Confira dicas para seguir uma alimentação saudável no inverno

Conteúdo original Revista Suplementação

Com a chegada do inverno e, consequentemente, das temperaturas mais baixas do ano, o organismo gasta mais energia para aquecer o corpo e neutralizar a diferença climática. A consequência disso é que as pessoas sentem mais fome durante essa estação. Segundo Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbomempresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, deixar de consumir saladas e frutas, diminuir a ingestão de água e incluir ingredientes calóricos na alimentação, são algumas práticas erradas, porém comuns durante o período.

“O consumo excessivo de alimentos mais gordurosos por conta do frio pode aumentar o colesterol e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, além de causar o aumento de peso”, alerta. A especialista ainda destaca que, pelo fato de serem frescas, muitos acabam deixando as frutas e verduras de lado. “As frutas e hortaliças são fontes de minerais e vitaminas, o que é importante para o bom funcionamento do sistema imunológico e prevenção da gripe, resfriado e problemas respiratórios, muito comuns na estação”. Uma dica da nutricionista é utilizar a criatividade como, por exemplo, colocar raspas de limão nas preparações.  “Já os legumes podem ser cozidos no vapor ou refogados e temperados com ervas frescas”, complementa.

Para a prevenção de doenças, Cyntia lembra que o mel pode contribuir para elevar a imunidade. “O mel, além de combinar com o inverno, é um dos produtos que fortalecem o sistema imunológico e a resistência do organismo, além de fornecer energia ao corpo. Ainda é um excelente antisséptico e antibiótico”. A consultora da Superbom também destaca que, por motivos óbvios, o consumo de bebidas quentes aumenta no  inverno. O café é consumido em grande quantidade. Porém, as pessoas nem sempre conhecem os malefícios que a bebida pode trazer à saúde. “O café é um estimulante que pode causar dependência similar à de drogas. O produto ainda agrava problemas de saúde como a gastrite, especialmente em pessoas idosas. Por conta disso, recomendamos o consumo de produtos alternativos, como a cevada, que tem um sabor semelhante, mas sem nenhuma contraindicação”.

Para a nutricionista, as sopas podem ser ingeridas sem medo contanto que sejam feitas com legumes. Os caldos também são boas opções, mas para incorporar o alimento, a orientação é utilizar inhame, batata doce ou mandioca em detrimento  da batata. “Eles são digeridos mais lentamente pelo organismo e isso traz várias vantagens, como não elevar tanto os índices glicêmicos e dar sensação de saciedade por mais tempo”.

Por fim, mas não menos importante, está a realização de atividades físicas, em conjunto com os hábitos alimentares adequados e saudáveis.  “O frio potencializa a vontade de ficar em casa em baixo do cobertor em vez de ir à academia. Portanto, tenha foco, força de vontade e estabeleça uma rotina de exercícios para que o metabolismo do corpo não desacelere. Assim, os indesejados quilinhos a mais podem ser evitados durante o inverno”, conclui Cyntia.

Fonte: Cyntia Maureen

Anúncios

Esquecer das coisas melhora nossa capacidade de tomar decisões

Conteúdo original Super Interessante

Deixar o que passou para trás e focar em coisas mais recentes é um exercício constante para nosso cérebro. Por conta dessa postura desapegada da central de comando é que você não se lembra do momento em que começou a andar – mas não esquece nenhum caractere da senha da conta bancária e se lembra de entregar um relatório para o dia seguinte.

O que pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, queriam descobrir era a influência disso em nossa capacidade de fazer escolhas e focar no que realmente importa. Segundo o estudo, publicado no jornal Neuron, nossa memória funciona não para que guardemos mais coisas durante o tempo, mas sim para tomarmos decisões mais inteligentes.

“Se seu cérebro se manter constantemente trazendo memórias conflitantes, isso torna mais difícil para você fazer uma decisão mais racional”, explica Blake Richards, um dos líderes do estudo.

