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A verdadeira felicidade

Sobre a vida….

Feliz Dia Internacional das Mulheres!

Quem não sabe o que quer perde o que tem

Conteúdo original Obvius

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“Nossa vida é feita de escolhas, de planos e de metas que vamos tentando alcançar ao longo do tempo. Nesse caminho, embora não consigamos realizar muitos de nossos sonhos, vamos obtendo significativas conquistas que nos tornam melhores e mais felizes. Infelizmente, muitos de nós não percebemos nem valorizamos o que alcançamos, perdidos que estamos em meio a dúvidas sobre o que fazermos de nossas vidas.

Hoje, há muitas possibilidades e variados caminhos à nossa frente, para que possamos construir nossa jornada. As opções de áreas de trabalho, de cursos, universidades, campos de atuação ampliaram-se consideravelmente, tornando o leque de escolhas deveras extenso e, portanto, gerador de dúvidas quanto ao que seja melhor e mais adequado a cada um de nós.

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Da mesma forma, a internet nos possibilita diversificadas formas de interação com pessoas de diversos lugares, tornando possível o contato entre indivíduos que jamais se conheceriam tempos atrás. E, quanto maior for a quantidade de pessoas com quem interagimos, mais difícil também se torna escolhermos quem realmente ficará junto de nós, fazendo parte de nossas vidas.

Roupas, alimentação, bares, baladas, músicas, tudo parece possuir uma variedade tão grande de opções, haja vista os apelos midiáticos que nos cercam, que optar por um simples jantar acaba sendo, para muitos, um verdadeiro suplício. Infelizmente, esse contexto acaba por se tornar nocivo ao amadurecimento de nossas ideias, ao fortalecimento de nossas certezas quanto ao que e quem queremos para nós.

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Nem sempre estaremos seguros quanto ao queremos e nem sempre optaremos pelo que for o melhor e mais adequado para nossas vidas, pois é principalmente errando que somos levados a refletir e a repensar. Muitas vezes, as dúvidas abalarão as nossas verdades, transformando o certo em incerto, o sólido em arenoso, o para sempre em perecível. É assim que a gente cresce e passa a ter mais segurança sobre o que nos rodeia.

Mesmo assim, é necessário criar algumas certezas e fincar algumas raízes, lutando pela permanência do que nos faz bem e rompendo com tudo o que atrapalha a firmeza de nossas convicções. Sim, o amor pode acabar, a amizade pode ruir, o emprego pode azedar, os sonhos podem morrer, portanto, devemos também estar sempre abertos ao novo, à quebra de certezas, ao enfrentamento das dúvidas. Sempre bom lembrar que incertezas em demasia nos tornam incapazes de manter por perto aquilo que já é essencial ao nosso respirar. Nem tudo é descartável.

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Não poderemos guardar conosco os nossos tesouros, caso não estejamos dispostos a passá-los adiante, quando a vida e as circunstâncias os desvalorizarem. Porque o tempo sempre nos mostra o que nos emperra a vida, mesmo que seja aquilo que tanto prezávamos, bem como nos presenteia com aquilo que perdurará conosco, atravessando juntinho toda dor e cada alegria que teremos pela frente.”

Ser feliz.Viver é um espetáculo imperdível.

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“Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência.

Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

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Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

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Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um ‘não’.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.  É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

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Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar ‘eu errei’.
É ter ousadia para dizer ‘me perdoe’.

É ter sensibilidade para expressar ‘eu preciso de você’.
É ter capacidade de dizer ‘eu te amo’.
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.

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Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo.

Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

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Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível…”

Texto de 

Felicidade express: truques para levantar o astral em 30 segundos

Conteúdo original El País

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Todos temos nossos dias ruins. Portanto, saber como se animar é importante. Escolher o momento de meditar na montanha ou suar numa corrida não são uma boa opção, é melhor descobrir truques simples para levantar o astral sem a ajuda de ninguém. A boa notícia é que poucos segundos podem mudar tudo, até mesmo nosso humor.

A médica norte-americana Jill Bolte dedicou toda sua carreira ao estudo da doença mental e como isso se reflete no cérebro. Em 1996, a própria neuroanatomista sofreu um derrame grave que a levou a se aprofundar ainda mais na autoconsciência. Chegou à conclusão que cada um de nós tem “o poder de escolher a cada momento quem é e como quer ser no mundo”. Bolte aconselha “virar à direita do hemisfério esquerdo e, simplesmente, sentir”, já que as emoções “vão passar sozinhas”. Especificamente, chegou a quantificar o tempo das emoções em 90 segundos, período de duração de uma exaltação.

