coreano, ao não ter um explorador externo que possamos enfrentar com um forte “não!”, a luta termina sendo ainda mais complicada. No entanto, também é verdade que basta querer para vencer as duas meias-irmãs que nos tiranizam e desatar a magia da Fada Madrinha que temos dentro de nós.

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Devemos admitir então que estamos rodeados pelo afã de produtividade, que todos acabamos seduzidos por esses insuportáveis apps que nos alertam de tudo aquilo que ainda devemos fazer. Ou pelas cadernetas preparadas para fazermos listas de tarefas. Ou por livros que nos explicam como fazer tudo, como chegar a todas as partes e que o tempo renda mais. Mas chega o momento de abandonar essa loucura, porque no fundo, e paradoxalmente, não há nada menos produtivo do que o afã de produtividade. Byung-Chul Han assegura que o multitasking pode nos levar a um estado de atenção superficial e devemos levar em conta que as conquistas da humanidade aconteceram por causa da atenção profunda e contemplativa. Assim, também nossas conquistas dependem de saber colocar o foco e a atenção nas coisas importantes, nos bailes que valem a pena. E para isso vamos atacar o inimigo com as suas próprias armas e criar uma lista, só que inteligente, que sirva para nós e não que acabemos servindo a ela. Como?

O baile, em primeiro lugar. É preciso virar a lista de cabeça para baixo. Não deixar o baile para “quando acabar de fazer tudo isso”. Ocupar-se primeiro do fundamental, de nós mesmos. Começar o dia dedicando-se àquilo que sabemos que nos fará bem. Vamos imaginar que alguém precisa escrever um artigo e, antes de começar, no entanto, lê os e-mails pendentes, entra nas redes sociais e responde umas mensagens de Whatsapps. Resultado? Cansaço antes de começar. Cinderela pode ir ao baile e deixar essas outras coisas que exigem menos brilhantismo para depois.

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Bem, e o que fazemos com todo o resto? Porque está claro que há coisas que simplesmente não podemos deixar de lado. Como fazer, então? Dividir o registro de tarefas em três grandes grupos pode ajudar.

Coisas que devemos realizar. Fazer o que precisamos fazer. Depois de ir ao baile, não devemos deixar que essas outras coisas, que voltarão a aparecer cedo ou tarde, fiquem dando voltas por nossa cabeça. Por exemplo, uma ligação incômoda que vamos postergando. São três minutos! Mas se continuamos postergando, em lugar de 180 segundos, chegará a durar seis meses na nossa cabeça.

Coisas que devemos organizar. Não é preciso carregar tudo. Podemos delegar, pedir ajuda, dividir tarefas, conseguir que certas coisas aconteçam sem cair sobre nós.

Coisas que não devemos fazer. Com certeza, nesta lista há muitos elementos que realmente não são necessários. Que podem ser eliminados diretamente e, desta maneira, liberar espaço. Cada um deve decidir quais são. Mas é importante perceber que neste ponto encontra-se a primeira grande vitória pessoal para esquecer a voragem da hiperatividade sem sentido. Renunciar a tudo aquilo que nem contribui nem é estritamente necessário. Saber o que não é preciso realizar é tão importante quanto começar a fazer aquilo que é.

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Depois que conseguimos parar de correr nessa espiral do dia a dia, fruto desta sociedade da multitarefa, é o momento de começar a dançar. E o mais importante é descobrir qual é a nossa música. O que nos faz felizes. O que realmente importa. Sir Ken Robinson chama isso de elemento, e assegura que “descobrir o elemento é recuperar capacidades surpreendentes em nosso interior, e desenvolvê-las dará um giro radical não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas relações e, no final, na vida”. A boa notícia é que todos estamos convidados a um baile no qual seremos protagonistas. Alguns já o conhecem e só devem manter na linha as duas meias-irmãs. Outros, ao contrário, ainda não descobriram seu elemento e deverão olhar dentro de si mesmos, pois ele está ali, esperando ser convidado a dançar. Se a resposta a estas três perguntas for afirmativa, é porque já a encontramos:

Temos vontade de dançar? Se não temos preguiça, se sempre que pensamos nisso ficamos animados, se quando estamos fazendo essa atividade, embora não seja tantas vezes quanto gostaríamos, fazemos com vontade e dedicação. Se a resposta é sim, atenção, pois pode ser nosso elemento. O baile que está nos esperando.

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O tempo para? Apesar das advertências da Fada Madrinha, Cinderela está tão encantada no baile que perde a percepção do tempo. Chega a meia-noite e ela nem se dá conta. Só as badaladas do relógio podem sacá-la do estado de flow no qual caiu, o verdadeiro feitiço cotidiano, que tem como característica a concentração de nossa energia e uma implicação total na tarefa, tal como foi definido por Mihaly Csikszentmihalyi em 1975. Se aqui a resposta é sim, com certeza esse é o baile que estamos procurando.

Vai se ativar a magia? A magia não é nada mais que a paixão. E a paixão é o motor da grandeza, da autorrealização e da capacidade. Se descobrimos aquilo que nos apaixona, seremos capazes de concentrar nossa energia nisso e descobrir que Platão estava certo quando afirmava que “todas as coisas serão produzidas em quantidade e qualidade superior, e com maior facilidade, quando cada homem trabalhar em uma única ocupação, de acordo com seus dons naturais, e no momento adequado, sem imiscuir-se em nada mais”.

Ser feliz.Viver é um espetáculo imperdível.

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“Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência.

Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

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Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

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Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um ‘não’.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.  É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

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Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar ‘eu errei’.
É ter ousadia para dizer ‘me perdoe’.

É ter sensibilidade para expressar ‘eu preciso de você’.
É ter capacidade de dizer ‘eu te amo’.
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.

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Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo.

Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

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Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível…”

Texto de