Se nos lembrássemos com detalhes de todos os momentos da vida, teríamos de carregar memórias muito complexas. A tarefa do cérebro é simplificar essas memórias, fazendo com que fique apenas o necessário. Isso nos torna mais eficientes em fazer previsões e lidar com novas experiências.

Isso é vital para nossa adaptação em diferentes ambientes. Lugares que estão sempre em mudança fazem que precisamos nos lembrar menos. Para alguém que trabalha como caixa de supermercado, por exemplo, lembrar dos nomes dos clientes por alguns dias já está de bom tamanho. No entanto, um designer que está fechando um projeto com um grupo de clientes que encontra todo dia, tem a obrigação de levar seus nomes na ponta da língua.

A partir disso, os pesquisadores acreditam que coisas pontuais são esquecidas de forma mais rápida do que informações que temos de recorrer diariamente. Ou seja: se você não usa, você perde. E isso não é nem um pouco ruim – pelo menos no que diz respeito àquilo que você escolhe guardar.

Resiliência: você sabe para que serve?

Conteúdo original Minha Vida

Você já ouviu falar sobre resiliência? A resiliência é considerada um aspecto psicológico que pode ser entendido como sendo a capacidade que o indivíduo tem para:

  • Lidar com problemas
  • Superar obstáculos
  • Responder com equilíbrio a situações adversas
  • Manter-se sereno em momentos de estresse.

Toda ação deve ser feita sem que esses fatores externos negativos desequilibrem o bom andamento da vida. Para que isso aconteça é preciso que o indivíduo tome decisões adequadas sem ser afetado pela tensão externa ou interna. A força emocional individual se mantém. Quem é resiliente se sente capaz de enfrentar as adversidades sem perder o foco nos seus objetivos e bem-estar.

As características são muito positivas e as mais comuns de quem é resiliente são:

  • Rápida tomada de ação
  • Adaptação
  • Criatividade
  • Menor vulnerabilidade ao medo de errar e mais força na certeza que será capaz de lidar com as consequências de suas escolhas

  • Confiança em si próprio
  • Domínio das emoções e da própria vida.

É possível se tornar resiliente?

Algumas pessoas são consideradas naturalmente resilientes. Mas isso não tão simples assim. A grande verdade é que quem tem essa sábia habilidade, foi ao longo dos anos se desenvolvendo para isso, mesmo que de forma inconsciente. Vou dar um exemplo: se uma criança é criada por pais resilientes, aumenta sua chance de desenvolvimento nesse aspecto, por observação, repetição de padrão e aprendizado.

Mas não se preocupe, se seus pais não são resilientes, você ainda tem tempo não só de aprender a ter excelência nisso, como até mesmo, ensiná-los a serem pais resilientes, caso essa seja da vontade de todos envolvidos.

Quem é capaz de administrar as emoções mais facilmente, consegue superar as dificuldades de forma rápida e eficaz, a consequência disso é encontrar harmonia e equilíbrio na vida. Talvez você esteja se perguntando: será que alguém que não consegue administrar as emoções é capaz desenvolver resiliência? Sim, é perfeitamente possível. Segue algumas dicas e orientações:

1) Consiga desenvolver e treinar seu foco de atenção – para onde vai sua energia quando você precisa resolver algo na vida? Observe seus pensamentos. Você está enxergando o problema ou a solução? Habitualmente onde está sua atenção e pensamento? Como exatamente você faz o que faz?

2) Melhore sua capacidade de compreensão do outro – desenvolva empatia, sintonia, criação de aliança com as pessoas a sua volta – saber colocar-se no lugar do outro e com isso, estabelecer vínculos sociais. Você ouve o que as pessoas falam? Você se importa com o próximo? Sabe entender as necessidades alheias? Consegue se colocar no lugar de outra pessoa respeitando o mundo, valores e aprendizados diferentes dos seus? O que é capaz de perceber diferente quando faz essa mudança de perspectiva?

3) Coloque sua energia no controle emocional e no controle dos impulsos – perceba que você é capaz de autocontrole e disciplina. Se esse é um ponto importante para o seu aprendizado, invista em cursos, terapia, sessões de coaching, livros, vídeos, e assuntos que possam agregar diretamente sobre esse tema. Prosperar na vida requer dedicação, planejamento e tempo. Use seu tempo a seu favor.