Embora seja reconfortante saber que seja uma questão mental, o que podemos fazer quando não dispomos sequer de um minuto e meio para mudar o chip? Como enfrentar os fantasmas de nosso próprio cérebro quando este se torna nosso inimigo? Aqui estão algumas dicas para levantar o astral e se transformar nesse autocheerleadertão necessário quanto eficaz.

1. Sorrir

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É tão simples quanto mover os músculos da boca para cima. O Aurélio define o termo assim: “Rir sem gargalhada, fazendo apenas um pequeno movimento com os lábios”. Vale a pena tentar, porque a postura influencia diretamente a emoção. Foi uma das suposições de Charles Darwin e, posteriormente, endossada por eminentes psicólogos da Universidade Harvard como William James, que chegou a afirmar que “se a pessoa não expressa emoção, não consegue senti-la”. É o que se chama de feedback facial, segundo o qual “as expressões faciais estão conectadas com o que sentimos”.

2. Contar uma piada sobre sua tragédia

Funciona porque facilita a mudança de atitude. A ideia foi proposta na Terapia Racional Emotiva, de Albert Ellis. Esse psicólogo norte-americano, considerado um dos mais influentes da história, propôs algumas técnicas terapêuticas em sua época que continuam muito atuais e que fazem uso de piadas e hipérboles como fórmula “aniquiladora de bobeiras”. Nada como exagerar as próprias misérias e verbalizá-las para que se perceba o quão ridículas são. Com essa fórmula, podemos ter pensamentos catastróficos tais como: “É terrível”, “Ai meu Deus” ou “Não posso continuar assim”.

3. Enviar um emoticon para um amigo

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Ou uma foto que ele goste, um link para uma música, um simples “olá, o que você está fazendo?”. A solidão, às vezes tão necessária, também nos coloca para baixo, de acordo com vários estudos. Portanto, uma forma de combater a infelicidade é socializar. Se não temos à mão o nosso melhor amigo, sempre é possível usar a tecnologia. Nem tudo resulta num mau uso de nossos gadgets.

4. Dar o lugar no metrô

Dar um passo além do social e se mostrar útil tem um efeito muito positivo sobre os outros, mas também em nós mesmos. Na verdade, vamos nos tornar mais felizes do que sendo hedonistas, como expressaram vários psicólogos norte-americanos em um artigo na revista Journal of Research in Personality. Seus dados coincidem com alguns preceitos da Psicologia Política, segundo a qual estar envolvido nas próprias crenças aumenta o bem-estar. Aqui seria necessário dar um passo além e ultrapassar os 30 segundos, para se envolver com uma ONG ou um partido político com ideias afins. Os ativistas, de acordo com os testes citados, relatam sentir uma maior vitalidade do que aqueles que não assumem compromissos idealistas.

5. Comer doces

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Embora este conselho deva ser avaliado com cuidado caso você tenha tendência a hábitos compulsivos, há uma razão emocional para comer ou para devorar doces. Ouve-se muito a questão de “comer por ansiedade ou ansiedade por comer”, sem saber muito bem quem vem antes, o ovo ou a galinha. Embora a ingestão excessiva de comida seja um sintoma de que algo está errado, uma das razões pelas quais comemos sem fome é que, enquanto fazemos isso, não ficamos ansiosos. Por definição, comer é uma resposta antagônica da ansiedade, como o próprio sexo. Essa é a explicação do professor de psicologia Antonio Cano Vindel, presidente da Sociedade Espanhola para o Estudo da Ansiedade e do Estresse (SEAS). Adotando esse conselho com cautela, um docinho de vez em quando pode muito bem poupar-nos de algum desgosto em alguns momentos. Já o orgasmo demora um pouco mais…

6. Comprar de mentirinha na Internet

É um dos grandes clichês consumistas, mas existem poucas coisas tão eficazes para levantar o astral. Até que ponto o mito das compras é sustentado cientificamente? Estudos sobre a psicologia do varejo são quase infinitos, e sabemos que os norte-americanos, por exemplo, passam até seis horas por semana comprando. Embora a etiologia da compra compulsiva não esteja totalmente clara, os estudiosos do assunto a relacionam com a dopamina; e neurocientistas como Olsen descobriram em 2011 que fazer compras ativa as mesmas regiões cerebrais que as drogas. Como aplicar esses preceitos para nos sentir bem, sem cair na ruína da compra por impulso? Tão simples quanto realizar uma compra on-line e não concluí-la ou cancelá-la depois: enganaremos o cérebro, que sentirá a compra como sendo real, mas sem a cobrança no extrato do nosso cartão de crédito.

7. Anotar, em uma frase, algo bonito de sua vida

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A expressão de gratidão é um dos pilares da psicologia positiva, recentemente muito utilizada em coaching. Trata-se de “focar no momento presente para apreciar sua vida como ela é, sem considerar as coisas como definitivas e analisando os benefícios e bênçãos que temos agora”. É uma das dicas de Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, autora do livro A Ciência da Felicidade.Lembrar-se (ou anotar) dois ou três aspectos positivos da nossa existência levará apenas alguns segundos e, em troca, provocará resultados positivos impressionantes em nosso humor.

8. Assista ao vídeo de um gato

O grande fenômeno viral de ficar vendo vídeos curtos de doces bichinhos não é aleatório, e foi comprovado por uma professora da Universidade de Indiana. Jessica Gal Myric decidiu analisar a razão por que os vídeos de gatos fascinam os internautas. Para realizar o estudo, entrevistou cerca de 7.000 pessoas com o objetivo de descobrir por que, em 2014, mais de dois milhões de vídeos de gatos foram postados no YouTube, somando até 26 bilhões de visualizações e vencendo por goleada outras categorias. Uma de suas conclusões foi que os fãs desses vídeos relataram sentir mais energia e positividade, ao mesmo tempo que diminuía o estresse emocional.

É possível ser feliz sozinho?   

Uma reflexão para quem está às voltas se lamentando por estar sozinho(a) e deixando de aproveitar a melhor companhia, que é a sua própria. Ame-se, respeite-se e não tenha medo de ser feliz. Sozinho(a) ou acompanhado(a), a responsabilidade da felicidade não muda: continua sendo sua! #reflita

Texto de autoria da psicóloga Cláudia Morais

“Olhe à sua volta. Quem são as pessoas mais felizes que conhece? Como é que elas vivem? São casadas, solteiras, viúvas ou divorciadas? E como é que você sabe que essas pessoas são REALMENTE felizes?

Crescemos inundados de histórias de amor romântico que acabam por moldar a nossa percepção da felicidade. Ao ponto de muitos de nós se convencerem de que só é possível ser feliz a dois. Um dos problemas que decorrem deste pensamento irracional é a busca permanente de um parceiro, como se uma má companhia fosse melhor do que estar sozinho. Algumas pessoas sofrem deste mal – colecionam maus relacionamentos porque têm medo de estarem sozinhas.

Sem iludir ninguém: os estudos mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm um companheiro. Em rigor, as pessoas mais felizes são as casadas. Mas atenção: isso só é verdade para aquelas que se sentem satisfeitas no casamento. Na prática, o casamento não só não é garantia de felicidade como, se se tratar de um mau casamento, também é garantia de infelicidade.

Se as pessoas insatisfeitas com o seu casamento (ou relação amorosa) são mais INFELIZES do que os solteiros, os viúvos ou os divorciados, por que teimamos em fugir a sete pés da solidão? Por que é que há pessoas que se desesperam perante a ideia de estarem solteiras? Por que é que alguns olham de lado para quem assume que prefere estar só?

A verdade é que é o medo do desconhecido que, muitas vezes, nos impede de fazer as escolhas certas. Até um dia. Até ao dia em que uma ruptura amorosa nos empurra para uma situação nova. E depois da dor surge uma admirável tranquilidade que nos faz apreciar a vida e os outros laços afetivos de uma forma diferente.

Há pessoas que se sentem muito bem sozinhas. Há até quem se sinta incrivelmente feliz nessa condição, por mais que isso seja gerador de incredulidade.

A maior parte dessas pessoas está sozinha a título temporário. É uma questão de tempo até que voltem a amar, a comprometer-se. Mas, às vezes, passam-se anos – 2, 3, 4, 5 anos! – até que isso aconteça. E, nesse período, conseguem ser estupidamente felizes. Precisamente porque reaprenderam a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente.

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A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar.”