4) Desenvolva criatividade para responder aos estímulos negativos – que suas escolhas sejam livres de repetições passadas e negativas. Você não precisa ficar eternamente preso no mesmo padrão de resposta que não te agrada.

5) Cultive a positividade – acredite que as coisas vão melhorar e aja nessa direção. Não espere o futuro trazer as respostas. Use o seu presente para construir aquilo que depende de você.

6) Ponha em prática o conceito de 1/3:

  • 1/3 depende de você
  • 1/3 depende do outro
  • 1/3 depende do acaso.

Faça seu 1/3 bem feito. Tenha certeza que sua parte foi executada da melhor forma possível. E que se tem algo que não depende de você, saiba encontrar ajuda e orientação necessária.

7) Explore e aumente sua capacidade de análise – seja da situação como um todo, de pontos específicos, tomada de decisão e ação – ser apto a entender os problemas, sua gravidade, impacto, consequência e possíveis estratégias de solução.

8) Supere-se – se você tem alguma “trava”, crença limitante de sucesso e bem-estar, medo, insegurança, ansiedade, etc, encontre caminhos para amenizar, suavizar e principalmente curar-se para viver em harmonia e bem estar.

Você pode seguir as dicas desse artigo para o seu crescimento pessoal e criar novas formas de superação e desenvolvimento das suas habilidades. Havendo interesse busque ajuda especializada. Você pode se beneficiar através de atendimento individual com sessões de coaching, EMDR, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL), técnica de terapia breve, etc.

Exercícios para dobrar sua atenção

Conteúdo original Bons Fluídos 

A prática pode ser aplicada a qualquer atividade – no trabalho, dirigindo, comendo, andando – basta estar concentrado nesse propósito. Conheça alguns exercícios extraídos do livro The Miracle of Mindfulness: A Manual on Meditation, do monge vietnamita Thich Nhat Hanh.

Lavando a louça: faça isso relaxadamente, como se cada panela, garfo, copo, fosse um objeto de contemplação. Inspire e expire profundamente e controle sua respiração para evita que a mente se distraia. Não tente acelerar o ritmo para terminar a tarefa mais cedo, lavar os pratos é meditação. Se você não consegue lavar os pratos com consciência plena, tampouco pode meditar em silêncio.

Preparando o chá: faça cada movimento lentamente, com plena consciência dele. Perceba que sua mão levanta o bule pela asa, que você está despejando o chá perfumado na xícara. Siga cada passo com atenção. Respire suavemente e de forma mais profunda que o habitual. Controle sua respiração caso sua mente tenda a se distrair. Sirva com gentileza aos amigos ou saboreie-o sozinho, sentindo o cheiro, a temperatura, etc.

Como driblar o estresse do fim do ano

Conteúdo original M de Mulher

É hora de fechar as metas no trabalho, organizar a agenda do ano seguinte, arrumar o orçamento da casa e ainda se preparar para as festas. Isso sem falar em quem está prestando vestibular ou terminando o semestre letivo. Ufa! Esta época do ano é um mar em tempestade e costumamos dizer que estamos estressadas. Mas, afinal, você sabe o que é estresse de verdade?

angel-348951_960_720

É a sensação de estar se sentindo sobrecarregada. Isso gera uma resposta física no organismo. O corpo libera hormônios que aceleram o coração, contraem os músculos e fazem você respirar mais rápido. É como se estivessem te preparando para lutar ou mesmo fugir de alguém. Uma pitada de estresse é normal. Muitas vezes, um pequena dose nos ajuda a ficarmos concentradas, a cumprir tarefas, bater metas. O problema é quando em vez de uma pitada, vem uma panela cheinha de estresse.

Dores de cabeça, cansaço crônico sem motivo aparente, sonolência diurna, dores nas costas e queda da imunidade são um dos muitos sintomas que o estresse nos traz. Parece que estamos carregando uma tonelada em cima das costas. Você já se sentiu assim?

sad-842518_960_720

Infelizmente, não existe um exame específico para medir o estresse. Não conseguimos dosar a “estressina” na corrente sanguínea, mas é possível detectá-lo através de exames e da observação durante uma consulta médica. A partir da conversa com o paciente, o médico pode aliar o check-up cardíaco com exames de rotina de laboratório e assim, ajudar a afastar doenças como hipotireoidismo, arritmias, anemias e carências de vitaminas, que talvez possam estar causando os sintomas de cansaço e mal estar, por exemplo.

Uma vez excluídas as possíveis doenças, muitas vezes é preciso consultar também um especialista em psicoterapia para reprogramar alguns comportamentos. Ansiedade, depressão e pânico também podem ser condições associadas ao estresse.

heavy-934552_960_720

E há, no entanto, casos em que o estresse pode estar ocorrendo sozinho. Alguns especialistas recomendam 3 passos para lidar com o estresse:

1. Tentar identificar a causa do estresse.
2. Buscar redução das situações causadoras dele.
3. Aprender soluções para lidar com os eventos estressantes e seus efeitos no organismo.

Ok, mas como reduzir o estresse?

Diminua o sal

Menos sal, menos retenção de líquidos e melhor a sensação de bem estar.

Faça exercícios

A fórmula é antiga, mas funciona. Exercícios liberam endorfinas, que aliviam a tensão.

exercise-841167_960_720

Cuidado com o comfort food

A comida conforto, aquela cheia de açúcar, pode aliviar a tensão momentaneamente. Porém, depois que estes alimentos agem no sistema de recompensa cerebral, rapidamente a sensação de bem estar termina e o estresse retorna. Evite!

Durma!

Dormir faz bem. O sono repousa a mente e recarrega as baterias.

model-991420_960_720

Viva o hoje!

O ato de focar no presente, evitando ansiedade desnecessária, é um comportamento defendido por várias áreas e especialistas como uma forma eficaz de reduzir o estresse.

Mudança de hábito JÁ!

Conteúdo original de Mais Equilíbrio
Texto de Thamirys Teixeira

00-52-29-429_640

Mudar de hábitos é o primeiro passo para conquistar uma vida saudável e feliz. Para quem não tem costume, começar aquela dieta, comer melhor ou praticar exercícios físicos pode ser um grande desafio, que exige disciplina e, principalmente, determinação.

Para te ajudar a mudar seus velhos hábitos e estar aberta para o novo, o Mais Equilíbrio falou com a psicóloga do Centro Terapêutico Multidisciplinar de São Vicente, Tereza Christina Gonçalves. Ela esclareceu alguns pontos importantes para você que está procurando mudança.

1- O que significa hábito?

Os hábitos são costumes que a pessoa adquire para sua vida. Eles podem ser involuntários ou conscientes, movidos por uma necessidade ou adaptação.

silhouette-683751_640

2- Quanto tempo em média se leva para tornar algo um hábito?

A mudança de comportamento é uma das coisas mais difíceis, pois tira a pessoa da zona de conforto que é ligada ao comodismo. Isso causa uma série de incômodos, provocando desânimo e por vezes desistências de adquirir novos hábitos.

Portanto, mudar de comportamento depende da motivação e do objetivo de cada pessoa que se propõe a mudar. Estudos comentam que para isso é preciso em média de 21 dias, no entanto se a pessoa não tiver um foco ou objetivo, a experiência será negativa.

3- Por que algumas pessoas tem dificuldades em mudar de hábito?

A acomodação é uma das principais causas. Outra razão muito forte é que as pessoas não acreditam que as novas mudanças irão dar bons resultados. É preciso foco de pensamento!

dart-444201_640

4- Um hábito pode ser completamente extinto?

Sim. Ele pode ser extinto sem a necessidade de substituição.

5- Qual o seu conselho para quem quer mudar seus hábitos e não consegue?

A auto disciplina. O ponto de partida deve começar pela própria pessoa. Tudo depende de quem quer mudar, ou seja, a ação e a determinação são as chaves para uma reorganização de vida. Quando as coisas ficam ‘no mundo das idéias’ ou apenas no papel, que resultados são esperados?

Agora que você já sabe como, que tal começar hoje a mudar a sua vida! Só depende de você !

Como espantar os pensamentos negativos

Conteúdo original de Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

0010363319V-849x565

Os “diabinhos” não marcam hora para nos incomodar. Eles surgem até mesmo quando a vida está ótima. Fazem com que pensemos que, apesar do bom momento, algo pode dar errado. Ou que você não é bom o suficiente para ter sucesso na vida. Tais pensamentos negativos, naturalmente, fazem muito mal a você.

Em artigo no site da revista “Inc.”, o empreendedor e consultor Larry Kim lista dicas para você esquecer seus demônios interiores e dar ouvido aos “anjinhos” que estão na sua cabeça:

positive-725842_640

1. Fale alto o quão incrível você é

Diga, em alto em bom som e para si mesmo, que você é incrível, inteligente, bonito e todos os adjetivos que você quiser. Kim até reconhece que essa dica é meio brega, mas que realmente ajuda as pessoas que precisam de confiança.

2. E escreva o quão incrível você é

young-791849_640

Pegue uma folha de papel e faça três listas. Preencha a primeira com 10 pontos fortes seus. A segunda, com 10 conquistas importantes em sua vida e, por fim, escreva 10 coisas que você admira em si mesmo como pessoa. Não precisa colocar nada muito complexo. Após isso, você terá 30 provas de que você é uma pessoa bem legal. E, de acordo com Kim, tal número é uma pequena parte de todas as coisas boas que você é e faz.

3. Não se compare aos outros

Ou, em outras palavras, não preste muito atenção ao que seus amigos compartilham no Facebook. Até porque eles nem são tão legais assim. Cada pessoa tem sua história. Não é legal comparar sua trajetória e seu atual momento com, por exemplo, pessoas da mesma idade que a sua. Um bom momento pode se transformar em ruim em um piscar de olhos. Kim dá um exemplo bem válido: é bem provável que você esteja em uma situação muito melhor que a das pessoas que eram populares na sua época do colegial.

4. Não exija tanto de si mesmo

park-736799_640

Há pessoas que sofrem muito ao cometer erros, mas são maravilhosamente condescendentes, em caso de falhas semelhantes, com quem os rodeia. Lembre-se que o que você diz ao consolar alguém se aplica a você. Ou seja: errar é humano, o deslize não foi tão ruim assim e você tem totais condições de se reerguer.

5. Cuide-se

Ao se sentir bem, são menores as chances de os “diabinhos” incomodarem seus pensamentos. Por isso, cuide-se: vista-se direitinho, não coma muita besteira, durma o máximo que puder e tente fazer alguma atividade física.

6. E cuide dos outros

hands-736244_640

Ajudar quem precisa é outra prática que traz bastante bem-estar, segundo Kim. Voluntariando-se em uma ação social, por exemplo, você consegue perceber que, afinal, sua situação não é tão ruim. Sem falar, claro, em como ajudar alguém em necessidade é gratificante.

7. Aprenda alguma coisa nova

Tente arrumar tempo para aprender. Pode ser uma nova língua, uma arte marcial ou até a andar de bicicleta, caso você não saiba. Ao se tornar bom nesta nova atividade, você mostra a si mesmo que é incrível o bastante para dominar vários campos do conhecimento.

8. Cerque-se de gente boa

setting-sun-772700_640

Nem sempre conseguimos nos animar sozinhos. Por isso, cerque-se de gente boa. Seus amigos certamente acham que você é uma ótima pessoa e podem te ajudar. Outra alternativa é procurar um terapeuta. Muita gente tem preconceito com esse tipo de profissional, mas lembre-se que auxílio psicológico não é coisa “para loucos” e pode ajudar os “anjinhos” em sua cabeça a sobrepor os pensamentos negativos.